Março 31, 2026

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Me use em vez da minha filha

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Me chamo Vera e tenho 38 anos anos e uma filha de 20. Sim, fui mãe muito jovem, sim fiz bobagem e tive que criar a minha filha, Amélia, sozinha. Só que agora a minha filha estava fazendo as mesmas merdas que eu, saindo com mal elementos, vagabundos que iam usa-la e depois larga-la com barriga. Tento falar para a minha filha parar de sair com cafajeste, mas ela não me escuta e até joga na minha cara que eu não era uma santa quando tinha a idade dela e se recusa a terminar com Diego.

Um dia eu chego em casa e ouço os dois transando, eles não estavam disfarçando nada, minha filha gemendo como uma cadela no cio e Diego a xinga de vadia. Eu vou em direção ao quarto e eles nem haviam fechado a porta, olho e vejo a minha filha de quatro e o namorado fodendo-a como uma cadela. Ela não vê nada, mas ele olha direto para mim e pega a minha filha pelos cabelo enquanto enfia o pau mais fundo nela. E que pica, grossa e longa!

Eu vou até a cozinha e tento me distrair, mas só consigo pensar no pau do malandro. Logo ele chega sozinho, só de cueca, eu vejo o volume entre as pernas dele e sinto um calor entre as minhas pernas. Não sou mais novinha, mas ainda tenho um belo corpo, mais maduro e com curvas do que a minha filha, ele está bem perto, eu sinto o cheiro de suor e sexo nele, do pau que havia estado dentro da minha filha alguns minutos atrás.

— Parece que você não quer que eu fique perto da sua filha.

— Sim, eu sei que você é um cafajeste!

Nisso ele vem por trás e pega nos meus peitos. Pegada forte, de homem!

— Gosto dessas peitos de MILF. Podemos fazer o seguinte, eu largo a sua filha se você assumer o lugar dela — Ele fala isso já puxando os meus peitos para fora do vestido — Eu vou adorar mamar essas tetas.

Ele então dá um beliscão nos meus mamilos e sai rindo. Naquela noite, eu estou no meu quarto, só de camisola e me masturbo pensando o que aquele bruto faria comigo.

Se passam alguns dias e Diego aparece em casa. Eu digo para ele:

— Amélia não está.

— Eu sei, eu vim por você. Você não ia substituir a sua filha?

— Sim, faça o que quiser comigo se você for largar ela.

— Como você deseja.

E dizendo isso ele puxa o meu vestido, arrebentando os botões, eu fico só de calcinha branca velha e gasta. Ele então me bolina inteira, pega nos meus peitos e na minha bunda. Depois puxa a minha calcinha para baixo e a cheira.

— Mamãe está toda melada, é até mais puta que a filha. Abre a boca.

Eu obedeço, ele então enfia a minha calcinha na minha boca.

— É o seguinte vadia, a partir de hoje eu quero você sempre me esperando sem calcinha — Ele então pela nos pelos da minha xoxota e adiciona — E também completamente raspada, essa boceta agora é minha e tem que estar sempre exposta para o meu uso.

E então eu sou colocada de bruços na mesa. Ele segura os meus braços para trás e afasta as minhas pernas com os pés, de forma a me deixar toda arreganhada para o uso dele.

A pica então entra e me arreganha inteira. Por sorto tudo isso tinha realmente me deixado escorrendo.

Meu Deus, eu agora estava entendendo a minha filha. O pau dele me preenchia inteira, e a estamina era um bate-estaca me fodendo sem dó. Eu gemo abafado com a minha própria calcinha, sinto o gosto da minha boceta enquanto ele me fode dessa maneira humilhante. E principalmente, eu gozo como nunca havia gozado na minha vida.

Depois de se satisfazer, Diego guarda o pau e antes de ir embora, diz:

— Não limpe a minha porra, eu quero que você fique com a boceta escorrendo até amanhã.

Eu obedeço. Mais tarde, quando Amélia chega, eu sirvo o jantar sem calcinha e com a porra do ex-namorado dela escorrendo pela minha perna.

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