Março 1, 2026

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Minha Colega Pelada

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Tudo se deu início a partir de um sonho jovial e um tanto romântico. Influenciado pelas incontáveis séries que assistimos, costumava, junto às minhas amigas, confabular nossa vida adulta. Morando juntas, dividindo um mesmo apartamento, livres, independentes e leais umas às outras, onde passaríamos os dias fofocando sobre os nossos namorados e empregos, emprestando roupa uma para outra e dando festas. Era uma fantasia tola, eu sei, mas para mim era um futuro quase certo — que, obviamente, não se realizou.

Depois do colégio, os planos divergiram. Teve quem foi para um intercâmbio no exterior, quem decidiu ficar em casa para cuidar dos pais, até quem se casou logo que saiu do colégio e se construiu uma casa no terreno ao lado dos sogros para morar. Quanto a mim, me mudei para a capital, onde cursaria a universidade federal, e vi meu sonho de garota se transmutar, mas não se perder.

Logo que me mudei, busquei um apartamento próximo a faculdade, em um prédio antigo e modesto, perto de uma rua boêmia e igualmente tradicional. Meu pai pagaria os primeiros aluguéis, mas já tinha me comprometido a buscar um estágio para ajudar nas contas. Além de que, com um quarto vacante, vi surgir uma oportunidade. E mesmo ainda conhecendo poucas pessoas, tratei de anunciar pela universidade que buscava uma colega de quarto.

Isabella foi a primeira a se interessar. Mandou-me uma mensagem e logo marcamos de nos encontrar no bar em frente ao centro estudantil no dia seguinte após a aula. Pois assim que ela chegou, percebi, quase por instinto, que Isa exalava uma energia radiante, atraindo todos para perto como uma força gravitacional. Extrovertida, ela era como um livro aberto — do tipo que em uma conversa de menos de meia hora e apenas um copo de cerveja você sentia que a conhecia desde a infância. Houve uma conexão naquele dia entre a gente, algo que não se explica, nem se consegue distinguir, mas que soube na hora que queria ela como minha colega de quarto. De lá, fomos para o apartamento, e após uma inspeção rápida e superficial, ela concordou em se mudar. Pagou de antemão o primeiro aluguel, e já no dia seguinte trouxe suas coisas. Senti um frio na barriga vendo ela desfazer as malas — uma espécie de ansiedade misturada com a euforia de perceber que meu desejo de adolescente enfim se realizava.

Entretanto, já na primeira semana, percebi que a realidade poderia proporcionar situações as quais não estava preparada para lidar.

Em uma manhã quente, eu escovava os dentes em frente a pia, me preparando para a aula, quando Isabella apareceu. Se recostando sobre o umbral da porta, ela veio me pedir o pente de cabelo. Foi quando me virei para entregar que percebi que estava nua. Congelei, completamente atônita pela imagem que posava à minha frente. Não pela beleza — que por sinal, era estonteante —, mas pela completa falta de pudor. Ainda que ficasse sem palavras e com o queixo caído, ela pareceu não se importar que eu a visse nesse estado. Tomou o pente de minha mão e deu um passo adiante, de modo que com um leve empurrão com os quadris se infiltrou pôs ao meu lado para compartilhar o espelho.

Busquei agir com normalidade, pois não sabia como reagir a isto. Era a primeira vez que ficava próximo a uma garota nua, tão perto que podia sentir o calor de seu corpo. E se nem mesmo minhas amigas de longa data tinham essa intimidade, quem dirá com esta que mal conhecia. Tentei voltar a escovar meus dentes, focar o olhar no espelho, porém novamente me senti atraída a encarar o corpo de Isabella. Tão despojada e distraída penteando seus longos cabelos cor de fogo, ela nem percebeu que eu a fitava pelo reflexo, observando com detalhes a sua pele clara, um tanto avermelhada de sol, com uma marca de bronzeado perfeitamente delineada, revelando uma tez ainda mais branca, de modo que era possível notar as serpentinas azuis das veias pelas curvas generosas de seus seios, que pendiam com naturalidade e jovialidade, exibindo aréolas graciosas e mamilos pontudos.

Assim que terminou de se pentear, entregou-me de volta o pente e agradeceu com um sorriso faceiro e ingênuo e saiu de cena, deixando-me a sós com a imagem que ficaria impressa em minha mente por todo aquele dia.

Pensei que seria apenas um incidente isolado. Talvez estivesse apressada como eu para se arrumar, e não teve tempo de se vestir. Porém, na manhã seguinte, voltou a ocorrer. Desta vez, em outra ocasião, sentada à mesa na cozinha, ela comia um pão com manteiga da forma como veio ao mundo. Sem nenhuma vestimenta, com os farelos se acumulando no seu colo e pernas. Isabella me deu bom dia com a boca cheia, e novamente, agiu com tamanha naturalidade que me fez questionar aquilo. Desta vez, resolvi indagá-la a respeito. Questionei sobre o seu hábito de perambular nua, e eis que ela me responde:

— Sempre andei assim pela casa. Não só eu, como toda minha família, minhas mães e irmãs. É confortável e faz bem. Precisa deixar a pele respirar um pouco, principalmente lá embaixo. Além disso, estamos no verão e faz um baita calor. Você deveria experimentar.

Recusei a oferta de início, mas ao menos obtive uma resposta para minha curiosidade. Ouvir sobre tal hábito deixou-me embasbacada. Jamais poderia pensar em ficar andando totalmente despida na frente de minha família, da minha mãe, do meu pai… do meu irmão! Foi quando percebi que não tinha me atentado ao fato de que pessoas possuem manias distintas e como isso pode afetar na convivência. Mesmo incomodada — e ainda sem entender completamente seu costume —, não fiz objeções quanto a isso. Não queria causar um mal estar já na primeira semana, e pensei que, uma hora, acabaria me acostumando.

Com o tempo, percebi o quão rotineiro aquilo era. Isabella mal chegava da aula e tirava a calça junto com os sapatos, caminha para o quarto apenas com a roupa de baixo, e após o banho, a única peça que usava era a toalha enrolada na cabeça para secar o cabelo. Tudo o que ela podia fazer despida, ela faria, desde assistir a algo na televisão, sentada com as pernas apartadas enquanto brincava casualmente com uma mecha de pêlos que brotam em sua púbis, até fazendo comida, onde ela mesma reclamava quando o óleo espirrava em seu corpo. As únicas ocasiões em que a via com roupas era quando recebia visitas, mas logo que iam embora, ela voltava a se desnudar.

Por um tempo, questionei se valia a pena, se de fato, era mais prazeroso se desfazer de toda a vergonha e viver como Adão e Eva no paraíso. E foi em uma noite calorosa que descobri. Eu me revirava pela cama, inquieta e desconfortável, sentindo o suor se acumular em meu pescoço. O ventilador era incapaz de me refrescar, de modo que, no meio da madrugada, fui ao banheiro para deixar cair uma água no corpo. Voltei enrolada na minha toalha e quando entrei no quarto, pensei em testar. Deitei-me novamente, agora nua, e logo percebi a diferença. O vento batia em meu corpo por completo, refrescando até o meu íntimo, sentia-o arejar meu corpo, massageando toda a pele ali exposta, e finalmente havia entendido o que Isabella queria dizer com deixá-lo respirar.

Quando acordei já não queria mais saber de me cobrir. Fui até a cozinha me encontrar com minha colega de quarto, onde pude exibir a ela meu corpo ao natural, como assim estava o seu. Contei a ela sobre o ocorrido na madrugada, e ela riu de euforia ao notar como havia me influenciado. A partir daí, nosso apartamento tornou-se refúgio de nosso naturalismo. Caminhávamos pelos cômodos sem pudor ou vergonha, aprendi a apreciar a beleza do corpo feminino ao léu, como as dobras de pele que se empilhavam ao sentar, ou o movimento pendular dos seios durante qualquer ação. Neste último ponto, apenas pude apreciar em Isabella, já que os meus eram demasiados pequenos para aplicar qualquer balanço. Economizamos com água, já que consumimos bem menos roupas para lavar, e em certo ponto, ficava ansiosa para chegar em casa e poder me despir, sentir-me totalmente livre e desprendida de qualquer pudor. Porém esse hábito, tão puro e inocente, acabou por desencadear algo mais insinuante em nós duas.

Já notava a tempos os olhares de Isa sobre mim, não somente me notando, mas me apreciando, seguidos de um sorriso galante e uma mordida de lábios discreta, além de um toque ou outro mais longo em meu ombro ou nos meus quadris. Não posso ser hipócrita, pois eu também já tinha reparado nela de outra forma. Seu corpo, que na primeira vez me deixou atônita pela beleza, agora atraía-me com certa curiosidade.

A este ponto, já éramos grandes amigas, morávamos juntas a cerca de oito meses, ela me ajudava nos trabalhos da faculdade, me apresentou a seus amigos e íamos juntas a todas as festas. Em uma dessas, voltávamos para casa, ziguezagueando pela calçada totalmente bêbadas, Isabella se divertia com brincadeiras que continham uma pitada de provocação. Levantava o vestido até a cintura, exibindo suas nádegas modestas, mas firmes, ao frescor da madrugada, ou abaixava as alças para balançar os seios enquanto gargalhava ininterruptamente. Ela me encorajava a fazer igual, e eu aceitava, levantava a saia e deixava à mostra meu sexo enquanto caminhávamos pela rua deserta. Qualquer um que nos observava pela janela, pensaria que éramos duas putas promíscuas e depravadas, mas o que sentia era uma verdadeira libertação de qualquer amarra social, que me impulsionava a querer mais daquilo.

Quando chegamos no nosso apartamento, já não aguentavámos mais aquelas roupas, e fomos logo nos livrando dela ainda em frente a porta, jogando os sapatos para o lado, as roupas ao chão, ajudando uma a outra ficarmos nuas. Com o álcool em nossas veias, tudo se tornava mais cômico, mas estabanado e mais delicioso. Quando ajudei Isabella a desatar o laço de seu vestido e o vi descer até os tornozelos, senti um ímpeto involuntário de abraçá-la por trás, envolvendo meus braços em sua cintura. Nossos corpos se grudaram de uma maneira magnética, e senti um calor subir ao sentir sua pele, tão macia e alva, de encontro a minha tez morena. Ela sorriu e soltou um suspiro, se aninhando gentilmente para que meu abraço a apertasse ainda mais. Logo percebi que minhas mãos tateavam a polpa dos seus seios, e subi até sentir seus mamilos roçarem na ponta dos meus dedos. Eles se intumesceram de imediato, de moto que me instigou a acariciá-los com ainda mais lascívia, beliscando-os e arrancando de Isa um gemido esganiçado.

— Seu corpo é tão lindo — disse ao pé do ouvido — e vê-lo assim todos os dias tem me deixado louca.

Ela virou-se de frente e desceu o zíper da minha saia, que também caiu ao chão. Me pressionando contra a parede, ela entrelaçou suas coxas na minha, onde pude sentir sua umidade deslizar pela perna. Mais alta que eu, ela levantou meu queixo e me roubou um beijo, carregado do sabor amargo de cerveja que se compartilhava entre nossas línguas. Entre meus lábios ela então me confessa:

— Também já não aguentava te ver pelada sem te provar.

Sua mão deslizou sobre meu corpo, descendo até onde o calor do desejo se concentrava: no meio das minhas pernas. Lá, na minha região de prazer mais sensível, ela partiu os lábios com os dedos, e em um gesto que demonstrava sua experiente habilidade, tocou meu ponto com o dedo médio, em movimentos elípticos que me levaram ao delírio de imediato. Minha respiração tornou-se ofegante, de modo que já não era mais capaz de manter os beijos, pois buscava o ar a todo momento. Assim, ela concentrou-se em me estimular de outros jeitos, mais intensos e eficazes. Ajoelhou-se diante de mim e aproximou o rosto do meu sexo. Com um sorriso ébrio, ela encostou a boca e me chupou, começando por beijos suaves, como se ainda estivesse na minha boca, e aumentando a cadência aos poucos, até começar a as arquear minhas costas contra a parede e sentir a explosão orgásmica inundar meu corpo de um gozo intenso e prolongado.

Nos dirigimos então ao sofá, eu ainda zonza e regozijando em meu próprio clímax, ela ainda sedenta pelo seu. Deitada, com minha pele suada grudando no couro gasto, ela veio por cima. Pôs os joelhos ao redor da minha cabeça e aproximou seu sexo do meu rosto. Sua fenda, tão bela e jovial, gotejava sua excitação na minha boca, me induzindo a provar seu néctar de forma mais profunda. Assim, nos engajamos em uma deliciosa carícia mútua, onde provava pela primeira vez aquele suco mulheril, e ela continuava seus gracejos com a língua no meus lábios, já tórridos e inchados.

Sem muita prática, ela me instruía, ditava a mim os caminhos que eu tinha que percorrer para levá-la ao auge do prazer. Fui acatando cada uma de suas ordens, sentindo seu corpo se contorcer em festa a cada novo detalhe que eu explorava. Apenas de ver suas reações, de ouvir seus gemidos tão manhosos, de sentir suas coxas se apertando involuntariamente contra minha cabeça, me deixavam ainda mais motivada a prosseguir. Tão logo o orgasmo veio, e senti seu corpo inteiro se enrijecer, seu sexo pulsar e se inundar como uma cachoeira que me inundava em um banho de luxúria. Não muito distante veio o meu segundo, mais intenso e mais exaustivo.

Desgastadas, pausamos a ação para recuperar o fôlego. Isabella deitou-se comigo no sofá, envolvendo seu corpo tão voluptuoso em mim, trocando afagos singelos ante a revelia de nossa transa há poucos minutos atrás. A sala cheirava a suor, álcool e prazer, em uma mistura intoxicante que nos levou a pouco tempo depois retomar os beijos e os acalentos, e assim permanecemos até o dia amanhecer, onde exauridas, desmaiamos de cansaço. Quando confabulava com minhas amigas como seriam nossas vidas adultas, jamais imaginava fazer tudo o que havia acabado de acontecer, mas devo admitir que às vezes a realidade pode transformar nossos sonhos em algo mais delicioso.

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