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Vizinho curioso
Esta é a história do novo vizinho do meu namorado que é, digamos, curioso.
Sempre fomos um casal bastante liberal. O meu namorado mais do que eu, mas fui aprendendo com ele a ser cada vez menos pudica. Tenho 28 anos, ele tem 35 e temos dois anos de namoro.
Eu ainda moro com os meus pais, apesar de visitar regularmente o apartamento dele, onde acabo por ficar muitas vezes. Temos o hábito de andar em roupa interior em casa, principalmente nos dias mais quentes de verão. Estamos bastante confortáveis com o nosso corpo e temos essa intimidade um com o outro.
Eu por vezes ando só de cuecas, porque as mulheres sabem como é desconfortável o soutien. O prédio da frente é relativamente perto, mas o apartamento estava desocupado desde que conheci o meu namorado. Então sabia que alguém nos poderia ver, mas o sítio mais provável onde isso poderia acontecer não tinha ninguém. Até chegámos a comentar um com o outro em tom de brincadeira que talvez nos vissem, mas nunca demos grande importância.
Há um dia em que ele me liga, e diz que estão a fazer mudanças no apartamento da frente. Por isso preciso de começar a ter mais cuidado. Eu disse que sim, que claro que sim. Mas na verdade pensei para mim que não ia mudar nada.
Nessa semana, acabei por ir jantar com ele e fiquei lá em casa. No dia seguinte ele acordou mais cedo para ir trabalhar, eu fiquei até um pouco mais tarde. Já não me lembrava da conversa dos vizinhos, então levantei-me só de calção de pijama. Estava calor, o apartamento era quente. Fui tomar o pequeno almoço na sala, com o peito de fora quando reparei num senhor no apartamento. Assim que me viu desviou o olhar. Tinha cinquenta e muitos anos, e estava a abrir as caixas com a esposa, deduzi eu.
Mas reparei, ele não me viu, que na janela do lado estava um miúdo, imaginei que o filho, com uns 19 anos a olhar para mim. Fingi que não reparei e acabei de tomar o pequeno almoço. Fui tomar banho e essa imaginei excitou-me muito, masturbei-me no duche a pensar que tinha sido observada. Não contei nada para o meu namorado.
Mas continuei com aquela imagem na cabeça. A partir daí, sempre que ficava lá em casa forçava para andar cada vez mais despida. Aquela ideia despertou uma nova tesão em mim.
Um dia em que estamos no quarto, íamos dormir, noto que a janela do apartamento da frente tem a luz ligada, naquele quarto onde o rapaz me viu. Então aproximo-me da janela, finjo que vou ver o telemóvel, e percebo que ele está a ver. Encosto os meus seios ao vidro e discretamente digo-lhe adeus. Ele apaga a luz e fica envergonhado, mas percebo que continua a olhar. Então fico cheia de tesão…
Acendo a luz do quarto e vou beijar o meu namorado. Ele não se apercebe do que se passa, estranha o meu comportamento, mas não me nega. Então eu vou chupa-lo. Devagar no início, só na cabeça. Lambo devagar, ele beija-me. Cospe-me na boca e eu sei que significa que é para o lubrificar. Eu começo a metê-lo todo, ao ritmo do meu namorado, na boca. Quando ele já está duro, deita-me na cama e vai-me chupar. Eu olho pela janela, enquanto o meu namorado está com a cabeça no meio das minhas pernas, e vejo que o rapaz se está a masturbar com o espetáculo. O que me deixa com mais tesão ainda. Venho-me na boca do meu namorado. Digo-lhe para parar, que agora o quero montar. Então sento-me de costas para o meu namorado e de frente para a janela, e fico a olhar com tesão para o vizinho, a cavalgar em cima do meu namorado, até ele se vir dentro de mim. Até ao vizinho se vir do lado de lá da rua. Tão perto, e tão longe. Apaguei a luz, dormi tão bem.


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