Por

Fevereiro 19, 2026

4 Visões

Fevereiro 19, 2026

4 Visões

Virei Vadia Pro Lucas

0
(0)

Meu corpo ainda dói de um jeito bom, sabe? Tipo uma lembrança latejante entre as pernas toda vez que eu me mexo. Eu tava em casa sozinha, pais viajando, o calor do fim de tarde grudando na pele. Eu tinha passado o dia inteiro pensando nele – o Lucas, aquele amigo do rolê que sempre me olha como se quisesse me devorar. A gente se pegou umas vezes antes, beijos rápidos, mão boba no carro, mas nunca passou disso. Ontem eu decidi que queria mais. Muito mais. Mandei mensagem: “Tô sozinha em casa. Vem.” Ele respondeu em menos de um minuto: “Chego em 15.” Quando ele entrou pela porta, eu já tava sem sutiã por baixo da camiseta fina, shortinho de algodão molhado só de imaginar. Ele nem falou oi direito – me prensou contra a parede da sala, boca na minha com fome, língua invadindo como se tivesse esperado isso a vida inteira.

Eu gemi na boca dele, sentindo o pau duro roçando na minha barriga através da calça jeans. “Você tá molhada pra caralho, Mari”, ele murmurou, enfiando a mão no meu short sem cerimônia. Dois dedos deslizaram fácil pra dentro, porque eu já tava encharcada desde a hora que mandei a mensagem. Eu arqueei as costas, apertando os seios contra o peito dele, pedindo mais sem palavras. Ele me virou de costas, puxou meu short e a calcinha pra baixo de uma vez, deixando tudo exposto. Eu apoiei as mãos na parede, empinando a bunda pra ele. Senti a cabeça grossa roçando na entrada, me provocando, espalhando meu mel por toda a extensão. “Por favor… mete logo”, eu implorei, voz rouca de tesão. Ele não esperou.

Empurrou devagar no começo, me abrindo centímetro por centímetro, até eu sentir ele todo fundo, preenchendo cada espaço vazio. A sensação era absurda – quente, grosso, pulsando dentro de mim. Ele segurou minha cintura com força e começou a meter ritmado, batendo fundo a cada estocada. Eu gemia alto, sem me importar se o vizinho ouvia, porque o prazer era maior que qualquer vergonha. “Caralho, Mari… sua buceta é apertada pra porra”, ele grunhiu no meu ouvido, uma mão subindo pra apertar meu peito, beliscando o bico duro. Eu rebolava contra ele, querendo mais fundo, mais rápido. O som molhado das nossas peles se chocando enchia a sala, misturado com meus gemidos e os dele baixos e sujos.

Ele me virou de frente de novo, me levantou pelas coxas e me encostou na parede. Entrei nele assim, pernas enroladas na cintura dele, ele metendo pra cima enquanto eu descia. Cada movimento acertava em cheio no ponto que me fazia ver estrelas. Eu cravava as unhas nas costas dele, mordia o pescoço, sussurrando coisas que eu nunca diria em voz alta: “Me fode mais forte… me usa… quero sentir você gozar dentro.” Ele acelerou, batendo com força, o pau inchando ainda mais. Eu gozei primeiro – um orgasmo violento, tremendo toda, apertando ele com força lá dentro, gozando tanto que escorreu pelas minhas coxas.

Ele não aguentou: gemeu alto, enterrou fundo e gozou jorrando, enchendo tudo de porra quente. Senti cada jato pulsando, me marcando por dentro. Ficamos ali uns segundos, ofegantes, suados, colados. Ele ainda dentro de mim, amolecendo devagar, nossa mistura escorrendo pelas pernas. Ele me beijou devagar dessa vez, língua suave, como se quisesse gravar o gosto. Depois me carregou pro sofá, me deitou de lado e entrou de novo – devagar, preguiçoso, só pra sentir. Não era mais foda bruta, era tesão lento, ele roçando devagar enquanto eu apertava em volta dele, gemendo baixinho. Gozei de novo assim, suave, ondas quentes me percorrendo inteira, e ele gozou mais uma vez, enchendo o que já tava cheio.

Agora tô aqui, deitada na cama, sentindo tudo latejar, a buceta inchada e sensível, a porra dele ainda escorrendo um pouco quando eu me mexo. E sabe o que eu tô pensando? Que quero mais. Quero ele me pegando de novo, em qualquer lugar, de qualquer jeito. Porque ontem eu descobri que sou capaz de ser uma vadia completa quando o tesão manda – e puta merda, como isso é bom.

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

Nós mudar os papéis, agora a cadeira me toca a

relatoseroticos.es

22/08/2013

Nós mudar os papéis, agora a cadeira me toca a

Dismay

relatoseroticos.es

23/11/2015

Dismay

Treino Sem Calcinha

carol

07/02/2026

Treino Sem Calcinha
Scroll to Top