Por
Limpando Minha Vergonha, Trocando por Desejo
Meu amigo me ajudou a tirar o OB e e limpou todinha
Romântico
A luz do abajur deixava o quarto num tom âmbar suave. Clara estava sentada na beirada da cama, as coxas apertadas uma contra a outra, o rosto vermelho até as orelhas. Tinha 19 anos, ainda virgem, e aquele era um daqueles dias em que tudo parecia conspirar contra ela: o absorvente interno estava lá há horas a mais do que deveria, o fio parecia ter encolhido ou se perdido lá dentro, e cada tentativa desajeitada de retirá-lo só aumentava a sensação de pânico e vergonha.
Ela olhou para o Daniel — 28 anos, amigo de infância da prima mais velha, alguém que sempre foi calmo, paciente, e que, por algum motivo que ela nunca entendeu direito, fazia o estômago dela dar cambalhotas mesmo sem nunca ter rolado nada entre eles
.— Dani… — a voz saiu miúda, quase sumindo — eu… eu não consigo tirar. Tá doendo um pouco e eu tô com medo de… de machucar.
Ele estava encostado na cômoda, braços cruzados, tentando manter a expressão neutra, mas os olhos traíam uma mistura de preocupação e algo mais escuro, mais faminto.
— Você quer que eu tente? — perguntou baixo, sem ironia, sem deboche.Clara engoliu em seco. Fechou os olhos com força por dois segundos, depois assentiu rápido, como quem pula de um trampolim.
— Por favor.
Ele se aproximou devagar. Ajoelhou-se no tapete diante dela. Clara abriu as pernas só o suficiente, tremendo inteira. A calcinha de algodão branco já estava puxada para o lado, revelando os lábios inchados, a pele quente e úmida de sangue e excitação misturados — porque, por mais envergonhada que estivesse, o corpo dela reagia à proximidade dele de um jeito descontrolado.Daniel segurou as coxas dela com firmeza, mas sem apertar demais. Os polegares abriram caminho devagar, expondo tudo. O fio do absorvente aparecia, curto, quase sumindo entre as dobras vermelhas e brilhantes.
— Respira fundo pra mim — ele murmurou.
Clara obedeceu. Inspirou. Soltou o ar trêmulo.Ele pegou o fio com os dedos indicador e médio, sem pressa. Puxou devagar, muito devagar, observando cada centímetro que saía. Quando o absorvente finalmente deslizou para fora, úmido e pesado, um fio grosso de sangue escorreu devagar pela entrada dela, descendo em direção ao ânus. Clara gemeu baixinho — de alívio, de vergonha, de tesão.Daniel não jogou o absorvente no lixo imediatamente. Colocou-o com cuidado num lenço de papel ao lado. Depois pegou outro lenço, umedecido com água morna que ele tinha deixado preparado numa tigela ali perto.
— Vou limpar você agora, tá bem? — avisou, voz rouca.
Ela só conseguiu assentir.
Ele começou pela parte externa. Passava o lenço com delicadeza, limpando o sangue que escorria pelas grandes e pequenas, contornando o clitóris inchado sem encostar diretamente. Clara tremia tanto que os músculos das coxas pulsavam contra as palmas dele.Então ele abriu mais. Separou os lábios com os polegares, expondo a entrada rosada, ainda contraída. O sangue continuava saindo em filetes finos. Ele limpou tudo com paciência quase cruel: passou o pano úmido na entrada, depois mais fundo, só a pontinha do dedo coberto pelo tecido, girando devagar para limpar as paredes internas. Clara soltou um gemido alto, involuntário, as costas arqueando.
— Calma… — ele sussurrou, mas não parou.
Continuou limpando, agora com movimentos mais lentos, quase carícias disfarçadas. O tecido roçava o ponto mais sensível dentro dela, e cada passada fazia o quadril dela subir um pouquinho, procurando mais contato. O sangue já tinha diminuído bastante, mas a umidade que escorria agora era de outra natureza — clara, viscosa, brilhando sob a luz fraca.Daniel jogou o lenço sujo de lado. Pegou um último, limpo e seco, e passou de leve só na entrada, secando o excesso. Depois ficou olhando. A boceta dela estava aberta, vermelha, brilhante, pulsando devagar como se respirasse.
— Tá limpinha agora — disse, voz grossa.
Clara abriu os olhos, encontrou os dele. Não tinha mais como fingir que aquilo era só ajuda prática.— Dani… — sussurrou — …toca em mim. Por favor. De verdade.Ele não respondeu com palavras.Desceu a boca devagar, beijou primeiro a parte interna da coxa, depois subiu. Quando a língua dele finalmente encostou na entrada ainda sensível, Clara deu um grito abafado, as mãos agarrando os cabelos dele com força.
E ali, entre o cheiro de ferro e o gosto doce-salgado dela, Daniel começou a mostrar como um homem pode limpar uma garota de verdade — com a língua, com os dedos, com paciência e com muita, muita fome.


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