Março 31, 2026

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Dormi na cama errada

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A casa de praia era grande, mas os quartos eram todos iguais. Eu e o Ricardo, Helen e o Daniel. O fim de semana tinha começado bem, Ricardo ficou com o Daniel na bebida e não aguentou muito. Foi dormir antes das onze. O Daniel ainda aguentou mais um pouco, mas estava cansado e acabou indo dormir também. Helen e eu ficamos na sala, bebendo e falando besteira. Ela bebeu mais que eu deitou no sofá e acabou ficando por lá mesmo. Eu estava um pouco alta então decidi dormir.

Levantei, fui andando pelo corredor, empurrei a primeira porta que achei. O quarto estava escuro. Tirei a roupa — eu costumo dormir de calcinha — e entrei debaixo do lençol, de costas pro centro da cama. O Ricardo estava virado pro outro lado, ou assim eu pensei. Foi quando uma mão me puxou. Braço forte me envolveu por trás, puxou meu corpo contra o dele. A mão veio direto no meu peito, me segurou firme de conchinha.

Ele murmurou algo inaudível. Meu coração parou. Reconheci a voz na hora, e não era do Ricardo. Eu estava na cama do Daniel. Ele apertou meu peito, os dedos encontrando o mamilo, já duro. Eu não conseguia me mexer. Se eu falasse, se eu levantasse, o constrangimento ia ser demais. Ele ia saber que eu deitei na cama dele, que ele me tocou. Resolvi ficar quieta até ele dormir mais profundamente. Então eu sairia.

Só que ele não dormiu. Senti o membro dele na minha bunda. Ele estava nu. O pau quente, pressionando contra a calcinha. Meu corpo respondeu antes da minha cabeça. Senti um arrepio descendo. Ele passou a mão pela minha barriga, desceu devagar. Os dedos entraram por dentro da calcinha, acharam minha buceta. Eu já estava molhada. Ele começou a acariciar devagar. Ele achava que era a Helen, mas não era.

Minha cabeça dizia pra levantar, sair. Mas meu corpo não obedeceu. A mão dele apertava, os dedos deslizavam, entravam bem dentro de mim, brincavam. Aquilo estava me deixando mais excitada. A respiração falhando, mas eu não fazia barulho.

Ele puxou a calcinha pro lado. A cabeça do pau dele encostou na minha entrada da minha buceta. Eu senti grossa, quente. Ele empurrou devagar, entrando centímetro por centímetro. Eu afundei a cara no travesseiro pra não gemer. Ele foi até o fundo, parou. O pau dele me preenchia inteira. A mão dele apertava meu peito, a respiração no meu pescoço. Eu estava entregue.

Então ele começou a se mexer devagar, num ritmo gostoso. Cada estocada era silenciosa, profunda. Meu corpo mole, as pernas abertas, recebendo cada movimento. Ele segurava meu quadril, me puxava contra ele. Eu sentia cada centímetro entrando e saindo, o pau duro roçando bem dentro de mim. Aos poucos ele foi acelerando. Socava forte agora.

O prazer foi subindo, eu mordendo o travesseiro, os dedos agarrados no lençol. Quando gozei, foi silencioso, o corpo tremendo, apertando ele dentro de mim. Ele continuou metendo. Mais alguns instantes, o corpo ficou rígido. Senti o pau pulsando, esguichando, enchendo. Ele soltou um gemido baixo no meu cabelo e ficou imóvel. Ficamos ali, ele ainda dentro de mim, a respiração pesada. Depois de um minuto, ele afrouxou o braço, virou pro lado, e em segundos já estava roncando baixinho.

Fiquei imóvel, sentindo o gozo escorrendo pelas minhas coxas. O coração batendo como se fosse sair do peito. Levantei devagar, peguei minha roupa no chão, saí do quarto sem fazer barulho. No corredor escuro, encontrei a porta certa. O Ricardo estava largado na cama, roncando.

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