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Janeiro 7, 2026

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A noite que me ensinaram a ser homem - 2

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Acordei com uma pressão úmida e quente no meio das pernas.

O quarto já estava claro, aquele sol de domingo de manhã em Santos que transforma qualquer apartamento sem ar-condicionado numa estufa. O ventilador de teto girava preguiçoso, incapaz de vencer o calor. Eu estava suando, o lençol da minha mãe embolado no pé da cama, e Mariana estava lá embaixo.

Ela não disse “bom dia”. A cabeça dela subia e descia num ritmo lento, torturante. Senti a língua dela contornar a cabeça do meu pau, depois descer pelo tronco, lambendo a veia que pulsava ali. Eu travei a respiração, o corpo tencionando no colchão mole. Era uma sensação elétrica, diferente da minha mão, diferente de tudo. Era molhado, macio e tinha vácuo.

— Mmhgg… — gemi, jogando a cabeça pra trás no travesseiro, sentindo o cheiro do meu próprio sono misturado com o perfume dela.

Ela parou. Levantou o rosto, o cabelo cacheado uma bagunça gloriosa, um fio de saliva conectando a boca dela ao meu pau, que estava roxo de tão duro.

— Bom dia, virgem. — ela sorriu, os olhos inchados de sono, mas brilhando. — Dormiu bem?

Tentei me afastar um pouco, a vergonha batendo forte junto com o tesão.

— Mari, espera… eu nem escovei os dentes, não tomei banho… tô sujo de ontem.

Ela riu e voltou a boca pra ponta do meu pau, dando um beijo estalado ali.

— Cala a boca, Lucas. Eu quero seu cheiro. Quero gosto de homem, não de pasta de dente.

— Tu… tu tá me chupando. — constatei o óbvio, o cérebro pifando.

— Observação perspicaz. — ela engatinhou pela cama até ficar em cima de mim. As pernas dela, torneadas e com marcas vermelhas do lençol, prenderam meu quadril. Ela estava nua. A pele morena brilhava de suor no pescoço e entre os seios.

— Eu disse que ia te ensinar o nível dois. — ela sussurrou, aproximando o rosto do meu. — Mas agora a gente não vai só brincar com a mão. E não tem essa de “tô sujo”. A gente se suja mais.

— Eu não tenho camisinha aqui, Mari. Lembra?

— Eu tomo pílula direto. E você é limpo, eu sei que é. — ela mordeu o lábio inferior, a respiração ficando pesada. — Eu quero sentir você dentro. Pele na pele. Sem barreira.

Meu coração parecia um surdo de bateria na caixa torácica.

— Coloca a mão na minha cintura. — ela comandou, pegando meus pulsos e colocando nos quadris dela. — Segura firme. Não deixa eu fugir se doer.

A cintura dela era macia, mas o osso do quadril era firme sob meus dedos. Ela se ergueu nos joelhos. Com uma mão, ela segurou meu pau, guiando a cabeça dele para a entrada da buceta dela.

Eu olhei. Tinha que olhar. Os lábios dela estavam inchados, rosados, entreabertos. Um líquido transparente já escorria ali, brilhando na luz do sol. Ela esfregou a cabeça do meu pau no clitóris, uma, duas vezes, espalhando a lubrificação natural.

— Puta que pariu… — xinguei, o prazer irradiando pra coluna.

— Olha pra mim, Lucas. — ela pediu.

Eu olhei nos olhos dela. E vi ela descendo.

Foi lento. A buceta dela engoliu a cabeça do meu pau. Era apertado. Muito apertado. Uma pressão esmagadora, quente como febre. Ela fez uma careta, trincando os dentes, e parou na metade.

**Privado (Mariana):** “Caralho, ele é grosso. Muito mais que o Guilherme. Vai rasgar se eu for rápido, mas essa dorzinha é tão boa… me preenche inteira, não sobra espaço pra pensar em nada.”

— Tá doendo? — perguntei, em pânico, parando as mãos.

— Tá perfeito. — ela ofegou, o pescoço esticado. — Só… deixa eu acostumar. Não mexe.

Ela respirou fundo três vezes, o peito subindo e descendo, os bicos dos seios roçando no meu peito suado. Aí ela soltou o ar e desceu tudo de uma vez. Senti meu pau bater no fundo dela, envolto em veludo quente e úmido. A sensação de estar dentro de alguém, completamente embainhado na carne dela, foi avassaladora.

— Não goza. — ela avisou, sentindo meu espasmo. — Respira.

Ela começou a se mexer. Não era rápido. Era circular. Ela rebolava, moendo o quadril contra o meu. O som era obsceno: tchlec, tchlec, splash. Pele batendo, fluidos misturando. O suor dela pingava no meu rosto.

— Minha vez. — falei, ou rosnei, a testosterona subindo pra cabeça e apagando o medo.

Segurei a cintura dela com força bruta, sem técnica nenhuma, e joguei meu peso pro lado. Foi desajeitado pra caralho; nossos joelhos bateram dolorido, o estrado da cama rangeu alto e quase caímos, mas a urgência era tanta que nem ligamos. No meio do bolo de lençóis, consegui rolar por cima dela.

Agora eu estava no controle. Ela estava deitada, o cabelo espalhado no travesseiro, as pernas automaticamente subindo pros meus ombros, abrindo a visão do paraíso: a buceta dela esticada ao redor do meu pau, vermelha, úmida, convidativa.

Comecei a estocar. Primeiro devagar, testando o ângulo, sentindo o atrito delicioso em cada centímetro. Depois, o instinto animal assumiu. Acelerei. O barulho das minhas coxas batendo nas coxas dela ecoava no quarto pequeno.

— Isso! — ela gritou, a voz falhando, as unhas cravando nas minhas costas. — Vai fundo, Lucas! Mete forte!

A cada empurrada, ela subia o quadril pra me encontrar, buscando mais contato. Eu via o rosto dela se desmanchar em prazer — boca aberta, olhos revirados, a expressão de quem não está mais ali, está voando.

— Eu vou gozar, Mari! — avisei. O prazer estava acumulado na base da coluna, uma bola de fogo prestes a explodir. Eu não tinha controle nenhum pra segurar.

— Goza dentro! Enche tudo! — ela implorou, as mãos puxando meu cabelo, me trazendo pra baixo pra beijar minha boca com ferocidade. As línguas brigavam, salgadas, desesperadas.

Senti as paredes da buceta dela contraírem violentamente, apertando meu pau como um punho. Ela estava gozando. Aquilo me quebrou.

— Aaaahhh! — gritei contra a boca dela, o som abafado pelo beijo.

Explodi. Foi violento. O corpo todo travou num espasmo. Despejei tudo dentro dela, jato após jato, sentindo ela pulsar ao meu redor, sugando cada gota como se precisasse daquilo pra viver. Continuamos nos movendo por inércia, espasmos finais, até que minhas forças acabaram e eu desabei em cima dela, esmagando-a no colchão.

Ficamos lá, colados pelo suor, o peito de um batendo contra o do outro. O único som era o ventilador teimando em girar e nossa respiração irregular, tentando buscar oxigênio no ar viciado do quarto.

Ela passou a mão no meu cabelo, tirando o suor da minha testa.

— Bem-vindo ao clube. — ela sussurrou, sorrindo contra meu pescoço.

Rolei pro lado, saindo de dentro dela com um som úmido (shhhloop). Um fio grosso de esperma e lubrificação escorreu da buceta dela pro lençol, manchando o tecido branco. O cheiro de sexo — maresia, cloro, suor e almíscar — empesteava o quarto.

— Acho que sujei o lençol da minha mãe de novo. — comentei, olhando a mancha crescendo. — Ela vai me matar.

— A gente lava. — ela se espreguiçou, parecendo uma gata satisfeita, sem a menor pressa de se cobrir. — Mas primeiro… tô morrendo de fome.

— Açaí? O shopping abre meio dia.

— Com leite ninho e paçoca. Tu paga.

— Justo. — concordei, me sentindo o homem mais poderoso do mundo, mesmo com as pernas bambas que mal sustentavam meu peso.

Tomamos banho juntos dessa vez. Apertados no box minúsculo, a água fria tentando baixar a temperatura dos corpos. Ensaboei as costas dela, sentindo a pele macia sob o sabonete barato; ela lavou meu pau com cuidado, rindo quando ele ameaçou subir de novo só com o toque da mão dela.

Uma hora depois, estávamos no ponto de ônibus da avenida da praia, de volta às roupas de “gente normal”. Ela de short jeans e a mesma camiseta do SUS (agora com um cheiro leve de amaciante da minha casa), eu de bermuda. Parecia tudo igual ao dia anterior, mas a gravidade tinha mudado. O jeito que a mão dela buscava a minha, o jeito que ela encostava a cabeça no meu ombro enquanto esperávamos.

O celular dela vibrou no bolso.

— Minha mãe tá perguntando se eu já tô na rodoviária. — ela mostrou a tela, fazendo uma careta.

— E o que tu vai responder?

Ela olhou pro ônibus que vinha apontando na curva, lá longe. Olhou pra mim. Mordeu o lábio, aquele mesmo gesto que fez antes de me beijar pela primeira vez. Digitou rápido e bloqueou a tela.

— Disse que perdi o ônibus das 14h e só consegui passagem pro último da noite. — ela piscou, os olhos amendoados rindo. — Temos mais seis horas. O que dá pra fazer em seis horas, Lucas?

O ônibus parou, abriu a porta. O motorista olhou pra gente.

— Vai subir? — perguntou, impaciente.

— Não. — respondi, puxando ela pela cintura. — A gente vai a pé.

O motorista fechou a porta e arrancou. A gente deu meia volta e caminhou de volta pro prédio, de mãos dadas, sob o sol escaldante, prontos pra gastar o resto da juventude e toda a energia que restava naquele colchão de solteiro.

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