Me entreguei pro meu homem.
A gente tava naquela fase – libido lá embaixo por causa do trabalho dele, estresse, aquela coisa toda. Marquei uma noite com vinho e sushi pra conversar, resolver como adultos. Só que o muito filho da puta apareceu com aquela bermuda cinza sem cueca, aquele volume escandaloso marcando no sofá.
“Você tá de sacanagem”, eu falei, mas já tava com a boca seca. Ele sorriu, aquele sorriso de quem sabe o poder que tem. A conversa foi pro beleléu quando, sem aviso, peguei no pau dele por cima do tecido.
“Quer mesmo resolver isso falando?”, ele perguntou, erguendo a sobrancelha.
Não respondi. Só abri o zíper e engoli aquela piroca como se fosse meu último ato na Terra. Ele gemeu, colocou a mão na minha nuca e empurrou – e eu deixei, com lágrimas escorrendo pelo rosto de tanto tesão.
“Grava, sua puta”, ele ordenou, e eu obedeci, pegando o celular com uma mão enquanto a outra apertava minhas tetas.
Depois foi um redemoinho: ele me jogou no chão, cuspiu na minha cara, me comeu de quatro enquanto eu gritava no travesseiro. Gozei três vezes sem ele nem tocar no meu clitóris – só de ouvir os gemidos e sentir aquela rola pulsando dentro de mim.
No dia seguinte, liguei pra minha chefe. “Não vou mais”, disse, sem explicações. Pra quê trabalhar se meu novo emprego é ser o brinquedo sexual dele? Agora passo os dias de joelhos, a garganta sempre dolorida, o corpo marcado.
E aquele vídeo? Tá no meu celular, e eu assisto toda vez que ele sai. Me masturbo até gozar, imaginando a próxima vez que vou poder servir ao meu dono.


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