Março 17, 2026

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Entrevista sem calcinha

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Isso aconteceu muitos anos atrás, quando eu fui fazer uma entrevista para trabalhar em uma loja de móveis de luxo aqui no Rio, daquelas que usam madeira de demolição e têm um público bem sofisticado.

Na época, meu marido ainda era meu namorado. E ele sempre teve uma fantasia meio simples, mas que mexia muito comigo: eu sair de casa sem calcinha, principalmente em situações “normais”, sabendo que ninguém imaginava.

Quando contei que tinha sido chamada para a entrevista, a primeira reação dele foi quase imediata:

“Vai sem calcinha.”

A ideia era simples não tinha nada de exposição direta. Era só o fato de eu estar sozinha com outro homem, numa situação formal, carregando aquele pequeno segredo na cabeça o tempo inteiro.

Acabei entrando na brincadeira.

Escolhi um jeans bem claro, justo, daqueles que marcam bastante o corpo, e uma camisa de botão. Coloquei sutiã normalmente, porque não queria parecer exagerada ou chamar atenção. Por fora eu parecia completamente normal.

Mas eu sabia e sentia!

No caminho para a entrevista eu já estava muito mais consciente do meu corpo do que o normal. O jeans claro, o tecido direto na pele, o jeito de andar… cada movimento me deixava um pouco mais alerta.

Quando cheguei na loja, o ambiente era daqueles bem silenciosos, cheios de móveis grandes de madeira, iluminação quente, cheiro de madeira e verniz. Fui recebida e depois chamada para conversar com o dono, um cara jovem, herdeiro da marca.

Sentamos frente a frente para a entrevista.

E foi curioso perceber como a conversa era totalmente profissional, enquanto na minha cabeça existia aquela camada paralela de pensamento o tempo inteiro. Eu me pegava pensando na forma como estava sentada, em como o jeans claro marcava, se em algum momento alguém poderia perceber alguma coisa diferente. Parecia pra mim, que todo mundo sabia que eu estava sem calcinha

Provavelmente ninguém percebeu nada.

Mas aquela sensação de estar ali, aparentemente normal, enquanto eu carregava aquele pequeno segredo, deixava tudo muito mais intenso. Eu ficava mais consciente de cada gesto, cruzar as pernas, me mexer na cadeira, levantar para ver alguma peça da loja.

No fim das contas, a entrevista correu super bem.

Fui contratada!

E o mais engraçado é que, depois disso, acabei trabalhando lá bastante tempo… e muitas vezes repeti o mesmo “ritual” antes de sair de casa. Virou quase uma pequena cumplicidade entre mim e meu marido.

Mas aquele primeiro dia ficou marcado justamente porque era tudo novo: o nervosismo da entrevista, o ambiente elegante da loja, e aquela sensação constante de adrenalina que só eu sabia que estava ali.

Quando cheguei em casa e contei que tinha sido contratada… digamos que comemoramos a notícia de um jeito bem animado.

Até hoje lembro daquele dia com um sorriso.

Mais alguém aqui já fez algo assim, sair para uma situação totalmente normal carregando esse tipo de “segredo” só seu (ou compartilhado com o parceiro)?

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