Fevereiro 18, 2026

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Fodi a Empregada Mineira

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A empregada mineira… (Capitulo 1)

Eu com 21 anos, morava em são paulo ainda com meus pais em um apartamento modesto, mas eu tinha um quarto so meu. Meu trabalho ficava no interior de São paulo entao eu so voltava para casa as sexta-feira. Minha mãe contratou uma empregada para ajudar nas coisas de casa.

Mineira de 35 anos, solteira, morena de olhos escuros, pele morena, mas não muita escura. Seios fartos, que da para enxer a mão, e não cabe totalmente na boca. Mulher de sorriso facil, rí de quase tudo. Alta para o padrão feminino, algo como 1,70, tem uma leve barriguinha a mais, pois não é frequentadora de academia, mas nada que desabone. Tem uma beleza natural ao ponto de olhar e sentir desejo instantâneo.

Em uma segunda-feira, vejo uma mensagem não lida no meu Facebook, ela me perguntando se sou solteiro. Confesso que isso me pegou de surpresa, não q eu ja nao tivesse reparado na beleza dela, o q me despertou tesão, mas por estar dentro de casa eu nao alimentei a ideia.

No sabado anterior a essa segunda feira, nos tinhamos ficado sozinho em casa, mas nada rolou. O fato q ela lembrou disso enquanto trocávamos mensagens e insinuou que poderíamos ter aproveitado isso.

Bom, foi para o trabalho, ficando longe dela por 5 dias, mas nos correspondemos por mensagens. Papo vai, papo vem, Quando voltei na sexta, marcamos para ir para o motel no sabado. Estavamos deitado na cama, dizendo como isso iria funcionar, e eu nao queria compromisso, a final com 21 anos, não era o momento. Entao ela concordou que pudessemos nos pegar, a final, ela viu algo em mim q gostou e queria provar. Foi ai que tomeu a iniciativa, e ela revelou que estava mentruada.

Eu não ligo muito, sugeri irmos para o chuveiro, ela nao quis, sugeri um anal, ele sorriu e disse um nãoo mole, de quem nao estava muito convicta disso. Mas mesmo assim nao liberou. Ficamos conversando e fui passando a mao no corpo dela, tirando muito proveito dos peitos e nos beijando. Fomos embora e nesse dia não teve transa…

Voltei para a cidade onde trabalho.

A empregada mineira… (Capitulo 2)

Na semana seguinte voltei mais cedo para casa na sexta-feira. Isso fez eu chegar em casa com ela ainda lá. Chegando em casa ela estava na cozinha, entao ela meu veu chegar e eu fio direto nela dar um beijo na boca, passando a mão na bunda dela. Empurrei ela contra a pia e tentei provocar ela com beijos e chupoes no pescosso. Ela estava se rendendo, dai fui com as mão nos peitos dela, q era maravilhosos, grandes, durinhos. Ela entendeu q se nao fisse algo para me parar eu iria acabar transando ali mesmo. E ela pediu para parar.

-Pare! sua mão pode chegar. – Faloi isso tirando a minha mão dos seios dela
-Ahh, ela ainda vai demorar um pouco, podemos aproveitar.
-Não. Vamos marcar em um motel.
-Ok. Quando? Hoje a noite eu estou disponivel. – Ela sorriu e concordou.

Ela foi embora. agendamos para as 20h, peguei ela na casa dela, jantamos em uma esfiraria e fomos para o motel. Chegando la a primeira coisa q ela fez foi tirar a calça, ficando de blusinha e calcinha.

Então ela falou:

-Ai faz tempo que não transo, estou me sentindo virgem de novo. – Eu sorri e entrei na brincadeira

-Não podemos deixar isso por muito tempo assim, transar faz bem para a saude.

Conversamos mais algumas coisas q sinseramente eu não me lembro pq estava com muito foco no corpo dela. Moreno, cabelos pretos bem volumosos, calcinha branca contratando com a pele. E dai vei o que eu queria escutar:

-Então vem!

Não pensei duas vezes, tirei aquela calcinha, dei uma boa olhada para a buceta dela. Os labios externos erã delicados e de um tamanho que escondia os labios internos. No capo do fusca pelos aparados, mas não totalmente lisinha. Particularmente eu nao ligo para pelos pubianos.

Eu qeuria me satisfazer na quele corpo e vi q ela estava excitada pois foi ela quem veio atras de mim, então nao queria perder tempo com preliminares. Coloquei uma camisinha e pau pra dentro.

Ela se contorceu lindamente, jogando a cabeça para tras. Estavamos na posição papai e mamae. Os peitos dela ainda guardados na blusinha e no sutiã.

Tirei e dei outra estocada, ela se contorceu novamente, so q agora indo para o lado. Achei isso lindo de ver, então tirei e estoquei novamente, ela repetiu o espasmo agora se contorcendo para o lado oposto. Ela não gemia, dava quieta, seus reflexos ao sexo eram somente espasmos no corpo e respiração ofegante.

Queria muito ver os peitos dela, entao foi tirar a blusinha e o sutião, ela deitada de frente q peitos perfeitos, mesmo deitada eles se mantiveram razoavelmente empinados com aureolas um pouco mais escura do que o tom de pele e um bico durinho e empinado.

Foi mamar esses peitos, ela se moveu de uma forma que fez o peito ficar mais disponivel para mim. Parei de estocar por um momento pois queria aproveitar essas tetas perfeitas.

Voltei a estocar, ela gemia pra dentro, de boca fechada, sem fazer muito barulho e os espasmos ainda refletinham minhas estocadas, mas agora ela estava se mexendo menos, demonstrnado cansaço, mas muito ofegante.

-Fique de quatro – pedi pra ela

-Não. Eu nao gosto. Quero so assum.

Como era nossa primeira vez e minha intenção era aproveitar muito mais daquele corpo eu não insisti.

Então fui estocando ela foi se contorcendo e depois de um tempo ela se encolheu em posição fetal, pensei q eu tivesse machucado ela ou algo assim ,as quando olhei para o rosto dela, era de felicidade e consternação ao mesmo tempo. Peguei as pernas dela e estiquei para que a buceta dela fosse revelada novamente. Eu nao tinha gosado ainda e nao poderia sair dali sem enxer a borracha.

-Agora é minha vez de gozar.

Ela abriu os olhos, no seu olhar eu reparei que ela estava com um certo receio, pensando o que viria depois do orgasmo que tinha acabado de ter. Ela olhou para o meu pau e depois pra mim de novo, seu olhar era de inocência e relativamente duvida do q iria acontecer.

Foi ai que penetrei ela de novo, ela se contorceu querendo novamente voltar para a posição fetal, eu impedi.

-Fica queita q eu preciso gozar.

Fui estocando bem rapido, ela estava entregue, nao reagiu a nao ser com gemidos pra dentro e respiração ofegante. Fiquei assim alguns minutos e ja nao conseguia mais segurar e gozei.

Fui no banheiro me limpei e voltei pra cama. Ela estava sorrindo.

-Foi bom? – perguntei pra ela

-Foi sim, fazia muito tempo q eu nao transava e vc foi com tudo logo de cara. Isso doeu.

-Essa dor que vc sentiu se transformou em tesão.

-Mas é pq minha buceta estava virgem. – ela continuava insistindo nisso. Mas ela nao era realmente virgem. Ela so tinha a cresça de que uma buceta não usada para sexo por muito tempo fazia ficar mais apertada. o que não é bem assim. Então expliquei:

-Sua buceta so nao estava ainda totalmente lubrificada. Depois da minha terceira estocada vc ja estava muito mais melada e tenho certeza q apartir dai a dor ja nao existia e sobrou so o prazer.

-É verdade. – Ela concordou comigo.

Depois de um tempo eu queria transar novamente mas ela nao quis.

-Algum problema? Não quer de novo?

-Eu ate quero, mas estou com colicas, depois q tive o orgasmo eu fiquei vulneravel e não sabia o q fazer e vc continuou fazendo.

-Eu precisava gozar né. – Falei sorrindo

-Sim, mas agora estou com a boceta sensível e quero esperar.

Nosso horario do motel acabou e nao queria forçar. No final fui deixar na casa dela e queria checar como foi para saber se teriamos mais oportunidades.

Ja no portão dela, mas ainda dentro do carro perguntei:

-Esta tudo bem? Fiz algo q nao devia?

-Não, vc nao fez, esta tudo bem sim, so eu que não me acostumei ainda, não sou virgem, so não transo com tanta frequencia.

-Ok, então relaxa. Vou fazer algo com vc agora q vai te ajudar, vc tera outro orgamos, mas sem eu te penetrar e sem vc sentir nenhuma dor.

-Aiii, não sei se quero. – Falou sorindo de forma mole como se estivesse dizendo o oposto.

Então foi com a mao na perna dela, para chegar ate a boceta e disso

-Confia, vc so vai gozar, vc esta querendo e sabe q ir para um motel e so dar 1, não é o suficiente.

Ela sorriu e abriu as penas, foi ai q soltei o botão da calça jeans dela e enfiei a mão dentro da calcinha procurando o clitores.

Aquele olhar de vulneravel, apareceu novamente. Deitei o banco para me dar mais acesso ao clitores, mas mantendo ela vestida. fui esfregando. Como sempre ela gemia pra dentro e ofegante. continuei com friquição e mais velocidade e em bem pouco tempo ela voltou a posição fetal, mas dessa vez se sentando levantando a perna e o tronco o que impediu minha mao de continuar o movimento.

-Esta bem? como foi?

Ela fechando a causa e se recuperando olhou pra mim e disso:

-Nossa me ajudou. Estou sem colica agora.

-Vc goza de forma bem intensa, isso é algo seu, e essa ocntração pode te dar um pouco de colica, mas isso é normal.

Ela fez uma cara de que via sentido no que eu falava. Mas no final nos beijamos e ela saiu do carro.

Eu desci a rua, fiz uma manobra de retorno e ela continuava no portao da casa esperando eu passar. Baixe o vidro e disse:

-Vc me deve um orgasmo pois gozou 2 vezes e eu so 1 entao vou cobrar. – Ela sorriu dizendo

-Vou lhe retribuir.

Fui embora.
(Essa historia ainda tera mais capitulos então nao perca e voltem para ver mais) Esse conto se baseia em historia real

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