Por
Capricho.
Mariano é um garoto bem legal colega da universidade, mais ou menos da mina idade, solo que ele é um bocado mais novo do que eu, para ser exatos, 4 anos menos. Eu me considero uma mulher madura, e não só, também muito experta em muitos âmbitos da vida em geral. Tenho tido já três relações “sérias”, isto é, que têm tido um bom prazo de tempo considerável; nelas apreendi muita coisa sobre as relações de casais, sobretudo na parte sexual.
Com meus namorados, afortunadamente, sempre tive a oportunidade de transar frequentemente; o primeiro quando ainda frequentava os últimos anos do liceu, meu namorado morava perto e, ao menos três vezes por semana, fazíamos bem rico na cama dele depois das aulas; era uma época de experimentação e conhecimento.
Acabei o liceu e, apesar de só ter tido um parceiro sexual, me considerava já bem experta. Comecei a universidade e conheci o segundo, era um cara muito pervertido com quem transei demais e deixei muitas lembranças em quase todo o polo universitário. Agradeci a benção de conhecer um novo pênis e, no moral, abrir meu mundo de possibilidades. Deixei o pervertido em não muito tempo porque, na verdade, estava chata; talvez seja uma má pessoa, mas todos somos de forma alguma.
Depois tive alguns encontros vários, sem compromisso nenhum; mas divertidos e excitantes. Abriu-se o mundo dos “sex friends”, não vou confessar a quantidade de homens que me transaram por vergonha, foi como um vício para mim; mas posso dizer que com cada um foi delicioso a seu estilo próprio.
Pois, o terceiro foi o melhor. Eu naquela altura ainda estava na universidade, não muitíssimo tempo de houver começado; ele era já um homem, era divorciado é vivia sozinho, pois, transar não era um problema. Às vezes ficava na casa dele e fazíamos o dia inteiro em todo lado. Apreendi sobre jogos sexuais, pornografia e submissão. Gostei imensamente mas, por causas do destino, a relação acabou.
Pois, já tinha provado muito o imenso campo do sexual e, na verdade, ter sexo para mim era já uma necessidade como comer ou dormir. Não tinha um casal naquele momento, mas apenas tinha conhecido o Mariano. Pois, como disse no início é um garoto muito legal, sempre muito alegre e conversador; tem pouca confiança pelos demais e é tímido, mas sabe aparentar bem isso. Pelo geral não fala muito com ninguém, é um pouco retraído, mas isso para mim é encantador e atraente; tinha sido domada todo o tempo, tinha curiosidade por domar alguém.
Há dias na universidade ele chegou vestido com umas calças muito justas que, vistas desde certo perfil, evidenciavam seu pênis, casualmente naquele dia eu estava pensando que tinha duas semanas sem que me transassem e, ao vê-lo, deu-me como uma súbita excitação desde minha cabeça até os pés e notei que minha xoxota estava úmida.
Isto é, somos amigos mas antes daquele momento tínhamos tido uma relação quase só acadêmica. Apenas tínhamos bebido um café casualmente em algum momento; ele é demais tímido e eu verdadeiramente não gostava, mas naquele dia… Naquele dia foi um capricho incrível o que senti, um capricho que tinha de cumprir.
Pois, mesmo naquele dia falei com ele e lhe disse que procurava de ajuda com um trabalho da universidade, que só iam ser 15 minutos. Como éramos amigos ele aceitou e ao quando acabou a ultima aula fomos para minha casa. Eu sabia que minha mãe trabalhava até as 18 horas e naquele momento não ia estar na casa.
Ao chegar me decepcionei imensamente, minha mãe nos recebeu sorrindo sentada frente o computador. Explicou que tinham-lhe dado o dia livre, que só tinha de acabar um informe. Ofereceu-nos uns bolos que tinha comprado e estavam na cozinha. Minha xoxota pedia pau, gritava por ele.
Estava chateada porque minha mãe estava em casa e não sabia o que fazer, o desejo não me deixava pensar bem; então Mariano me disse que podíamos ir para sua casa, ele só morava com seu pai e nesse momento estava fora da cidade e voltaria em três dias, não sei si era um sinal do destino o que, o mais importante é que cumpriria meu capricho e meu desejo de transar iria a ser saciado pelo Mariano.
Comemos e fomos embora, a distância de minha casa para a casa dele era como de uma hora mas isso não me importava porque lhe daria a meu corpo o que me estava pedindo; chegamos a sua casa, estava localizada em um bairro bonitinho e tranquilo, quando Mariano estava abrindo a porta ouvi uns latidos que provinham de dentro da casa, fiquei um bocado espantada e apanhei a mão dele ele sorriu e me disse que estivesse tranquila.
Entramos na casa e fomo recebidos por Zeus seu cão, um pitbull preto de olhos amarelos, ao início estava receoso de mim, mas depois que me farejou ficou tranquilo e meigo, Mariano me disse que isso não era comum que fosse carinhoso mas estava bom, Zeus se dirigiu ao terraço traseiro da casa e ali ficou tranquilo; fomos até sua habitação e ligou seu computador para começar a “aula” então o apanhei pelas costas e lhe disse ao ouvido:
– Tudo isto foi uma escusa para ficar sozinha contigo e, quero que hoje sejas o objeto de meu prazer. – Logo lhe mordi suavemente sua orelha.
Mariano ficou muito surpreendido com o que aconteceu mas aceitou, se virou e me quis dar um beijo, coloquei meu dito em sua boca e lhe disse:
– Assim não, vamos fazer um jogo. – Lhe disse.
– O que vamos fazer? – Me perguntou.
– Algo interessante, Mariano acreditas em mim? – Lhe perguntei.
– Acredito sim. –
Então foi quando começamos nosso jogo, primeiro pesquisei um pano de seda preto que tinha na minha bolsa e lhe tapei os olhos e logo lhe passei minha língua por sua boca, o levei até sua cama e certamente era perfeita para o que queria fazer, lhe saquei a correia de suas calças e o amarrei nas barras da cama, tinha visto na Internet como fazê-lo mas se fazia bem com duas correias, olhei ao redor da habitação e dei com o que estava procurando outra correia, assim que amarre forte cada mão e revisei que não se pudesse liberar.
– O que vai fazer? – Me perguntou.
– Daqui para diante serei a Dona e tu meu escravo, assim que fica calado e tranquilo que tudo o que farei vai ser de teu gosto. – Lhe respondi.
Mariano assentiu e comecei com meu jogo, primeiro lhe retirei as calcas, apanhei uma tesoura que estava na secretária perto ao computador e lhe cortei a camiseta; Mariano tinha um abdome definido, isso me gostava muito de um homem, lambi seus mamilos um por um e comecei a baixar minha língua e foi quando notei que seu pênis estava ereto, então lhe disse:
– Se me demonstra que for um bom escravo, vai receber prazer senão nada. –
Ele me disse que faria tudo o que eu lhe dissesse, logo, me tirei as calças, a camiseta e o sutiã só fiquei em fio dental e lhe tirei a venda para que assim me visse; sua olhada de desejo me incendeu ainda mais e me aproximei lentamente, assim como uma tigresa que já está pronta de atacar a sua vítima, me sentei em sua cara e lhe disse que me chupara a xoxota, que estava molhada por culpa dele e que a Dona precisava de sua língua dentro. Comecei a mexer minha pélvis na sua cara, até que fiquei um bocado desesperada e tirei de meu fio dental, para assim, poder sentir melhor sua língua.
Meu corpo estava sentindo muito prazer com sua língua, mas o que me dava maior êxtase era vê-lo amarrado e dominado; então foi quando decidi virar-me, lhe retirei seus boxers e comecei a dar-lhe um boquete intenso, o tinha ganhado por deixar-me fazer o que queria; quando ele começou a mexer-se me detive e lhe disse:
– Agora vou avaliar tua resistência. –
Sentei-me acima de seu membro e comecei a dar-me prazer com ele, quando Mariano começou a gemer lhe introduz a venda que usei para os olhos na sua boca; meus movimentos de pélvis começaram a ser enérgicos e Mariano e estava começando a desesperar-se porque me queria apanhar e ser o dominante, mas estava equivocado a Dona sou eu; a sensação de domínio me fazia estar mais excitada e meus movimentos mais fortes; vi e senti como Mariano gozava dentro de mim e aos segundos cheguei ao orgasmo eu, certamente foi muito delicioso.
Levantei-me e soltei a Mariano, lhe perguntei onde ficava o banho já que precisava de limpar-me; ele me levou, aproveitei e tomei um breve banho de chuveiro, pois, me vesti lhe dei um beijo na bochecha e lhe disse:
– O que aconteceu hoje vai ser nosso segredo, se o mantem a Dona vai ser mais complacente com seu querido escravo. –
Mariano assentiu e me acompanhou até o ponto dos táxis, fui embora e contente já que tinha sido ajudada por meu “amiguinho” com meu capricho.
Uma resposta
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