Janeiro 5, 2026

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A amiga I

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MC estava deslumbrante naquele domingo. A morena, de longos cabelos negros, exibia uma beleza que prendia o olhar. A blusa branca, delicada, realçava seus seios fartos, e a calça jeans, justa, delineava a perfeição de sua bunda. Seu rosto, adornado por traços finos e uma boca carnuda, era um convite à perdição. Eu, consumido por desejos, sentia a atração mútua, um jogo perigoso e proibido. A barreira do casamento, tanto dela quanto o meu, pairava como uma sombra, mas a chama da paixão ardia intensamente.

O destino, em sua ironia, nos uniu no burburinho do shopping. O acaso, ou talvez a força irresistível da atração, nos aproximou. Um café, pretexto para um encontro, um vislumbre da possibilidade. Os olhares se cruzaram, as palavras se perderam em meio a sorrisos cúmplices. A tensão, palpável, nos impulsionou para um refúgio de prazer, um motel anônimo, palco de um desejo desenfreado.
No quarto, a atmosfera se carregou de eletricidade. O toque, a pele, o calor. A blusa branca cedeu, revelando a beleza que eu tanto almejava. Meus dedos deslizaram por sua pele macia, explorando cada curva, cada detalhe. Seus seios, firmes e convidativos, foram tomados por meus lábios, em um beijo que prometia o paraíso. Ela gemeu, um som rouco que ecoou no quarto, um prenúncio do prazer que viria.
A calça jeans, agora um obstáculo insignificante, foi desfeita, libertando a beleza de suas pernas longas e torneadas. A visão de sua vulva, rosada e úmida, me enlouquecia. Meus dedos a acariciaram, explorando cada fenda, cada recanto. Ela se entregou, sem reservas, ao prazer que eu lhe proporcionava.

Em um ato de ousadia, ela me beijou, aprofundando o beijo, e suas mãos deslizaram por minhas costas, me puxando para mais perto. A intensidade do momento me consumia. Ela, com a mesma voracidade, me levou ao ápice. Seus lábios, agora em meu pescoço, me provocavam, me instigavam.

A língua dela, habilidosa, desceu por meu corpo, me levando à loucura. A cada toque, a cada carícia, a cada gemido, a certeza de que estávamos no limite. A excitação crescia, incontrolável. A boca dela envolveu meu membro, em um ato de pura entrega. A sensação era indescritível, um turbilhão de prazer que me levava ao limiar. Quase gozei, mas a vontade de prolongar o momento, de saborear cada instante, me fez resistir.
Lentamente virei-a de costas, a luz da lua banhando sua pele. A maciez da sua pele era um convite, e a excitação pulsava em mim. Com cuidado, posicionei-me atrás dela, sentindo o calor do seu corpo. A glande, agora rígida, encontrou a entrada da sua vulva. Um suspiro escapou dos seus lábios quando a ponta tocou, e então, com um movimento lento e deliberado, comecei a penetração.

Ela requebrava suavemente, um ritmo sensual que facilitava a entrada. Cada movimento era uma dança, uma troca de prazer. A profundidade da penetração era intensa, e a cada estocada, sentia-a se entregar mais. Ficamos naquele vaivém por minutos, perdidos em um mar de sensações. O tempo parecia ter parado, restando apenas nós dois e a intensidade do momento.

A respiração dela acelerou, e eu sabia que estávamos chegando ao ápice. Então, com um movimento suave, virei-a para frente. Seus olhos estavam fechados, e um sorriso sutil adornava seus lábios. Meu membro já babava copiosamente, pronto para a próxima fase. Encaixei-me entre suas coxas, sentindo a maciez da sua pele contra a minha. A penetração foi divina, um encaixe perfeito.

A cada movimento, a intensidade aumentava. Nossos corpos se moviam em perfeita sincronia, uma dança de desejo e prazer. O quarto era preenchido com gemidos e suspiros, a trilha sonora da nossa paixão. A cada estocada, sentia-a se entregar mais, e a sensação de prazer era avassaladora.

Atingimos o clímax juntos, em um turbilhão de sensações. Nossos corpos tremiam, e o prazer nos consumia. Depois, a calma, a sensação de satisfação e a certeza de que aquele momento seria lembrado para sempre.

Ainda ofegantes, permanecemos abraçados, sentindo a pele um do outro. A luz da lua continuava a nos banhar, testemunha silenciosa da nossa intimidade. O silêncio foi quebrado por um beijo suave, um selo de cumplicidade e amor.

A noite continuou, repleta de carícias e sussurros. A cada toque, a cada olhar, a chama da paixão reacendia. Aquele momento, aquele encontro, seria para sempre gravado em nossas memórias.

A sensação de estar conectado a ela, de compartilhar aquele momento de pura entrega, era indescritível. A paixão nos uniu, e a lembrança daquele encontro nos aqueceria por muito tempo.

A noite foi longa, e a cada instante, a intensidade do nosso amor crescia. A cada toque, a cada beijo, a certeza de que estávamos destinados um ao outro se fortalecia.

A manhã chegou, e com ela, a promessa de um novo dia, de novos encontros, de um amor que continuaria a florescer. Mas a lembrança daquela noite, daquele momento de pura paixão, permaneceria para sempre em nossos corações.

A sensação de plenitude, de satisfação, era indescritível. Aquele encontro, aquela dança de corpos e almas, seria para sempre um tesouro em nossas memórias. A paixão nos uniu, e a lembrança daquele momento nos aqueceria por toda a vida.

A cada toque, a cada olhar, a certeza de que estávamos destinados um ao outro se fortalecia. Aquele amor, aquela paixão, era algo único, algo que transcenderia o tempo e o espaço.

A noite foi mágica, e a lembrança daquele momento nos acompanhará para sempre. A paixão nos uniu, e a certeza de que estávamos destinados um ao outro nos fortalecerá em todos os momentos.

Aquele encontro, aquela dança de corpos e almas, seria para sempre um tesouro em nossas memórias. A paixão nos uniu, e a lembrança daquele momento nos aqueceria por toda a vida.

A cada toque, a cada beijo, a certeza de que estávamos destinados um ao outro se fortalecia. Aquele amor, aquela paixão, era algo único, algo que transcenderia o tempo e o espaço.

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