A esposa do amigo
A esposa do amigo
A noite pairava sobre nós, densa e promissora, enquanto nos reuníamos, eu, minha esposa e o casal amigo. A atmosfera, carregada de expectativas silenciosas, era amplificada pela presença de MC, a esposa do meu amigo. Ela irradiava uma beleza que transcendia a mera aparência física; havia algo em seu olhar, uma profundidade que me cativava e me inquietava simultaneamente. Necessário dizer que tenho tesão pela MC, morena, cabelos negros longos, corpo esguio, bunda perfeita, de tamanho médio que irradia desejo, boca, ah…, que boca. Sinais corporais também indicam que ela tem vontade por mim.
A conversa fluía, leve e despretensiosa, mas sob a superfície, uma correnteza de tensão se formava. Eu me pegava fitando MC, meus olhos buscando os dela, numa dança silenciosa de atração e curiosidade. Ela, inicialmente, desviava o olhar, um rubor sutil tingindo suas bochechas, mas a curiosidade parecia ser mais forte. Logo, seus olhos voltavam aos meus, um breve contato visual que transmitia uma mensagem clara, um convite tácito para um jogo perigoso.
A noite avançava, e a intensidade da troca de olhares se intensificava. Cada olhar era uma pergunta, uma resposta, uma promessa. A voz de MC, suave e melodiosa, preenchia os intervalos da conversa, mas era o silêncio entre as palavras que realmente falava. Seus gestos, sutis e elegantes, pareciam desenhar um mapa de desejos, um convite para explorar territórios desconhecidos.
Eu me sentia preso em uma teia invisível, tecida por olhares e silêncios. A presença da minha esposa, sentada ao meu lado, era um lembrete constante da realidade, da linha tênue que separava a amizade da traição. Mas a atração por MC era como uma força da natureza, irresistível e avassaladora.
Meu amigo também conversava bastante com minha esposa. Cabelos negros, corpo um pouco mais cheinho, bunda gostosa (posso dizer…), também linda de rosto.
De repente, ela disse: “Vou ao banheiro” e olhou para mim como se fosse um convite. Aquele olhar, penetrante e cheio de promessas, incendiou algo dentro de mim. Deixei-a sair, sentindo o perfume dela se dissipar no ar, um rastro de desejo que me atormentava. Meu amigo e minha esposa continuavam conversando. Alguns minutos depois, a tensão já insuportável, disse: “Vou pegar um whisky no bar lá fora…”
A caminhada até o bar foi uma tortura. Cada passo parecia durar uma eternidade, cada respiração um lembrete da proximidade dela. A imagem dela, com aquele olhar, martelava em minha mente. Chegando ao bar, a encontrei. Ela estava lá, como se me esperasse, encostada na parede, a luz fraca do ambiente realçando seus contornos. O sorriso que ela me dirigiu foi a confirmação de que o desejo era mútuo, uma faísca que acendeu a chama.
Sem hesitar, puxei-a para um canto do local, um recanto de sombras onde a visibilidade era escassa, mas a intimidade, intensa. Aproximei-me, envolvendo-a em meus braços, sentindo a maciez da sua pele sob meus dedos. O contato físico foi como um choque, uma corrente elétrica que percorreu meu corpo. Abracei-a com força, sentindo o calor do seu corpo contra o meu, a pulsação acelerada dos nossos corações.
Certamente ela sentiu meu membro já ereto entre suas coxas. A ereção, impaciente, pulsava contra a calça, um sinal claro do meu desejo. Ela suspirou, um som rouco que ecoou no silêncio do nosso pequeno mundo. Aquele suspiro, uma mistura de excitação e apreensão, foi a senha para o que viria a seguir.
“Precisamos voltar logo”, ela disse, a voz embargada, quase um sussurro. A urgência na sua voz, a necessidade de esconder o que estava acontecendo, só aumentou a intensidade do momento. A adrenalina corria solta, o tempo parecia ter parado.
Agarrei-a com mais força, comprimindo seu corpo contra o meu, naquele instante, naquele canto escuro. O desejo, antes contido, agora explodia, uma força bruta que me dominava. A vontade de possuí-la, de sentir seu corpo unido ao meu, era avassaladora. A proximidade, o toque, o cheiro, tudo conspirava para nos levar ao limite.
A respiração dela se tornou mais rápida, os lábios entreabertos, os olhos brilhando na penumbra. Senti a sua mão deslizar pela minha nuca, puxando-me para mais perto, como se quisesse fundir nossos corpos em um só. O beijo, intenso e desesperado, selou o pacto. A língua, explorando a boca, aprofundando o desejo, a promessa de algo maior.
A necessidade de saciar a sede, de satisfazer o desejo, era quase palpável. Aquele canto escuro, o barulho distante, tudo se tornou irrelevante. Só existíamos nós dois, naquele momento, naquele espaço, consumidos pela paixão. A promessa de prazer, a antecipação do êxtase, pairava no ar, nos envolvendo em um véu de desejo.
Com cuidado, levantei sua saia, sentindo o calor do seu corpo. A glande, muito rígida, encontrou a entrada da sua vulva: ela estava sem calcinha! Um suspiro escapou dos seus lábios quando a ponta tocou, e então, com um movimento lento e deliberado, comecei a penetração.
Ela requebrava suavemente, um ritmo sensual que facilitava a entrada. Cada movimento era uma dança, uma troca de prazer. A profundidade da penetração era intensa, e a cada estocada, sentia-a se entregar mais. Ficamos naquele vaivém perdidos em um mar de sensações. O tempo parecia ter parado, restando apenas nós dois e a intensidade do momento.
A respiração dela acelerou, e eu sabia que estávamos chegando ao ápice. Seus olhos estavam fechados, e um sorriso sutil adornava seus lábios. Meu membro babava copiosamente, sentindo a maciez da sua pele contra a minha. Minha glande estava quase explodindo…
A cada movimento, a intensidade aumentava. Nossos corpos se moviam em perfeita sincronia, uma dança de desejo e prazer. Não pude mais segurar, a explosão de esperma inundou a sua vulva, mais parecia um balde jorrando líquido seminal. Ela pareceu sentir e me apertou mais forçando o contato da glande com seu clitoris… A esfrega causou transbordamento do líquido. Atingimos o clímax juntos, em um turbilhão de sensações. Nossos corpos tremiam, e o prazer nos consumia.
Retornamos pouco depois, primeiro ela, depois também retornei à mesa. Percebi que minha esposa e o amigo continuavam a conversar animadamente e aparentemente pouco notaram nossa ausência…


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