Erotismo com a esposa do amigo
. minha esposa viajou para visitar a irmã
. sai para ir ao shopping à noite de sábado
. por acaso encontrei MC, morena linda, cabelos negros longos, corpo na medida do prazer, bunda perfeita, coxas no ponto, boca, ah… que boca… Vestia uma blusa leve salientando seus belos seios, saia marcante. Ela é casada com um amigo também.
. desnecessário dizer que tenho desejo pela MC, parece-me que ela também por mim
. falei: O acaso nos reuniu.
. jantar com vinho
. conversa fluiu ao pé do ouvido
. Disse a ela: MC, você me atrai, tenho que dizer isso!
. Ela retribuiu: Você também.
. Fomos para o carro, abracei-a, beijei-a, na boca, no pescoço, chegando até seus mamilos já duros
. senti a tesão me tomar
. ela também parecia extasiada
. Ali mesmo, enfiei a língua na sua vulva, ela quase desmaiou
. Ela desceu me chupando até o membro ereto
. quase gozei.
. acomodei entre suas coxas, minha glande parecia exlodiu, até que realmente explodiu, inundando sua vulva com o líquido seminal. Ela gozou junto de mim.
Minha esposa viajou para visitar a irmã, deixando a casa silenciosa e vazia. Minha esposa é linda, corpo um pouco cheinho, mas no ponto, bunda maravilhosa que sempre foi. Nosso casamento de muitos anos tem agora os reflexos: o sexo é raroe e ela está sempre reclamando de mim. Era sábado à noite, e a liberdade, mesmo que temporária, pairava no ar. Decidi ir ao shopping, uma distração banal que, naquela noite, se transformaria em algo muito mais intenso.
As luzes vibrantes, as vitrines chamativas e o burburinho das pessoas preenchiam o ambiente. Caminhava sem pressa, observando as pessoas, quando a vi. MC. Mulher madura, morena, pele aveludada, cabelos negros longos que dançavam com o vento leve. Seu corpo, esculpido na medida exata do prazer, era uma obra de arte. A bunda, perfeita, convidava ao encaixe desejado. As coxas, no ponto, prometiam sensações inesquecíveis. E a boca… Ah, aquela boca… Pintada com um batom que realçava seus lábios carnudos, convidativos. Vestia uma blusa leve, que salientava seus belos seios, e uma saia marcante, que contornava suas curvas com elegância.
O reconhecimento foi imediato. MC. Casada com um amigo, um homem que eu respeitava e admirava. A ironia da situação não me escapou, mas a atração, essa, era inegável, avassaladora. O desejo, uma chama que ardia em meu peito, me consumia. E, pelo brilho em seus olhos, percebi que eu não era o único a sentir aquela eletricidade.
Nossos olhares se cruzaram, um instante de cumplicidade silenciosa. Um sorriso discreto, um aceno hesitante. Aquele acaso, aquela coincidência, nos reuniu.
“O acaso nos reuniu”, disse, a voz rouca, quase um sussurro.
Ela sorriu, um sorriso que confirmava o que eu já sabia.
“Parece que sim”, respondeu, a voz suave, mas carregada de uma promessa.
Decidimos jantar. Um restaurante charmoso, com luz baixa e música ambiente. Pedimos vinho, um tinto encorpado, que parecia antecipar a intensidade da noite. A conversa fluiu, leve e descontraída no início, mas logo se aprofundou, revelando desejos e anseios que até então permaneciam ocultos. Falamos de nossas vidas, de nossos casamentos, de nossas frustrações e, principalmente, de nossos desejos. A cada palavra, a cada olhar, a tensão aumentava, a atração se intensificava.
“O Pedro viajou a negócios e volta na próxima semana”, disse.
Aproximei-me, inclinei-me para falar ao pé do ouvido, sentindo o perfume inebriante que emanava de sua pele.
“MC, você me atrai. Tenho que dizer isso. Meu casamento está naquela fase…”, confessei, a voz embargada pela emoção.
Ela me olhou nos olhos, a pupila dilatada, a respiração acelerada.
“Você também me atrai. Meu casamento também…”, respondeu, a voz quase inaudível.
Aquele momento, a confissão, foi o ponto de ruptura. A partir dali, não houve mais volta.
Saímos do restaurante, a adrenalina correndo solta em nossas veias. Caminhamos em direção ao meu carro, a passos lentos, como se quiséssemos prolongar a expectativa. Ao chegarmos, abracei-a, envolvendo-a em meus braços. Beijei-a, primeiro na boca, um beijo suave, exploratório. Depois, no pescoço, beijos úmidos e ardentes, que a fizeram estremecer. Desci até seus seios, beijando e mordiscando seus mamilos, que já estavam duros, excitados. Senti a tesão me tomar, uma onda avassaladora que me impulsionava.
Ela, por sua vez, parecia extasiada, entregue àquele momento de pura paixão. Seus gemidos, baixos e roucos, me davam a certeza de que ela sentia o mesmo.
Resolvemos ir a um motel mais afastado.
Lá chegando, acomodamo-nos naquele ambiente sugestivo e a intensidade atingiu o ápice. Beijei-a com força e lentamente fui descendo pelo seu corpo. Enfiei a língua na sua vulva molhada, sentindo o calor e a umidade. Ela quase desmaiou, agarrando meus cabelos, enquanto seu corpo se contorcia em êxtase.
Ela desceu, ajoelhando-se diante de mim, e começou a me beijar o corpo, com uma intensidade que me fez perder o fôlego. A cada movimento, a cada toque, a cada gemido, a excitação aumentava, a iminência do prazer se aproximava. Sua língua passava suavemente na glande do meu membro. Dai a pouco, ela sugava forte.
Quase gozei. A sensação era indescritível, uma explosão de sensações que me tomava por inteiro.
Acomodei-me entre suas coxas, sentindo a maciez e o calor de sua pele. Minha glande parecia prestes a explodir, inchada e pulsante. E, finalmente, explodiu. Inundei sua vulva com o líquido seminal, uma torrente de prazer que nos uniu em um só corpo, em um só êxtase. Ela gozou junto comigo, em um turbilhão de sensações, em um momento de pura entrega e paixão. A noite, que começou com um acaso, terminou com uma explosão de prazer.
Parecia que o proibido nos incitava cada vez mais…


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