Uma noite magnífica
E, finalmente, a prova acabou.
Foram 4 horas mergulhada em 50 questões alternativas entre língua portuguesa, matemática, noções de informática, conhecimentos gerais e código de conduta ética e integridade. Apesar de ter ficado esse tempo todo sentada, estou exausta! O corpo todo dói como se tivesse participado de um campeonato olímpico. Só que aqui, diferente das Olímpiadas, o resultado não é imediato. A ansiedade está ainda maior, serão 90 dias até descobrir se serei ou não uma agente dos Correios.
Só que não é nisso que quero pensar. Preciso relaxar.
Estou agitada, porém não com o resultado do exame. Ele disse que estaria lá, me esperando ao final da prova. E é dele que necessito nesse momento.
Cheguei à saída. Olho em volta. Ando ao redor do portão da faculdade. Cadê? Será que ele mudou de ideia?
Pego o celular. Começo a digitar, mas sou interrompida ao ouvir um sussurro ao pé do ouvido:
– Oi, gostosa!
Levanto o rosto e o vejo, sorrindo maliciosamente para mim. Retribuo o sorriso e guardo o smartphone.
Sem me deixar falar nada, Jonathan se aproxima me puxando pela cintura e beija minha boca. um beijo suculento, demorado… cheio de desejo. Exatamente do jeito que eu ansiava. Quando parou, seus olhos encontraram os meus e me afastou, sem me soltar. Apenas para me avaliar por inteiro. Seu olhar é puro tesão! Ele me agarra e me beija mais uma vez. Ainda mais intenso.
– Agora você é minha! Vamos sair daqui! – Ele sussurra.
O carro dele está há poucos metros da universidade. Ele vem por trás e abre a porta do passageiro para mim, dando um suspiro prolongado na minha nuca. Caramba, estou excitada!
Dentro do carro é puro frenesi. Em pouco tempo, sem entender direito o que está acontecendo, estou com os meus seios nus, a boca dele no meu pescoço e a mão de Jonathan me masturbando de forma voraz.
Eu não consigo pensar. Eu só consigo gemer. Estou gozando e peço por mais. Abro mais minhas pernas, pego a mão dele (a que não está dentro de mim) e a coloco no meu peito. E ele sabe como tocá-lo. Ele devolve a língua para dentro da minha boca. Estou completamente insana.
De repente, ele para e se afasta. Ele me olha, satisfeito com o estado em que me deixou. Ele se ajeita no banco do motorista, coloca o cinto de segurança e dá a partida.
Em pouco tempo, John estaciona. Como o local da prova foi um pouco longe das nossas redondezas, escolhemos um motel diferente. Assim que entramos, fiquei surpresa. Não era o quarto que combinamos. Era um duplex!
– Espero que não fique chateada por ter trocado de suíte sem te consultar – disse John, sorrindo. – Quis te surpreender. Venha conhecer a parte de cima.
– Adorei a surpresa – beijo a boca dele. – Vai na frente, já te encontro. Também tenho um presente para você.
Assim que ele sobe as escadas, ligo o som e tiro um pacote de dentro da mochila.
Deixo tudo que preciso organizado em cima da cama, como se fosse um “mise en place”: lingerie, perfume, pente e maquiagem.
Como de costume, tomei uma ducha rápida para tirar o suor do dia. Me visto com cuidado, afinal comprei essa lingerie especialmente para esse momento. Ela é novinha! Tem as nossas cores, rosa e preto. Seda, translúcida e detalhes em renda. Penteio os cabelos e os deixo soltos. Faço uma maquiagem simples (afinal, não vai durar muito): primer, rímel, blush e batom. O perfume é outra surpresa e a cereja do bolo: é o mesmo que usei no nosso primeiro encontro.
Subi as escadas para encontrá-lo. Fiquei extasiada com o que vi: ele estava deliciosamente nu dentro da piscina, escutando música, mexendo no celular e bebendo uísque. Acima dele, um teto solar que deixa o céu noturno iluminar o ambiente.
Aproveitei que ele estava distraído e absorvi aquela cena por alguns instantes. Não parecia real.
– Acho que estou muito vestida – digo de forma sensual.
Ao me ver, sua surpresa e desejo são palpáveis. Ele diminui a música, larga o telefone, termina o uísque em um único gole e vem ao meu encontro. Ele não se seca, não se cobre… Só vem até mim. Acho que nunca presenciei algo mais excitante que aquilo.
– Você está maravilhosa! – Suas mãos passeiam pelo meu corpo e sou beijada.
Desço minha boca para o pescoço dele e acaricio seu pau. Quero chupá-lo, mas ele me impede.
– Calma! Temos a noite toda – ele pega minha mão e beija minha aliança. – Quero te degustar por inteiro! Nem parece que já te tive em meus braços tantas vezes. É como se fosse a primeira vez.
A partir daí, eu perdi o controle sobre tudo: meu corpo, tempo, espaço… tudo! Ele me possuiu. Só que não de forma rápida e violenta.
Ele me encosta na parede, sem parar de me beijar e de me penetrar com os dedos.
– Você me enlouquece! – Ouço seu sussurro.
Minha buceta está encharcada, meus mamilos duros e o corpo todo arrepiado. Eu não consigo falar, não consigo pensar… só sei gemer. Eu quero esse homem! Meu tesão é imensurável! Eu quero me despir. Preciso sentir o corpo dele no meu. Só que ele não deixa. Ele pega as minhas mãos e as imobiliza por cima da minha cabeça.
Estou imóvel contra a parede, de frente para ele, enquanto ele esfrega o pau na minha buceta, que ainda está com a calcinha. Ele não me penetra e nem me beija. É uma tortura sexual!
– Quero você dentro de mim! Agora! – Imploro.
– Não! – Responde, me solta e se afasta.
Me sinto frustrada e perdida sem seus toques.
Jonathan desce as escadas e faz sinal que eu o siga.
No andar de baixo, ele coloca a música “Baby”, de Elvis Drew e Avivian. Ilumina um canto da suíte, até o momento, desconhecido para mim: um palco de pole dance!
Ele vai até o frigobar e prepara uma dose de tequila:
– Nunca te vi tão sexy! – Me oferece o drinque. – Faça um streep tease para mim!
Eu bebo a tequila num gole só e faço um gesto pedindo por mais. Que tomo de uma vez, novamente. Nunca fiz um streep tease antes. Me sinto insegura, mas querp satisfazê-lo! De todas as formas! Coloco a música “Please” (Omido, Ex Habit) e me posiciono no palco. Começo a dar algumas voltas lentas e sensuais ao redor do pole.
Seu olhar vidrado em mim me dá mais segurança. Começo a rebolar e a dançar no ritmo da música.
Lentamente deixo o robbie cair no chão. Escorrego as alças da camisola pelos ombros e rebolando de frente para ele, deixo-a cair sobre meu corpo.
Estou apenas de calcinha, meias e sandálias.
Jonathan está hipnotizado!
Desço do palco e vou em sua direção. Ele está sentado na cama. Seus olhos concentrados viajam pelo meu corpo sem piscar. Fico de pé na sua frente.
Agacho, rebolando com as mãos apoiadas em seus joelhos, como se fosse chupá-lo, mas não chupo. Ainda não!
Levanto e vou ao frigobar para me servir de mais uma dose de tequila.
Fico em frente ao John, novamente.
Tomo a tequila e me inclino para beijá-lo. Faço ele beber o drinque comigo, isso faz com que a bebida escorra pelos nossos corpos. E eu o lambo por onde a bebida caiu.
Entrego o copo vazio pra ele e volto para o palco.
Entre alguns passos de dança, tiro minhas sandálias, empinando minha bunda em sua direção.
Agora, estou só de calcinha e meias.
Vou, mais uma vez, em sua direção. Acho que nunca o vi tão hipnotizado. Me sinto a mulher mais gostosa do mundo!
Piso na cama com um dos meus pés e o faço tirar minha meia. Repito o procedimento com a outra perna.
Estou nua, exceto pela calcinha. Volto para o palco.
Como num gesto desespero. Jonathan começa a se tocar.
Volto a rebolar no pole dance. Só que quero que Jonathan se toque mais. Então, começo a me esfregar no pole e pouco antes do pau dele explodir, eu tiro a calcinha e jogo para ele.
Agora, estou completamente nua e continuo dançando.
Ele cheira minha calcinha, enquanto intensifica a punheta até explodir.
Vou pra cima de John.
Ele está sentado e eu de joelhos em sua frente. Nos beijamos intensamente, sem fechar os olhos.
Eu o faço abocanhar o meu peito, meu tesão só aumenta. O empurro, deixando ele deitado entre minhas pernas. Ainda de joelhos, vou um pouco pra frente. Escondo seu rosto entre minhas pernas e ele me chupa. Ele se lambuza com a minha xoxota e só para quando minhas pernas tremem pelo orgasmo.
Ele me tira de cima dele e sai da cama, fico confusa. Não quero ele longe de mim.
Ele volta com um copo cheio de gelo e uma expressão travessa.
Ele coloca um cubo de gelo em sua boca e me beija, brincando com o gelo enquanto me beija e me faz deitar. Abro minhas pernas esperando que ele me possua com sua mão ou o seu pau. Só que não acontece nenhuma das alternativas.
Ele volta a me chupar, com o gelo em sua boca. É uma sensação completamente nova e completamente sexy. Eu não esperava por aquilo e com a surpresa, acabo apertando a cabeça dele com as minhas coxas. Ele não reclama, apenas ri e pergunta:
– Quer que eu pare?
Meu olhar é puro desejo e respondo:
– Por favor, não.
Ele sabia qual seria minha resposta, ele conhece meu corpo melhor que eu mesma.
Assim, ele volta a beijar minha buceta com o gelo.
O frio deveria ser anestésico, certo? Só que estou mais sensível e quente a cada segundo…
Mesmo depois de tantos orgasmos, meu corpo ainda quer mais, implora pelo toque dele. O gelo ferveu aquele momento!
Minha buceta não consegue ficar quieta ao toque do gelo, meus quadris rebolam e meus gemidos ficam mais altos e intensos.
John para de me chupar, vem pra cima do meu corpo, puxa meu cabelo e me faz olhar para ele:
– Olha pra mim, porra! Não feche os olhos e nem desvie o olhar! Olha pra mim, vadia!
Ele começa a me masturbar com o gelo! Eu achava que já tinha chegado ao ápice da luxúria. Só que não!
No automático, acabo fechando os olhos por um segundo. Ele puxa meu cabelo:
– Eu falei pra não fechar os olhos! Você quer que eu pare?
Eu olho bem dentro de seus olhos, aperto mais meus quadris em sua direção e respondo, ofegante:
– Não! Não quero que pare! Continua me tocando…
– Isso! Sabia que você ia gostar disso! Quero seus olhos vidrados em mim enquanto te faço gozar!
E eu obedeci! Estava completamente submissa a ele! Eu não podia arriscar perder seu toque, seu corpo… Eu era sua puta e tinha orgulho disso.
O gelo derreteu dentro de mim, enquanto ele me masturbava. Só que seus dedos continuam frenéticos dentro de mim. E eu imploro, olhando em seus olhos:
– Continua! Assim! Me faz gozar!
E seus dedos permanecem invadindo minha buceta. Com a outra mão, ele puxa mais meus cabelos, não dando chances para nossos olhares se desviarem.
Minha respiração fica cada vez mais profunda, as palavras mais insanas e os gemidos mais altos.
Eu pressiono os dedos dele cada vez mais forte com a xoxota.
Ele está feliz com as minhas expressões, feliz com meu estado, com minha submissão:
– Goza pra mim! Agora! Goza na minha mão, minha vadia!
– Ah! Ah! Ah! Mais! Ah! Ah! Aaaaaaaaahhhh!
E gozei loucamente em sua mão, olhando em seus olhos. Foi um orgasmo tão forte que meu corpo todo estava exausto e relaxado. Eu praticamente não conseguia mais me mover.
Só que, para minha surpresa, John ainda me queria.
Ele me deu um beijo na boca cheio de tesão, quase me deixando sem ar. Em seguida, me vira de costas e coloca alguns travesseiros em meu abdômen para elevar meu quadril.
Me dá dois tapas, um em cada nádega. É forte e as deixa vermelhas.
Ele deita sobre mim e sussurra:
– Agora é a minha vez!
Ele me dá um beijo grego, deixando meu cu molhadinho. Em seguida, me faz chupar seus dedos. Agora, com os dedos bem encharcados, ele invade o meu cu. Ele vai entrando e saindo, aumentando a força e o ritmo de acordo com a aceitação e desejo do meu cu. Eu, que pensei que não tinha mais forças, me vejo cheia de tesão, mais uma vez! Empino mais a minha bunda para facilitar seu toque e volte a gemer!
– Me come! Quero seu pau dentro mim! – Imploro.
– Onde você quer que eu te coma? Me diz, onde você quer que eu meta meu pau?
– No meu cu! Come meu cu! Me come agora! – Suplico.
Ele tira os dedos de dentro de mim e apanho na bunda mais uma vez. Antes que eu pudesse raciocinar sobre o tapa que acabei de levar, sinto seu pau entrando dentro de mim.
Suas mãos apertam meus quadris, empinando mais a minha bunda.
Seus gemidos estão fortes e incontroláveis, ele está quase no apogeu.
– Goza! John, goza pra mim! Goza no meu cu! Agora!
Minhas palavras servem de gatilho para uma bomba! Ele aumenta a força e o ritmo exponencialmente e desliza as mãos pelas minhas coxas. Me empurra contra a cama, soltando todo o seu peso sobre mim e… EXPLODE!
Ele sai de cima de mim, desliga o som, apaga as luzes e se joga na cama ao meu lado. Assim como eu, ele está sem forças. Só que mesmo assim, ele me envolve em seus braços. Ficamos de conchinha. Ele cheira e beija delicadamente a parte de trás do meu cabelo e sussurra em meu ouvido:
– Eu te amo!
Eu não tenho forças para responder, mas ele sabe que sinto o mesmo. Segura e satisfeita, durmo profundamente.
Acordo com o despertador do celular. O sol já está raiando lá fora. Liga para a recepção e peço o café da manhã completo. Preciso recuperar minhas forças! John acabou comigo durante a noite!
Ligo a hidromassagem e preparo um revigorante banho de espuma. Enquanto espero a banheira encher, separo minha roupa, toalete e maquiagem. Tenho que me preparar para voltar para a vida real…
Deixo John dormir mais um pouco, ele merece. Difícil saber quem gastou mais energia na noite passada…
É incrível como esse homem é lindo!
Fico olhando ele dormir, magnetizada…
– A banheira vai transbordar – John diz sem nem abrir os olhos.
Levo um susto.
– Desculpe, não quis te acordar!
– Acordei com seu celular e estou esperando você voltar para os meus braços pra voltar a dormir.
– Meu amor, temos que acordar! Voltar ao mundo real! – Beijo carinhosamente seus lábios. – Volte a dormir, te acordo daqui a pouco.
Desligo as torneiras da hidromassagem e verifico se a água está na temperatura certa. Está perfeita! Pego um copo do suco de laranja, entro na banheira, relaxo e fecho os olhos.
Em pouco tempo, sou surpreendida com John entrando na hidro comigo:
– Eu disse que te acordaria daqui a pouco. Eu quis acordar um pouco mais cedo pra me arrumar com calma.
– E você acha justo aproveitar esse banho de espuma sozinha? Ou já cansou da minha companhia?
– Nunca vou me cansar de você! Depois de 5 anos de namoro, ainda sou completamente apaixonada! A cada dia sou mais grata pelo nosso amor!
Pego em seu rosto, olho no fundo de seus olhos e beijo na sua boca de maneira apaixonada.
John, sem parar de me beijar, me puxa pelo quadril para cima dele. Seu membro está ereto! Caramba! Ele não se cansa! O beijo não para! Com a outra mão, ele acaricia impetuosamente o meu seio. Meu Deus! Já estou completamente excitada novamente! Nem parece que passamos horas fazendo amor durante quase a noite toda! Eu não consigo parar de desejar esse homem!
Ele para de me beijar e sorri, olhando para meu rosto. Em um lampejo de sanidade, digo:
– Dessa forma, não vou ter tempo de me arrumar com alma! Por favor, me solte…
– Acho que nunca te vi tão linda! Sem contar que, não estou te segurando tão forte assim, você pode se soltar a qualquer momento… – Aquele sorriso travesso, que me derrete, aparece mais uma vez. – O ponto é que você não quer se afastar de mim! Você quer meu corpo tanto eu quero o seu!
Ele volta a me beijar. Só que sem carinho dessa vez. Apenas desejo, luxúria! Ele tira a mão do meu quadril, pega a minha mão e a leva em direção à sua barriga, faz minha mão deslizar pelo seu abdômen definido que ele se orgulha tanto. Ele me faz tocar seu pau duro, pulsante, implorando por mim.
– John, nós temos que…
– Sheeeee… – ele me cala desesperadamente e me impede que eu tire a mão do pau dele. – Eu quero você! Eu sempre vou querer você! Eu sempre vou querer você! E eu sei que você também me quer!
Ele esfrega uma de suas pernas em minha vagina, o que me deixa ainda mais excitada.
Eu desisto! Começo a masturbá-lo e a me esfregar em sua perna… Mais uma vez, o meu desejo vence.
Eu sento em seu pau. John devora meu peito, enquanto termina de encaixar seu pau dentro de mim. Quando ele identifica o meu suspiro de “posição perfeita”, ele solta o meu peito, chupa meu pescoço e agarra fortemente meus quadris. Ele dita o ritmo das minhas cavalgadas, fazendo seu pau ficar num vai e vem perfeito para ambos. O ritmo continua por alguns minutos até gozarmos juntos, ao mesmo tempo.
Nos beijamos carinhosamente e saio de cima dele. Cada um fica num canto da banheira. Ele pega no sabonete:
– Ainda não lavei suas costas. Vire-se.
Obedeço. Carinhosamente ele passa o sabonete e em seguida, começa a cuidar dos meus cabelos. Seus toques são cuidadosos. Nem parece as mesmas mãos que deixaram meu corpo todo marcado com o furor do seu desejo.
Eu retribuo o favor e faço o mesmo com suas costas e cabelos.
De forma gentil, ele se levanta primeiro da banheira. Pega meu roupão de banho, ajuda a me levantar e me veste com o roupão.
E em seguida, ele veste o dele.
Ainda de maneira cavalheiresca, ele pega o secador para secar meus cabelos. Não é a primeira vez que ele faz isso, mas me sinto privilegiada toda vez que isso acontece.
Acabamos de nos arrumar, tomamos o café e nos despedimos da suíte. É hora de voltar a realidade. E sei que a realidade ao lado do homem que eu amo, será magnífica!


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