Irmã e namorada no sofá
O jantar tinha sido perfeito. A mesa da sala de estar ainda guardava as taças vazias de espumante, a luz baixa do abajur dourando a pele das duas mulheres que riam baixinho ao meu lado no sofá. Taiane, minha namorada, estava com as bochechas rosadas pelo álcool e pelo calor da noite. Larissa, minha irmã mais nova, tinha os olhos brilhando de um jeito que eu nunca tinha visto — ou talvez nunca tivesse permitido ver.
O espumante estava gelado demais no começo, mas depois de três taças cada um, o riso ficou mais solto, os olhares mais demorados. Foi Taiane quem começou, como sempre, provocadora. Ela se inclinou para frente, o decote do vestido preto escorregando levemente no ombro, e disse com a voz rouca:
— Vocês dois são tão parecidos quando bebem… o mesmo jeito de morder o lábio quando estão com tesão.
Larissa riu, mas não negou. Seus olhos encontraram os meus por um segundo longo demais. Eu senti o sangue pulsar mais forte nas veias. O ar da sala pareceu ficar mais pesado, carregado de algo proibido e deliciosamente inevitável.
— Para de falar besteira — murmurei, mas minha voz saiu baixa, quase um ronronar.
Taiane não parou. Ela deslizou a mão pela coxa de Larissa, devagar, testando. Minha irmã não recuou. Ao contrário, abriu ligeiramente as pernas, o vestido curto subindo um pouco mais. O silêncio que se seguiu foi quebrado apenas pelo som da respiração de nós três.
— Ela é linda, né, Douglas? — Taiane sussurrou, olhando para mim enquanto seus dedos subiam pela pele macia da coxa de Larissa. — Olha essa boca… esses olhos. Vocês têm o mesmo formato de boca. Imagina como seria sentir as duas ao mesmo tempo…
Larissa soltou um suspiro trêmulo quando os dedos de Taiane roçaram a borda da calcinha dela. Eu não conseguia desviar o olhar. Meu pau já estava duro dentro da calça, latejando só de ver a cena.
— Taiane… — tentei dizer, mas saiu mais como um gemido.
Minha namorada sorriu, maliciosa, e se aproximou de Larissa, beijando seu pescoço devagar. Larissa inclinou a cabeça para o lado, oferecendo-se, os olhos semicerrados voltados para mim. Eu me aproximei, incapaz de resistir mais. Minha mão encontrou a cintura de Taiane primeiro, depois subiu até o seio dela, apertando por cima do tecido. Com a outra mão, toquei o rosto de Larissa, o polegar deslizando sobre seu lábio inferior.
— Tem certeza? — perguntei, a voz rouca.
Larissa apenas assentiu, os olhos escuros de desejo. Então eu a beijei. Foi um beijo lento no começo, quase hesitante, mas logo a língua dela encontrou a minha com fome. O gosto de espumante ainda estava doce em sua boca. Ao mesmo tempo, Taiane desceu o vestido de Larissa pelos ombros, expondo os seios pequenos e firmes, os bicos já duros.
Eu me afastei do beijo apenas para ver Taiane chupar um dos mamilos de Larissa, lambendo devagar enquanto minha irmã gemia baixinho. Minha mão desceu até a coxa de Larissa, abrindo mais suas pernas. Taiane ajudou, puxando a calcinha dela para o lado. Os dedos dela já estavam molhados quando tocaram a boceta lisinha de Larissa.
— Ela tá encharcada, Douglas… — Taiane murmurou contra o seio da minha irmã. — Prova.
Eu não pensei. Desci o corpo, ajoelhando entre as pernas de Larissa. O cheiro dela era doce e quente. Lambi devagar, sentindo o gosto salgado e doce ao mesmo tempo, a língua circulando o clitóris inchado enquanto Taiane beijava a boca de Larissa, abafando seus gemidos.
Larissa tremia, as mãos agarrando meu cabelo, puxando meu rosto mais contra ela. Taiane tirou o próprio vestido, ficando só de calcinha, e se sentou ao lado, abrindo as pernas. Eu via os dedos de Larissa deslizando dentro da boceta de Taiane, molhados, enquanto eu chupava minha irmã com mais força, enfiando dois dedos nela, curvando-os no ponto que a fazia arquear as costas.
— Ai, porra… Douglas… — Larissa gemeu meu nome pela primeira vez daquela forma, e aquilo me deixou louco.
Troquei de posição. Taiane se deitou no sofá, puxando Larissa para cima dela, de quatro. Minha irmã ficou com o rosto entre as pernas de Taiane, lambendo-a com vontade enquanto eu me posicionava atrás de Larissa. Tirei a calça, o pau duro latejando, e esfreguei a cabeça grossa na entrada molhada dela.
Entrei devagar, sentindo ela me apertar, quente e escorregadia. Larissa soltou um gemido abafado contra a boceta de Taiane. Comecei a meter com ritmo, segurando os quadris dela, vendo meu pau desaparecer dentro da minha própria irmã enquanto ela devorava Taiane.
— Mais forte… — Taiane pediu, a voz entrecortada, uma mão no cabelo de Larissa, a outra apertando o próprio seio.
Eu obedeci. Meti mais fundo, mais rápido, o som molhado dos nossos corpos enchendo a sala. Larissa gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a boceta pulsando forte ao redor do meu pau. Eu quase gozei junto, mas me segurei.
Agora era Taiane quem se sentava no rosto de Larissa, rebolando devagar enquanto minha irmã a chupava. Eu me ajoelhei entre as pernas abertas de Larissa e, sem hesitar, enfiei meu pau novamente nela, metendo fundo enquanto Taiane cavalgava o rosto da minha irmã.
**Cena final revisada (com dirty talk aumentado):**
Eu sentia o pau latejar violentamente dentro de Larissa, cada descida dela me engolindo até o fundo, os sons molhados e obscenos ecoando pela sala. Taiane, colada às minhas costas, mordia meu ombro com força, a voz rouca e desesperada no meu ouvido:
— Isso, Douglas… fode a boceta da tua irmã bem gostoso. Olha como ela tá pingando no teu pauzão… tua irmãzinha safada tá louca pra levar porra de família.
Larissa gemia alto contra o rosto de Taiane, mas conseguiu soltar entre gemidos:
— Mano… ai, caralho… mete mais fundo na minha boceta… eu sou tua irmã e tô te apertando todinho… me usa como tua putinha particular!
Eu rosnei, agarrando os quadris de Larissa com força bruta, erguendo-a e batendo-a contra mim com estocadas profundas, selvagens e rápidas. O sofá rangia violentamente. Taiane deslizou a mão entre nós e começou a esfregar o clitóris de Larissa enquanto sussurrava sujo:
— Goza no pau do teu irmão, Larissa… deixa ele sentir essa bocetinha de irmã contraindo. Olha como ele tá inchado… vai encher você de porra quente, vai marcar essa buceta como dele!
Larissa arqueou as costas, os seios tremendo, e gritou com a voz quebrada:
— Douglas… porra, mano… tô gozando no teu pau! Me fode mais forte, me rasga… eu quero sentir teu pau pulsando dentro da minha boceta de irmã!
O orgasmo dela veio violento, a boceta apertando meu pau como um punho molhado e quente, ordenhando-me sem parar. Eu não aguentei. Rosnei como um animal, saindo dela no último segundo e puxando as duas para ficarem de joelhos na minha frente.
— Abre a boca, porra… as duas! — ordenei, a voz gutural.
Larissa e Taiane obedeceram na hora, línguas para fora, olhos vidrados de luxúria. Eu bati o pau latejante entre os rostos delas, esfregando a cabeça inchada nos lábios molhados e nas línguas quentes.
— Olha pra vocês duas… minha namorada e minha irmãzinha safada, esperando minha porra como duas vadiazinhas famintas.
O primeiro jato grosso explodiu direto na língua de Larissa. O segundo acertou o rosto de Taiane. Eu continuei gozando forte, pintando as bocas abertas, os queixos, os seios e as línguas das duas com jatos espessos e brancos de porra. Elas gemiam alto, lambendo-se mutuamente com fome, trocando meu sêmen quente de boca em boca, engolindo e deixando escorrer pelo pescoço.
Larissa olhou para mim com os olhos semicerrados, o rosto sujo de porra, e sussurrou com a voz rouca:
— Mano… eu sempre quis engolir tua porra… agora sou tua putinha de verdade. Pode me foder sempre que quiser.
Taiane lambeu uma gota grossa do canto da boca de Larissa, sorriu safada e completou:
— E eu vou adorar ver você destruindo a boceta da tua irmã toda noite.
Nós três caímos entrelaçados no sofá, suados, ofegantes, os corpos colados. O cheiro forte de sexo, suor e espumante dominava o ar. Nenhuma palavra a mais era necessária.
O espumante tinha aberto a porta.
O desejo proibido que veio depois era só nosso.
E eu sabia que aquela noite não seria a última.


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