Janeiro 21, 2026

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Pedi Para Ele Me Limpar

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Era um sábado de sol forte em uma praia mais afastada, daquelas que ainda têm trechos quase desertos. A menina, chamada Luíza, tinha acabado de fazer 19 anos e estava com aquele corpinho dourado de quem passou o verão inteiro na água. Biquíni vermelho minúsculo, o tipo que some nas laterais e deixa pouca coisa pra imaginação.

Ela tinha bebido bastante água de coco e uma cerveja gelada atrás da outra. Quando sentiu a bexiga apertando de verdade, olhou em volta: quase ninguém por perto, só umas poucas pessoas bem distantes e o amigo dela, o Caio, deitado de bruços uns dez metros dali, mexendo no celular.

Luíza se aproximou dele devagar, agachou do lado e cutucou o ombro dele com o pé.

— Caio… vem cá rapidinho.

Ele levantou a cabeça, tirou o óculos escuro.

— Que foi?

Ela mordeu o lábio inferior, deu uma olhadinha pros lados e falou bem baixinho, quase sussurrando:

— Tô apertada pra caralho… mas não quero ir lá pros banheiros fedidos. Vem comigo ali atrás das pedras? Só pra dar uma segurada caso alguém apareça.

Caio riu meio sem acreditar, mas levantou na hora. Os dois caminharam uns cinquenta metros até uma formação de pedras grandes que fazia uma espécie de paredão natural. Do outro lado, ninguém via.

Luíza parou, olhou pra ele com aquele olhar meio safado, meio envergonhado.

— Fica de olho, tá? Não deixa ninguém vir.

Ela se agachou devagar, puxou a calcinha do biquíni pro lado com dois dedos. Caio ficou parado a uns dois metros, tentando não encarar diretamente, mas era impossível desviar completamente o olhar.

O xixi dela começou forte, barulhento, formando um arco que batia na areia e fazia um buraco escuro se abrir. Luíza soltou um suspiro aliviado longo, quase um gemidinho, e olhou pra cima pra ver se ele ainda estava olhando.

— Tá vendo tudo, né, seu safado? — ela riu, sem parar o jato.

— Você que chamou, eu só tô obedecendo ordens — ele respondeu, já com a voz mais rouca.

Quando terminou, ela ficou ali agachada ainda uns segundos, balançando levemente o quadril como quem sacode as últimas gotas. Aí olhou pra baixo, fez careta e falou:

— Ai, ficou tudo molhado… sujou um pouco a virilha também. — Ela fez uma pausa, olhou direto nos olhos dele. — Você limpa pra mim?

Caio engoliu seco.

— Sério?

— Sério. Usa a mão mesmo. Tem uma garrafinha d’água na minha bolsa ali.

Ele pegou a garrafinha, molhou um pouco a mão e se aproximou. Luíza continuou agachada, pernas um pouco abertas, sem nenhuma vergonha agora. Passou a mão devagar por entre as pernas dela, limpando primeiro as gotas que escorriam pela parte interna da coxa, depois subindo com cuidado na virilha, nos lábios externos, no monte de vênus. Ela fechou os olhos e mordeu o lábio de novo, claramente gostando do toque.

— Tá gostando, né? — ele provocou baixinho.

— Cala a boca e faz direito — ela respondeu, mas a voz saiu manhosa.

Ele terminou de limpar, enxugou com a palma da mão seca e aí ela mesma abriu o lacinho lateral do biquíni que tinha soltado antes. Estendeu a calcinha pra ele.

— Agora coloca de volta. Com calma.

Caio se ajoelhou na areia quente, segurou o tecido minúsculo pelos dois lados e foi subindo devagar pelas pernas dela. Quando chegou na altura da virilha, passou os dedos de leve por cima do tecido já colocado, ajustando bem no meio, sentindo o calor que ainda emanava dali. Luíza deu um suspiro curto e segurou no ombro dele pra se equilibrar.

Depois que terminou de amarrar os lacinhos, ela ficou de pé, puxou ele pela nuca e deu um beijo rápido, mas com língua, bem molhado.

— Valeu pela ajuda, amigão — sussurrou no ouvido dele. — Quem sabe da próxima eu não te peço pra… secar de outro jeito.

E saiu andando na frente, rebolando mais do que o normal, sabendo exatamente que ele estava olhando cada passo.

Caio ficou parado uns segundos, respirando fundo, tentando se recompor antes de voltar pro lugar deles como se nada tivesse acontecido.

Mas os dois sabiam que alguma coisa tinha mudado ali, atrás das pedras, naquela tarde de sol.

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