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Rabão e o meu tesão escondido
Cara, vou contar uma coisa que me aconteceu naquela boate gay nova que abriu na praça, a “Fusion”. Eu tava lá num sábado, meio sem jeito ainda, pois sair do armário depois dos 40 não é fácil, ainda mais com dois filhos pra criar. Tava num canto, tomando uma cerveja e olhando os boys passarem, cada rabo mais gostoso que o outro, eu doido pra apertar um daqueles, mas com vergonha de chegar. Eis que vejo ela. Ou ele. Na real, era uma pessoa linda, morena, cabelo black, uns brincos grandes, um corpão com seios pequenos e um quadril largo, usando um vestido preto justo que marcava cada curva. Só que tinha um certo queixo quadrado, uma mão maior, e quando ela passou por mim e eu olhei pra baixo… caralho. Dava pra ver a marquinha de um pau grande naquele vestido, balançando. Meu coração disparou. Era uma travesti, ou um homem trans, não sei direito a diferença, mas o importante é que tinha um pau, e eu fiquei com o meu durasso na hora.
Fiquei olhando ela dançar, aquele rebolado gostoso, e do nada ela virou e me olhou. Me deu um sorriso e um aceno. Quase me mijei todo. Levantei e fui até a pista, todo travado. Ela chegou perto e gritou no meu ouvido por causa da música: “Tá perdido, gato?”. A voz era um pouco mais grossa, mas ainda assim doce. Eu gaguejei um “é… um pouco”. Ela riu, pegou na minha mão e puxou pra dançar. A gente se esfregou na pista, eu sentindo o corpo quente dela, e principalmente, aquele pau enorme roçando na minha perna. Eu já tava mais que pronto. Não demorou muito, ela encostou a boca no meu ouvido e disse: “Vamos dar uma saidinha? Conheço um motel barato e limpinho ali na esquina”. Eu só consegui acenar que sim.
Fomos andando, eu todo nervoso, e ela, que disse se chamar Rafaela, toda tranquila, me contando que era homem trans e que adorava sair pra dançar. Chegamos no motel, aquele clássico com garagem e tudo, e assim que a porta fechou, ela me empurrou contra a parede e me beijou. Que beijo de língua, quente e molhado, e a mão dela já foi direto no meu pau, apertando através da calça. “Você é bem grandinho, hein?”, ela disse, e eu já fiquei todo bobo. Mas aí ela soltou uma que me deixou maluco: “Hoje eu quero é dar. Pode me usar à vontade, gato”.
Eu não acreditei. “Como assim, dar? Mas… mas eu vi o volume lá… você é enorme, porra!”. Era verdade. Ela riu, abriu o vestido e deixou cair. Ela não usava sutiã, só uma calcinha fio dental preta. E lá estava. Um pau absolutamente enorme, grosso, pesado, muito maior que o meu, que já não é pequeno. Meu queixo caiu. “E daí?”, ela disse, passando a mão no próprio pau. “Ter não quer dizer que eu goste de usar. Hoje eu quero sentir uma rola de verdade me comendo. E a tua me parece perfeita.” Cara, meu cérebro deu pau. Aquela beleza toda, aquele pauzão, e ela querendo que eu coma ela? Era o tesão dos meus sonhos.
A gente caiu na cama, e eu fui com uma sede ao pote. Tirei minha roupa na hora, e ela deitou de bruços, empinando aquele rabo redondo e perfeito, com a calcinha puxada pro lado, mostrando o cuzinho rosado. O contraste daquele rabão com o pau enorme dela balançando entre as pernas era a coisa mais excitante que eu já vi. Cuspi na minha mão, passei na minha rola e no cuzinho dela, que já estava molhadinho. Ela gemeu quando eu encostei a cabecinha. “Vai, gato, me fode. Enche meu cu de rola”, ela gemeu, enterrando o rosto no travesseiro.
Eu não pensei duas vezes. Empurrei com tudo. Ela gritou um pouco, mas era de prazer, porque logo começou a rebolar, querendo mais. “Isso, porra, enfia tudo nesse cu!”. Eu meti com uma força que não sabia que tinha, segurando na cintura dela, cada bombada fazia aquele pau enorme dela balançar e bater na barriga dela. O barulho da carne batendo, os gemidos altos dela, era surreal. Eu olhava pra aquele rabo sendo comido por mim e via o pauzão dela vazando porra, jorrando no lençol. A visão era tão doida que eu quase gozei na hora.
“Vira de frente”, eu pedi, querendo ver tudo. Ela virou, deitada de costas, com as pernas pra cima. Eu meti de novo, fundo, e ela segurou o próprio pau enorme com uma mão e se masturbou enquanto eu comia. “Vai, me come, sua puta! Sua rola é tão gostosa!”, ela gritava. Foi aí que eu não aguentei. Gozei dentro daquele cu quente, jorrando tudo, com um gemido que veio do fundo da alma. E ela gozou junto, a porra dela jorrando pra todo lado, no peito, na barriga, uma quantidade absurda.
A gente ficou deitado um tempão, ofegante. Ela olhou pra mim e disse: “Caralho, hein? Tá precisando vir mais vezes na boate”. Eu ri, ainda sem acreditar. Ela tinha um pau que eu só podia sonhar em ter, mas preferiu sentir o meu dentro dela. Foi esquisito, doido, e completamente delicioso. Paguei a hora extra.
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