Outubro 30, 2025

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A Primeira Vez com Meu Melhor Amigo

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Estávamos no ensino médio, 16 anos nas costas, mochilas pesadas e uniformes amarrotados. Finalmente criei coragem e me assumi gay pro Carlos, meu melhor amigo desde a infância. Ele pegava uma menina do colégio, e já tinha soltado umas insinuações pra mim, olhares demorados, piadas que ficavam no ar, mas nada direto, nada que eu pudesse agarrar.
As provas finais chegaram como um rolo compressor, esmagando qualquer resto de sanidade que a gente ainda tinha. O colégio inteiro parecia uma panela de pressão: olheiras roxas, canetas mordidas, cadernos abarrotados de fórmulas rabiscadas em cores gritantes. O calor grudava a camisa no corpo, suor escorrendo pelas costas como se eu derretesse.
Nunca vou esquecer aquele intervalo. O sinal tocou rouco, libertador, e o corredor virou um formigueiro de alunos se empurrando pra sair. Carlos, suado, cabelo grudado na testa, me deu um aceno rápido, aquele sorriso de canto de boca que ele usava quando tava distraído.
— Vou ali encontrar a Ju, já volto, véi.
— Tranquilo — respondi, a voz meio engasgada…
Ele sumiu na multidão, e eu segui pro nosso canto, aquele pedaço escondido atrás do colégio onde o muro descascava tinta verde e uma árvore torta jogava uma sombra mixuruca. O chão era um tapete de folhas secas e bitucas antigas. Encostei na árvore, a superfície áspera arranhando minhas costas através da camisa. Minhas mãos tremiam… tirei o maço do bolso, o isqueiro clicando seco. Acendi o cigarro, a chama dançando antes de apagar.
Traguei fundo, a fumaça queimando a garganta. Soltei devagar, vendo a nuvem cinza se desfazer no ar abafado. Geografia à tarde, depois química — as palavras giravam na cabeça como um mantra inútil. Traguei de novo, o filtro mole de suor, e fixei o olhar num ponto qualquer do céu, branco, cegante, esperando o intervalo acabar.
O barulho de folhas secas sendo pisadas me tirou do transe. Levantei o olhar… lá vinha ele, passos largos, ombros tensos, a cara fechada como se tivesse engolido limão. O suor escorria pela lateral do rosto, pingando no colarinho.
— Toma um — estendi o maço.
Ele pegou sem olhar, dedos trêmulos. O isqueiro clicou duas vezes até acender; a chama refletiu nos olhos castanhos, irritados. Deu uma tragada funda, tossiu um pouco, soltou a fumaça pelo nariz.
Nos agachamos, encostamos na árvore torta, raízes expostas servindo de banco.
— Que foi, véi?
— Tava pegando a Ju atrás da quadra — a voz saiu rouca, quase um rosnado. — Pedi pra ela chupar, pra dar uma relaxada, só isso. A mina surtou, fez um showzinho do caralho.
Ele deu outra tragada, mais curta, nervosa. A mão livre desceu até a braguilha, apertou o volume por cima da calça, o tecido esticando, marcando a pica dura como se fosse explodir o zíper.
— Olha como essa vaca me deixou.
— Mano, sério que ela surtou por causa de um boquete? — eu ri, meio nervoso, cutucando a bituca com o tênis.
— A mina acha que namoro é segurar mão e ver pôr do sol.
— Segurar pra quê? Pra rezar um terço antes de chupar?
A frase saiu e a gente explodiu. Rimos alto. O som ricocheteava no muro, espantando uns passarinhos que tavam de bobeira na árvore. Ele se curvou pra frente, mão no joelho, eu joguei a cabeça pra trás e bati na casca da árvore.
Desabei na grama, o chão quente roçando as costas. Encostei na árvore de novo, a casca áspera como abraço antigo. Tirei o baseado do bolso interno, já enroladinho desde cedo, papel fininho, cheiro doce escapando pelo rasgo. O isqueiro clicou, a ponta brilhou laranja.
Carlos me olhou de canto, ainda rindo baixo.
— Sério que tu vai fumar agora, Pedro? Prova em quarenta minutos.
— Tu tá precisando relaxar, véi — respondi, tragando fundo. O gosto amargo e doce subiu, queimou gostoso, encheu os pulmões. Segurei um segundo, soltei devagar, a fumaça dançando no ar abafado. Estendi pra ele.
Ele pegou, riu de novo, balançando a cabeça.
— Porra, tu é o demônio. Mas tá certo.
Deitou na grama ao meu lado, braços abertos, camiseta subindo um pouco e mostrando a barriga suada. Tragou, tossiu um pouco, depois outra vez, mais fundo. Passou de volta. Ficamos assim, o baseado indo e voltando, silêncio só quebrado pelo estalar da brasa e o barulho distante do pátio.
A fumaça subia lenta, se misturava com o calor, grudava no ar. Eu sentia o corpo afrouxar, o peso das provas escorrendo pelos dedos. Ele também. Ombros relaxados, respiração mais lenta.
Deu a última tragada longa, segurou, soltou pela boca aberta. Estendeu o resto pra mim, quase apagado.
— Mata aí. Eu tô de boa.
Fumei e joguei a ponta no chão, esmaguei com o calcanhar. Ele ficou deitado, olhos fechados, cílios tremendo um pouco com a luz que entrava pelas folhas. Eu fiquei sentado, encostado na árvore, olhando pra ele. O suor secando na testa, o peito subindo e descendo devagar. A rola ainda marcava a calça, mas agora parecia parte do cenário, menos urgente, mais natural.
O silêncio era bom. Pesado, mas bom. Como se a gente tivesse encontrado um canto do mundo onde nada precisava ser dito. Ainda.
De repente, a voz dele saiu arrastada, como se a maconha tivesse derretido as sílabas:
— Mano… não vou conseguir me concentrar na prova assim.
Abriu os olhos por um segundo, só uma fenda, depois fechou de novo. A mão subiu devagar até o botão da calça, estalou o metal com um clique seco. O zíper desceu rangendo, lento, quase preguiçoso. A cueca branca apareceu, esticada, o volume ainda lá, agora mais livre. Ele enfiou a mão por dentro, sem pressa, dedos deslizando sob o tecido.
Eu engoli em seco… o som alto demais no silêncio. O coração bateu na garganta.
Ele começou a massagear, devagar, um movimento circular, quase inconsciente. A respiração saiu mais funda, um suspiro rouco escapando entre os dentes. A grama roçava no braço dele, o suor secando na pele, o cheiro de maconha e excitação misturando tudo.
Eu não conseguia desviar o olhar. O calor subia pelo meu peito, o ar parecia mais grosso, mais lento.
Ele soltou uma risada rouca, ainda de olhos fechados, a voz arrastada pela fumaça:
— Tu bem que podia dar uma mamada sem perder a amizade, né?
O sarcasmo pingava, mas tinha um fundo de verdade que fez meu estômago dar um nó. Ri junto, meio engasgado, tentando manter o tom de zoação:
— Sem perder a amizade, né?
— Tipo aquelas amizades coloridas — completou ele, a voz baixa, quase um murmúrio, como se testasse o peso das palavras.
O silêncio voltou, denso, elétrico. A mão dele ainda dentro da calça, massageando devagar, o tecido subindo e descendo em ritmo preguiçoso. A respiração ficava mais curta, os dedos mais firmes. De repente, parou. Tirou a mão devagar. Os olhos ainda fechados, a cara corando sob o bronzeado. A ponta da pica, vermelha e brilhando de pré-gozo, ficou pra fora da cueca, encostada na barriga, pulsando levemente com cada batida do coração.
Eu tomei fôlego… Estendi a mão, lenta, tremendo. Puxei a barra da cueca pra baixo, o elástico esticando com um som seco, depois soltando. A rola saltou inteira, pesada, curvando-se um pouco pra cima antes de se firmar no ar. Era grossa, pele morena esticada, veias pulsando sob a superfície, a cabeça inchada, lisa, molhada de um fio grosso de pré-gozo que escorria devagar pela lateral. O cheiro subiu forte.
Me inclinei, o rosto a centímetros, sentindo o calor irradiando, o cheiro me enchendo a cabeça, a boca já se abrindo. Comecei a masturbar, devagar, a pele deslizando na minha mão, quente, macia. A cabeça roçando na minha palma, o pré-gozo lubrificando o movimento. Ele levantou a cabeça num susto, os olhos arregalados, me encarando.
— Aqui não, porra — sussurrou, a voz rouca, mas sem força pra empurrar.
— Mas não tem ninguém aqui — murmurei, a voz baixa, a mão ainda no ritmo lento, subindo e descendo, sentindo o calor pulsar contra a palma.
Ele respirou fundo, o peito subindo rápido. Olhou pros lados… um barulho distante de passos no pátio, o pescoço tenso, depois fixou em mim, os olhos escuros, dilatados.
— Eu sei… mas pode chegar alguém — sussurrou, rouco, quase gemendo. — Vamos pra lá.
Apontou com o dedo indicador, trêmulo, pro canto fundo entre as duas paredes descascadas, onde o muro virava e a sombra engolia tudo.
Levantei, ele veio atrás, calça meio aberta, rola balançando livre. Chegamos no canto.
— Tem certeza? — perguntou, voz baixa, quase um sopro.
— Desde que isso não foda nossa amizade — respondi, olhando firme nos olhos dele.
Ele não respondeu com palavras.
Aproximou o rosto, devagar, como se tivesse medo de quebrar. Os lábios se tocaram, quentes, úmidos, hesitantes. A língua dele roçou a minha, tímida, depois mais fundo, mais urgente. O beijo era uma mistura do salgado de suor e o doce de maconha.
Minha mão voltou pra rola dele, agora com mais firmeza. Segurei na base, pele esticada, veias saltando. Ele gemeu na minha boca, um som abafado, rouco.
A mão dele subiu pra minha nuca, puxando mais, aprofundando o beijo. Eu acelerava o ritmo, mão subindo e descendo. A pica latejava, inchando mais, a respiração dele virando gemidos curtos, quentes contra meus lábios.
O mundo lá fora sumiu.
A mão dele na minha nuca apertou, firme, urgente. Empurrou pra baixo, me forçando a ajoelhar. O chão de concreto raspou nos joelhos, quente, áspero, mas eu nem senti.
— Rápido, o intervalo vai acabar — sussurrou, voz rouca, quase um gemido.
Obedeci.
Enfiei o rosto direto nas bolas dele, pesadas, suadas, o cheiro forte me invadindo. Respirei fundo, o nariz roçando a pele macia, os pelos úmidos grudando na bochecha. A língua saiu, larga, molhada, e chupei uma bola inteira, sugando devagar, sentindo o peso na boca, o gosto salgado explodindo.
Subi lambendo, a língua achatada contra o saco, depois pela base grossa, traçando cada veia, cada centímetro dos vinte que pulsavam. A pele era quente, lisa, escorregadia de pré-gozo. Lambi devagar, subindo, subindo, até a cabeça inchada, vermelha, brilhando.
Parei ali. Segurei a pica pela base, firme. Bati a cabeça na minha língua, uma, duas vezes, o pré-gozo se espalhando. A língua rodou em volta da glande, lambendo o sulco, sugando o líquido salgado.
Aí abocanhei.
A cabeça entrou primeiro, esticando os lábios, enchendo a boca. Desci devagar, sentindo cada centímetro deslizando pela língua, roçando o céu da boca. Parei na metade, suguei forte, a bochecha afundando. Subi, língua pressionando por baixo, depois desci de novo, mais fundo, até a garganta apertar. Ele gemeu baixo, a mão na minha nuca guiando, apertando.
Chupei com força, cabeça indo e voltando, saliva escorrendo pelo canto da boca, misturando com o pré-gozo. A outra mão massageava as bolas, apertando levemente, rolando entre os dedos. A rola latejava na minha boca, inchando mais, a respiração dele virando gemidos curtos, desesperados.
A boca deslizava, quente, molhada, cada centímetro dele preenchendo minha língua. A saliva escorria pelo canto da boca, pingando no queixo, misturando com o pré-gozo que não parava de vazar. Aí desci de novo, mais fundo, engolindo até sentir o saco roçar meu queixo.
Subia e descia num ritmo firme, a boca esticando, os lábios vermelhos, brilhando. Lambia por baixo, traçando a veia grossa que pulsava, depois chupava a cabeça como se fosse um doce, sugando forte.
Minha calça apertava demais. Com a mão livre, abri o botão, desci o zíper. Puxei a cueca pra baixo, meu pau saltou, duro, latejando, a cabeça já molhada. Comecei a masturbar no mesmo ritmo — devagar, firme, subindo e descendo, sentindo o pré-gozo escorrer pelos dedos.
A boca dele gemia baixo, a respiração pesada. Eu chupava mais fundo, a garganta relaxando, engolindo inteiro, o nariz roçando a barriga suada. Lambia, sugava, engolia, o gosto dele preenchendo tudo.
Minha mão acelerava no meu pau, o prazer subindo em ondas, o corpo tremendo. A gente se movia junto, sincronizados.
Sem parar de masturbar ele, deslizando rápido, desci com a boca de novo. Lambi as bolas, sugando uma, depois a outra, a língua larga, molhada, roçando os pelos úmidos.
Estiquei a língua mais, descendo pela linha quente atrás do saco, a ponta achatada passando na pele sensível, roçando a borda do cu dele, apertado, quente, pulsando.
— Puta que pariu — escapou dele, voz rouca, um gemido que ecoou no canto.
Subi de novo, abocanhei a rola inteira, chupando forte, a garganta apertando, saliva escorrendo. Dei umas bombadas rápidas, a cabeça batendo no céu da boca.
— Faz essa porra de novo — pediu, quase implorou, a voz tremendo.
Obedeci.
Desci devagar, lambendo as bolas, depois mais fundo. Ele abriu as pernas, o corpo se curvando, empurrou minha cabeça com força, forçando contra as bolas, o nariz esmagado na pele suada.
Lambi melhor, a língua inteira rodando na borda, depois mais fundo, enquanto a mão não parava na pica, masturbando rápido, o pré-gozo escorrendo pelos dedos.
Ele gemia alto agora, sem controle, a voz ecoando no muro, o corpo tremendo, as pernas abertas, me puxando mais, mais fundo, perdido no prazer.
Ele me puxou pra trás pelo cabelo, um puxão firme, quase doendo, a cabeça inclinando pra trás.
Sem aviso, socou de volta.
A cabeça bateu no céu da boca, deslizou pela língua, entrou fundo, direto na garganta. Eu engasguei, os olhos lacrimejando, mas ele não parou. Começou a foder, forte, rápido, a mão ainda no meu cabelo, guiando, empurrando.
Cada estocada era profunda, a pica inteira entrando e saindo, a base batendo nos lábios, o saco roçando meu queixo. A garganta apertava, relaxava, apertava de novo, engolindo ele inteiro. Saliva escorria pelo canto da boca, pingando no chão.
Ele gemia rouco, a outra mão na parede, se apoiando, o quadril indo e voltando, socando sem piedade. A cabeça da rola batia no fundo da garganta, forçando, esticando, o som ecoando no canto apertado.
Minha mão ainda masturbava o meu pau, rápido, desesperado, o prazer subindo em ondas. A outra mão apertava a coxa dele, sentindo os músculos tensos, tremendo.
Ele acelerava, a respiração pesada, os gemidos virando grunhidos, a rola inchando mais na minha boca, latejando, pronto pra explodir.
A respiração dele virou um rosnado baixo, quase animal.
— Vou gozar, porra…
O sinal tocou lá longe, um eco metálico. Ele não parou; socou mais forte, mais fundo, a pica inteira desaparecendo na minha boca, o saco esmagado no queixo.
Cada estocada era um trovão: a cabeça inchada forçando a garganta, abrindo caminho, latejando, inchando mais. A saliva escorria grossa, pingando no chão. Meus olhos lacrimejavam, a visão borrada, mas eu sentia tudo — o calor, o peso, o cheiro, o gosto.
Ele gemia alto agora, sem controle, o quadril indo e voltando como uma máquina, a mão no meu cabelo apertando forte, puxando, empurrando.
— Puta merda…
A rola pulsou uma vez, duas, três. Aí explodiu.
O primeiro jato foi grosso, quente, direto no fundo da garganta, me fazendo engolir rápido. O segundo veio logo atrás, enchendo a boca, salgado, cremoso, escorrendo pelos cantos. O terceiro, mais fraco, mas ainda forte, batendo na língua, se espalhando. Ele gozou mais duas vezes, jatos menores, pulsando, esvaziando, a pica ainda dura na minha boca.
Eu engoli tudo, a garganta trabalhando, o gosto dele me preenchendo, pesado, vivo.
Ele puxou pelo cabelo, tirando a rola com um ploc molhado, fios de porra e saliva esticando, quebrando. Encostou na parede, ofegante, a pica pingando o resto no chão.
Minha mão acelerou no meu pau, desesperada. Três, quatro bombadas rápidas, o pré-gozo escorrendo, a cabeça inchada, latejando.
Gozei.
O primeiro jato subiu alto, branco, grosso, caindo na grama seca. O segundo, mais forte, espirrou na minha coxa. O terceiro, mais fraco, escorreu pelos dedos, quente, pegajoso. O quarto, só um fio, pingando devagar.
Fiquei ajoelhado ali, ofegante, o corpo tremendo, o gosto dele ainda na boca, o cheiro de sexo e maconha no ar. A gente se olhou… rindo baixo, sem graça, os olhos encontrando os dele, quase16 anos de amizade ali, nus, expostos. Um riso nervoso escapou, depois outro, até virar gargalhada abafada, o som ecoando no canto apertado.
O sinal ainda tocava, mas a gente não se mexia… por um tempo.
A gente se levantou, ainda rindo baixo, meio sem graça, meio eufórico. Ele subiu a cueca, a rola meio mole agora, brilhando de saliva e restos de porra, e fechou a calça com um estalo do zíper. Eu limpei a mão na grama, ajeitei meu pau, ainda sensível, e fechei a braguilha.
— Mano… — ele começou, rindo, balançando a cabeça — nunca ninguém me mamou tão bem.
— Eu sei — respondi, me gabando, limpando o queixo com a manga.
Ele riu mais alto, deu um soquinho leve no meu ombro.
— E ninguém nunca tinha lambido… ali — disse, baixinho, apontando pra trás com o polegar. — Foi estranho pra caralho… mas muito bom.
— Da próxima eu deixo você me foder — falei, zoando, já andando — se eu puder chupar teu cu de novo.
Ele parou, arregalou os olhos, depois caiu na gargalhada.
— Tá querendo me converter, seu viado? — deu outro soquinho, mais forte, mas sem raiva.
— Não, véi — ri de volta, empurrando ele de leve. — É só um lance normal, ué.
A gente saiu do canto, ainda rindo, zoando, passando a mão no cabelo, tentando parecer normal. O sinal já tinha parado, o pátio vazio. Corremos pro corredor, ombro no ombro, trocando piadas baixas, o gosto dele ainda na minha boca, o cheiro dele na minha roupa.
Entramos na sala atrasados, suados, sorrindo demais. O professor nem olhou. A gente sentou no fundo, trocando olhares.

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