Fevereiro 17, 2026

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Caçada em Público

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Meu nome é Adriana, tenho 30 anos e descobri um fetiche que me pegou de jeito no ano passado, durante uma tarde entediante na faculdade. Tava sentada no jardim, esperando a próxima aula, quando postei nos meus status: “Tô no campus central, bloco B, usando uma saia jeans e camiseta branca. Quem me achar primeiro ganha um pedido especial.” Era uma brincadeira, coisa de momento, mas quando um menino do curso de arquitetura apareceu do nada na minha frente, ofegante de tanto correr, com um sorriso de quem tinha ganhado na loteria, eu senti um negócio diferente. Uma eletricidade na barriga, um calor subindo pelas pernas. Ele pediu um beijo, e eu dei. Na hora, na frente de todo mundo, um beijo molhado, demorado, enquanto os outros alunos passavam e alguns até paravam pra olhar. Foi aí que eu entendi: ser caçada em público era a minha tara.

Desde então, virou um jogo. Eu brinco de esconder, de dar pistas, de provocar desconhecidos com a possibilidade de me encontrar. Geralmente escolho lugares cheios – shoppings, estações de metrô, feiras livres. Quanto mais movimento, mais excitante fica, porque o risco é maior, a adrenalina sobe, e a ideia de ser descoberta por alguém que nunca vi na vida me molha inteira. Posto algo vago, tipo “Hoje, das 15h às 17h, tô no Shopping Tal, usando um vestido vermelho e sandália de salto. Me achem.” Não coloco foto, não dou mais detalhes. É meio que um desafio: se você me encontrar, pode pedir o que quiser.

Até agora, fui encontrada duas vezes. A primeira foi num sábado à tarde no shopping center. Eu tava na praça de alimentação, tomando um açaí, quando um cara se sentou na minha frente e disse: “Achei você.” Ele era mais velho, uns 40 anos, barba fechada, olhos escuros. Meu coração disparou. Ele pediu pra eu ir ao banheiro com ele. Eu fui. Entramos no banheiro masculino, ele trancou a porta, me virou contra a parede fria, levantou meu vestido e me comeu ali mesmo, com força, enquanto eu mordia o lábio pra não gritar. Foi rápido, sujo, perfeito. Ele gozou dentro de mim, se arrumou e saiu como se nada tivesse acontecido. Eu fiquei lá, com as pernas bambas, me arrumando, sentindo o esperma escorrendo pela coxa. Saí do banheiro e ninguém nunca desconfiou de nada.

A segunda vez foi mais ousada. Eu tava numa estação de metrô, horário de pico, lotada. Postei: “Linha amarela, sentido centro, vagão feminino. Tô de saia preta, blusa rosa, cabelo preso. Me achem.” Não deu 20 minutos e uma mão segurou meu pulo. Era uma menina, novinha, talvez uns 22 anos. Ela me puxou pra fora do vagão na estação seguinte, me levou pro canto mais escuro da plataforma, ajoelhou e meteu a mão na minha buceta por baixo da saia. Eu estava sem calcinha, de propósito, e ela riu quando sentiu minha umidade. “Já tava esperando, né, safada?” Ela chupou meu grelo ali mesmo, com gente passando do lado, algumas olhando, outras fingindo que não viam. Eu gozei em segundos, agarrada num pilar, tentando disfarçar os gemidos. Depois ela se levantou, limpou a boca e pediu meu número. Não dei. Parte da graça é não repetir, é o anonimato, a adrenalina de nunca mais ver a pessoa.

Mas minha vida é uma zona total. Moro de aluguel, troco de apartamento quase todo ano, às vezes mudo de cidade por causa de trampo, de estudo, de tédio. Raramente fico no mesmo lugar por muito tempo, e isso torna a brincadeira ainda mais intensa. Porque quando você posta algo, não sabe se quem vai te achar é um cara legal, um psicopata ou alguém que só quer bater uma punheta pensando em você. E eu adoro essa incerteza. Adoro saber que, em algum lugar, alguém pode estar me procurando, seguindo pistas, imaginando o que vai fazer se me encontrar.

Semana passada, tava numa livraria no centro. Postei: “Tô na seção de romance, usando um vestido florido e óculos escuros. Me achem até às 18h.” Fiquei lá folheando livros por quase duas horas, sentindo o coração bater forte cada vez que alguém passava perto. Uns caras olhavam, outros pediam informação sobre livros, mas nenhum era o caçador. Quando faltavam 10 minutos pras 18h, um cara se aproximou por trás e sussurrou no meu ouvido: “Achei.” Ele era alto, forte, com uma tatuagem no pescoço. Pegou minha mão e me levou pro estacionamento do subsolo, me enfiou no banco de trás de um carro e… bom, vocês podem imaginar o resto. Foi selvagem. Ele me comeu de quatro, de frente, me fez chupar ele, gozou na minha boca e na minha cara. Depois me deixou no estacionamento, com o batom borrado e o vestido amassado. Eu tava tremendo, feliz, viva.

O mais louco é que nunca sei quando vai acontecer de novo. Posso postar algo hoje e ninguém me achar, ou posso ser encontrada em cinco minutos. E é isso que me excita: a espera, o risco, a possibilidade. Meus amigos não sabem, minha família muito menos. Na faculdade, me chamam de “a garota misteriosa”, porque ninguém entende por que eu vivo sumindo em horários aleatórios. Se eles soubessem que eu tô sendo caçada por estranhos, que eu tô dando pro primeiro que me achar…

E não é só sexo, sabe? É o jogo. É a brincadeira de esconde-esconde adulta, com recompensa explícita. É saber que tem alguém ali, lendo minha pista, andando pelo shopping, procurando uma mulher de vestido vermelho, e que quando me encontrar, vai poder fazer o que quiser. Claro, tenho limites. Nada de violência extrema, nada que deixe marcas que prejudiquem meu trabalho ou faculdade. Mas de resto… vale tudo. Vale beijo, vale dedada, vale boquete, vale sexo completo. Vale o que o caçador quiser.

Eu sei que é perigoso. Sei que tô brincando com fogo. Mas não consigo parar. É tipo um vício. Toda vez que saio de casa, me arrumo pensando “será que hoje alguém vai me achar?” Escolho a roupa pensando em como vou ficar seminua, como vão me despir, como vão me comer. Às vezes, passo batom vermelho só porque sei que vai borrar. Coloco calcinha fio dental só porque alguém vai puxar.

E quando não sou encontrada? Aí volto pra casa frustrada, me masturbo pensando no que poderia ter sido, e já planejo a próxima caçada. Mudo a cidade, mudo o shopping, mudo a peça de roupa. E o ciclo recomeça.

Agora mesmo, tô escrevendo isso numa cafeteria. Daqui a pouco vou postar: “Tô na região da Paulista, em frente ao MASP, usando uma saia azul e cabelo solto. Me achem.” Já tô molhada só de pensar em quem vai aparecer. Vai ser um homem? Uma mulher? Um casal? Vão me levar pro banheiro, pro carro, pro meio da rua? Não sei. Mas seja quem for, tô pronta. Porque, no fundo, eu amo ser caçada. Amo ser presa. Amo ser comida por desconhecidos que só me encontraram porque eu deixei pistas. E enquanto tiver coragem, tô dentro.

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