Julho 17, 2025

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Minha estreia como domme?

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Em mais uma das minhas aventuras pelo tinder, conheci um cara aleatório. No começo, nem um pouco promissor. Mas acho que todos conseguem me entender que às vezes tudo o que precisamos é de alguém pra conversar um pouco.

Começamos a conversa sobre temas aleatórios e em todo o momento o cara dava um jeito de me elogiar. Claro que era tudo calculado pra me comer. Essa conversa toda serviu como um grande incentivo pra que a gente partisse pro mundo real e que me despertasse uma curiosidade sobre ele.

Combinamos de sair num domingo e marcamos de encontrar num bar de rock próximo a minha casa. Eu já sabia que, pelo menos, queria beijar na boca essa noite. Escolhi uma blusa com manga cumprida que deixava em total evidência os meus peitos fartos, junto com uma calça jeans, tenis e jaqueta por cima disso tudo por causa da temperatura baixa daquela noite.

Estava terminando de me aprontar quando recebi uma mensagem dele avisando que ja estava no lugar esperando por mim. Disse que ja tinha pedido uma cerveja e que esperava que eu nao me importasse. Pouco tempo depois eu ja estava estacionando e me encorajando a descer do carro pra encarar mais um primeiro encontro. Ele avisou que estava numa mesa da área externa porque estava fumando um cigarro. Eu o avistei de longe e caminhei sem pressa até chegar a ele.

Cumprimento tímido, abraço sem jeito. Típicos de um primeiro encontro. Começamos uma conversa sobre assuntos casuais enquanto tentávamos achar uma brecha pra quebrar o gelo. Fomos pra área interna por causa do frio e depois de algumas cervejas, nós já conversávamos com mais intensidade e olho no olho. Entre tantos assuntos eu compartilhei que pra mim é importante ter controle sobre o que vai acontecer no meu dia a dia. Percebi que a cada palavra que eu dizia, ele se mostrava mais interessado no assunto e inclinando o corpo para mais próximo do meu. Quando eu terminei de falar ele me disse: e pra te beijar? Preciso pedir por e-mail antes? Confesso que me senti um pouco desconcertada porque não imaginava que ele diria isso. Eu ri e neguei com a cabeça. Começamos um beijo lento, quente e curioso. Onde tentávamos descobrir o melhor ritmo, intensidade e velocidade.

Dai pra frente começamos uma brincadeira de provocação que envolviam beijos intensos, eu abaixando o ziper da minha jaqueta e expondo um pouco mais do meu decote, ele olhando diretamente para os meus peitos e perdendo o foco do assunto e logo levando a mão para tentar fechar um pouco do meu casaco. Depois de tantas cervejas e provocações, nossos beijos ficaram mais intensos e eu estava começando a me preocupar com as pessoas a nossa volta assistindo a tudo aquilo. Parei nosso beijo ele disse: Que que foi? Ta com vergoinha de beijar na frente dos outros? O que eu confirmei e aproveitando a deixa e a desculpa do frio, convidei pra irmos pro meu carro.

Dentro do carro nao houveram mais reservas. Os beijos ficaram ainda mais intensos e ele cada vez mais vidrado nos meus peitos. A todo momento ele tentava pegar e comentava o quanto são grandes e o quanto ele tinha gostado. Eu ja estava sentindo um tesão absurdo e disse pra ele que aproveitasse, permitindo que ele avançasse. Ele colocou meus peitos pra fora e começou a chupar como quem precisava daquilo. Chupava, lambia, mamava os bicos com força. Mandei que ele colocasse a língua pra fora e esfreguei meu peito por todo o rosto dele. Ele mordeu um bico com uma força maior, me causando uma certa dor. Disse pra ele que, se ele mordesse de novo, eu bateria nele.

A reação dele foi totalmente surpreendente, me respondendo com uma voz manhosa: Bate, bate que eu gosto. Isso aumentou ainda mais o tesão que eu estava sentindo, me levando a ponto de quase gozar só com esse cara chupando meus peitos e agindo como um putinho. Tudo isso somado ao fato de que qualquer pessoa poderia ver ou perceber o que estávamos fazendo ali.

Convidei ele pra minha casa, o que ele prontamente aceitou. Disse que a regra era que ele entrasse calado, olhando pra baixo e que fosse embora no mesmo momento que eu mandasse. Ele aceitou no mesmo momento.

Quando ja estávamos na minha casa, mandei ele sentar na cama e sentei por cima dele, colocando uma perna de cada lado do corpo dele, forçando ele a deitar. Quando ele ja estava deitado, puxei minha blusa e sutiã pra baixo fazendo com que meus peitos pulassem na cara dele. Abaixei meu corpo um pouco mais e mandei que ele voltasse a chupar meus peitos enquanto eu me dedicava a esfregar meus peitos pela cara dele, juntando os dois e forçando contra ele, mandando ele tentar colocar o peito todo na boca. Tudo isso enquanto eu rebolava no colo dele, sem sentir nem um volume de pau duro.

Falei pra ele que ele devia ter um pau bem pequeno, já que a gente estava se esfregando a tanto tempo e nem sinal de sentir o pau dele formando um volume na calça. Ele só me respondeu um um “uhum” entre gemidos abafados enquanto chupava meus peitos com ainda mais intensidade. Percebendo isso, tirei meus peitos da boca dele e falei: Olha só! Parece que alguém gosta de ser humilhado. Acompanhado de um tapa na cara dele. Ele me respondeu entre gemidos: Bate mais, bate mais forte. Cospe em mim, vai. Dei mais alguns tapas no rosto dele e o apertei o pescoço enquanto cuspia dentro da boca dele, o que ele aceitou sem reclamar. Ele voltou a falar e disse: Deixa eu te chupar, por favor. Eu tô doido pra lamber o seu cu. Eu respondi que sim já saindo de cima dele. Ele veio por cima de mim, me apressando a tirar a minha calça. Tirei as maos dele de mim e disse: Não me toca com essas maos imundas. Se você me tocar sem eu deixar, nós paramos por aqui. Ele tirou as maos e esperou que eu terminasse de tirar a calça. Eu disse a ele que ele teria que dar o melhor que podia em me chupar sem tirar minha calcinha.

Em menos de um segundo, ele ja estava posicionado entre minhas pernas, afastando minha calcinha pro lado e esfregando o rosto por toda a minha buceta. Esfregava como se quisesse que o cheiro grudasse na barba dele e permanecesse lá pelo maximo de tempo possível. Passou a língua por toda minha buceta, chegando até meu cu, onde lambeu em movimentos circulares, forçando a língua na entrada. Enfiou a língua dentro da minha buceta o mais fundo que pode, me fodendo com a lingua e a todo tempo dizia o quão gostosa e cheirosa minha buceta é. Perguntei se ele gostava e ele disse enquanto começava a me penetrar com os dedos: Gosto. Mas gosto ainda mais quando está suja, fedida, suada. Assim eu fico louco. Voltou a lingua pra minha buceta e fazia movimentos circulares pelo meu clitóris me deixando cada vez mais perto de gozar. Ele acabava se perdendo no ritmo ou cansava o braço, me deixando muito perto de gozar e parando antes da hora. Nisso eu disse que ele é uma vergonha, que não servia nem pra me fazer gozar. Ele reagiu trazendo seu corpo pra mais perto, levando uma mao pro meu pescoço e apertado enquanto usava a outra mão pra colocar 2 dedos na minha buceta e usar mais um pra forçar na entrada do meu cu. Sem forças pra repreender pelo aperto no pescoço, gozei forte.

Mandei que ele tirasse a mao de mim e esperei uns segundos pra me recuperar. Enquanto isso, ja fui arrumando minha roupa no corpo e falando que ele poderia ja pedir o uber pra ir embora. Ele me olhou meio confuso e disse: Eu não mereço nenhuma recompensa? Eu respondi: Não. Você não merece que eu toque nesse seu pau pequeno. Ele concordou comigo e pediu pra pelo menos poder pegar nos meus pés. Ele ja estava em pé em frente a cama, então eu só estendi minha perna, aproximando meu pé com uma meia suada do rosto dele. Ele tirou a meia, cheirou e levou meu pé pra dentro da boca dele. Chupou meus dedos por alguns segundos e logo eu puxei meu pé de volta.

Apressei a ida dele e o acompanhei até a porta, me despedindo como se nao tivessemos acabado de cometer atrocidades. Ele quer me ver de novo, mas confesso que preciso melhorar muito a minha performance como domme.

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