Março 24, 2026

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A obsessão por ser vistas

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Me chamo Amanda, sou japinha e trabalho como desenvolvedora. Em uma empresa dominada por homens, eu sou uma das poucas mulheres. Para ser levada a sério, eu me visto da maneira menos sexy possível, suéter e calça de moletom largos, tudo para esconder o meu corpo e manter os outros desenvolvedores olhando nos meu olhos em vez de olhar para baixo por que eu tenho peitões.

Eu trabalhava muito, 12 horas por dia, depois ia para casa, comia e depois me masturbava até dormir. Sim, eu sou viciada em siririca. A única coisa que me fazia terminar o dia era pensar que depois de todo o stress eu ia poder esfregar o meu grelo e me violava com um dildo enquanto assistia hentai depravado e bebia. No dia seguinte era o mesmo. Não, eu não tinha tempo para ter uma namorado.

Um dia eu tinha que terminar um projeto importante, por isso estava na empresa até 10 da noite. Eu estava completamente sozinha e estressada e abro um site pornô no celular. Baixo a calça e a calcinha ali mesmo na minha mesa de trabalho e começo a me masturbar. O medo de alguém aparecer e a transgressão do ato me excita enormemente e eu gozo olhando para a parede de vidro do escritório, sem saber se havia alguém em algum outro prédio me vendo.

Essa sensação de rico, de medo de ser pega, fica presa na minha mente e depois disso eu só me masturbo vendo vídeos ou fantasiando com exibicionismo. Tanto que na próxima vez que eu fico até tarde no trabalho, começam a surgir ideias.

Dessa vez eu não estou sozinha no andar, tem outras pessoas em uma call com a Ásia na outra sala. Eu termino o meu trabalho, saio da empresa, mas enquanto esperava o elevador, surge uma ideia. Eu vou até a escada de incêndio e depois que a porta fecha eu me vejo sozinha naquele espaço sem câmeras e que tinha uma chance minúscula de alguém entrar.

Começo a tirar a minha roupa. Primeiro a blusa de moletom, depois a calça, eu podia parar estando só de calcinha, sutiã e camiseta, mas o tesão estava em ir além. Tiro a camiseta e depois o sutiã, meu coração dispara. Eu empilho as minas roupas em um canto, e desço meio andar só de calcinha branca. Agora não tinha como voltar atrás, se alguém aparecesse, eu estava longe das minhas roupas. Sinto um tesão imenso e me toco, sinto que estava muito melada, escorrendo de tesão por causa do perigo.

Tiro a calcinha e a amarro no corrimão e ai desço até o andar de baixo. Sento na escala, olhando para a porta fechada, com medo de alguém das empresas de baixo resolver vir até a escada. Não demora para eu gozar me masturbando e assim que vem o orgasmo, passa a coragem e eu subo correndo para me vestir, nem coloco a calcinha de volta, coloco só o resto da roupa e vou para casa sem ela. Isso me dá tesão tudo de novo e chegando em casa eu pego o meu brinquedo e gozo mais 3 vezes.

No fim de semana eu tento me masturbar com pornografia normal, mas nada me deixava com tesão. Descubro que tinha um fetiche novo, exibicionismo e não conseguia tirar isso da cabeça, era uma obsessão. Só que não dava para ir no escritório no fim-de-semana, isso ia chamar a atenção da segurança e eu não ia fazer nada no meu prédio.

Vou no guarda-roupa e pego uma camisolinha creme curta com detalhes em rendinha preta. Visto ela sem nada por baixo e me olho no espelho, ela mal cobria a minha bunda. Então pego uma jaqueta mais cumprida e coloco por cima. Fica melhor, mas eu ainda me sentia pelada.

Com o coração na boca eu saiu do apartamento, do prédio e vou andando pela rua em um misto de medo e excitação. Logo viro para a rua de trás e vou andando pela rua com casas de muros altos. Na rua vazia eu me sinto mais calma e quando vejo uma pracinha eu paro e tiro a jaqueta. Escondo ela atrás de uma árvore e continuo andando só de camisolinha. Sinto o frio da noite na minha boceta.

Na rua vazia, eu levanto a camisola e me exponho do umbigo para baixo por poucos segundos. Ando mais um pouco e coloco os peitos para fora, mas agora continuo andando com eles balançando ao ar livre, mas ouço um barulho e me cubro.

Não era nada, um carro passando na rua de trás. Meu coração está disparado e a minha boceta melada. Eu me masturbo um pouco enquanto ando. Chego então em uma praça maior. De novo tudo vazio. Fico com mais coragem e tiro a camisola, coloco ela no banco da praça e sento em cima dela. Agora toda peladinha na rua, eu me masturbo com vontade. Me arrependo de não ter trazido um consolo para me foder. Fica para próxima vez. Me viro com os dedos e gozo super rápido.

Mas quando eu levanto para pegar a camisola e me vestir, vejo bem ali na minha frente um guardinha de rua. Acho que ele havia visto tudo, me assistindo enquanto eu estava distraída!!!

— Eu…. já estava indo me vestir… — É tudo o que eu consigo falar.

Coloco a camisola e saiu andando rápido, até ver que ele não estava vindo atrás, ai eu corro o mais rápido que posso de volta para a minha jaqueta, felizmente ainda estava lá. Me visto e volto para casa.

E pronto, agora eu estou obcecada em ser pega enquanto me exibo.

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