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Comi a minha ex durante uma reunião de trabalho
Eu e Lu morávamos no mesmo prédio, o que facilitava nossa vida e nos víamos sempre. Durante a pandemia então, com o home office, nos víamos mais ainda.
Num dia em que meu trabalho estava bem tranquilo, levei meu notebook para a casa dela e ficamos a tarde juntos. Tínhamos um fogo muito forte e estávamos sempre nos provocando. E assim passamos o dia… Nos beijando, mão boba aqui e ali. Só esperando ela ficar mais tranquila pra conseguirmos transar de verdade.
A mesa que ela trabalhava ficava ao lado de sua cama, o que possibilitou fazermos o que fizemos.
O momento chegou, finalmente. Já era final de tarde, passando das 17h…
Agora sim! – Lu falou em tom animado e olhando pra mim que estava esperando em sua cama.
Acabou? – perguntei animado.
Meu horário vai até as 18h, mas já acabei tudo aqui e sou toda sua…
Ela mal terminou de falar e a puxei da cadeira. Começamos a nos beijar intensamente, um beijo molhado que lembro até hoje. Ela sempre usava umas calças bem levinhas e largas, eu adorava que conseguia colocar minhas mãos dentro e sentir aquela bundinha redonda dela.
Quando comecei a puxar a calça dela, uma chama no Teams… Ela parou e correu pra atender. Eu, morrendo de tesão, não podia acreditar naquilo.
É meu chefe, precisa confirmar umas coisas comigo… – a Lu diz olhando com carinha de dó…
Puts, tudo bem… Termina aí que eu espero.
Não tinha o que fazer, ia esperar.
Depois de uns 10 minutos, vi que ela parou de falar e tinha mais pessoas na sala do Teams.
E aí? – perguntei curioso.
Ah, ele chamou mais um pessoal aqui pra perguntar mais algumas coisas, mas minha parte acabou. Só esperar terminar e já volto pra vc.
Ok, sem problema.
Fingi naturalidade, mas aquilo me deu uma ideia que fiquei com tesão instantaneamente.
Eu levantei e falei que ia pegar uma água e já conferi. A câmera e microfone dela estavam desligados. Quando voltei, fui até o lado dela e fiquei em pé. Ela olhou pra mim. Sem pensar duas vezes, abri o zíper da minha bermuda e, enquanto abaixava minha cueca, meu pau pulou pra fora (quando duro ele fica apontado pra cima).
Pude perceber que ela olhou com espanto.
Sssh… A câmera tá desligada, eu conferi antes. – falei sussurrando.
Peguei no queixo dela e puxei até meu pau. Ela, ainda de fone de ouvido, começou a me mamar. E continuou me fazendo um boquete bem molhado enquanto olhava nos meus olhos e eu, segurando seus cabelos, guiava a movimentação. Eu podia sentir toda a textura da língua dela passando pelo meu pau, os seus lábios se moldando de acordo com o meu formato.
Tirei meu pau de sua boca, abaixei até seu ouvido e disse:
Agora é a sua vez…
Ela olhava pra mim parecendo que estava em transe. Era como se ela estivesse apenas aceitando e se deixando levar. Não dizia uma palavra.
Dei um beijo molhado nela, pude sentir sua boca ainda quente depois de me chupar.
Virei a cadeira dela de lado, levantei ela e abaixei sua calça. Quando tirei sua calcinha eu pude ver o quão molhada ela estava. Nunca tinha visto aquela boceta tão molhada assim antes. Sentei ela de novo na cadeira, me ajoelhei e chupei ela sentindo o quanto estava molhada. Fiz questão de lambuzar toda minha boca. Coloquei um, dois e depois três dedos enquanto chupava sua boceta. Olhei a tela e a reunião continuava. Ela estava gemendo alto nesse ponto, me segurando pelo cabelo e esfregando sua boceta em meu rosto. Ela tirou o fone e desconectou do notebook, pra escutar caso alguém chamasse.
Me deliciei em sua boceta alguns minutos.
Senta aí na cama que eu vou sentar em vc agora. – ela me deixou louco essa hora.
Sentei na beira da cama, ela virou de costas, pegou meu pau e esfregou a boceta. Posicionou e sentou gostoso. Ela começou a sentar e rebolar. Segurei ela por aquele cabelo loiro e mandei ir mais rápido, ela prontamente atendeu.
De repente…
Lu? Vc está aí?
Caralho, era o chefe dela na reunião. Ela parou de sentar, deixou meu pau dentro dela, olhou pra trás e disse:
Fica quieto, não faz barulho.
Eu apenas obedeci.
Sinceramente, eu não lembro o que falaram pra ela e o que ela respondeu. Apenas lembro que enquanto respondia, entre as frases ela ia rebolando lentamente em mim. Como já disse no outro conto, ela adorava que brincasse com seu cuzinho. Não perdi tempo, inclinei ela pra frente um pouco e comecei a brincar. A voz dela ficou tremula.
Assim ficamos por dois ou três minutos que pareceram uma eternidade.
Pronto, acabou. – Lu diz olhando pra trás.
Então continua sentando, safada.
Ela aumentou o ritmo. Ela começou a se tremer.
Cacete, estou gozando. – ela disse em meio a gemidos.
Aproveitei cada segundo daquele orgasmo dela. Em seguida, coloquei ela de quatro. Meto pau deslizou fácil pra dentro dela. Soquei forte e rápido. Quando estava prestes a gozar, vejo ela levando a mão até sua boceta e se masturbando… Aí não aguentei, puxei ela pela cintura e gozei fundo. Ao me sentir gozando, ela se treme toda. Estava gozando novamente.
Por esses segundos foi apenas prazer. Não lembramos que eu estava sem camisinha, não nos preocupamos com o barulho ao gemer alto. Apenas sentimos o orgasmo, a pele arrepiando e o calor dos nossos corpos.
Ainda com tesão, tirei e coloquei meu pau nela algumas vezes. A cada vez que tirava caía um pouco da minha porra de dentro dela.
Terminamos. Ela levantou, me beijou e foi se limpar. Eu deitei na cama esperando e pensando como esse foi um dos orgasmos mais intensos que já tinha tido. Na realidade, até hoje foi um dos mais fortes.


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