Fevereiro 3, 2026

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O Ursão da Sex Shop

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Entrei na galeria e vi que havia um sedan preto na porta da loja onde eu trabalhava. Dado o horário, deveria ser alguma madame procurando novidades. Dirigi-me ao balcão para falar com Bruna, a atendente que eu iria substituir:

Boa tarde! Vou me trocar e já volto. – disse sorrindo. Usava um vestido leve de verão, com estampa de folhagens verdes, pouco acima do joelho. Era de manguinha, mas ressaltava meu busto farto. Sou branquinha, um pouco acima do peso, pernas grossas e quadris largos. Tinha 22 anos e trabalhava antes da faculdade.

Amiga, tenho que sair rápido, estou atrasadíssima. Espere esse cliente sair e coloque seu uniforme depois. Pode ser? – O uniforme composto por calça e camisa polo pretas com o logo da loja era bem discreto. Dava um ar profissional e evitava comentários inapropriados de clientes mais saidinhos.

Concordei, e ela foi até o senhor que observava algumas lingeries. Explicou que precisava sair e que assumiria a loja. Era um homem de cerca de 45 anos, grisalho, bem alto e corpulento. Aquele perfil daddy ou ursão, como preferirem. Vestia calça social preta e camisa azul de mangas compridas dobradas. Aproximei-me dele:

Boa tarde, senhor. Sou a Carla. Posso ajudar em algo?

Por enquanto, não. Estou apenas olhando. Teria uma dessas em tamanho maior? – Manuseava uma calcinha fio dental vermelha com fenda na vagina. Mediu-a no meu quadril, avaliando a distância. Alisava a fenda, como se imaginasse o que ela estaria vestindo.

Temos, sim. Posso buscar para você?

Não precisa. Curiosidade: deixa eu ver os outros itens. Vocês têm muita coisa diferente, não?

Sim, temos. Qual é o seu nome?- Ali era um sex shop. Ele se dirigiu à seção de acessórios. Respondeu que se chamava Marcos.

Viu algumas algemas e as tocou para sentir as texturas. Parou em frente aos plugues, dildos e vibradores. Perguntou onde estavam os preços. Fui até ele e mostrei que ficavam na parte inferior da mercadoria.

Os menores e mais flexíveis são mais confortáveis. Ideal para uma primeira experiência.

Ele sorriu e me olhou:

Pareço inexperiente?!

Não, senhor. – tremi um pouco ao responder – Não foi o que quis sugerir.

Ele deu outra risadinha, notando minha insegurança.

E você já usou? – Segurou um plugue prateado de tamanho médio, que enfiou no meio dos dedos, formando um círculo, como se fosse um ânus dilatado.

Não, senhor. Não disponho de dinheiro para esse tipo de acessório. Trabalho na loja e apenas passo as informações dadas no treinamento. Tenho apenas um ovo pequeno que vibra, aquele ali.

Gosta dele?! – Agora, passava a mão num dildo negro de borracha grande, como se fizesse uma punheta lenta. – E desse?

Gosto do meu. Nunca experimentei esse, mas parece ser muito grande. Para quem é? Posso saber? – Desconfiada do ursão.

Para quem estiver comigo. – Desceu a mão pelo pau de borracha, apontando a cabeça para meus peitos como se me oferecesse para mamar. O preto contrastava com meu colo cor de leite. Pegou um cintaralho e passou as mãos pelas alças, sentindo o tecido. – Parece confortável para quem veste, não?

Aproximou-se, medindo-o na minha cintura, como se fosse colocá-lo em mim. Dei um leve passo para trás. Não me contive:

Gosta que usem no senhor?

Não. Sou só curioso com os brinquedos. Gosto de ter mais controle. – revelou.

Bom, aqui temos vibradores de controle remoto ou que funcionam por aplicativo no celular.

Prefiro controlar de mais perto, se me entende. Não à distância. – Pegou um dildo vibratório, ligou e sentiu na própria mão. Depois encostou no meu antebraço. – Vibração fraca. O que acha?

Tem esse aqui. – Apontei para um vibrador branco, como uma língua. Fino, quase uma espátula, com a ponta achatada como uma colher. Servia para pequenos tapas e vibrava mais forte. Ele sentiu na mão e usou como uma palmatória em si mesmo. Soltou um “humm” satisfeito.

E agora? – Encostou o brinquedo na parte de baixo do meu vestido, vibração filtrada pelo tecido. Afastei rapidamente com a mão, indecente. – Melhor?

Sim. Mais forte que o outro – respondi seca.

Ele permaneceu ali, seguro de si, me olhando nos olhos. Aquilo acendeu uma chama. Senti meus bicos endurecerem. Baixei o olhar para os peitos, querendo ver se marcavam o vestido. Marcavam. Ele percebeu, riu de lado e deu uma leve colherada no lado externo do meu seio esquerdo. Arfei de susto. Meus peitos chacoalharam com o atrevimento.

Vamos separar esse vibrador. – Colocou-o na minha mão e seguiu até os chicotes. – Tem algo mais interessante? Já tenho alguns na minha coleção – contou, rindo.

Tem esse aqui. – Indiquei um crop rígido, parecido com os de hipismo.

Gostaria de usar? – perguntou, retórico. – Deixaria seu bumbum vermelhinho.

Corei. Fiquei mais molhada com a petulância.

Veja esse outro, disse.

Mostrou um flogger de três tranças de seda. Deu uma chicotada leve no próprio antebraço e outra no meu quadril.

Que achou?

Manteve o flogger ali e, com a haste, levantou um pouco meu vestido. O suficiente para revelar a dobra do meu bumbum. Subiu as tranças pelo meu corpo – braços, pescoço – até empurrar de leve meu cabelo. Fiquei paralisada, arrepiada. Os bicos dos meus peitos furavam o vestido. Minha calcinha estava úmida. Olhei para baixo e vi o volume marcado nele.

Gostoso, né? – perguntou.

Assenti, muda.

Pena que não tenho muito tempo. Vamos ao caixa. Levo o vibrador e o chicote.

O senhor quer mais alguma coisa? Camisinha, cremes excitantes? – apontei, atrapalhada, para o balcão.

Esses cremes fazem o quê?

Se passar na glande ou na vagina, dá uma ardência gostosa. Leva pra experimentar – provoquei.

Só se fosse agora. – Passou a mão no volume da calça.

Se quiser, deixo bater uma punheta com ele lá no fundo – disse, sarcástica.

Ele riu. – É melhor cobrar. Crédito.

Passou o cartão, pegou a sacola com o vibrador e deu a volta no balcão. Ligou o brinquedo, besuntou com o creme e fez menção de colocá-lo dentro da calça. Observei, encostada no balcão. De repente, por trás de mim, levantou minha saia e deslizou os dedos pela calcinha, abrindo espaço para o vibrador. A colher encostou direto no meu clitóris. Ardeu na hora.

Fiquei presa pelo corpanzil dele. Arqueei o quadril, roçando no volume. Só consegui murmurar:

Filho da puta… safado.

Falou obscenidades no meu ouvido. A mão que abrira minha calcinha agora apertava meus seios, que saltavam do vestido. O vibrador continuava ali, vibrando dentro de mim. Tremia de tesão. Pegou uma camisinha do balcão – “de brinde”, riu – e levantou mais meu vestido, expondo meu bumbum alvo. Abriu minha calcinha, separando meus lábios encharcados, e me tomou.

A cada estocada dele, gemia, com tesão misturado ao risco de alguém aparecer. Segurou meu cabelo até gozar na camisinha, dentro de mim. Gozei junto, largada sobre o balcão. Ele se recompôs, deu um tapa firme na minha nádega, marcando a pele.

Endireitei o corpo. Ele me beijou, gostoso.

Até mais tarde. Pode fazer o que quiser com isso. – Colocou a camisinha cheia na minha mão. – Adoro minha vadia de estimação.

Saiu pela porta da frente.

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