Novembro 18, 2025

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Academia

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Como um cara de 45 anos que gosta esportes, a musculação se tornou uma obrigação para mim. Não é exatamente o que eu curto, mas evita lesões em outras práticas esportivas. No entanto, há um aspecto positivo em frequentar uma academia: o culto ao corpo. Jovens e adultos, todos em busca de aprimorar sua aparência física. E para um observador como eu, não há nada melhor do que “comer com os olhos” os corpos femininos que desfilam em roupas justas, ressaltando bumbuns e seios – muitos deles siliconados – expondo barrigas tonificadas e pernas saradas. Não é raro que eu fique excitado, admirando essa vitrine erótica.

É verdade que todos temos nossas preferências. No meu caso, é uma loba morena, com cabelos longos e pretos – provavelmente tingidos – que exibe uma força impressionante e um corpo completamente definido. Ela está sempre vestida com tops e leggings justas, levantando quantidades enormes de peso nos agachamentos, a calça quase estourando de tão apertada. A calcinha que ela usa marca na virilha, e nunca vi marcas no bumbum, então imagino que ela opte por fio dental durante os treinos. Seu top revela seios grandes e uniformes, quase como os de atrizes pornôs.

Numa noite, deixei de lado qualquer escrúpulo e a observei avidamente enquanto empurrava o leg press. Ela percebeu meu olhar, e eu estava com um tesão danado, mesmo ainda terminando meu treino. Pela expressão no rosto dela, parecia que minha atenção a incomodava. Nada aconteceu, e voltei para casa, onde acabei fazendo uma homenagem a ela sozinho.

Dois dias depois, numa sexta-feira, era mais um dia na academia. E lá estava ela, a gostosa. Como não era o final do treino, fiquei rodeando-a à distância. Percebi que não usava aliança, o que me indicou que não tinha nenhum compromisso. Continuava com o mesmo estilo de roupas, um verdadeiro pedaço de carne tesuda. Sou tímido, nada obsessivo, mas a ideia de abordá-la na academia me intimidava. Talvez, em uma festa ou bar, eu teria coragem.

Chegou um momento em que ela percebeu que eu a estava olhando; nossos olhares se cruzaram algumas vezes. Apesar da minha timidez, mantive o contato visual, tomando cuidado para não criar uma situação constrangedora. Em certo momento, fui até o bebedor de água, que fica em um canto da academia, e comecei a encher minha garrafinha. Foi então que ouvi a voz dela atrás de mim.

“Boa noite. Tudo bem?”, uma bela voz um pouco rouca.

“ Boa noite. Estou bem, e você? Quer usar o bebedouro?”, respondi educadamente.

“ Tô bem. Não quero usar o bebedouro, mas quero saber por que você fica me olhando?” Ela disse, meio séria.

Por um segundo, avaliei a situação. Poderia ser interpretado como assédio, mas eu não estava colado nela. A música estava alta o suficiente, e não havia ninguém por perto para ouvir nossa conversa. Não deveria acontecer nada, a menos que levantássemos o tom de voz. Então, resolvi arriscar:

“Sua força é realmente impressionante. Você me chama a atenção,” falei firme, olhando em seus olhos e desviando para os seios saltados em um top de decote generoso. “Importa-se que eu olhe?”

“Um pouco…” ela respondeu, um tanto encabulada.

“Como se chama?” perguntei, mostrando segurança.

“Roberta, e você?”

“Pedro. Prazer em conhecê-la, Roberta. Preciso terminar meu treino ainda… Mas como você já sabe, estou sempre por aqui.”

“É, eu também preciso acabar o meu,” ela disse, esboçando um meio sorriso.

“Pode ir na frente,” conduzi-a levemente pela cintura e, com um tom irônico, acrescentei, “Tenho que olhar mais algumas coisas.”

Ela virou-se e respondeu “Sei,” com um leve desdém. Não pude evitar de fixar os olhos naquele bumbum proeminente. Roberta se dirigiu para os aparelhos que ia usar, e eu terminei o resto do meu treino, que durou cerca de 20 minutos. Quando estava a caminho da saída, vi que Roberta vinha na mesma direção.

“Está pago o treino de hoje?” disse, tentando puxar conversa.

“Sim. Agora vou para casa jantar.”

“Janta merecida. Mora longe daqui?”

“Não, muito. Perto da Praça da Santa Cecília. Dá para ir a pé, mas como venho do trabalho, estou de carro.”

“Onde está seu carro?”

“Parei no estacionamento 2.”

“Também estou no 2. Espere um pouco, vou pegar minha mochila e podemos conversar.”

Ela sinalizou que esperaria, aguardando ao lado do bebedouro enquanto fui buscar minhas coisas. Para contextualizar, eu também fazia treinos de natação e deixava uma troca de roupa em um armário particular. Já eram quase nove horas da noite, e o estacionamento 2 tinha poucos carros. Não chegava a ser ermo, mas a iluminação era meia-boca. No caminho, mantivemos uma conversa normal, falando sobre nossos trabalhos e compromissos, enquanto eu admirava os atributos dela.

Chegando ao estacionamento 2, ela falou:

“Estou ali no fundo.” e apontou para a primeira fila de carros.

“Também estou por ali. Sou o último. Quando cheguei, estava tudo cheio.”

Fomos andando em direção aos nossos carros.

“Quando chego, a academia está lotada, mas logo esvazia. Sempre paro longe.”, completei.

“Esse é meu carro,” ela disse, apontando para ele enquanto ia em direção à porta do motorista.

“Ah, o meu tá logo ali.”

“Bom, tchau. Foi bom te conhecer. Preciso fazer janta ainda.” Roberta se posicionou para dar um beijinho de despedida.

“Eu também preciso jantar.” Inclinei-me para beijar o rosto dela e, em seguida, dei um selinho.

Ela retribuiu, e começamos a nos beijar fervorosamente. Quando deslizei minhas mãos pelo bumbum dela, apertando aqueles montes, ela deu uma risada e disse:

“Gosta deles, né?”

“Pra caralho, e não só deles”, respondi, prensando-a contra o carro dela.

Lambi o lóbulo da orelha dela, chupando seu pescoço e saboreando o colo salgado de suor da musculação que o decote dela me oferecia. Ela abriu a porta do seu T-Cross e se acomodou no banco do motorista, mas interrompeu meu ímpeto, empurrando meu peito para me afastar.

“Preciso jantar.”

“Eu também preciso. Posso jantar com você?”, ofereci.

“Quer jantar comigo ou me jantar?!” Ela deu uma risadinha ao encostar sem querer no meu volume por cima do short.

“Pensei em você mais como entrada, enquanto uma comida japonesa chega no seu apartamento. O que acha?” Dei um beijo, mordiscando o lábio inferior dela e deslizando a mão em um dos seios.

“Você acha que é uma boa ideia?”

“Não vejo ideia melhor. Posso te acompanhar até o seu apartamento.”

“Adoro comida japonesa. Você conhece um bom delivery, não? Vou te esperar ali no portão do estacionamento.”

Ela entrou no carro e, logo depois, já estava dirigindo atrás dela. Levamos uns 5 minutos, e realmente o prédio onde morava era perto. Ela entrou na garagem, e eu parei em uma vaga próxima à portaria. Apertei a campainha e informei que estava esperando a Roberta. A voz grave do interfone pediu para eu aguardar. Em minutos, Roberta apareceu e pediu para me liberar. Subi e a segui em direção ao hall de entrada do prédio. Tentei abraçá-la por trás, mas ela se desvencilhou.

“O Sr. Galvão, o porteiro, vê tudo pelas câmeras. Não quero ser assunto de fofoca do prédio.”

Fiquei atrás dela esperando o elevador, mirando seu traseiro. Assim que ele chegou, ela entrou e se posicionou um pouco de lado para eu entrar. Fui logo para trás dela, no meio do elevador, quase a prendendo junto a parede do elevador. Meio que confirmei:

“Agora, só tem essa câmera na porta do elevador?”

“Sim, por quê?”

Mal ela falou, dei uma bolinada em seu bumbum.

“Se não se mexer, o Sr. Galvão não vai notar,” ri.

“Filho da puta!” ela exclamou, rindo.

Quando saímos do elevador, começamos a nos atracar acaloradamente. Ela teve dificuldades para destrancar a porta do apartamento, tal era nossa luta corporal. Encostamos na pia da cozinha por alguns momentos, alisando o corpo um do outro com toques intensos. Num instante de de respiro, ela disse:

“Vou fazer um shake para a gente. Quer um pouco de água antes? É melhor pedir nossa janta.”

Tirei o celular da mochila e procurei no aplicativo de entregas o restaurante japonês que eu gostava. Enquanto fazia as escolhas no cardápio, ela me entregou o copo com a bebida.

“Termina o pedido. Vou tomar um banho. Depois, pode ir se quiser.”

Sorri e afirmei que iria. Ela me deu um selinho antes de se dirigir ao quarto. O som da água do chuveiro começou a ecoar suavemente pelo apartamento. Terminei o pedido pelo aplicativo e preparei meu shake, enquanto começava a vagar pelo espaço dela, observando tudo ao meu redor. O ambiente era bem limpo e organizado, com uma decoração nitidamente feminina que acrescentava um toque acolhedor. Um cheiro adocicado pairava no ar.

Entrei na suíte e notei que o armário estava aberto, com uma gaveta levemente puxada. Curioso, dei uma olhada e, à primeira vista, vi lingeries bem sexy. Ao puxar um pouco a gaveta, deparei-me com uma variedade de objetos: dildos, vibradores, prendedores, algemas, chicotes, plugs… Uma coleção impressionante de brinquedos eróticos. Pego um plug metálico adornado com uma pedra rosa, admirando-o por um momento.

Despi-me e coloquei minhas roupas em uma escrivaninha próxima à cama de casal. Com passos silenciosos, fui até a porta do banheiro e fiquei observando enquanto ela lavava seu corpo atlético. Reparei nas marcas do biquíni fio dental em sua pele. Abri a porta embaçada, e ela logo me puxou para debaixo da água, aceitando seu convite. Assim que ela passou os braços em volta da minha cabeça, sorrindo, senti um impulso de força e a girei de frente para a parede, onde ela apoiou as mãos contra os azulejos molhados. Passei a mão no seu rego. Ela prontamente empinou o bumbum, forçando contra o meu pau que respondeu ao estímulo dela.

“Vem,” disse ela, olhando de costas para mim.

“Tenho um presentinho para você,” sussurrei em seu ouvido.

Ela logo sentiu o toque metálico contra suas nádegas e sorriu brevemente ao ver o objeto em minha mão. Abrindo um pouco mais as pernas, deu a permissão que eu desejava. Segurei sua barriga e empurrei delicadamente o plug anal. Ela começou a rebolar suavemente, , encaixando-o devagar. Admirei seu rabo, com aquele detalhe decorativo brilhante.

Devidamente plugada, ela se virou para mim e, sob a água que escorria em nossos corpos, começamos a nos beijar intensamente. Ela me ensaboou, e depois enxaguou. Saímos do box e nos secamos levemente, apreciando o corpo um do outro.

Sentei na cama de casa. Ela pegou uma camisinha na gaveta próxima e agasalhou meu pau. Ajoelhou-se sobre meu quadril, revelando sua forma definida. Alisei sua boceta definida e percebi que estava mais úmida dentro do que fora. Ela abaixou, encaixando meu membro devagar. Sentia minha glande atritando nas paredes de sua vagina. Delícia. Aqueles seios grandes pulavam a cada cavalgada.

Fomos nos movendo para o centro da cama. Apoiei os pés no lençol e ela se curvou sobre mim, esperando minha ação. Agarrei meio que seu quadril, meio que seu bumbum. Comecei a socar forte com ela emcima. Ela gemia.

“Puta do caralho”, falei. Ela respondeu com um “safado”. Meu pau pulsou algumas vezes. Grunhi. Senti seu corpo largado sobre o meu. Meu leite esguichou dentro da camisinha. Movimentei meu quadril para esvaziar todo o meu sêmen. Ela virou-se de barriga para cima. Ficou me olhando com o rosto levemente corado e falou quase sussurrando:

“Acho que temos que nos vestir. Daqui a pouco, chega nossa comida.”, lembrou.

“Sim”, tirei a camisinha e dei um nó nela. “A entrada eu já comi.”

Ela respondeu com um sorriso travesso. Peguei minha troca na mochila: uma camiseta branca e uma bermuda bege. Ela vestiu um short doll de cetim preto, que consistia em uma regatinha bem aberta, revelando o contorno de suas mamas, enquanto os bicos marcavam o tecido delicado. A calcinha asa delta, bem cavada e rendada, pouco escondia seus pelos pubianos bem aparados.

A campainha tocou. Era nossa comida. Ela foi em direção ao closet para pegar um robe branco logo atrás de mim. Ao passar por mim, interrompi seu caminhar, peguei um chicote que estava no armário e acertei sua nádega esquerda. Ela soltou um “Aí” e voltou-se para mim.

“Vire de costas um pouco.”

Coloquei a mão no seu bumbum, afastando sua calcinha, e retirei o plug do cuzinho dela. Conferi de leve a abertura anal com meu dedo indicador. Então, abaixei e peguei um salto alto geométrico preto bem brilhante, mandando-a calça-lo.

“Viu? Cuido de você. Vai ser minha cadelinha.”

Pondo o robe, ela brincou: “Posso pegar nossa comida, senhor? O entregador está esperando.”

Abri o robe, criando um decote bem profundo, com seus peitos escondidos pela regatinha indecente.

“Agora, pode ir, minha cadelinha.”

Dei corda para a brincadeira. Ela saiu empinada, cheia de confiança, em direção à porta do apartamento. Fui para a sala de estar atapetada, que se conjugava com a sala de jantar, e sentei-me no confortável sofá para duas pessoas. Havia uma mesa de centro ali. Logo, ela apareceu com duas sacolas plásticas, cheias de potes com os nossos pedidos.

“Onde ponho a comida?”

“Pode ser aqui.” Apontei para a mesa de centro. “Deixe o robe na cadeira da sala de jantar. O entregador gostou do que viu?”

Ela tirou o robe e voltou para montar nosso jantar.

“Acho que sim. A pica dele parecia estar crescendo.”

Com o chicote em minhas mãos, dei uma leve chibatada nela.

“Ele pode ver, admirar… Mas a pica que você vai ter vai ser só minha, ok?”

“Sim, senhor,” ela respondeu, enfatizando o “senhor”.

“Acho que estamos criando uma dinâmica interessante.”

“Que dinâmica, Pedro? Do que você fala?”

Dei-lhe outro corretivo leve e disse:

“Você vai ser minha cadelinha. E eu, seu dono. Vou te pedir e te corrigir quando não estiver ao meu contento. Gosta da ideia?!”

“Gosto,” ela respondeu, quase timidamente.

“Então, de joelhos e com as mãos em suas coxas, afirme que quer que eu seja seu dono.”

Ela ajoelhou-se, um pouco encabulada, olhou para mim e disse:

“Quero que seja meu dono,” quase constrangida.

Curvei-me para frente e beijei-a ternamente.

“Vai ser minha cadelinha. Tem alguma restrição sobre o que posso fazer com você?”

“Como assim? Não gosto de sangue, urina, fezes. Também não curto animais. E não quero ser machucada ou cortada. Acho que só isso.”

“Vamos combinar que, se eu me extrapolar, você dirá ‘tomate.’ Ok? Repita: ‘tomate!’ De outra forma, continuarei com minhas vontades. Algo mais que eu deva saber?”

“Tomate!” disse decidida. “Acho que você sabe tudo que quero por agora.”

Dei outro beijo nela e levantei seu queixo, fazendo-a olhar para mim. Ela ficou de pé, em posição de espera, com os braços estendidos ao lado do corpo, sobre seus saltos altos. Olhei de cima a baixo, como se avaliasse algo valioso. Toquei com o bastão do chicote na parte interna de seus joelhos, subindo suavemente pelas coxas, em direção à sua virilha, fazendo-a sentir um toque firme, mas delicado. Rocei o bastão como se fosse um dildo por cima da calcinha dela.

“Monte a mesa!” ordenei. “Você tem um vinho?”

Ela apontou para uma pequena adega elétrica. “Ali.”

“Quando me responder, diga ‘senhor’ ou ‘Pedro’ ao final.”

“Ali, senhor,” completou, honrando nosso recente acordo.

Escolhi um vinho tinto e servi duas taças. Voltei ao sofá. Ao me recostar, ela já terminava de arrumar os potes. Dei uma taça para ela, fizemos um “tim-tim” e experimentamos o vinho, que era um tanto suave, próprio ao paladar feminino. Fiz um gesto para que ela se sentasse ao meu lado esquerdo. Ela se acomodou com uma postura perfeita. Alisei suas coxas e a beijei novamente.

“Podemos comer, senhor?” perguntou com um toque de ironia.

“Sim, podemos, Roberta. Come de tudo?”

“Do que pedimos, gosto de tudo.”

Peguei um nigiri com o hashi, molhei brevemente no molho de soja e coloquei na boca dela. Uma gota de shoyu pingou em seu colo. Ela se moveu para se limpar, mas impedi seu gesto.

“Pode deixar.”

Deslizei as alças de sua regatinha pelos ombros. O cetim escorregadio desceu até sua cintura, exibindo seus belos seios com auréolas escuras e bicos delicadamente erguidos, que despertavam meu libido. Lambi a gota de molho.

“Encoste-se no sofá para ficar mais à vontade,” ofereci.

Ela se reclinou para trás, ajeitando-se para ficar confortável. Perguntei:

“O que quer comer primeiro?”

“Quero um maki de salmão.”

Arrumei o pratinho de molho dentro do de maki e posicionei para que ela pegasse com o próprio hashi. Ela se serviu. Peguei outro maki, mas apoiei-o sobre seu peito siliconado, abocanhando o sushi como um cachorro faminto servido em uma bela tigela. Jantamos nessa brincadeira, e eu me satisfazia a cada momento, aproveitando o colo dela. Lambia o prato enquanto comia. Notei que seus bicos ficaram duros, e eu os mordiscava ou beliscava com os palitinhos.

Fomos conversando sobre assuntos triviais, conhecendo-nos um pouco mais. Ao fim do jantar, ela se levantou — a regatinha caiu no chão — e foi arrumar a louça, jogando fora nosso lixo.

Enquanto isso, fui ao closet dela, buscando um par de algemas e duas fitas de cetim que estavam lá. Retornei à sala e afastei a mesa de centro, deixando o tapete felpudo, creme e macio, livre. Quando ela voltou, perguntou:

“O que está fazendo?”

Dei-lhe um tapa suave no seio e corrigi:

“Lembre-se do ‘senhor’.”

“O que vai fazer, senhor?” disse ela, revelando uma expressão de surpresa.

“Você vai ver. Ajoelhe-se aqui,” apontei para o tapete felpudo. “Onde tem uma vassoura?”

“Lá, no fundo da cozinha. Dentro do armário branco, senhor,” falou, ajoelhada.

Antes de ir à cozinha, algemei-a com os braços estendidos à frente, acariciando sua cabeça como se faz com um animal de estimação. Ao voltar, desenrosquei o cabo da vassoura diante dela, quase como um ritual. Tirei minha camiseta e bermuda, ficando apenas de sunga preta, com o volume já denunciando meu interesse. Seus olhos me seguiam, atentos a cada movimento.

“Deite-se,” ordenei. Ela obedeceu, um sorriso provocativo nos lábios.

“Assim, senhor?” perguntou.

“Sim, está perfeito.” Comecei a puxar sua calcinha, e ela ajudou, remexendo os quadris. Coloquei seus braços para trás, deixando-a nua e à minha mercê.

Peguei o cabo da vassoura e apontei para sua intimidade, observando a expressão atônita em seu rosto. Encostei a ponta em seus grandes lábios, exercendo uma leve pressão, como se estivesse prestes a penetrá-la. Sua voz soou trêmula: “Pedro, tem certeza?!”

Olhei-a de forma desafiadora. Receosa, abriu as pernas timidamente. Empurrei o cabo devagar. Vi suas pernas torneadas se contraírem, na expectativa de um ato iminente. Parei a ação por um instante, admirando seu corpo musculoso e tenso, um sorriso largo se formando em meu rosto.

Escorei o cabo ao lado do corpo dela e segurei um tornozelo, abrindo uma das pernas. Fiz o mesmo com a outra, deixando-a completamente exposta e vulnerável, sempre me fitando com seus olhos. Amarrei uma fita de cetim a um extremo do cabo e prendi seu tornozelo esquerdo. Fiz o mesmo com o outro tornozelo. Amarrados ao cabo, agora mantinha suas pernas escancaradas e firmemente presas.

“Muito bem, fique assim,” disse maldosamente, como se não tivesse outra opção. Em seguida, fui até o quarto.

Vasculhei seu armário e encontrei mais do que precisava. Quando retornei, fiquei de pé na frente dela, admirando e avaliando-a.

“Vai me fuder?” Imobilizada e submetida, me perguntou.

“Quer que te coma?”

“Se você quiser.” Disse com desdém e um pouco desafiante. “Tô presa.”

“Com certeza, vou te fuder.” Alisei meu cacete por dentro da sunga enquanto colocava alguns brinquedos do lado dela. “Mas antes quero me divertir com você.”

“O que vai fazer?”

Dei-lhe duas chibatadas firmes nos seios, em um movimento rápido de ida e volta. Dois vergões vermelhos surgiram, um em cada seio, e ela gritou.

“Sem gritos, por favor. Quer mais?” Ordenei com um tom irônico.

“Você quer dar mais?” Desafiou.

Acertei as partes internas de suas coxas, fazendo a pele sensível estalar sob o impacto, provocando uma onda de reação que a fez estremecer.

“Ainda quero mais.” Informei com vontade. “Consegue virar de lado? Quero ver sua bunda.”

Ela se esforçou para virar de lado, amarrada, expondo seu glúteo bem definido pela academia.

Ela se esforçou para virar de lado, amarrada, expondo seu glúteo bem definido pela academia.

“Boa menina.” Elogiei sarcasticamente.

Ralhei sua bunda, enquanto ela abafava os gritos, lutando para expor ainda mais sua nádega, numa mistura de dor e submissão.

“Muito bem. Pode descansar.”

Ela relaxou o corpo, levemente ofegante, os olhos brilhando com uma mistura de alívio e expectativa.

“O que achou?”

“Adoro ser sua.”

“Te deixa molhada?”

“Levemente, senhor. Pode conferir.”

Ela olhava para baixo, querendo indicar sua gruta.

“Ainda não. Um pouco mais.”

Dei-lhe algumas bofetadas sobre seu monte de Vênus. Ela reagiu mordendo os lábios, virando o rosto, uma mistura de dor e prazer estampada em sua face.

“Acho que fizemos um bom trabalho. Deixa eu cuidar de você.” Falei com um tom piedoso.

Levantei sua cabeça e coloquei um travesseiro confortavelmente embaixo dela.

“Melhor assim? Está confortável? Ainda temos um bom tempo juntos.”

Ela acenou que sim. Abri um frasco de óleo de massagem que havia pegado no guarda-roupa dela, esfregando-o nas mãos para aquecê-las. Comecei acariciando seus pés, subindo lentamente pelo corpo. Senti seus músculos enrijecidos sucumbirem ao toque firme das minhas mãos, explorando seu corpo hercúleo.

“Fez muita academia hoje? Agachamentos, né? Fiquei de olho no seu rabo.” “Sim, senhor,” ela sorriu, ciente de que eu não parava de observá-la na academia. “Posso sentir seus músculos tensionados.”

Minhas mãos deslizavam firmemente por suas coxas, desenhando sua virilha com cuidado, evitando tocar na sua intimidade. Ela me olhava tesuda, ansiosa por mais.

“O óleo com arnica vai acalmar esses vergões,” comentei.

O aroma exalava uma mistura refrescante de limão e eucalipto, criando uma atmosfera de excitação, quase como uma sauna. Minhas mãos delineavam seu quadril, segurando seu bumbum, enquanto ela arqueava para permitir que minhas mãos agarrassem com mais força. Delicadamente, delineei seus seios, alisando com carinho.

“Siliconados?”

“Sim, senhor.”

“Gosta, senhor?”

“Gosto. Te dá um ar de puta.” Apertei levemente os bicos. “Falta massagear mais algum lugar?” Eu dei um beijo nela.

“Minha xoxotinha, por favor, senhor.”

Dei uma risada, achando engraçado.

“O que disse?” perguntei em tom de chacota.

“Minha piriquita, senhor.”

“Tem vergonha de falar?”

“Não, senhor, aprendi assim.”

“Quando estiver nua e à minha disposição, vai dizer com todas as palavras: ‘Quero que foda minha xana, boceta, gruta, cuzinho, boca.’ Entendido? O que quer, então?”

“Quero que massageie minha boceta, senhor. Me faz gozar!”, ela demandou.

“Ainda não, mas vou dar um pouco do que quer. Agora que aprendeu a pedir do jeito certo.”

Molhei as mão de novo com o óleo. Coloquei minha palma sobre seu pêlos pubianos e meus dedos próximo a entrada da sua fenda. Pressionei os dedos, afastando seus grandes lábios. Ela curvou seu corpo, permitindo meu dedo entrar sem restrição. Penetrei-a devagar com dois dedos. Explorei sua gruta quente, úmida, ardendo de desejo. Toquei todo seu interior o mais fundo possível. Tirei devagar os dedos dela. Lambuzados de mel dela, enfiei-os na boca dela. Ela chupou-os. Pus na minha, também. Queria sentir o gosto dela.

“Está bem molhada, hein? Gostosa…”, disse, criando uma dúvida se falava do mel dela ou ela mesma. Eram os dois.

Peguei um vibrador dela, liguei e mostrei para ela. Ela mordeu os lábios. Aproximei o vibrador de um de seus mamilos.

“Sensível!?”

“Sim,” confirmou, a voz trêmula de desejo.

Brinquei com o outro mamilo também. Alternava o vibrador com as pontas dos meus dedos. Segurava os seus bicos e rodava com se fossem dois botões. Aliviava e massageava os melões com as palmas das mãos. Mamei-os. Suguei-os. Sentia os bicos dela durinhos quando esfregava minha língua neles. Fui beijando sua barriga. Beijei e lambi todo o entorno de sua virilha. Ela tentou segurar meu rosto com suas coxas. Lembrou-se que estava amarrada ao cabo de vassoura. Encostei o vibrador levemente em cima do lábio próximo ao seu grelo. Ele estava intumescido, rosadinho. Tremeram os grandes lábios dela, quando contornei o triângulo de sua virilha com seu brinquedo.

“Não para, que vou gozar,” pediu.

Desliguei o aparelho e olhei nos olhos dela.

“Ainda não. Só quando eu quiser, ok?”

Ela fez força com os lábios. Liguei o vibrador novamente e encostei na entrada da sua gruta. Notei que ela escorria de dentro. Ela me olhava sedenta, estremecendo. Desencostei o aparelho, e ela relaxou o corpo, arfando levemente. Inspirou profundamente. Coloquei o aparelho de novo, agora levemente dentro dela. Sua boceta vibrava um pouco mais. Ela contorceu, lutando contra suas amarras.

“Por favor…”, solicitou.

Tirei o aparelho de dentro dela. Ela tremia com medo do prazer chegar antes da hora. Esperei se acalmar. Enfiei o vibrado num único movimento encostado ao seu grelo.

“Não consigo. Vou gozar.”

Rapidamente, coloquei o aparelho de lado. Inclinei-me e abocanhei sua boceta molhada. Fiz minha língua escorregar dentro dela, fechando levemente meus lábios para expor seu grelo. Suguei-o levemente, enquanto segurava seus seios firmemente. Ela gemeu, contorcendo-se e soltando toda a tensão acumulada. Penetrei-a novamente com a língua, sentindo o mel abundante aflorar com seu gozo.

“Obrigada,” ela murmurou.

Desamarrei seus tornozelos, deixando-a livre. Ela encolheu os joelhos, relaxando na posição involuntária. Tirei minha sunga, revelando meu pau duro como uma tora. Peguei uma camisinha.

“Quero sem. Tomo anticoncepcional,” ela avida por pica.

Mergulhei meu rosto entre suas coxas, beijando-as com fervor. Chupei sua boceta com vigor, enquanto passava meus braços por baixo de suas pernas, apoiando-as sobre meus ombros. Penetrei-a lentamente, sentindo meu pau deslizar sem esforço por sua gruta molhada. Meti devagar, até que estava completamente dentro dela, até minhas bolas baterem no seu sexo. Aumentei o ritmo, socando com mais vigor. Ela desvencilhou suas pernas de meus ombros e abraçou minha cintura com elas, enquanto eu a fodia com força.

“Vem, meu cavalo. Goza dentro de mim”, ela sussurrou.

“Safada,” respondi.

Senti sua boceta comprimir meu pau. Esguichei minha porra dentro dela. Urramos juntos. Estoquei até esvaziar meu saco. Deixei meu corpo cair ao lado dela, e tirei suas algemas. Apoiei minha cabeça no travesseiro ao lado dela, exausto. Ela alisou meu corpo, segurando meu pau amolecido. Com a outra mão, passou a mão entre suas pernas. Degustou meu líquido que escorria dentro dela. Fechei meus olhos, recuperando minha respiração, e disse:

“Pode apagar a luz, Roberta. Acho que podemos dormir.”

“Sim, Pedro. Você me fez sentir uma verdadeira fêmea.,” ela disse ternamente.

Ela foi até o interruptor. Olhei seu corpo musculoso pela última vez antes de tudo se tornar um breu. Apagou a luz. Vi seu vulto ajoelhando ao meu lado. Passou a língua na ponta do meu pau, lambendo e limpando minha virilha, meu saco e meu pau. Acariciei seu cabelo enquanto ela beijava meu membro flácido.

“Muito obrigada,” ela murmurou.

Deslizou a mão pelo meu torso e aninhou-se no meu ombro. Coloquei minha mão em seu bumbum. Ela continuou acariciando meu pau como um brinquedinho até adormecermos no tapete da sala.

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