Janeiro 7, 2026

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Meu irmão colocou minha mãe de quatro e quase comeu ela, e eu também quero

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Nós moramos numa casa de dois andares, e meu quarto é justo o que fica em cima do da minha mãe. Somos minha mãe de 33, eu de 14 e meu irmão de 15. O segundo piso foi feito por meus tios, que não são construtores, e o piso é de madeira. Tem umas tábuas de onde dá pra ver o quarto da minha mãe, numa parede onde ela tem um espelho enorme. Então, basicamente, eu vejo tudo. Já a vi se trocando, e quando ela se toca, tudo se escuta clarinho, por mais que ela tente não fazer barulho. Ela não sabe que dá pra ver ou ouvir de cima, obviamente.

Na semana passada, a gente tava comemorando Natal aqui, e todo mundo foi embora. Uns pra casa, outros… minha mãe disse que ia ficar porque já tinha bebido muito, e meus primos, filhos dos tios que não foram, também ficaram pra dormir. Eu dormi bem cedo, e embora tivesse ouvido uns barulhos e vozes de vez em quando, eu tava com muito sono. Mas quando acordei ouvindo aqueles gemidos de verdade, fui o mais silencioso que pude até o buraco no piso.

Eram minha mãe, meu irmão e dois primos. Minha mãe tava de calcinha, de quatro na cama, e meu primo tava atrás, metendo. Mas, pelo ângulo, eu conseguia ver que ele tava de cueca e não tava comendo ela de verdade. Meu irmão e meu outro primo estavam na frente, de camisa, mas também de cueca. Eu já tava me batendo uma, bem desconfortável, vendo aquilo, sem saber o que fazer. Fiquei olhando por uns 40 minutos, acho.

Meu primo não tava comendo ela de verdade, mas mesmo assim tava fazendo ela gemer gostoso pra caralho. E meu irmão não tirava o pau pra fora da cueca, mas passava ele no rosto da mamãe, e ela abria a boca, botava a língua pra fora e chupava a ponta. Eles davam tapas na bunda dela e apertavam os peitos, que balançavam com aquele vai e vem por trás. Ela gemia tão delicioso que eu já não aguentava nem de ouvir.

Eles iam se revezando com a mamãe, e ela, bem puta, se arrumava pra eles esfregarem na cara e na calcinha dela. Meu primo e meu irmão gozaram fazendo isso. Quando botavam a cueca toda cheia de porra no rosto da mamãe, até dava pra ouvir o som dela sugando pra provar.

E nesse tempo todo, quem mais falou foi minha mãe. Ela dizia que tava muito gostoso, mas que ainda não podiam transar. Que em alguns anos eles iam comer feito coelhos, e que esperassem, porque quando pudessem, ela ia deixar os três bem “ordenhados”. E ela falava isso bem alto, quase mais alto que a voz normal dela.

Ela perguntava pra onde eles iam gozar da primeira vez: na boca, no cuzinho ou na boceta? E perguntava pro meu irmão se ele gostava de imaginar gozando bem dentro, e meu irmão só dizia que sim. Eu não tava nem aí pra que porra tava acontecendo ou se eu ia ficar sem pescoço de tanto olhar. Eu só queria continuar vendo e ouvindo minha mãe falar aquelas coisas de como eles iam comer ela pelos três lugares quando fossem maiores.

Quase no final, ela deitou meu irmão, subiu em cima dele e colocou um primo atrás, enquanto começava a tocar no pau do outro – não por cima da cueca, mas tirando ele pra fora. Ela começou a bater uma punheta pro meu primo Davi enquanto se mexia gostoso entre os outros dois, e falava coisas, mas já tava gemendo tanto que não dava pra entender. Quando a mamãe se acalmou um pouco, começou a perguntar se eles conseguiam guardar um segredo. E aí eu não só vi ela começando a enfiar o pau do meu primo na boca, como ouvi clarinho o barulho dela chupando.

A mamãe falou, entrecortado, porque não parava de chupar, que eles iam transar, mas não podiam contar pra ninguém. Que tinham que fazer rápido, e que tinham que gozar dentro, na boceta. Que não importava, que os três comessem ela, mas tinham que dar bem duro pra ser rápido e ninguém perceber.

Eu fiquei louco com isso. Apesar de ter ficado vendo aquilo um tempão, só bateu a realidade de que meus dois primos e meu irmão iam comer ela quando eu vi minha mãe tirando a calcinha. Eu literalmente tinha acabado de ouvir minha mãe dizer pra eles a comerem ela bem duro e rápido e gozarem dentro. Pensei que com certeza eles tinham deixado ela tão puta que agora ela só queria transar. Fiquei excitado e corri pro quarto de baixo.

Na minha cabeça, eu ia entrar e minha mãe ia deixar eu comer ela também. Eu ia encher ela de porra e a gente ia convencê-la a transar a noite toda. Mas quando cheguei, a porta tava trancada. Bati, e ninguém respondeu. Subi pra olhar pelo buraco, e a mamãe tava debaixo do cobertor, deitada, mas de onde eu estava dava pra ver uma cueca e a calcinha dela no chão.

Voltei em silêncio, e meu irmão também tinha trancado a porta por dentro. Com certeza me ouviram dando passos lá em cima, se assustaram e foram embora. Depois disso, eles agiram como se nada tivesse acontecido, mas eu não sou louco e sei o que vi. Tenho tentado agir normal pra ficar perto da mamãe o tempo todo.

Se ela tava disposta a fazer meu irmão e meus primos perderem a virgindade, eu também quero. E se ela tava disposta a isso, talvez ela tenha vontade de novo algum dia, e nesse dia eu vou estar por perto, em vez de só ficar olhando.

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