Fevereiro 1, 2018

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Leona

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Diante de tantas belezas passando pela lente da minha máquina, foi ela quem mais chamou minha atenção. Leona parecia não ter mais que 18 anos, e era o completo oposto do padrão dominante naquela sessão – um metro e sessenta de altura, distribuídos em cinquenta quilos de um corpo fino porém com curvas generosas entre a cintura e os quadris. Seios, coxas e bumbum pequenos, proporcionais. A vagina, coberta de pelos escuros bem aparados, era um mistério a ser desvendado.

Senti uma pequena ereção enquanto a fotografava, e felizmente eu estava com uma cueca apertada. Não pegaria bem mostrar excitação em um ambiente profissional como aquele. Em seguida, me concentrei em seu rosto. Delicado, angelical emoldurado pelos seus cabelos loiros longos. Ela percebeu meu interesse e começou a encarar a lente com uma força que eu não podia prever. Como considero a máquina fotográfica uma extensão do meu corpo, me senti mais desnudado do que ela. E isso nos conectou.

Na confraternização com comes e bebes ao final do workshop, Leona estava conversando com uma das outras modelos. Quando ela ficou sozinha, me aproximei. Me apresentei e começamos a conversar. Foi um papo agradável, onde soube um pouco mais sobre ela – tinha 23 anos, nove menos que eu, e na verdade sonhava em ser modelo de passarela, mas obviamente seu porte físico a impediu. Estava me contando que sempre modelou – desde pequena fez até comerciais, mas desde o final da adolescência vinha sendo preterida em testes – quando a mesma modelo de antes voltou e falou que já ia embora, perguntando se ela queria carona. Antes de nos despedimos, dei meu cartão pra Leona, e ela disse que me ligaria pra combinarmos um ensaio fotográfico.

Nisso passaram umas duas semanas, e ela não ligou. Quanto mais os dias passavam, mais eu pensava nela. Tenho tendência a ter paixões platônicas, e com Leona não estava sendo diferente. Eu me culpava por não ter pego o telefone dela. Comecei a procurar pelo nome dela em redes sociais, mas não encontrei nada. Além da questão amorosa, outra coisa que estava me deixando mal é que eu soube, através de um amigo, que tinha uma joalheria que seria inaugurada em um shopping e estava procurando uma modelo. Claro que eu queria indicar a Leona, mas o problema era achá-la.

Então, daquelas coincidências que só acontecem quando a gente não está procurando, encontrei Leona na praça de alimentação desse mesmo shopping. Ela ficou feliz e me ver, e pediu desculpas por não ter ligado porque tinha perdido o meu cartão e só se lembrava do meu primeiro nome, Enrico. Contei pra ela sobre o que eu sabia da vaga para a inauguração da joalheria – precisavam de uma modelo do seu padrão pra modelar com as joias –, e Leona se animou. Liguei pro meu amigo e marquei o teste para aquela tarde mesmo. Leona me pediu pra que eu fosse junto, que me tornasse seu “agente”. Aceitei a oferta com todo o prazer, obviamente.

Fomos até a sede administrativa da joalheria, instalada em um andar de um prédio empresarial de luxo. Esperamos um tempo até a própria dona do negócio nos atender. Ficamos sabendo ali, na hora, que ela pessoalmente faria o teste. Leona parecia mais nervosa, mas conseguiu se controlar. Como seu “agente”, tomei as rédeas da conversa, falei sobre a experiência profissional da minha “modelo” – o que eu tinha ouvido da própria Leona –, e a empresária pareceu ficar bem impressionada. Mas, como tudo que está indo bem dura pouco…

-Pra mim parece muito bom, mas eu gostaria de ver o portfólio dela, as fotos. – disse a mulher.

-Infelizmente fomos pegos desprevenidos e não trouxemos, mas se a senhora quiser eu trago ainda hoje… – respondi, quando ela me interrompeu.

-Não vai ser possível. Tenho reuniões seguidas depois daqui. Só arrumei essa brecha porque realmente preciso encontrar a modelo certa para a inauguração. E já estou ficando sem tempo…

-Tenho certeza que a Leona é a modelo certa para essa festa. Estamos num teste, não estamos? – a empresária fez que sim com a cabeça. – Então, ela poderia desfilar pelo seu escritório, tirar fotos que a senhora mesmo pode fazer rapidamente com seu celular. Ela está aqui pra isso!

-Bom, já que você me deu sugestões, acredito que posso sugerir a minha.

-Claro que sim.

-Para ter certeza que sua modelo se encaixa com a minha ideia, gostaria de vê-la nua.

Acho que olhei mais assustado pra Leona do que ela pra mim. Ela já estava acostumada a isso, e, além do mais, a empresária era uma mulher com idade suficiente pra ser sua mãe. Leona fez um gesto concordando, mas, mesmo sabendo que isso era normal em sua profissão, eu não entendia pra que ela precisava se expor naquela sala.

-A senhora me desculpe, mas eu gostaria de entender pra que minha modelo tem de ficar nua nesse teste. Ela teria de aparecer nua na inauguração?

-Mais ou menos isso.

Eu e Leona nos entreolhamos novamente. Ela arregalou um pouco mais os olhos.

-Vou explicar. – continuou a mulher. – Com base no meu conceito, meu departamento de publicidade e marketing criou o seguinte slogan: A JOIA FAZ A MULHER. Com isso, quero mostrar que nenhuma roupa tem mais significado do que uma joia no corpo de uma mulher, e pra isso a modelo tem de estar totalmente despida.

Percebi Leona se encolher um pouco na cadeira. Eu ia falar, mas a empresária continuou:

-Quero que a modelo se parece como um desses manequins, mas sem a parte estática, sem vida. Quero que ela circule por entre os convidados exibindo as joias, as verdadeiras estrelas da festa. Mas claro que com as partes íntimas cobertas com protetores de mamilos e um tapa-sexo mínimo, com uma pintura corporal, para realmente dar a impressão de que é um manequim, mas vivo. E para preservar sua identidade, já que está exibindo cada milímetro do seu corpo, e ao mesmo tempo dar um ar de mistério muito bem-vindo, a modelo vai usar uma peruca, chapéu e óculos escuros. E, claro, um salto alto para dar elegância… E então, respondi sua dúvida?

Aquela ideia me parecia muito boa. Até comecei a imaginar Leona naquela situação, e me excitei de verdade. Mas eu precisava manter as aparências de um “agente” profissional. Olhei para Leona:

-Você gostaria de fazer esse teste?

A peguei de surpresa. Ela esperava que eu decidisse tudo por ela. Mas eu achava que, como o corpo é dela e o trabalho exigiria um grande esforço mental, ela precisava decidir se aquilo seria bom pra si.

-Tudo bem. Vou fazer o teste.

Leona se levantou e começou a se despir. Tirou a jaqueta, depois a calça jeans, e em seguida a blusa, já ficando de topless – soube naquele instante que ela não usava sutiã. E realmente não precisava. Depois tirou a calcinha, novamente revelando, pra mim, sua vagina cabeluda. Deixou as roupas sobre a cadeira onde estava sentada e ficou de pé, braços rentes ao corpo, encarando a empresária, assim como tinha feito com a minha lente naquele workshop. Gostei, porque isso revelava a força dela.

A mulher se levantou, a rodeou e analisou cada parte do seu corpo. Depois se sentou sobre a mesa e pediu pra Leona andar como se estivesse com o vestido mais lindo do mundo e quisesse que todos em volta parassem para observá-la. Leona desfilou com graça por todo o espaço do escritório, fazendo gestos mínimos, deixando realmente seu corpo ser o centro das nossas atenções. Pra finalizar, a empresária tirou o seu próprio colar, bem chamativo, e o colocou em Leona, pedindo pra que ela simulasse poses em uma sessão de fotos. Sou suspeito em dizer, mas a joia ficou melhor sobre o corpo nu da minha modelo.

A mulher sorriu, satisfeita, e olhou pra mim:

-Enrico, você tem uma pedra preciosa nas mãos. Essa garota tem um futuro brilhante!

Sorri também, feliz em ouvir aquele elogio, e olhei pra Leona, que tentava se manter compenetrada naquele ensaio fotográfico fictício, mas também abriu um sorriso.

-Bom, acho que a única coisa que falta, além de assinar o contrato, é a depilação lisinha da nossa modelo. – disse a empresária. – Não sei quanto a vocês, mas eu nunca vi manequim feminino com pelos pubianos!

Rimos, e saímos de lá direto pra minha casa, pra comemorarmos. Leona esta eufórica, e não parava de me agradecer,

Fiz o jantar – tenho minhas habilidades –, abrimos um vinho e ficamos conversando a respeito dos preparativos para sua modelagem na inauguração da joalheria.

-Pra ser sincera, eu não gostaria de depilar tudo. Vou ficar parecendo uma menininha, e já basta o meu porte físico, né?

-É só pra esse trabalho, Leona. Depois você deixa crescer de novo.

-Mas será que não tem tapa-sexo maior, que cubra toda a área?

-Ela falou em tapa-sexo mínimo, lembra? E acho que é o mais certo, mesmo, porque se ficar muito grande, mesmo com a pintura corporal vai dar pra ver que você tá usando uma baita proteção na frente e vai parecer que você é uma passista de carnaval, não um manequim.

-Então acho que vou ter que me acostumar com a ideia…

-Falta só pouco mais de uma semana, e você precisa se depilar só um dia antes, ou no dia, mesmo.

-E você, gosta como?

-Você diz da depilação?

-É!

Até então eu tinha me mantido profissional, mas a pergunta me deu chance pra mostrar meu sentimento por ela.

-Em você? De qualquer forma!

-Isso foi uma cantada? – ela parou de comer e me olhou séria.

-Só estou sendo sincero, Leona. Você é linda de qualquer jeito. – meio que me desculpei, achando que ela estava brava comigo.

-Você não me respondeu. Isso foi uma cantada?

-Foi um elogio. – respondi, tímido.

-Sério? Porque eu adoraria que tivesse sido uma cantada…

Eu não podia acreditar que minha paixão platônica estava virando uma paixão real, mas era o que estava acontecendo. Ela se levantou e foi tirando a roupa. Só então me dei conta de que no escritório, ao se vestir, Leona não havia colocado a calcinha de volta.

-Tira tudo da mesa e traz a sobremesa, tá bom?

Fiz exatamente o que ela mandou. Quando voltei com o pote do sorvete de chocolate e cerejas em calda que a gente tinha comprado no caminho, Leona estava deitada sobre a mesa. Parei, excitado e encantado com a delicadeza da cena.

-Vem!

Ela mandou e eu fui. Coloquei um pouco de sorvete sobre cada seio de Leona, e percebi sua pele se arrepiar e ela soltar pequenos suspiros. Em seguida coloquei as cerejas sobre onde ficavam os mamilos. Lambi delicadamente, até não sobrar mais sorvete e sentir os bicos enrijecidos por entre meus lábios. Ela me olhava daquele mesmo jeito que no workshop, me encarando como se fosse um animal selvagem, mas, ao mesmo tempo, sua boca aberta mostrava o quanto ela estava entregue.

Desci pelo seu corpo, criando uma trilha de sorvete até seus pelos, lambendo tudo sem pressa. Quando cheguei no púbis, peguei uma cerejinha, abri delicadamente seus grandes lábios e a escondi lá dentro. Depois, peguei um pouco de sorvete e cobri sua vagina. Quase não usei os lábios. Preferi fazer da língua meu instrumento principal de trabalho. Olhei pra Leona, e naquele momento ela estava com os olhos fechados, se contorcendo de prazer e gemendo baixinho.

Quando já restava pouco do sorvete, comecei a enfiar a língua por entre os grandes lábios em busca da cerejinha. Leona começou a gemer mais alto, então eu soube que estava no caminho certo. Com a ponta da língua, senti a frutinha e comecei a tentar puxá-la. Leona abriu mais as pernas, deixando-as cair nas laterais da mesa, e batia com os calcanhares na madeira. Algum tempo depois, quando finalmente alcancei a cerejinha e a comi, ela estava apertando os bicos dos seios. Levei minhas mãos até eles, e ela me guiou no trabalho enquanto minha língua encontrava seu clitóris e a fazia chegar ao gozo.

Enquanto ainda estava ofegante e trêmula, Leona começou a desabotoar minhas calças, enquanto eu tirava minha camisa, e me fez virar de costas pra mesa e me sentar sobre a borda, deixando meus escrotos soltos e meu pênis envergado em sua direção. Se ajoelhou, pegou um tanto de sorvete, com a mão mesmo, e o lambuzou inteirinho. Colocou algumas cerejinhas sobre ele e foi mordendo, com rapidez. Depois, foi lambendo meu pênis com bastante vontade, até ficar rodeando a língua em volta da glande, me deixando maluco de tesão.

-Me diz quando cê vai gozar. – ela pediu.

Como eu já estava muito excitado, falei que eu tava quase lá. Então ela se levantou, me puxou pra junto dela, se pendurou em mim e encaixou meu pênis na sua vagina. Enquanto a gente estava numa fricção frenética, nos beijamos ardentemente. Não estávamos fazendo só sexo, estávamos fazendo amor de verdade! Depois que a gente gozou, ela falou:

-Não quero que você saia de dentro de mim. Ainda não.

Então me deitei sobre a mesa, com ela por cima de mim. Sentíamos a respiração um do outro entrando em sintonia. Éramos apenas um. Quando tudo se acalmou, ficamos nos beijando. Ela disse que tinha tido um orgasmo, eu disse que também. Depois só ficamos curtindo o momento, e, sem que ninguém se desse conta, dormimos assim, acoplados um ao outro em cima da mesa!

Durante a semana que antecedia a inauguração, Leona dormiu no meu apartamento quase todos os dias. Enquanto a gente mantinha nossas rotinas – eu com meus trabalhos de ghost writer, de escrever textos para outras pessoas, e ela no momento posando de lingerie para o catálogo de uma revista de vendas –, pesquisei sobre pintura corporal, protetores de mamilos e tapa-sexo. Eu nunca havia feito nada parecido na vida, então precisava saber o que fazer e como fazer.

Leona agendou a depilação para o dia anterior ao evento e, como ficou responsável por toda a parte de acessórios, veio com uma ideia genial por amar filmes clássicos: se tornar a versão erótica da imagem icônica atriz Audrey Hepburn no filme “Bonequinha de Luxo”. Como a personagem era fascinada por uma joalheria, seria um significado a mais a manequim de Leona. Quando contei a ideia à empresária, ela topou no ato. Assim, sairia o chapéu e entraria uma peruca preta com coque, onde ficaria uma tiara de joias, mas manteríamos os óculos escuros, os saltos altos e, pra entrar ainda mais na “personagem”, luvas pretas de cetim longas, que cobririam acima dos cotovelos.

Enquanto não estávamos fazendo sexo, fiz testes com os protetores e a tinta no corpo de Leona até chegar a um resultado que me parecia adequado. Na tarde anterior ao evento, a empresária me ligou pedindo pra ver a modelo da forma que se apresentaria na noite seguinte. Era o teste definitivo antes da inauguração da joalheria. Com um misto de nervoso e orgulho, disse que tudo bem. Pra nossa sorte, Leona tinha feito a depilação da vagina naquela manhã – não pegaria bem que a mulher a visse pintada até nos pelos púbicos!

Antes do horário marcado, eu já havia preparado Leona inteiramente. Quando a empresária chegou, ficou olhando pra versão erótica da Audrey Hepburn sem expressar reação. Nem uma palavra sequer. Ao abrir a boca, pensei que tínhamos perdido o trabalho.

-Vejo o esforço no trabalho de vocês, mas não consigo enxergar a manequim que eu esperava. O rosto, a expressão facial está perfeita, mas os seios…

Ela encostou os dedos nos protetores de mamilos de Leona, circundando-os.

-A gente consegue enxergar a borda, e isso tira toda a magia da coisa…

Então puxou os protetores, deixando os mamilos clarinhos de Leona expostos. Em seguida, se abaixou.

-Aqui a mesma coisa. Por mais que seja mínimo, dá pra notar que ela está usando uma proteção.

E removeu o tapa-sexo de plástico, deixando o pouco dos grandes lábios de Leona sem pintura em evidência.

-E essa pintura… a tinta, está muito opaca. Um manequim é mais lustroso, mais brilhoso que isso.

-A senhora me desculpe, mas não tenho realmente experiência com tintas. Mas pode deixar que… – tentei remendar o estrago, mas ela me cortou.

-Por que não fazemos o seguinte? – a empresária olhou para Leona: – Você tem bronzeador aí? – ela fez que sim com a cabeça. Tinha trazido uma frasqueira com vários produtos. – Ótimo! – E olhou pra mim: – a pele dela já é bem branquinha, então, o que eu quero que você faça é: remover essa tinta e aplicar o bronzeador no lugar. Acho que só isso já vai dar o brilho necessário pra nossa modelo manequim. E sem protetores e tapa-sexo agora, ok?

Como ficamos sem reação, a mulher emendou:

-Vocês podem fazer isso no banheiro, no quarto, onde quiserem. Vou ficar aqui esperando, estou com a tarde livre.

Peguei o material necessário e fomos para o banheiro. Removi a tinta do corpo de Leona, mas ela não estava gostando da ideia de modelar na inauguração sem qualquer proteção pra suas partes íntimas. Eu também não estava convencido de que a nudez explícita de Leona fosse a melhor opção, mas concordamos em apenas mostrar o resultado à mulher, e depois dizermos nossa opinião pra ela. Caso ela insistisse, a gente combinou de desistir do trabalho.

Voltamos pra sala com Leona reluzindo maravilhosamente seu corpo esbelto. A empresária arregalou os olhos e abriu um sorriso, satisfeita. Comecei a pensar que seria uma pena Leona não ser vista daquela forma por mais ninguém além de nós. A mulher então pegou duas caixas da bolsa e as abriu. Tirou um colar de pérolas e uma tiara, e os colocou em Leona. Se ela já estava fantástica apenas ao natural, com aquelas joias ela ficou deslumbrante.

-Você está maravilhosa! – disse a mulher, bastante empolgada – Vocês tem um espelho aqui?

-Posso fazer melhor que isso. – falei.

Peguei minha máquina e orientei Leona numa pose. Tirei algumas fotos e imediatamente as passei pro computador. Em seguida, liguei o projetor, fechei a cortina da sala e exibi as fotos no telão. Nelas, Leona parecia uma modelo internacional pronta pra ser capa de qualquer grande revista de moda. Eu achava que, se ela não tinha desistido da ideia de largar esse trabalho, estaria seriamente em dúvida quanto a isso.

-E então, Srta. Hepburn, pronta para o grande dia? – disse a empresária.

-Eu… eu não sei… não sei se eu devo… – Leona gaguejava. Ela queria fazer o trabalho, mas tentava fazer o que a gente combinou.

-O quê? Você está pensando em desistir?

-Não é isso…

Leona olhou pra mim, mas me mantive quieto.

-Então é o quê? – disse a empresária, tentando entender.

-É que eu nunca me expus assim antes, sabe? Assim, meu corpo é meu instrumento de trabalho, mas nunca fiz nada parecido.

-Mas você modela em workshops de nu artístico, não foi o que ele me falou? – se referindo aquele dia do teste, onde fiz o papel de “agente” de Leona.

-Sim, claro, mas é diferente.

-Diferente, como? São trabalhos artísticos, da mesma forma. Ou estou enganada?

-Sim, são artísticos, mas acho que na inauguração eles não vão enxergar esse lado, sabe? Acho que eles vão ficar reparando em cada pedacinho do meu corpo, e vão se importar mais em como eu sou do que com as joias…

-É esse o teu medo, menina? – a empresária riu de leve, falando de forma conciliadora.

-Também.

-Por que também?

-Fico com medo que meus pais saibam.

-Eles não sabem o que você faz?

-Sabem que eu trabalho com publicidade, mas não que eu sou o “material” delas. Acham que eu redijo, ou faço outra coisa qualquer nos bastidores.

-Mas é um trabalho honesto como qualquer outro. Por que esconder isso?

-Não quero que eles me vejam assim… – diz, olhando pra si mesma – Que os amigos deles, que os meus amigos também saibam como é meu corpo. Eu gosto… eu amo o que eu faço, mas, ao mesmo tempo, tenho, sei lá, vergonha que eles saibam que é isso que me faz feliz.

-Olha, Leona, eu te entendo, mas acho que isso não é impedimento nenhum pra você fazer essa inauguração. Sabe por quê? Primeiro, já falei, é um trabalho honesto. É artístico e ponto! Segundo, porque você vai exibir seu corpo, mas disfarçar sua identidade, então ninguém vai saber que na pela da Srta. Audrey “Erótica” Hepburn está a Leona. E eu não tenho motivo algum para ficar alardeando o nome da minha modelo por aí. Aliás, gostaria de exclusividade, quem sabe, para trabalhos futuros… Então, o que me diz?

-Eu vou ser a sua Srta. Audrey “Erótica” Hepburn na sua inauguração!

Fiquei feliz com a decisão de Leona. Era um trabalho pra ela realmente se orgulhar em fazer. Quando a empresária foi embora (levando as joias, claro), depois de acertarmos os detalhes da apresentação, Leona tirou a peruca, os óculos e as luvas, pegou minha mão e enfiou meus dedos dentro da sua vagina. Estava encharcada!

-Você acredita se eu disser que fiquei assim esse tempo todo? De quando você mostrou minhas fotos no telão?

-E você mentiu sobre o lance de ter vergonha? Você nunca me disse isso.

-É isso, mas é mais que isso, também. – Ela mexeu meus dedos insinuando a masturbá-la.

-Acho que tô entendendo…

-É que eu não quero que ninguém mais saiba que eu sinto um puta tesão em me mostrar nua. Não como exibicionista, mas assim, fazendo trabalhos artísticos. Eu fico louca de prazer, o tempo todo!

-Acho que você é muito sortuda, sabia? – meus dedos entram e saem cada vez mais rápidos.

-Ah é? Por que eu encontrei você?

-Porque você faz parte de um seleto grupo no mundo que tem prazer com o trabalho que faz. E acabei de virar outro sortudo, porque eu encontrei você pra me dar prazer.

Ela gozou bem rápido, de tão excitada que estava. Se ajoelhou, desabotoou e puxou minha calça pra baixo e começou a me masturbar. Meu pênis já estava totalmente ereto. Enquanto isso chupou minhas bolas – ela não havia feito isso antes. Depois alternou os movimentos de mão com chupadas cada vez mais longas, quase engolindo meu pênis por inteiro.

-Vou gozar.

Avisei, esperando que ela me puxasse pro chão e subisse em mim, mas dessa vez ela me masturbou com mais força e deixou o jato de esperma escorrer pelo seu rosto, e em seguida pelos seios. A cada dia Leona me surpreendia mais, e sempre pra melhor.

-O que você acha? Eu não podia ser a “porra” da Srta. Hepburn?

Leona esfregou o esperma pelo rosto, pescoço, seios e ombros, até não ter mais líquido pra continuar. Então sorriu, lambendo os dedos. Ainda me chupou mais um pouco, em busca das últimas gotas de esperma. Ela era, definitivamente, a mulher dos meus sonhos!

E o que posso dizer do evento de inauguração da joalheria? Um verdadeiro sucesso! Impossível descrever todas as reações, comentários, olhares e gestos dos convidados. Acredito que só consegui observar uma pequena parte de tudo. Leona foi mais do que o centro das atenções – sem trocadilhos, foi a estrela brilhante que emprestou seu carisma e beleza para o ambiente, valorizando ainda mais as joias das quais ostentou. Eu só podia imaginar quão quente e úmida ela estaria se sentindo, e isso me deixou igualmente excitado quase o tempo todo.

Infelizmente a empresária impediu o registro de qualquer foto ou vídeo da apresentação de Leona no evento – apenas fez fotos com os convidados em um espaço reservado. Impediu a entrada de celulares, máquinas fotográficas e tablets na festa. Ela se justificou pra mim dizendo:

-Se eu permitisse, amanhã, ou hoje mesmo a noite, as fotos da Leona se espalhariam pela rede e, com certeza, viralizariam. Ela seria um sucesso imediato, e logo todo mundo estaria se perguntando quem era aquela garota, e em seguida iam querer conhecê-la a todo custo. Eu sei que Leona não gostaria disso, porque ela ficaria conhecida querendo ou não. Além do mais, gosto da ideia de deixar um mistério no ar. E é uma estratégia de vendas, também! Meus convidados vão sair daqui contando para os seus amigos sobre o que viram, e eles vão repassar para outros amigos e assim por diante, e muita gente vai ficar curiosa e vir aqui para tentar achar a Srta. Audrey “Erótica” Hepburn. E quando não a encontrarem, já que estão na loja, mesmo, vão dar uma olhada e quem sabe comprar alguma joia.

Essa mulher tinha ideias realmente muito interessantes! E por causa dela Leona recebeu muitas propostas de trabalho inusitadas – várias despropositadas, é verdade, mas algumas que realmente trariam novos desafios à sua carreira. Apresentado como seu agente, ouvi tudo com atenção, e depois conversaria com Leona a respeito, para definirmos que trabalhos ela gostaria de fazer.

E acho que por um misto de euforia, excitação e tudo mais, naquela madrugada, depois de mais um sexo regado a muita paixão, enquanto Leona dormia tranquilamente e eu não conseguia pregar os olhos, comecei a imaginar uma história para um filme erótico onde Leona seria a protagonista – a misteriosa personagem principal, que só exibiria o seu corpo. Eu nunca tinha feito nada nessa área, não sabia como dirigir, filmar ou escrever, não sabia se ele seria produzido, se seria exibido em algum lugar ou teria alguém que gostaria de assisti-lo. Naquele momento, eu só queria que Leona acordasse logo pra contar meus planos pra ela. Eu só ainda não sabia que nossa relação teria uma grande mudança.

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