Fevereiro 5, 2026

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A Barraca Tremendo na Festa da Família

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Casal negro, altos. Se gostou deixe um comentário, contos reais e adoramos ler 👀❤️😂

O cenário era aquela clássica chácara brasileira: cheiro de churrasco impregnado no ar, o som alto misturando sertanejo e músicas popular de gosto duvidavel com as risadas dos tios, a grama úmida perto da piscina e a bola de futebol rolando no campinho. Era uma das primeiras vezes que eu estava ali, imerso na família da minha mulher. E que mulher.

Lembro de olhar para ela durante o dia. Uma preta alta, imponente, com aquelas tranças longas balançando nas costas e um corpo que parecia desenhado à mão. Bunda grande, cintura fina e braços magrinhos, com peitos médios pequenos mas bem durinhos, uma delicia de se chupar. A gente tinha bebido, rido e aproveitado o dia, mas quando a noite caiu, o álcool bateu e decidimos não voltar para casa. A solução foi a barraca. O problema — ou a sorte — foi onde a montamos: colada na garagem, exatamente ao lado da janela onde o pessoal ainda jogava cartas, bebia e falava alto.

A barraca era pequena para nós dois. Somos grandes, ocupamos espaço. Entramos rindo, trançando as pernas, mas o riso logo mudou de tom. O calor lá dentro era abafado, misturado com o nosso cheiro e o desejo que tinha acumulado o dia todo vendo ela naquele ambiente. Começou devagar. Eu sabia que precisávamos ser discretos. Abracei ela, sentindo a pele quente, e fui entrando devagar, tentando controlar o ritmo. Mas a “discrição” foi para o espaço no momento em que senti o aperto quente dela me recebendo. Era impossível ficar quieto.

A barraca virou um mundo à parte. Logo, eu já não estava mais preocupado com o “devagar”. O tesão tomou conta de um jeito animal. Eu metia com força, e a cada estocada, a barraca inteira chacoalhava violentamente, as lonas esticando e voltando. O som era inevitável: o barulho da pele batendo contra pele, os meus estalos acertando aquela bunda enorme que tremia na minha frente. Era um ritmo frenético.

Ela estava entregue, louca de tesão, gemendo abafado. Eu tentava calar os gemidos dela com beijos, enfiando a língua na boca dela enquanto enterrava tudo que eu tinha lá embaixo. Mas eu mesmo não aguentei. Quando o prazer subiu, deixei escapar gemidos roucos, e foi a vez dela — no meio da loucura, ela tirou a mão de baixo de mim e tampou minha boca, pedindo silêncio com os olhos revirados, enquanto a gente continuava ali, num encaixe perfeito, entrando liso igual manteiga naquela buceta encharcada.

A tensão de ser ouvido só aumentava o prazer. Eu gozei com força, despejando tudo dentro dela, sem conseguir parar o movimento, sentindo ela travar os músculos em volta de mim. Ficamos ali, ofegantes, colados, com ela deitada de lado, demorando para se soltar, sentindo tudo escorrer devagar.

Foi quando a realidade voltou. Passos pesados na grama, bem ao lado da nossa “parede” de nylon. Congelamos. Continuamos a nos mexer, mas em câmera lenta, prendendo a respiração. Minutos depois que a barraca parou de tremer, alguém forçou o zíper, tentando abrir, talvez de brincadeira, talvez de curiosidade. Não abrimos.

Ouvimos as crianças correndo, o som das cartas batendo na mesa ali do lado. Não tinha como esconder: todo mundo sabia. A barraca tinha dançado samba no meio do jardim.

No dia seguinte, ao sairmos, o “bom dia” da família teve um peso diferente. Ninguém falou nada diretamente, fingimos costume, cara de paisagem. Mas os olhares… ah, os olhares entregavam tudo. Os sorrisos de canto de boca dos primos, o jeito que olhavam para a gente. Eles sabiam exatamente o que tinha acontecido naquela barraca tremendo no meio da festa. E nós dois, trocando um olhar cúmplice, sabíamos que aquela tinha sido uma das melhores noites das nossas vidas.

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