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O leite do meu cunhado
Isso aconteceu uns três meses atrás. Eu tava numa situação de merda, sem grana, cheia de dívida até o pescoço, sem saber o que fazer. Moro sozinha, meu ex vazou faz tempo, e a pensão não dá nem pra pagar as contas.
Um dia postei uma story no Instagram, uma foto minha na cama, com pouca roupa, meio insinuante. Nada demais, mas bonitinha. Minutos depois chegou uma mensagem. Era ele, meu cunhado. Tipo, o irmão do meu ex.
“Que linda você tá”, ele escreveu.
Eu respondi um obrigada e pronto. Mas ele continuou. “Se precisar de grana, me avisa. Posso te ajudar.”
Achei estranho. Ele sempre foi meio esquisito comigo, desde que eu tava com o irmão dele. Olhares demorados, elogios quando o cara não tava perto. Mas nunca rolou nada. Agora que o irmão é meu ex, parece que ele se sentiu mais à vontade.
“Não preciso de nada não, valeu”, respondi. Mentira, precisava de tudo.
Passaram uns dias. A situação piorou. Chegou um aviso de corte de luz. Quis morrer. Aí lembrei dele. Peguei o telefone e mandei.
“Ei, aquele negócio da grana ainda tá de pé?”
A resposta veio na hora. “Claro. Quanto você precisa?”
Falei o valor. Ele disse que sim, que ia transferir. Mas aí completou: “Em troca, cê podia me mandar alguma coisa? Uma foto bonita. Tipo aquela que você postou.”
Congelei. Não sei por quê, porque no fundo eu esperava. Minha mão tremia um pouco enquanto eu escrevia. “Que tipo de foto?”
“Você sabe. Algo íntimo. Que me ajude a… dormir.”
Pensei dois segundos. Eu precisava da grana. E também, vou mentir? Me deu um calor. Saber que ele, o irmão do meu ex, o cara que sempre me olhava escondido, tava me pedindo isso. Fui pro banheiro, tirei a camiseta, tirei o sutiã. Meus peitos, grandes, com os bicos durinhos do ar frio. Tirei uma foto. Mandei.
“Uff”, ele respondeu. “Valeu. Já te transferi.”
A notificação chegou na hora. Paguei a luz naquela mesma tarde.
Passou uma semana. Ele me escreveu de novo. “Precisando de mais? Posso te dar o dobro.”
“Em troca de quê?”, perguntei, já sabendo a resposta.
“De um vídeo. Você se tocando pra mim.”
Aceitei. Ele pediu pra eu me masturbar, pra mostrar como eu gosto. Me gravei na cama, com a mão entre as pernas, gemendo baixinho, pensando nele me olhando. Mandei o vídeo. Ele depositou na hora.
Isso virou rotina. A cada dois ou três dias, ele pedia algo novo. Fotos de lingerie, de fio dental, mostrando a bunda. Vídeos me tocando, enfiando os dedos. Eu mandava, ele pagava. Sempre certinho, sempre agradecendo. E cada vez pedia mais. Mais pesado.
Um dia ele pediu uma foto completamente nua. Mandei. Dois minutos depois, recebi uma foto dele. A pica dele. Dura, grande, com a mão apertando. Fiquei olhando pra imagem sem saber o que fazer. Era a primeira vez que ele me mandava algo assim. Meu corpo reagiu sozinho. Senti o calor entre as pernas.
“Cê é muito gostoso”, respondi, sem pensar.
“Você mais”, ele disse. “Não faz ideia da vontade que tenho de te comer inteira.”
“E o que te impede?”
Ele não respondeu. Passaram uns dias. Eu não parava de pensar na foto dele. Naquela pica. Em como seria ter ela perto, na minha boca, dentro de mim. Me tocava pensando nele.
Semana passada, ele me escreveu. “Preciso te ver.”
“Pra quê?”
“Pra te entregar isso pessoalmente”, ele disse, e mandou um print de uma transferência. Era mais grana do que nunca. “E pra você me entregar também.”
Eu disse que sim. A gente marcou num café perto da minha casa. Cheguei e ele já tava lá, esperando. Mais bonito do que eu lembrava. Mais forte. Me cumprimentou com um abraço e me apertou forte. Senti o corpo dele contra o meu e fiquei molhada na hora.
“Vamos pra sua casa”, ele disse. Não foi uma pergunta.
A gente andou as duas quadras sem falar nada. Eu tremia. No elevador, ele me olhou fixo e falou: “Te imaginei assim tantas vezes.” Peguei a mão dele e coloquei na minha bunda. Ele apertou forte.
Entramos, ele fechou a porta e me empurrou contra a parede. Me beijou. Foi um beijo profundo, com fome, com língua. As mãos dele agarravam meus peitos, apertavam. Eu gemia contra a boca dele.
“Quero chupar eles”, ele falou. Levantou minha camiseta, abaixou meu sutiã. Meus peitos saltaram, grandes, durinhos. Ele se ajoelhou e começou a chupar, um e outro, passando a língua, mordendo de leve. Me agarrava pelo quadril e me apertava contra o rosto dele.
“São perfeitos”, ele falava entre uma chupada e outra.
Depois ele baixou meu jeans e minha calcinha de uma vez. Colocou as mãos nas minhas nádegas e abriu. Enfiou a língua ali, no meu cu, sem avisar. Eu gritei. Agarrei a cabeça dele e apertei mais. Ele comeu meu cu como se não houvesse amanhã, enfiando a língua, passando por tudo.
“Agora você”, ele disse. Levantou e baixou a calça. A pica dele saltou, enorme, dura, com uma gotinha na ponta. “Chupa igual naqueles vídeos.”
Me ajoelhei e enfiei na boca. Era grande, ocupava tudo. Chupei, enfiava na garganta, tirava e colocava de novo. Com uma mão eu acariciava o saco dele, com a outra eu me tocava. Tava ensopada.
“Para, para”, ele disse, e me levantou. Me levou pra cama, me colocou de bruços, levantou minha bunda e enfiou de uma vez. Gritei alto. Era maior do que eu imaginava, me preenchia toda, me arrebentava.
“Gostou, putinha? Gosta de ser comido pelo irmão do seu ex?”
“Sim, sim, mais forte”, eu gemia.
Ele começou a me comer com força, me agarrando pelo quadril, enfiando tudo. O som dos corpos batendo, meus gritos, os grunhidos dele. Ele me virou de costas, levantou minhas pernas e continuou. Me olhava fixo, com os olhos meio loucos.
“Vou gozar”, ele disse de repente. “Onde você quer?”
“Na boca”, implorei. “Quero seu leite na boca.”
Ele tirou e colocou a pica nos meus lábios. Gozou na minha cara, quente, grosso. Me encheu a boca toda, escorreu pelo queixo. Engoli tudo que consegui.
A gente ficou ali, ofegante, enroscado. Depois de um tempo ele falou: “Tem mais disso. Toda vez que você quiser.”
Eu ainda sinto o leite dele na garganta. E já sei que isso não vai acabar aqui. Porque ele já me escreveu de novo. E eu já disse que sim.


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