Novembro 16, 2025

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O Tesão do Vestido Sem Calcinha

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Gente, vou contar um dos dias mais gostosos e nojentos da minha vida! KAKAKA! É sobre a vez que eu descobri o tesão de sair sem calcinha e quase fui descoberta pelo meu sogro no shopping! 😈

Tudo começou numa terça-feira mais ou menos. Eu e meu marido, o Léo, távamos a semanas planejando ir no shopping novo da cidade. Eu tava entediada pra caralho em casa e ele resolveu me dar uma saidinha. Aí veio a ideia maluca na minha cabeça: “E se eu for sem calcinha?”. Já tinha feito isso umas vezes sozinha, mas nunca perto do Léo. Comentei com ele no telefone e ele quase engasgou. “Sério, gata? Você tem coragem?”, ele disse, com a voz já ficando grossa. Eu ri e falei: “Claro que tenho, seu bobo! Mas você tem que ficar de olho, hein?”. A gente já tava com aquela tensão sexual gostosa dias antes, então isso foi só a gasolina no fogo.

Na hora de me vestir, foi uma sessão de escolha! Abri o guarda-roupa e peguei aquele vestido off white, de algodão, super simples. Era daqueles que parece um saco, mas quando você prende com um cinto fino, vira uma blusa e uma saia curtinha. E era CURTINHA MESMO, gente! Quando eu mexia, dava pra ver a metade da minha coxa. E o melhor: era soltinho, daqueles que voa com o vento. Não botei NADA por baixo. Nada mesmo. Nem calcinha fio dental. A sensação quando eu desci as escadas do prédio já foi um choque. Cada passo que eu dava, o tecido do vestido esfregava direto na minha buceta e no meu rabo. Um negócio leve, mas que dava um frio na barriga daquele jeito. Eu já fiquei com aquele sorriso besta no rosto, sabendo que tava fazendo uma putaria e ninguém sabia.

O Léo me esperava na garagem com o carro. Quando ele me viu, os olhos dele quase saltaram da cara. “Caralho, Keey… você tá…”, ele não terminou, só balançou a cabeça. Eu dei uma voltinha, deixando o vestido voar um pouquinho, e vi ele ajustando o pau dentro da calça. Já tava começando bem! KAKAKA!

No carro a caminho do shopping, a adrenalina foi subindo. Cada solavanco, cada curva, eu sentia o tecido mexendo em mim. Eu tava com as pernas ligeiramente abertas, e o ar condicionado batendo direto na minha ppk, que já tava ficando bem molhadinha. O Léo botou a mão na minha perna e foi subindo, devagarinho, até a borda do vestido. Os dedos dele roçaram nos meus lábios por cima do tecido e eu dei um pulo. “Tá molhadinha já, safada?”, ele sussurrou. Eu só consegui gemer e anuir. O tesão tava tomando conta.

Aí que a porra ficou séria. Quando a gente tava chegando no shopping, o Léo olhou o celular e fez uma cara estranha. “O que foi, amor?”, perguntei. “Meu pai mandou mensagem… ele tá aqui no shopping também. Disse que a gente podia encontrar ele pra tomar um café.” MEU DEUS DO CÉU. Eu congelei. O pai do Léo é aquele coroa gente boa, mas super tradicional, sabe? Daqueles que chama todo mundo de “moça” e “senhor”. A minha mente já pirou. “E AGORA, LÉO? E SE ELE PERCEBER?”, eu quase gritei. O Léo, o filho da puta, só deu uma risada malandra. “Relaxa, gata. É só não sentar de perna aberta na frente dele.” Eu dei um tapa no braço dele, mas uma parte de mim, a parte tarada, ficou ainda mais excitada com o perigo.

Encontrámos o pai dele na entrada da praça de alimentação. Eu tava super consciente de cada movimento. Cumprimentei ele com um beijo no rosto, tentando não me inclinar muito pra frente. Toda vez que eu dava um passo, eu sentia o vestido colando e descolando da minha buceta molhada. Era uma delícia e um tormento ao mesmo tempo. A gente foi andando pela praça de alimentação pra escolher onde comer, e cada subida de escada rolante foi uma tortura divina. Eu ficava atrás do Léo e do pai dele, e o vento que vinha de baixo batia direto na minha ppk, que já tava latejando. Eu segurava no corrimão com uma mão e com a outra segurava a barra do vestido, tentando disfarçar. Mas dentro, eu tava gemendo.

Na hora de sentar, foi pior ainda. Escolhemos aqueles bancos altos, daqueles que você tem que subir um degrau. O Léo me deu a mão, e quando eu subi, senti o vestido subir também e o ar gelado do shopping bater BEM no lugar certo. Eu soltei um “ai!” disfarçado. O pai do Léo olhou. “Tudo bem, Keeynia?”, ele perguntou, preocupado. “Tudo, sim, senhor! Só escorreguei um pouco”, menti, com a voz trémula. Sentei e cruzei as pernas NA HORA, bem apertado. Mas mesmo assim, a pressão da minha coxa contra a minha buceta era gostosa pra caralho. O tecido do vestido, preso entre as minhas pernas, ficava esfregando naquele ponto sensível a cada movimento mínimo que eu fazia.

O Léo, o desgraçado, tava adorando. Ele via a minha cara de constrangimento e tesão e dava aqueles sorrisinhos. Ele até ajudou a disfarçar, puxando papo com o pai dele sobre futebol, mas debaixo da mesa, o pé dele veio encostar no meu tornozelo e foi subindo, devagarinho, pela minha perna. Eu quase saltei da cadeira. O pai dele tava ali, a meio metro de distância, falando sobre o último jogo do Flamengo, e o filho dele tava me comendo com o pé! Era nojento, era errado, e eu tava AMANDO.

A gente ficou mais um tempão lá. Toda vez que eu precisava levantar pra ir pegar um guardanapo ou alguma coisa, era um suplício. Eu sentia o vestido grudado na minha buceta por causa do meu próprio mel, e quando eu levantava, dava a sensação de que ele ia levantar junto e mostrar tudo. Minha buceta tava tão inchada e sensível que eu conseguia sentir até a textura do tecido do banco através do vestido. O ápice foi quando eu deixei cair um guardanapo no chão. Me abaixei pra pegar, e o vestido, claro, abriu um pouco espaço. Na minha cabeça, eu jurava que todo mundo no shopping tava vendo minha buceta peluda e molhada. Levantei rápido, com o rosto em chamas, e o Léo me olhou com uma cara de “eu sei o que você tá sentindo, sua puta”.

Quando o pai dele finalmente disse que ia embora, eu quase soltei um suspiro de alívio audível. A gente se despediu, e mal o coroa virou as costas, o Léo agarrou a minha mão e puxou-me na direção contrária, pra saída do estacionamento.

“Você tá impossível, sabia?”, ele rosnou no meu ouvido enquanto a gente caminhava rápido pelo corredor. “O vestido tá todo marcado na sua buceta. Dá pra ver que você tá molhada pra caralho.”

Eu só conseguia gemer, envergonhada e excitada como nunca.

A gente não aguentou até chegar em casa. Mal entrámos no carro e fechámos as portas, a gente se atirou um no outro. Os bancos foram para trás, e o Léo, com uma força que eu nem sabia que ele tinha, puxou meu vestido para cima, expondo minha buceta completamente, lá no estacionamento meio escuro do shopping.

“Olha só o estado dessa ppk… toda inchada, vermelha… você é uma putinha mesmo, né?”, ele disse, enquanto enfiava dois dedos dentro de mim.

Eu gritei. Tava tão sensível que quase gozei na hora. Ele baixou as calças e meteu em mim de uma vez. A pica dele, que já tava dura como pedra, entrou na minha buceta molhada com um som nojento e gostoso. A gente transou ali mesmo, no carro, com os vidros embaçados, com medo de alguém passar. Cada bombada era uma mistura do tesão acumulado da tarde toda e da adrenalina de quase ter sido descoberta. Eu gemia alto, segurando no teto do carro, e ele me fodia com uma raiva gostosa, como se quisesse marcar território.

“Gosta de sair sem calcinha, sua exibida? Gosta que os outros possam ver?”, ele gritava, enquanto a pica dele batia no fundo de mim.

“Sim! Porra, sim, Léo! Goza nessa sua puta!”, eu gritei, sem me importar mais com nada.

Ele goçou dentro de mim com um rugido, e eu gozei junto, um orgasmo que parecia que tava puxando minha alma pelo corpo. A gente ficou ofegante, os dois suados, com o cheiro de sexo enchendo o carro.

Depois que a gente se acalmou, ele olhou pra mim e deu uma risada. “Agora imagina se meu pai soubesse o que a nora dele tava fazendo essa tarde toda.”

Eu dei um tapa no peito dele, rindo também. “Cala a boca, seu maluco!”

Mas no fundo, a gente sabia. Aquele foi um dos dias mais gostosos da nossa vida. E olha, desde então, eu raramente uso calcinha. É meu vício secreto! KAKAKAKA! 😝🔥

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