Janeiro 21, 2026

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Só Me Usa e Eu Aceito

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Ricardo era o cara mais desejado na faculdade. Bonito, rico, atlético, todas as garotas corriam atrás dele. Eu, Diana, era o contrário, bem normal, peitos pequenos, barriguinha, coxas grossas e nerd. Eu já havia me masturbado pensando nele.

Um dia do nada, ele chega em mim. Ela sabia o meu nome e começa a conversar comigo, eu não sabia o que falar, mas ele conduz a conversa como um profissional e quando eu percebo eu havia aceitado ir na casa dele. Lá eu me sinto como uma gazela que entrou na jaula do leão. A presença dele era dominante e os olhos estavam me despindo.

Nós não falamos muito e ela já começa a me pegar, eu me entrego. Eu estava de vestido, ele pega na minha bunda por baixo dele enquanto me beija. Logo ele está me dedando com uma mão e pegando no meu peito com a outra.

— Você está toda melada — Ele diz e eu fico com vergonha de estar melada e com mais vergonha dele estar pegando nos meus peitinhos.

Logo ele desce a minha calcinha até o meu tornozelo, se abaixa e olha para a minha xoxota.

— Que bocetinha linda, ficaria ainda melhor raspadinha — Ele diz e começa a me chupar.

Eu gozo com a língua dele e logo depois Ricardo me coloca deitada na cama, ainda de vestido, só sem calcinha e também vestido ele me penetra com o pênis. Meu Deus. Nunca tinha sentido nada como aquilo, o prazer é imenso!

Gozo de novo e ele continua me comendo.

Gozo mais uma vez e a pica continua metendo em mim

Nesse ponto eu nem sei mais, vira tudo um orgasmo que não acabava nunca até que de repente ele tira o pau de mim, segura a minha cabeça e enfia a pica na minha boca.

Ele me domina e fode o meu rosto até gozar na minha boca. Sinto o gosto de esperma pela primeira vez. Odeio, mas ele não tira o pau até eu engolir toda a porra.

Eu me sinto usada e satisfeita. Mas ai vem a vergonha e eu anuncio que ia tomar banho. No chuveiro eu penso no que tinha feito, ido para cama com um cara sem mal falar com ele. Mas também, o que ele tinha visto em mim? Ricardo podia ter garotas bem melhores.

Saio do banheiro enrolada em uma toalha pequena, era a única que tinha lá, por isso tenho que ficar segurando ela com a mão para não ficar nua. Vejo Ricardo deitado na cama nu. Pela primeira vez eu olho para o pau dele e agora eu entendo o que eu havia sentido, era uma pica fantástica, mesmo mole, dava para ver o quão grossa e parecia ainda maior pois ele tinha o pau depilado.

— Tira a toalha, eu quero te ver.

Mesmo morrendo de vergonha, eu solto a toalha e ela cai no chão. E eu tento cobrir os meus seios e a minha xoxota com as mãos.

Ele me ordena: — Coloca as mãos para trás!

Eu me sinto obrigada a obedecer.

— Está com tesão?

— Sim

— Então se toca para eu ver.

Estava morrendo de vergonha, mas obedeço também e parece que os meus dedos estavam elétricos, eu me toco e sinto um choque. Por mais humilhante que fosse fazer isso na frente de uma outra pessoa, isso parece me dar mais tesão. Ainda mais porque ele estava mandando eu abuser de mim mesma.

Vejo o pau dele ficando duro, me toco ainda mais, só que sonhando com a pica dele dentro de mim. Eu sinto um alívio quando ele, segurando o pau já duro como uma mastro, diz:

— Vem aqui e senta no meu pau.

Eu obedeço.

— Me cavalga, se fode na minha pica.

E eu começo a rebolar, me fodendo naquele pau fantástico. Eu gozo rápido, mas ele segura o meu quadril e enfia mais fundo.

— Não para até eu gozar.

E volto a rebolar, mas a minha boceta estava extremamente sensível, mas eu tenho que continuar a me foder até satisfaze-lo. Gozo mais duas vezes e o prazer vira uma tortura, mas eu continuo até que finalmente com alívio eu sinto a porra dentro de mim.

Caio do lado, exausta e ofegante. Ele levanta e vai tomar banho. Eu fico deitada na cama pensando no que tinha acontecido. Que vergonha, eu simplesmente tinha dado para ele no primeiro encontro. Decido me vestir para sair de lá. Encontro o meu vestido e o coloco. Eu não usava sutiã, por isso só faltava a minha calcinha. Vou procura-la, mas encontro Ricardo nu.

Ele sobe o meu vestido e vê que eu estou sem calcinha, mas ele só passa os dedos pelos pelos da minha xoxota e diz:

— Eu preferiria se você estivesse raspadinha — E vai se vestir

— Tá, eu tô indo agora.

— Tudo bem.

Eu havia ficado tão surpresa com o que ele havia falado que até esqueço de procurar pela minha calcinha, só quando eu estou fora do prédio dele e sinto o vento frio na minha xoxota é que eu lembro que estou na rua sem nada por baixo. Chamo um Uber rapidinho e vou para casa. Mas no caminha só consigo pensar: “Ele quer me ver de novo”

Já em casa eu tomo um longo banho. Ai eu lembro do que ele havia dito, pego o barbeador e me depilo inteira, fico toda lisinha só porque ele havia falado.

Ainda pelada, no meu quarto, eu escrevo para ele e digo: “Raspei tudo”

“Deixa eu ver”

De novo, sem pensar, eu fico em frente do espelho e tiro uma foto completamente nua e mando para ele.

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