A esposa do amigo II - Continuação
Eu, a esposa ML, o amigo P e a esposa MC saímos para um barzinho. No conto anterior descrevemos a primeira parte. Leia que a história está ótima.
…… Continuação……
ML, minha esposa, disse então: “Também vou ao toilette”. Pouco tempo depois, amigo P falou que ia ao bar pegar uma bebida. MC e eu nos olhamos e demos um leve sorriso. “Será?!,” disse. Dei de ombros… Então, levantei-me e segui-os disfarçadamente. De longe pude ver quando saíram para o mesmo canto escuro e discreto que eu e MC tínhamos feito amor. Vi que P puxou ML, abraçou-a e pude ver seu membro ereto entre as coxas dela.
A respiração ofegante de P ecoava no silêncio daquele canto. A luz tênue do local que tinha um umbral de separação,, dançava sobre seus corpos, criando sombras que se moviam com a intensidade do momento. Ele a beijava com voracidade, suas mãos explorando cada curva do corpo dela, deslizando pela pele macia e aquecida. ML, por sua vez, entregava-se àquele beijo, seus lábios respondendo aos dele com a mesma paixão.
O beijo aprofundou-se, as línguas se encontrando em um jogo sensual e excitante. As mãos de P desceram, desabotoando a calça de ML com pressa, revelando a pele lisa e a lingerie delicada. Ele a beijou no pescoço, descendo até os seios, onde a mordiscou suavemente, arrancando dela gemidos de prazer. P virou-a de costas, contemplou aquela bunda espetacular que parecia desejar aquele contato.
P ajoelhou-se, beijando a bunda de ML, descendo até a vulva. Com a ponta da língua, ele a provocou, explorando cada fenda, cada dobra, despertando nela uma onda de excitação. ML agarrou seus cabelos, puxando-o para mais perto, implorando por mais.
Ele se levantou, puxando-a para si,, enquanto suas mãos deslizavam por suas costas, acariciando-a. ML sentiu o membro de P pressionando contra sua coxa, duro e pulsante.
Com um gemido rouco, P a penetrou sua vulva por trás. A sensação foi intensa, preenchendo-a de prazer e dor. ML gemeu, agarrando-se às mãos dele, enquanto ele se movia dentro dela, em um ritmo frenético. Cada estocada era profunda, intensa, levando-os a um clímax avassalador.
O prazer tomou conta de seus corpos, as respirações se misturando, os gemidos ecoando no canto escuro. A cada movimento, a intensidade aumentava, até que ambos atingiram o ápice, explodindo em um turbilhão de sensações. ML podia sentir o tamanho da glande dentro dela.
Após o orgasmo, permaneceram abraçados, ofegantes, sentindo a pele grudada, o suor escorrendo. O silêncio foi quebrado apenas pela respiração pesada. P beijou o pescoço de ML, sussurrando palavras de carinho e admiração.
Eu, escondido nas sombras, sentia uma mistura de emoções. A excitação, a inveja, a curiosidade. A cena que se desenrolava diante de meus olhos era intensa, proibida, e ao mesmo tempo, incrivelmente excitante.
Depois de um tempo, eles se separaram, ajeitando as roupas e voltando para o bar, como se nada tivesse acontecido. Eu, ainda escondido, esperei alguns minutos antes de retornar, com o coração acelerado e a mente fervilhando. A noite estava apenas começando, e eu sabia que aquele segredo mudaria para sempre a dinâmica entre nós. Aquele barzinho, antes um lugar de encontros casuais, agora guardava um segredo picante, um segredo que nos uniria, como casais, e nos separaria ao mesmo tempo. Aquele canto escuro, palco de um desejo proibido, seria para sempre lembrado como o lugar onde a paixão e a traição se encontraram para ambos os casais.


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