Janeiro 13, 2026

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Chantagem e Vingança com a Madame

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Meu nome é Lucas. Tenho 20 anos. Trabalho como office boy e auxiliar administrativo no escritório de contabilidade Raul & Associados, um dos mais importantes da cidade. O dono é o Seu Raul, um homem sério, na casa dos 50 anos, cabelo grisalho bem penteado, sempre de terno impecável. Ele tem dois filhos pré-adolescentes com a segunda esposa, Lúcia.

Lúcia tem uns 40. Loira, magra, corpo malhado de academia, silicone nos peitos, pele bronzeada de sol artificial, unhas sempre feitas, botox na cara e maquiagem pesada mesmo de dia. Ela era funcionária do escritório, secretária do Sr. Raul, de amante virou esposa….uma esposa que é o tipo de mulher que entra num lugar e todo mundo sente um clima pesado. Ela mal olha na cara da gente. Quando aparece no escritório (o que não é todo dia), passa direto pela recepção, dá um “bom dia” seco, as vezes nem isso…sua presença é desagradável pelo ar de superioridade

Eu? Sou invisível pra ela. Literalmente. Quando cruzo com ela no corredor, ela passa como se eu fosse parte da mobília. No máximo um aceno de cabeça se estiver de bom humor. O resto do escritório já se acostumou: “é a patroa, deixa pra lá”. Mas eu sentia um misto de raiva, pela má educação e tesão, por que ela era bem gostosa…. toda vez que via aquele ar de superioridade, meu pau ficava duro. Ficava imaginando algo que para mim seria impossível…Como seria rasgar aquela pose toda?

O Seu Raul era bom comigo. Pagava minha faculdade de Ciências Contábeis à noite — uma das melhores da cidade. Dizia que eu tinha “potencial” e que queria me ver “subindo na vida”. Eu estudava pra caralho, era minha forma de retribuir, tirava notas altas, trabalhava o dia inteiro e ainda ia pra aula das 19h às 23h. Era grato. Mas Lúcia… ela nunca me dirigiu uma palavra além do básico.

Tudo mudou numa quinta-feira à noite, depois da aula.

Eu ia pra casa depois do serviço, tomava um banho rápido, comia qualquer coisa e ía de bicicleta pra faculdade. O estacionamento da faculdade era grande, mal iluminado na parte dos fundos. Deixava sempre a bike encostada por lá, com cadeado, perto de uns arbustos, pra não atrapalhar a saída dos carros. Neste dia, cheguei atrasado, só iria entrar na segunda aula, o estacionamento tava quase deserto e eu tava procurando a chave do cadeado na bolsa…quando percebi a movimentação em um carro, perto de onde eu tava…

Era um SUV preto. Vidros escuros, mas com uma das portas traseiras entreaberta

Lá dentro, iluminado só pela luz fraca do teto interno, havia um casal metendo…fui me esgueirando e chegando mais certo, tomei um susto…tinha certeza, era ela…Dona Lúcia, a madame metida tava cavalgando em um cara no no banco de trás, saia preta levantada até a cintura, rebolando com vontade. O cara embaixo dela, era um careca, e parecia muito com um dos meus professores, o Marcelo Ele segurava os quadris dela com força e metia ritmado, fundo. Ela não gemia, era discreta, mas consegui ouvir ele falar: “Puta gostosa”.

Eu congelei. Coração na boca. Tirei o celular do bolso, desliguei o flash e dei zoom….Tirei fotos. Muitas. Depois comecei a filmar. O ângulo era perfeito: dava pra ver o rosto dela contorcido de prazer, os seios balançando pra fora do decote…..Ele pareceu ter gozado e ela saiu de cima, olhando pros lados, como se verificasse a presença de alguém, tratei de me esconder….coração a mil e pensando na maluquice que tava vendo….fiquei um tempo lá…escondido, meio agachado…quando percebi que eles tinha saído com o carro…entrei no campus…

Pensei em mandar pro Sr Raul na hora. Podia mostrar pros colegas do escritório. Podia acabar com o casamento deles, poderia acabar com ela…

Mas não fiz nada disso….

De pau duro, com o tesão lá em cima, decidi me aproveitar daquela situação

Passei dias pensando. Imaginando. Batendo punheta olhando as fotos, o vídeo em loop. Até que decidi agir de verdade….eu ia usar aquilo. Não pra destruir. Pra possuir.

Criei um número novo num app de mensagens descartável. Editei um pedaço do vídeo, onde claramente dava pra ver ela sentando no pau do cara, dava pra ver o rosto dela, com a seguinte legenda:

“Se não quiser que o seu marido receba este vídeo, esteja amanhã 19h no Motel Alibi, suíte 14. Nem tente, qualquer sacanagem…ou eu distribuo seu vídeo…

Ela visualizou…. Não respondeu….

No dia seguinte, fui pro motel, pau duro e coração a mil…quase desisti…e se ela fosse na polícia??? E se ela fosse lá com o professor??? Estava a ponto de arregar, quando com meia hora de atraso, as 19:30, a porta do quarto se abriu….

Lúcia entrou, estava bem vestida como sempre……calça jeans….blusa branca de seda, salto alto, bolsa cara no ombro. Mas os olhos traíam: pupilas dilatadas, respiração curta, cara de medo….

— Você…seu moleque…. ela disse baixo, voz tremendo de raiva. — Eu sei quem você é….

Tranquei a porta. Dois cliques.

— Entra e fecha a porta Dona Lucia. — Mostrei o celular com o vídeo pausado no momento exato em que ela rebolava…. — Me obedece, ou todo mundo vai saber….

Ela hesitou. Olhou pra porta. Depois pra mim.

— Eu vou gritar, vou chamar a polícia…

— Antes da polícia chegar, todo mundo terá recebido seu vídeo — respondi calmo. — Quer testar?

Ela engoliu em seco e não se mechia, fui me aproximando e mandei

— De joelhos. Agora…

Ela negou com a cabeça, olhos marejados.

— Não vou…

Segurei o queixo dela com força.

— Ajoelha madame….e abre a boca. Você vai me mamar

Ela me olhou com raiva….eu botei a mão na cabeça dela e forcei….ela ajoelhou. Devagar….eu tirei meu pau pra fora, duraço….e ela …..só abriu a boca e começou a chupar. No começo era raiva pura: chupava rápido, agressivo, como se quisesse acabar logo. Mas eu puxei o cabelo dela, empurrei mais fundo. Ela engasgou. Tossiu. Lágrimas escorreram, borrando o rímel.

— Devagar madame….mama direito sua puta.

Ela parou, me olhou por um instante, cara de ódio, mas voltou a mamar….

Levantei ela pelos cabelos e mandei ela ficar pelada, ela me olhava ainda com cara de ódio, mas foi tirando, obedecendo….era muito gostosa, até mais do que eu imaginava, seus peitos siliconados eram uma delícia, mamilos grandes e bicos duros, entumecidos, sua buceta era lisa, depilada e parecia estar úmida….peguei ela pelo braço e a joguei na cama….

— Abre as pernas. Mostra o que o Seu Raul acha que é só dele.

Ela abriu, e eu confirmei minhas suspeitas, a buceta dela estava escorrendo de tesão…

Terminei de tirar a roupa e fui pra cima dela….

Enfiei dois dedos na xana dela e ela arqueou as costas…

— Não quer? Então por que tá pingando assim?

Tirei os dedos, chupei, estava uma delícia….

Subi em cima dela, comecei a mamar nos seus peitões e meti de uma vez. Até o fundo.

Desta vez ela gemeu, alto…. Corpo tremendo.

Comecei a foder com força. Estocadas longas, brutas. Cada vez que eu batia no fundo ela soltava um “ahn… ahn…”. Estava de olhos fechados, rosto de lado, como se não quisesse ver ou sentir…mas vi ela mordendo os lábios….e logo os quadris dela começaram a encontrar minhas estocadas. A boceta apertava, sugava.

Segurei uma das suas pernas e levantei nos meus ombros.

— Olha pra mim enquanto eu te fodo, madame….Olha quem tá te comendo agora.

Ela olhou. Maquiagem já borrada….Boca entreaberta de tesão….e logo ela gozou…

Gozou forte. gemendo alto, agora sem controle…. A boceta apertando meu pau….

Não parei. Meti mais rápido, com um misto de tesão e raiva….

— Pede. Pede pra eu gozar dentro.

— Por favor… — Goza… goza dentro de mim…

Gozei melando aquela buceta de madame metida…deixando ela toda esporrada….

Saí devagar. O sêmen escorreu pela coxa dela, misturado com o mel.

Ela ficou ali, ofegante, pernas abertas, olhando pro teto. Sem pose. Sem arrogância. Só uma mulher nua, suada, marcada.

Aproximei o celular.

— Olha pra câmera.

Ela nem tentou cobrir o rosto.

— Essa foi só a primeira vez…ainda vou te comer muito e você vai me obedecer…

Fechou os olhos… e deixou gravar.

— Além de eu te fuder quando eu quiser…toda vez que você entrar no escritório, vai tratar os outros bem. Vai ser simpática e cumprimentar as pessoas, se não fizer isso vou espalhar esse vídeo…você arreganhada e toda gozada….

E assim foi, quando ela entrava no escritório, passou a ser outra pessoa….cumprimentando a todos e sendo simpática….e quando eu mandava…ela me encontrava no mesmo quarto de motel…para ser arrombada como uma puta….

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