Abril 8, 2026

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A buceta sem calcinha

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Era uma noite fria naquele dia, eu estava um pouco cansado mas mesmo assim aceitei o convite dela. Me chamou pra beber um vinho e trocar papo. já sabia que algo a mais podia rolar, fazia anos que estávamos flertando. chegando lá eu abracei ela e ela me recebeu. fui sentando na mesa e conversando como estava indo as coisas, aquele mesmo papo furado pra enrolar né. abrimos e bebemos o vinho. a cada gole da taça a conversa foi esquentando e esquentando, ainda mais que estava com a mão na coxa dela, subindo cada vez mais, bem quando eu percebi que ela estava sem calcinha…só de vestido.

a partir daquele momento eu engoli seco. não esperava que uma gostosa daquela estava sem calcinha do meu lado conversando normalmente comigo. mas é claro que eu não sou besta e aproveitei da melhor maneira. a cada palavra que a gente trocava eu calmamente tocava sua buceta, sentindo ficar cada vez mais molhada. quando o vinho acabou fomos pro quarto e fiz a primeira coisa que me veio à mente: me ajoelhei, levantei o vestido e comecei a chupar ela. a posição pra mim não foi a melhor, mas o tesão que senti vindo dela e de mim valeu a pena cada linguada.

Depois disso fomos pra cama, com cada beijo tirando uma peça de roupa chegando nos finalmente: nós dois na cama sentindo o calor um do outro. depois de anos vendo aquele corpo pela tela do meu celular, aquelas curvas, e aquela bunda dela, foram realmente uma alegria e um tesão enorme. ela começou me chupando. senti aquela boca quente no meu pau me levou ao céu a cada chupada que ela dava. antes que pudesse reagir puxei ela pro beijo, e senti sua boca quente com gosto de vinho, apertando o pescoço dela e escutando sua respiração ofegar. antes que voltássemos pra ação eu pus a camisinha, afinal eu queria fuder tranquilo. assim que coloquei ela veio por cima, me cavalgando loucamente. não sei como segurei por tanto tempo mas soltei um leve gemido. ela disse que não era pra fazer barulho, os vizinhos podiam escutar e assim foi feito. sussurrei no ouvido dela “mas que buceta gostosa do caralho”. ela continuou, e antes que pudesse fazer qlqr coisa, cheguei lá. estava em êxtase. meu corpo sentia o calor dela e eu queria mais e mais sentir ela por inteiro.

me recuperando do primeiro round, fiz a seguinte pergunta “de quem é essa buceta?” ela rindo respondeu que podia ser minha. então, abri as pernas dela e comecei, com a maior vontade que estava de me afogar nela, comecei a chupar de novo. dessa vez eu fazia de um tudo pra que cada linguada e cada chupada, fossem a minha maneira de dizer que eu queria ela. quando eu percebi que ela tava começando a gemer, tapei a boca dela com a mão dizendo “não pode gemer, lembra?”. quando me senti sufocado de tanto chupar, comecei a dedar sua buceta do jeitinho que sabia que ela queria, cada vez aumentando velocidade. foi aí que eu perguntei pra ela se sabia contar, a cada resposta dela eu colocava mais um dedo, até que chegou no 5 e coloquei minha mão nela. ver a cara dela implorando pra ser fudida foi a minha motivação pra colocar ela no lugar dela. eu estando ainda por cima, joguei meu peso em cima dela fudi com gosto. cada botada eu sentia que ela queria gemer alto e nisso eu falei “vadia minha tem que ficar calada” colando minha camisa como mordaça na boca ela. com uma mão eu enforcava e com outra dava tapa na cara dela. ela sabia que o lugar dela era ali, sendo fudida por mim. a cada tapa que eu dava, eu xingava ela ainda mais. “cachorra, putinha, vagabunda” e ela respondendo com a voz gemendo, “a sua”. safada, gostosa, delícia, todas essas vinham com um gemido meu, um dela, e uma pequena brecha que eu recebia: ela colocando a língua pra fora e eu cuspindo, marcando meu território.

Quando eu comecei a cansar, coloquei ela de quatro chamando de cachorra e voltei a fuder. sentir a buceta dela em mim, ao mesmo tempo que o rabo dela batia no meu corpo, foi a sinfonia pros meus ouvidos. ela me disse que eu não ia aguentar e mesmo assim continuei. puxando o cabelo dela, sussurrando gemidos no ouvido dela, simplesmente estavam fazendo minha noite muito melhor. chupei ela de novo, naquela posição. aquela buceta carnuda na minha boca, do mesmo jeito que aquele cuzinho lindo…foi como um beijo de língua que fez ela tremer.

senti que já estava chegando no meu limite, já fazia mais de três horas que estávamos transando e nenhum dos dois queria parar. voltamos com ela por cima de mim mas dessa vez, eu que fiz o esforço. com as energias que me restavam eu meti o mais gostoso que eu podia, fazendo ela sentir meu pau por inteiro. não sabia se durante isso tudo ela tinha gozado, mas ali eu tive a certeza: com suas pernas tremendo, a voz ofegante e a falta de ar eu sabia que meu papel eu fiz. ela terminou me chupando e dizendo que aquela buceta era perfeita pro meu pau. beijei ela e disse que eu fazia questão de fuder melhor da próxima vez. ela riu e o resto, fica pra depois

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