Janeiro 19, 2026

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Treino de Pernas com Proposta Diferente

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Academia cheia o suficiente para ninguém prestar atenção em ninguém. Treino de pernas. Ambiente favorável.

A mesa flexora estava ocupada. Reconheci o garoto de outras vezes. Uns 19 anos. Baixo, corpo ainda cru, postura típica de quem copia movimentos sem entender muito bem o que está fazendo.

Esperei por perto, observando. Ele errava a execução: levantava a cintura, jogava o quadril para fora do apoio. Não por descuido, mas por falta de consciência corporal. O short era curto, a bunda marcava levemente. Não parecia calculado, apenas escolha comum de quem ainda não se preocupa com leitura externa.

Pedi para revezar. Ele concordou sem tirar os fones. Desinteresse aparente. Normal.

Fiz minha série devagar, sem pressa. Quando terminei, ele voltou imediatamente para o aparelho. Repetiu o erro. Não ouviu quando falei. Toquei o ombro uma vez. Nada. Um segundo toque foi suficiente para fazê-lo reagir.

— Assim você vai acabar se machucando.

Ele riu, meio constrangido. A reação esperada.

— Cê me ajuda? Não sei usar direito esse aparelho.

Aproximei. Não rápido demais.

— Tá quase certo. Só precisa controlar o quadril.

Coloquei a mão na cintura dele para manter o corpo apoiado. O contato foi suficiente para provocar resposta imediata. Ajustei o peso logo depois, como se aquilo fosse apenas parte do processo.

Ele terminou a série ofegante. Sentou encostado numa pilastra, rindo, tentando disfarçar o cansaço.

— Agora fez sentido. Antes eu nem sentia.

Sentei ao lado. Perguntei o que ainda faltava. Ele mostrou a planilha: mais dois exercícios. Fui com ele. Ajustei postura, carga, ritmo. Cada correção aproximava um pouco mais. Ele terminou o treino exausto, vermelho, claramente fora do padrão habitual.

No vestiário, o ritmo caiu. Cada um cuidando das próprias coisas, mas atentos. Olhei o relógio. Pouco tempo. O suficiente.

Se fosse avançar, teria que ser ali.

Ele entrou no box de banho e eu entrei no que ficava exatamente do lado, a academia era pequena, de bairro, quase ninguém tomava banho ali.

— Que merda, aqui só tem agua quente.

— Ué, aqui ta normal, gelada e quente.

— Vou ter que entrar ai então, mané.

Silêncio esperado. Desliguei meu chuveiro e fiquei esperando o som. Tranca destravada, ele entendeu.

Sai do meu box pelado mesmo, olhei em volta não tinha ninguém. Abri a porta do box dele, ele estava de frente pra mim, corpinho pequeno, molhado, totalmente depilado. Segurei ele já virando de costas pra mim e colando o rosto dele na parede.

— Desculpa, mlk. To meio sem tempo.

Ele fez que sim com a cabeça, mordeu o lábio e empinou a bunda até tocar no meu pau que estava latejando de tão duro.

— Sem gritar, tá?

— Humrrum — Resmungou

Coloquei a mão na cabeça dele e empurrei na parede, peguei um pouco de sabão e passei no pau. Abri a bundinha dele com as mãos e vi o cuiznho dele rosa lisinho piscando pra mim, apontei o pau e dei a primeira socada, ele deu uma gemida alta mas nem tinha entrado ainda. Forcei um pouco mais e a cabeça comecou abrir o cuzinho dele, ele gemeu alto de novo, encostei a boca no ouvido dele e sussurrei.

— Você não pode gritar, vai conseguir aguentar calado?

Ele fez que não com a cabeça e falou:

— É muito grande, não tenho costume.

Olhei no relógio, tinha um compromisso dali a meia hora do outro lado da cidade, ia ter que escolher. Tirei a cabeça do pau de dentro dele e vi aquele cuzinho semiaberto, logo fiz minha escolha.

— Faz o seguinte, me encontra no City prata lá no estacionamento. Te levo pra casa e lá a gente termina, fechou?

— Fechou — Ele respondeui ofegante.

Coloquei uma roupa bem rápido e sai direto pro carro, nem me enxuguei direito. Entrei no carro e minutos depois ele saiu, estava procurando, pisquei o farou e ele veio rápido. Quando ele entrou no carro eu já estava com o pau pra fora, nem precisei falar nada e ele já caiu de boca, chupou com gosto até chegarmos em casa. Abri a porta da garagem, parei o carro de qualquer jeito, quando ele saiu joguei ele no sofá e quase arranquei o shorts, já estava sem cueca.

— Agora você pode até gritar se quiser.

Ele deu um sorriso safado, eu só consegui olhar aquele rabinho branco empinado com um cuzinho rosa piscando pra mim. Abaixei a bermuda, coloquei um pé no sofá, puxei o cabelo dele com a mão e fui enfiando o pau de uma só vez. Ele deu um gemido alto, quase um grito, fiquei adimirando meu pau entrar a cada centimetro naquele cuzinho. Ele pediu pra ir devagar. Quando entrou tudo, puxei ele pelo cabelo e falei no ouvido dele:

— Mas eu ainda nem comecei a fuder. Quer parar?

Ele fez que não com a cabeça e disse rindo:

— Se eu pedir pra parar você vai mas forte.

Joguei ele no sofá, dei um tapa forte na bunda dele e comecei a socar fundo naquela bundinha. Ele gemia igual uma mulherzinha, tentava segurar meu abdome e isso só me deixava mais faminto, eu socava fundo de batia na bunda dele que já estava toda vermelha. Até que vi ele todo jogado no sofá, com a cara fundada na almofada, não aguentei. Troquei as pernas e coloquei meu pé na cara dele, ele gemeu de prazer, continuei fudendo mais forte, maltratei aquele mlk como nunca, até que percebi que ele ia gozar. Apertei o pauzinho dele e disse:

— Você só vai gozar se for junto comigo.

Soquei mais forte, quando percebi que ia gozar enfiei meu pau o mais dentro possível e soltei o dele, enchi o cuzinho dele de leite e liberei todo o gozo que tinha prendido dele. Ele gemeu alto gozando. Fiquei dentro dele por alguns segundos até que fui tirando bem devagar, o cuzinho dele estava todo laceado e mesmo ele apertando ainda não fechava todo. Ele ficou se jogou ali mesmo no sofá, não tinha força nem pra levantar. Sentei do lado dele com as mãos na bunda dele e disse:

— E você achou que o treino tinha acabado né?

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