A sogra e a filha
Eu estava desistindo de usar aplicativos de encontro. Motivos não faltavam: as conversas burocráticas, a falta de assunto, os encontros que só me faziam perder tempo. Marcela foi a minha última tentativa. Ela também tinha 20 anos, dividíamos gostos e interesses semelhantes, pensávamos parecido sobre várias coisas. O papo fluiu tão bem que, depois de quatro encontros, resolvemos elevar a relação. Eu a pedi em namoro, e ela aceitou. Talvez, é verdade, por afobação de jovens, tenhamos pulado algumas etapas, mas era evidente que aquilo que começávamos a ter era forte.
Até aquele momento, sempre nos víamos em locais públicos. Ela achava que era cedo para conhecer minha família e vice-versa. Por consequência, ainda não tínhamos transado. Beijo, mão boba, mensagem safada, tudo já havia rolado, exceto o sexo em si. Eu não tinha a intenção de pressioná-la, porém, ao mesmo tempo, morria de vontade de, pelo menos, vê-la nua. Marcela tinha cerca de 1,60m, 55kg, cabelos castanhos longos e um corpo lindo. Ainda vestida, eu conseguia notar seus seios médios e, sobretudo, sua bunda redonda e empinada, coberta quase sempre por uma legging ou um jeans mais apertado. Por mais de uma vez, notei que ela parecia sentir prazer em me provocar. Quando a situação permitia, sentava no meu colo ou ficava em alguma posição sugestiva.
Depois de dois meses de uma tortura deliciosa, Marcela enfim me chamou para conversar. Apesar de não ser mais virgem, ela havia feito apenas duas ou três vezes com um namorado da escola e ainda se sentia nervosa em relação ao sexo. Ela disse que queria transar, entretanto não se sentia confortável em fazer na minha casa ou em algum motel. Teria que ser em seu apartamento, e, para isso, eu precisaria conhecer Joana, sua mãe. Não pensei duas vezes e logo aceitei o bônus e o ônus. De toda maneira, também queria conhecer minha nova sogra. Marcela me contara que sua mãe havia engravidado cedo, aos 19 anos, e que seu pai abandonara a família pouco depois. Elas pareciam bastante unidas e próximas, e ela nunca havia me contado sobre brigas ou problemas mais sérios.
No sábado seguinte, às 20 horas em ponto, eu já estava apertando o número do apartamento no interfone. Subi no elevador com o coração batendo forte no peito, com um misto de vergonha, um pouco de medo e muito tesão acumulado. Marcela me recebeu na porta com um beijo rápido, e pude ouvir sua mãe na cozinha. De mãos dadas, seguimos na direção do barulho de louça sendo arrumada. Por um instante, fiquei sem palavras. Joana estava de costas, colocando os pratos na mesa para jantarmos a pizza que chegara há pouco. Ela parecia uma versão ligeiramente mais velha da filha, com mais corpo, vestindo um shortinho curto de academia e um top no qual mal seus seios cabiam. Era perceptível de onde Marcela havia herdado sua bunda. Esforcei-me ao máximo para não transparecer nenhum tipo de reação, ainda que, internamente, estivesse lutando para não encarar demais. Minha sogra veio e me abraçou, desejando boas-vindas. Com os seus dois peitos pressionando contra o meu, quase endureci. Dizendo que tinha acabado de voltar da academia, ela se desculpou pelas roupas e foi se trocar. Eu e Marcela ficamos sozinhos, sentados à mesa. Demos mais um beijo rápido.
O jantar foi agradável, regado a uma garrafa de vinho que nós três dividimos. Joana era uma mulher inteligente, culta, mas aberta e gentil. Falamos sobre livros e filmes, com ela fazendo uma série de recomendações. Pensando nas atividades da noite, evitei comer muito. A bebida, o clima do apartamento e a situação me deixaram mais excitado do que eu já estava. Olhei para Marcela e vi, em seus olhos, o mesmo desejo. Ela disse para a mãe que iríamos deitar. Sob o olhar tranquilo de Joana, colocamos os pratos e os talheres sujos na máquina de lavar e falamos nosso boa-noite. Minha namorada foi pentear os cabelos, escovar os dentes e vestir seu pijama no banheiro pequeno enquanto fiquei sentado na sua cama, aguardando a minha vez.
Seu quarto era um misto de adolescência passada e da recente juventude, com pôsteres de cantoras pop dividindo espaço com os livros da faculdade. Distraído e um pouco bêbado, não notei quando Joana entrou. Silenciosa, ela se sentou ao meu lado e falou: — “Chico, fico feliz que a Marcela tenha encontrado alguém como você”. Ri e disse que eu que tinha sorte de ter encontrado-a. — “É sério”, Joana continuou. — “Minha filha é bastante tímida e sozinha, vocês são parecidos, pelo que ela me contou. Espero que você continue tratando ela bem…”. Sua mão pousou sobre a minha coxa. Em um reflexo, me encolhi, afastando-me um pouco. — “Está tudo bem, pode ficar tranquilo”, ela afirmou, enquanto seus dedos subiam na direção da minha virilha e começaram a massagear meu princípio de ereção. — “Se você tratar ela bem, eu também vou tratar você bem, entendeu?”. Naquela altura, explodindo de tesão, eu apenas fiz que sim com a cabeça. O arranjo, por mais que parecesse estranho, quase errado, era irresistível, irrecusável. Meu pau endureceu como se fosse feito de pedra e, ainda que não conseguisse acreditar, deixei-me levar. Minha sogra abriu meu zíper e, com a minha ajuda, baixou um pouco minhas calças e minha cueca. — “A Marcelinha é uma sortuda mesmo. Olha que caralho gostoso você tem, já todo babado”, ela sussurrou no meu ouvido ao passo que me masturbava pela base.
Marcela estava parada na porta, assistindo. A princípio, achei que ela choraria, brigaria, mas ela estava apenas ali, como se tudo aquilo tivesse sido acertado entre ela e a mãe previamente. — “Vem, meu amor”, Joana chamou sem parar de me punhetear, “ajoelha na frente do seu namorado”. Minha namorada cumpriu o pedido e começou a lamber meu pau no mesmo ritmo da masturbação. — “Bem que você falou que achava que era grande, filha. É grandão mesmo, grosso, parece bem cheio”. Marcela concordou enquanto continua a passar sua língua e me olhava nos olhos. — “Chico, sabia que fui eu quem ensinou a Marcela a provocar? Você deve ter batido tanta punhetinha pensando nela, mas hoje vai valer a pena, vai ser uma delícia. Eu e a minha filha dividimos tudo, tudo”. Enquanto isso, minha namorada começou a chupar a cabeça inchada e avermelhada do meu pau, ainda no mesmo ritmo da mão da minha sogra. — “A Marcelinha contou para você que ela não é mais virgem, né? Ela teve um namoradinho antes, mas eu não me envolvi na época. Ela é bem inexperiente, assim como você. Mas eu vou ensinar vocês, tá? Agora tenta engolir mais do pau dele, filha”. Marcela abriu mais a boca, colocando metade do meu caralho dentro. — “Muito bem, meu amor. Fica assim por enquanto, você vai acostumar com o tempo e talvez consiga engolir tudo”. Marcela começou a mamar de verdade, babando para lubrificar a punheta que a sua mãe me batia. Uma das minhas mãos acariciava seus cabelos, enquanto a outra apertada a coxa grossa de Joana. — “Filha, você está indo muito bem. Continua assim. Está gostando, Chico?”. Balbuciando, sem mal conseguir falar, eu olhei para a minha sogra e gemi.
Ao perceber que eu não aguentaria muito mais tempo, ela pediu para pararmos. Marcela tirou meu pau da sua boca e deu um sorriso tímido, limpando os lábios com as costas da mão. Sem aviso, ela e a mãe começaram a tirar a roupa. Por alguns segundos, assisti a aquelas duas maravilhas ficarem nuas na minha frente. De fato, elas pareciam quase irmãs. Guardadas as proporções da idade, seus seios eram de tamanhos parecidos, com os mesmos mamilos e bicos duros, e ambas as bundas eram absolutamente incríveis. Minha namorada pegou uma camisinha em uma gaveta e deu para a mãe, que prontamente abriu o pacote e começou a colocar no meu pau. Também me despi. Joana ajudou Marcela a ficar de quatro na beira da cama e disse para aguardarmos um pouco que ela já voltaria. Enquanto esperávamos, minha namorada olhou para trás e perguntou: — “Você se assustou, Chico? Desculpa, eu não sabia como falar isso com você… Mas tá muito gostoso, né?”. — “Sim”, respondi, “muito gostoso, eu nunca imaginei…”. Nossa conversa, porém, foi cortada por Joana, que retornou segurando um vibrador. — “Quero gozar assistindo vocês dois, posso?”. Eu e Marcela rimos.
Joana, em pé ao meu lado, segurou meu caralho mais uma vez pela base, direcionado-o à entrada da buceta de Marcela. — “Filha, você está tão molhada que está nas coxas, por tudo… Você gostou mesmo de chupar! Esse pauzão vai entrar tão fácil em você”. Nas suas últimas palavras, senti quando meu caralho penetrou minha namorada pela primeira vez. Ela arqueou as costas e gemeu assustada. — “Calma, Marcelinha”, sua mãe pediu, “calma. Vai doer e arder um pouquinho no começo, mas depois vai ser ótimo”. Baixinho para mim, Joana disse: — “Vai, arromba minha filha, a xota dela precisa de um macho”. Assim, coloquei devagar meu pau inteiro e então comecei a bombar. Marcela parecia ter se transformado. Gemia, rebolava e gritava, siriricando rápido. Sua mãe estava deitada um pouco mais acima na cama, as pernas abertas, variando momentos entre enfiar o vibrador em sua buceta e em estimular o grelo. Desse modo, eu via tanto o rabo da minha namorada quanto a xota da minha sogra e me segurava forte para não esporrar. Minha concentração foi quebrada, porém, pela voz manhosa de Marcela: — ”Mamãe, Chico, amor, eu vou gozar, caralho, eu vou gozar, mamãe, eu vou gozar”. Com uma mão, Joana colocou o vibrador sobre seu clitóris e, com a outra, alcançou a mão livre da minha namorada, segurando-a. Continuei metendo enquanto as duas gozavam juntas e, sem suportar mais aquela cena, drenei meu caralho inteiro na xota.
O quarto ficou quieto após os nossos orgasmos. Marcela desabou na cama, Joana fazia carinho em sua cabeça. Eu me uni a elas e, por alguns minutos, ficamos jogando conversa fora. Meu pau continuava duro, em pé, à mostra, com a camisinha repleta de porra. — “Vocês dois são inteligentes, aprendem rápido”, Joana afirmou. — “Mas é incrível”, ela prosseguiu, ”que a Marcelinha tenha aguentado esse pau todo”. — “Eu queria muito, mamãe. Parecia que ia me abrir todinha, foi tão bom”. Minha sogra pediu licença e retirou, com cuidado, o preservativo do meu caralho. — “Vem, filha, divide com a mamãe o leite do seu namorado”, ela pediu. Meu pau voltou a latejar enquanto eu observava Joana derramar na boca de Marcela, guardando um pouco para ela mesma. — ”Acho que seu namorado já está pronto de novo”, minha sogra brincou. A noite seria longa.


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