Por
A Noite no Motel com a Colega de Trabalho
Esse relato é um pouco mais recente, de alguns anos atrás, antes de eu namorar minha atual. Nessa época estava trabalhando com atendimento via chat para uma empresa aqui da minha cidade. Era um serviço tenebroso, cansativo, pouquíssimo valorizado… os supervisores eram claramente mais despreparados que os próprios atendentes e lá dentro não tinha nenhum espaço para crescimento. Mas é aquilo: como o serviço era uma merda, a rotatividade era enorme, então sempre estavam contratando… Na época, por estar desesperado atrás de uma oportunidade, aceitei trabalhar lá, mesmo que totalmente fora da minha área.
Bom, apesar de todas minhas ressalvas contra aquela empresa, algo que não tenho como reclamar era dos colegas de trabalho. A faixa etária média ali dentro era dos 18 – 27 anos. Muita gente entrava lá como primeira oportunidade de trabalho, ou para conciliar com a faculdade, visto que era só 6h20 minutos por dia. Então sempre tinha bastante gente nova pra conhecer, trocar uma ideia e tudo mais.
Eu trabalhava no turno da tarde. Entrava às 14:40 e saia às 21:00. Apesar de ser meio cansativo, no começo conseguia levar super de boa. Não tinha tanta cobrança em cima e nos primeiros meses era relativamente tranquilo levar xingamento de cliente.
Logo que entrei na empresa, durante o treinamento, fiz amizade com algumas moças que estavam nessa de primeiro emprego. A primeira se chamava Gabi, baixinha, morena, magrinha do cabelo curto e óculos… Não existia segunda intenção nenhuma com ela, éramos apenas ótimos amigos. Já Mariana, bom… Ela era relativamente bonita. Não era daquelas que por onde passava todos olhavam, mas era muito charmosa a sua forma. Num primeiro momento não tinha lá tanto interesse nela. Mas isso com o tempo mudou… E, por último, tinha Tamiris. Uma asiática de por volta 40 anos, casada e com dois filhos. Seu marido havia perdido o emprego e por isso estava tendo que começar a trabalhar. Das três, era a que eu menos tinha proximidade.
De sábado tínhamos quase que um ritual: sair do trabalho, ir para algum barzinho próximo, pedir 2 porções de batata e uma torre de chopp. Fizemos isso uma primeira vez enquanto ainda estávamos no treinamento e acabou virando quase que um rolê de todo final semana.
Por conta da Tamiris ser mais velha, ter filho e um marido esperando em casa, ela nunca ficava muito. Passava meia hora e ia embora. Por isso, inclusive, que não éramos muito próximos: nunca tínhamos muita oportunidade de conversar fora do expediente de trabalho.
Gabi, apesar de ficar um pouco mais, não tardava a ir embora também, pois morava em outra cidade e o último ônibus saia 22:30. Sempre sobrávamos eu e Mari. Das primeiras vezes eu tentava puxar assunto para não ficar nenhum silêncio constrangedor, mas logo percebi que tínhamos uma conexão muito bacana e assunto não era mais problema. Conversávamos de tudo mesmo. Desde o sabor favorito de cigarro até traumas de infância, amores não correspondidos e vida sexual.
Ela era meio baixinha, tinha os cabelos bem escuros. Perguntava se o tingia, mas ela respondia que não, que era natural. Não era castanho escuro, era literalmente preto. Sei que é meio aleatório trazer isso, mas realmente é algo que chamava bastante atenção. Tinha alguns piercings: Um no cantinho da boca – no lábio inferior – outro no septo e um último na sobrancelha. Sempre usava uma maquiagem meio pesada nos olhos, mas, apesar dos piercings e da maquiagem, não se confundia nada com uma estética gótica ou roqueira. Usava roupas até que bem comuns… Blusas brancas, vermelhas, amarelas. Vez ou outra aparecia com uma tiara no cabelo. Mas a calça preta era de lei. Quando não uma legging, uma jeans pretinha básica.
Nessas nossas conversas fomos ficando cada vez mais íntimos e confortáveis um na presença do outro. Num desses finais de semana, estávamos só nós dois conversando, pedimos uma segunda torre de chopp e acabamos perdendo a noção do tempo. Era verão e estava bem calor, então nem sentimos o tempo passar direito ou a temperatura abaixar de quando vai entrando noite adentro… Quando nos demos conta já tinha passado das 23:30. Assim que vejo o horário digo: “Nossa… to fodido. Vou ter que ir pra casa de uber. Olha a hora!” Ela vendo meu desespero, em contrapartida, diz mega empolgada: “Foda-se! Vamos pra casa hoje não. Bora ficar aqui até amanhecer?” Meio alegrinho já por conta da bebida, respondo: “Mano… cê tem certeza? A gente vai ficar fazendo o quê?”
Mariana não demora muito e solta uma risada de quem bebeu um pouco mais do que estava acostumada: “Sei lá! A gente fica andando por aí… Não quero ir pra casa hoje mais.” Pensando em todos os riscos que o centro da cidade pode proporcionar na madrugada de um sábado para domingo, respondo: “Vamo! Se foda então…” Bom, ficamos sentado conversando empolgados com a ideia até por volta de 00:15. Nessa hora o barzinho começou a recolher as cadeiras que estavam do lado de fora e entendemos que era a hora de vazar dali.
Como estávamos numa região recheada de outros bares, baladas, pubs, etc… tínhamos várias opções. Decidimos ir numa balada com a entrada de graça. Aproveitaríamos ainda para ir ao banheiro, porque já tínhamos bebido pra caralho àquela altura do campeonato. Entramos e ela corre pro banheiro. Assim que volta me diz que fazia tempo que não ficava com alguém. Porra! Minha especialidade! Arranjar alguém para os outros. Lanço então a provável frase mais dita pelo seu amigo que tem como lema “o pior que ela pode dizer é não”: “Escolhe alguém! Qualquer um que eu te arranjo!”
Ela ri e diz que aquilo era muita responsabilidade. Eu apenas faço aquela pose de “Cofia no pai!” e mando ela escolher logo. Mari então me puxa pela mão e começamos a caçar uma presa. Não demora muito e logo me aponta uma outra moça. Fico confuso e a pergunto “Oxe, tu é gay é?” Ela só me dá uma empurrada e fala que tá esperando.
Era uma moça alta, cacheada, cheia de tatuagem e bem branquinha. Faço aquela típica abordagem, puxo um papinho rápido e ao perceber que estava aberta a conversa, já mando: “Olha, desculpa se isso for chato. Uma moça bonita assim deve ser parada a cada 5 minutos por uma galera pedindo pra ficar, mas deixa eu te perguntar… tu curte mulher?” Ela faz que sim com a cabeça. Então continuo “Olha só, que coincidência… minha amiga ali também. Ela é muito tímida, mas mesmo assim me puxou até aqui e pediu para que eu fosse ver contigo, se você não toparia ficar com ela…”
Nessa hora eu apontei para a Mari e falei “aquela ali.” Surpresa ela me pergunta: “Nossa! Ela? Mas ela é linda. Tá com vergonha de quê, minha gente? Se eu tivesse visto antes, eu mesma chegava.” Eu apenas respondo: “Pois é…Vem! Eu levo seu copo.” Pego então sua bebida e vou com ela até onde Mari estava. As apresento, mas logo sinto um clima e as deixo lá conversando. Digo para minha amiga: “Gay, vou ficar lá fora. Quando acabar aí…” Ela só me faz um joinha com a mão e eu vou para o lado externo com o copo da moça. Pensa num whiskey com energético ruim… puta merda, doce que só. Mas não perdoei. Tomei toda a bebida dela. Sei que não é para tomar nada do copo de estranhos, mas quando estou bêbado me dou a licença poética.
Nisso era por volta já das 1:30. Acendo um cigarro, dois… três. Porra, a menina se empolgou lá dentro. Bom, fazer o quê? Só me resta esperar. Não passa muito tempo, sou abordado por um cara e ele me pede o isqueiro. Nisso conversamos um pouco, explico toda minha situação, que vou ter que ficar ali a madrugada toda até os primeiros ônibus do dia saírem e que estava esperando minha colega de trabalho terminar de pegar uma outra moça para ver para onde iríamos. Ele ri um pouco e me pergunta se não quero colar ali com os amigos dele. Antes acompanhado do que só, penso.
Chego lá, eram mais três rapazes e duas moças. Logo faço amizade com todo mundo, conto toda aquela história de novo. Uma das meninas questiona: “Nossa, mas que vacilo também. Ela foi ficar com outra e te deixou sozinho aqui fora?” Eu tento amenizar e digo que não, que pelo menos tinha ganhado uma bebida de graça da moça que a Mari estava pegando. “Ganhado”. Ela dá uma risadinha e diz que o justo era que ela arranjasse alguém pra mim também. Respondo que na verdade nunca fui muito de ficar, que gostava só da sensação de estar meio bêbado sem muita certeza de nada.
Seguimos conversando ainda por mais uma meia hora, até que o pessoal diz que quer entrar um pouco. Eu respondo apenas que vou ficar ali fora mesmo mas que foi um prazer conhecer todo mundo. Nisso eles entram lá, mas essa moça que eu estava conversando um pouco mais pede o meu número de telefone e diz que gostou de falar comigo. Passo então e logo ela me manda mensagem pedindo para eu salvar seu número.
Volto a contemplar minha existência por mais alguns minutos, mas logo sou cutucado. Mari voltou. Ela me pede um cigarro e senta ali do meu lado. Começamos a conversar. Pergunto como foi e ela diz que foi muito bom. Que para ser bem honesta aquela era sua primeira vez pegando uma mulher e que agora entende por que os homens gostam tanto de pegar na bunda quando estão beijando. Apenas concordo, falo que é impossível resistir à bunda de uma mulher. Pergunto onde sua nova “mozona” estava e ela me diz que estava indo embora já.
Falo que era uma pena e que deveria ter convidado para passar o resto da noite com a gente ali no centro, ou dependendo, se esquentasse muito, elas poderiam ir num motel que tinha na avenida ali do lado. Mari ri e diz que sou idiota e que nunca iria para o motel com alguém que acabou de conhecer.
Seguimos conversando ali até por volta das 2:50 e vamos dar mais uma outra volta, ver se tinha algum outro lugar com mais pessoas. Nessa hora, muita coisa já estava fechada e ela começa a reclamar de cansaço. O efeito da bebida foi passando e bateu uma moleza…
Bom, fomos andando e ela bocejando sem parar. Pergunto se aguentaria virada até às 6:00, hora que o primeiro ônibus sai do centro. Ela me responde que não, que estava quase dormindo ali e diz que é para eu carregá-la. Falo para largar mão de ser fraca e ela me responde: “Não sou fraca! Sou uma tremenda gostosa! A Lia que falou!” Eu pergunto quem caralhos era Lia e ela diz que era o nome da moça que tinha acabado de pegar. Pois é… eu nem sabia o nome dela até então.
“Vai… admite!” Sem entender direito, pergunto: “Admitir o quê?” Ela reforça: “Que eu sou uma tremenda gostosa!” Fico em silêncio por alguns momentos e respondo: “Não sei de nada.” Mari dá uma risadinha e fala: “Por que a gente não vai para aquele motel que você falou que tem aqui perto?”
Fico sem entender o que era tudo aquilo do nada. Levo na brincadeira e questiono num tom de piada: “Que isso? Sem nem me pagar um jantar antes? Ah lá… é só pegar outra mulher que já ficou toda macho escroto…” Ela ri um pouco, diz que sou tapado e que na verdade era só para passarmos algumas horas lá dentro. Ela queria muito deitar e tirar um cochilo antes de ir pra casa.
Falo que pode ser uma boa ideia, estava cansado já de ficar zanzando pra lá e pra cá. Pergunto apenas se a gente iria dividir a conta, porque estava sem muita grana. Num tom brincalhão me responde: “Nossa… uma menina linda e gostosa está te convidando para ir num motel e você ainda quer que ela ajude a pagar a conta?” Reforço: “Claro, meu bem. Capricorniano nato.” (Na época o meme do “aquariano nato” estava em alta… foi engraçado na hora.)
Fomos então para a avenida ao lado e graças a Deus o motel tinha quarto. Sei que para alguns é estranho a ideia de entrar a pé em um motel, mas não dá nada. A gente foi caminhando, passando em frente aos outros quartos, rindo pra caralho, falando que íamos anotar a placa de todos os carros que víssemos pela frente. Apesar de pouco, ainda estávamos bêbados. Pegamos 4 horas para usar o quarto. Era por volta das 3:40 e poderíamos ficar lá até 7 e pouco.
Quando chegamos à suíte e para minha surpresa não estava nada mal… Não era daqueles quartos cheio de firulas e decorações. No máximo um espelho no teto, um pole dance mais próximo ao canto do quarto e uma televisão com alguns canais pornô. Confesso que para o preço estava até que bom. Ela me pergunta se eu já tinha ido a outros motéis e eu admito que sim e que honestamente aquele estava longe de ser ruim, contrariando minhas expectativas.
Mari me diz que aquela era sua primeira vez num motel. Dou uma risada e digo: “Nossa… que decadência! Sua primeira vez num motel e você nem vai transar. Alugou um quarto no centro da cidade por 4 horas pra dormir.” Seguimos rindo um pouco e explorando nossa suíte.
Ela então vai ao balcão para ver o que tinha lá em cima e surpresa me chama: “Mano, olha isso aqui!” e me mostra uma coleção de consolos que o motel oferecia para que utilizássemos. Ao lado, várias camisinhas texturizadas, ultrafinas e lubrificantes. Pego uma das barrinhas de chocolate que tinha lá por cima para dividirmos.
Assim que termino de comer penso que estava a fim de tomar um banhozinho. Como estava quente aquele dia e havíamos andado muito, tinha suado bastante e não queria dividir a cama com alguém para depois ficar com a fama de fedido ou coisa do tipo. Tinha só um porém… O chuveiro não era dentro do banheiro. Era um box bem grande de vidro, transparente, que ficava num dos espaços do quarto, mas do lado de fora do banheiro.
Apesar da vergonha na hora, preferia aquilo do que deitar ao lado de alguém e ela me dizer que estava com CC ou coisa do tipo… sou meio noiado com a ideia de estar fedendo. Digo então: “Mari… seria muito estranho se eu fosse jogar uma água no corpo rapidinho?” Ela fica meio surpresa, tímida ao mesmo tempo, e questiona: “Cara… por que você não espera pra tomar banho em casa?” Respondo que suei pra caralho já de tanto andarmos e que não ia conseguir ficar deitado naquele estado.
Ela pensa um pouco e diz que tudo bem. Falo apenas que não era para ela espiar. Mari diz que promete e se vira, ficando de costas para o box do chuveiro. Corro então para o meu banho ultra rápido. Pego uma das toalhas que tinha, ligo o chuveiro, espero esquentar um pouco, dou uma última conferida para garantir que ela ainda estava de costas e corro entrar na água. Fico meio de costas para cama, porque se ela olhasse de curiosidade veria só minha bunda e costas, o que seria menos constrangedor.
Bom, começo a me lavar rapidinho, passo o sabonete pelo corpo e entro com a cabeça debaixo d’água. Quando estava prestes a terminar meu banho, sinto um ar gelado batendo com tudo nas minhas costas. Levo um susto! Quando olho para trás, a porta do box se fechando e Mari terminando de entrar no chuveiro comigo.
Que susto do caralho! Foi uma mistura de nervosismo, surpresa e confusão… tudo de uma vez só! Lutando para manter meus olhos nos dela e não descer pelo resto de seu corpo, pergunto o que porra ela estava fazendo ali. Tentando segurar o riso me responde: “Ué… eu vim tomar banho. Estava bem suada também.” Todo aquele cinismo me deixou de pau duro automaticamente. Aquela expressão de quem estava aprontando e sabia disso misturada com a forma com a qual nossos corpos se tocavam “sem querer” devido ao espaço apertado do chuveiro… tudo isso era muito excitante pra mim.
Pergunto se não podia ter esperado eu sair, mas ela me responde de forma irônica: “Nossa, nem tinha pensado nisso!” Nesse momento estava com as duas mãos tentando esconder minha ereção, enquanto conversava de costas para ela. Não demora muito e Mari reclama: “Nossa, monopolizou a água é? Deixa eu entrar também.” Sinto um frio na espinha na hora. Meu pau estava muito duro, como faria para ela não perceber? E mais, se desse licença e deixasse que ela entrasse no meu lugar, meu pau ia ficar cutucando suas costas.
Falo que já estava acabando e ia sair já. Antes que eu sequer terminasse de falar, ela já se aproxima e força a entrada para debaixo d’água. Eu fico meio de lado para o chuveiro e ela de frente pra mim. Eu estava ainda com as mãos cobrindo o meu pau, escondendo o que dava minha ereção, mas nesse momento seu corpo já estava se esfregando no meu. Principalmente contra os meus braços.
Percebendo que estava tentando me esconder, ela diz: “Amigo, não precisa esconder nada. É minha primeira vez num motel, mas não é minha primeira vez vendo um pinto. Tem nada aí que eu já não tenha visto.” E logo enfia a cabeça embaixo d’água também, chegando um pouco mais perto de mim.
Acabo me deixando levar e deixo de cobri-lo… Aproveito que ela estava com os olhos fechados e dou uma boa olhada em seu corpo. Sua bunda era enorme, realmente… mas o que mais me chamou a atenção foram seus peitos. Ela tinha piercing nos mamilos. Além disso, era meio peludinha lá embaixo, coisa que não imaginava…
Toda aquela visão concretou minha ereção e sem querer meu pau começou a bater nela. Num primeiro momento tentei ao máximo evitar esse encontro, mas era impossível devido ao pouco espaço. Dou um pequeno passo para trás e fico cutucando suas costas. Aos poucos percebo que ela se joga em minha direção, fazendo com que minha pica subisse pelo meio das suas costas e logo se afastava. Fez isso umas duas ou três vezes antes de desligar o chuveiro.
Assim que termina o seu banho, se vira, prensa seu corpo contra o meu, fazendo com que o meu pau escorregue agora pela sua barriga, e diz: “Prontinho, agora eu consigo dormir.” Ao sair do chuveiro, pega minha toalha e começa a se enxugar na minha frente. Honestamente não sabia muito o que dizer, então reclamo que ela havia roubado a minha toalha. Mari diz que assim que terminasse de usar me emprestava.
Fico assistindo ela passar a toalha pelo seu corpo, enquanto se enxugava, seus peitos balançavam de um lado para o outro. Assim que termina, joga a toalha em cima de mim e começa a colocar seu sutiã e calcinha. Me pergunta se tudo bem ficar só de roupa íntima pra deitar e eu digo que por mim…
Ela ri, me chama de safado e segue em direção a cama, mas não sem antes me provocar um pouco: “Te falar… Seu pau até que parece ser bem gostosinho.” e vai se deitar. Fico ali pensando um pouco e começo a me enxugar. Passo as partes da toalha por onde ela se esfregou no meu rosto. Termino de me enxugar, coloco somente minha cueca e a calça e vou me deitar também.
Ao subir na cama respondo: “Te falar também… seus peitos são bem bonitos. Não sabia que você tinha piercing aí também.” Ela se vira para mim com uma cara de safada e responde: “E eu não sabia que seu pau era circuncidado… acho bem bonito.” Nesse momento todos já sabíamos onde aquilo ia dar. Começamos a nos beijar ali deitados. Num primeiro momento, deitados de lado, um de frente para o outro. Coloco uma das minhas mãos em sua cintura e os beijos continuam.
Pouco a pouco vou a trazendo mais pra perto, minha mão desliza da sua cintura para sua bunda. Aperto-a com força e para ser honesto nem cabia direito na minha mão. Assim que aperto com força, ela solta um gemidinho e me olha rindo. Percebo que gradativamente ela vem colocando sua perna por cima da minha cintura até que de repente sobe em cima de mim.
Me olhando de cima, me encara como se fosse seu empregado… começa a falar num tom de voz irritado, meio “mandona”. Logo percebo que estava rolando ali uma parada meio de dominação. Apesar da ideia mexer muito comigo, até então nunca havia encontrado uma mulher dominante de verdade. Achei que talvez aquele tivesse sido o meu dia de sorte.
Sentada sobre mim, ainda de roupas íntimas, começa a rebolar sobre o meu pau. Esfrega sua bucetinha no volume que se formava na minha calça. O silêncio se quebra por um tapa que dá no meu rosto… Fico sem reação. Do nada! Uma sensação gostosa, mas que ao mesmo tempo me fez sentir desafiado. Um outro tapa no meu rosto e dessa vez ela levanta a voz: “Admite que você me acha gostosa!” Naquele momento, meio irritado pelos tapas mas com muito tesão digo: “Não tenho nada a declarar.”
Um outro tapa mais forte no meu rosto! “Admite que você sempre quis me comer!” Me faço de inocente e digo: “Eu? Jamais…” Ela para de rebolar no meu colo. Move suas mãos para as costas e lentamente desata seu sutiã: “Admite que você não consegue parar de olhar para os meus peitos quando estamos no trabalho.” Aos poucos tira seu sutiã do corpo e coloca no meu rosto, me fazendo cheirá-lo. Aproveito tudo aquilo e respiro com força, mas continuo bancando a vítima apenas: “Eu nunca olhei para você dessa forma…”
Ela se irrita, joga sua roupa longe e se debruça sobre mim fazendo pressão no meu peito e colocando sua boca próxima ao meu ouvido: “Mentiroso… eu sei que você olha hipnotizado para minha bunda quando passo.” Dessa vez fico calado. Ela morde o lóbulo da minha orelha e logo se afasta: “O quê? Não vai tentar se defender dessa vez?”
Enquanto me encara, começa a deslizar a mão pelo meu corpo e descer lentamente até que agarra o meu pau por de cima da calça. “Olha só como você está duro… No banho já ficou passando seu pau em mim… seu tarado. Pervertido. Sujo. Aposto que fantasiou muitas vezes no banho comigo já. Com quem mais você fantasia? Com a Gabi? Com a Tamiris?” E começa a me masturbar por de cima do tecido, enquanto rebola no meu colo novamente.
Tento me defender um pouco: “Eu jamais pensaria isso delas…” Assim que ouve, me interrompe: “Delas? Então admite que você me quer e que não é de hoje!” Fico em silêncio. Tenho que confessar pra vocês que sou meio orgulhoso. De birra tinha decidido que não ia admitir nada que fizesse o ego da Mari subir.
Quando percebe que fico em silêncio novamente ela vem e me dá outro tapa e repousa sua mão no meu peito. Fecha um pouco o punho, arranhando meu peito e me deixando marcado. Vendo tudo aquilo, meu pau começa a pulsar. Ela o sente no meio das pernas e me provoca: “Nossa, como você está gostando de apanhar… Gosta de ser feito de cadelinha?” Naquela hora senti que era o momento de revidar, apenas digo: “Se você me der outro tapa…”
Ela ri, se finge de ofendida e diz: “Vai fazer o quê?” Percebo que se preparava para outro tapa, mas nem dou brecha dessa vez. Assim que afasta a mão, seguro no seu pulso e inverto toda a situação. Vale reforçar que ela era baixinha, apesar de não ser do tipo magrela, eu era claramente mais pesado e bem mais alto.
Seguro em seu pulso, puxo seu braço contra a cama e me viro por cima dela. Ela tenta resistir um pouco, mas prenso seu braço com uma certa pressão contra o colchão e aperto seu pulso. Suas pernas tentavam achar alguma forma de voltá-la para cima, mas com a outra mão segurei sua coxa contra minha cintura de forma que ela “me abraçasse” com as pernas. Nesse momento ela para de lutar, solta um suspiro e tenta esconder o tesão com outra provocação: “E agora? Vai fazer o quê? Me bater também?”
Dou um tapinha bem de leve na sua bochecha, meio que brincando só e digo: “Não… pior.” Nesse momento começo a beijar seu pescoço, dar alguns chupões e mordidas por onde passava com a boca. Com a mão que dei o “tapa”, desço pelo seu rosto até a parte de trás da sua cabeça e puxo seu cabelo enquanto seguia com beijos e chupões. Mari começa a gemer.
Quando percebo que ela estava curtindo demais tudo aquilo, minha mão volta para a região das suas bochechas e aperto uma contra a outra. Digo então olhando em seus olhos: “Então você gosta de ser tratada igual puta?” Ela faz que sim com a cabeça e eu deslizo o meu polegar para dentro da sua boca. Ela começa a chupá-lo e lambê-lo com muito tesão. Aquilo me faz imaginar como devia ser o seu boquete… mas antes de partir para essa parte decido matar uma curiosidade: Como é chupar um peito com piercing.
Vou descendo aos poucos e encaixo minha boca no seu peito esquerdo. Começo a chupá-lo, rodear sua auréola com a língua. Intercalo com mordiscadas no bico do peito. Apesar do metal ali, é gostoso igual. Tem só um gostinho de chave a mais kk
Fico lambendo, chupando aqueles peitos imensos por alguns instantes. Ela segue gemendo e a cada mordidinha que dou, solta um suspiro. Decido descer mais um pouco, estava louco para chupá-la. Quando chego perto da sua calcinha com o rosto, ela me diz para parar porque ela não estava nem depilada e não havia conseguido se limpar direito no banho. Eu apenas a ignoro e puxo sua calcinha para baixo. Ouço um barulho de tecido rompendo. Mari me olha assustada. Impulsivamente sinto vontade de pedir desculpas, porque né… estava estragando a roupa da menina, tadinha.
Contudo, a situação não permitia um pedido de desculpas… afinal, ela queria ser tratada como uma puta apenas. Deixo meus pensamentos mais sórdidos vencerem e resolvo fazer uma forcinha a mais para romper um pouco mais o tecido da calcinha. Mais um barulho das linhas se arrebentando e eu apenas faço um sinal de “shh” com o dedo na boca, antes que ela falasse alguma coisa.
Ela entende o recado e se deita novamente. Levanto suas duas pernas e apoio suas coxas nos meus ombros. Chupo aquela buceta peludinha com tanta vontade que não consigo nem descrever nesse momento. Levanto um pouco mais as suas pernas até que sua lombar se erga um pouco e fique numa posição meio “frango assado” e o seu cuzinho fique amostra. Lambi também. Lambi tudo que tinha direito e nem pedi licença.
Ela aparentava estar gostando de tudo aquilo: começa a gemer bastante e me deixa brincar o quanto quisesse lá embaixo. Começo então a dedá-la. Um dedo, dois… três… Quatro! Entrava minha mão inteira nela se quisesse. Sua buceta estava melada que escorria. Sinto então ela gozar enquanto enfio meus dedos e chupo seu clítoris. Assim que ela goza, fica tendo uns leves espasmos na perna. Sem dar muito tempo para se recuperar me levanto e me ponho em pé ao lado do seu rosto. Mando que ela abra a boca e comece a me mamar.
Não sei se foi por conta do orgasmo que teve há pouco ou se era por falta de experiência, mas seu boquete não era lá dos melhores. Não me entendam mal… estava gostoso, ela parecia estar fazendo com vontade, mas não parecia ter encaixado, sabe? Era um tesão ver minha colega de trabalho enfiando meu pau na boca e babando-o inteiro, mas não senti que ia gozar daquela forma.
Puxo seu cabelo a fim de que tire meu pau da sua boca. Ela fica me olhando meio perdida e eu falo: “Vem, quero te fazer gozar outra vez antes.” Falo para que se vire e empine bem pra mim. Mari assim faz sem reclamar. Na beira da cama, com os joelhos dobrados ela fica de quatro pra mim.
Peço que ela pegue a camisinha que estava do outro lado da cama, no criado-mudo. Ela fala para enfiar logo que queria sentir minha “cabeçona”. Sim, ela usou esse termo e na hora eu quase que quebrei de rir, mas mantive a compostura. Inclusive isso virou uma piada interna nossa depois. Bom, seu desejo era uma ordem. Apoiei um dos pés sobre a cama e o outro no chão e comecei a meter nela.
Assim que enfio meu pau, vejo suas mãos se fechando, apertando o lençol da cama. Ela estava muito molhada, e meu pau escorregava numa facilidade… Acho que nunca me deparei com uma bucetinha tão melada igual aquela, sem exageros. Vou metendo cada vez mais forte, aqueles barulhos de “ploc ploc” ficam bem intensos durante toda a nossa transa.
Aquela visão era tão gostosa… Olhava para baixo e via o corpo de Mari entregue para mim. Suas mãos apertavam forte o lençol da cama, escancarando o quanto ela estava com tesão. Olhava para o lado e via seus pés se contraindo, deixando claro o quanto ela amava tudo aquilo. Seu cuzinho totalmente aberto pra mim. Foi tudo tão de repente. Nunca que imaginaria que a noite ia terminar daquela forma. Comigo ainda assumindo uma posição de “dominador”. Nunca fui. Mas até que estava gostando daquela sensação.
Ela, com a cara enfiada no colchão, me traz algumas ideias… penso: “Por que não?” Faço algo que até então nunca havia feito e piso na sua cabeça enquanto meto nela. Havia visto isso em um vídeo de “rough sex” há poucas semanas atrás e achei que seria um bom momento para testar.
Até que deu certo, mas cansou demais as pernas. De todo modo, vou metendo até que ela começa a gemer de um jeito muito escandaloso. Estava quase gritando implorando por mais. Deixo sua bunda marcada de tantos tapas que dou e arranhões que deixo com minhas unhas. Fica um vermelho vivo, e cada tapão que descia, ela gemia e pedia com mais força.
Após me manter firme naquela por alguns longos minutos, digo que não aguentava mais e que iria gozar. Tiro meu pau de dentro dela e dou um banho de leite em suas costas. Gozei quase um litro de porra naquele dia. Com ela de quatro, ainda empinada pra mim, começo a tocá-la, fazendo um DJ enquanto meu pau terminava de jorrar em cima dela.
Com a pica ainda pingando, reúno minhas últimas forças e começo a meter nela de novo. Aproveito que ele ainda estava duro e vou enfiando com toda minha força. Queria que vocês estivessem lá para ouvir os seus gemidos… eram vários gritinhos curtos, seguidos um do outro a cada estocada que dava nela. Começo a instigá-la; pergunto se estava gostando de ser feita de vagabunda, se estava gostando do meu pau e se queria que eu parasse.
Ela, sem muitas forças para falar, diz que estava prestes a gozar também. Consigo fazê-la ter um orgasmo pela segunda vez naquela noite. Assim que termina de gemer implorando por mais e finalmente se acalma, tiro meu pau encharcado de dentro dela. Visto minha calça, pego aquela toalha que tínhamos nos enxugado mais cedo e me deito ao seu lado. Ela inteiramente lambuzada de porra e suor diz que seu corpo estava leve que nem conseguia se mexer mais. Então me ofereço para limpar toda aquela sujeira com a toalha em mãos.
Vou a secando e antes mesmo de terminar de limpá-la, ela já estava dormindo. Ou pelo menos fingindo dormir… não sei. Só sei que ela não respondia mais. Achei muito estranho porque ela simplesmente desligou o cérebro assim que gozou e capotou mesmo.
De qualquer forma, tínhamos duas horas para ficar no quarto ainda. Coloco o celular para tocar 7:10 e dou um leve cochilo. Acordo poucos minutos antes do celular despertar e decido ir me lavar um pouco antes de acordar Mari. Entro no chuveiro de novo e aproveito que nesse momento ela estava dormindo para me limpar com mais calma.
Assim que saio do banho vou acordá-la e digo que tínhamos que sair em uns 15 minutos. Ela vai também jogar uma água no corpo, logo se veste e então saímos da nossa suíte. Seguimos à recepção e graças a Deus não tinha nenhum carro na nossa frente, esperamos apenas darem um “ok” de que estava tudo certo com os quarto e logo vamos embora.
Vou com ela até seu ponto, confesso que ficou um clima meio estranho no começo… alguns silêncios mais longos e pouco assunto. Assim que seu ônibus chega ela se despede com um selinho em mim e corre para dentro do busão. Acho tudo aquilo muito fofo, essa dualidade de como há pouco estava sendo feita de puta e agora estava toda tímida, nem conseguindo me olhar nos olhos direito.
Espero seu ônibus sair e vou para o meu ponto. Enquanto ia andando até a estação central para pegar o meu busão, resolvo mandar uma mensagem para ela dando o braço a torcer: “Ok, vou admitir… você é bem gostosa.”


Deixe um comentário
Tem de iniciar a sessão para publicar um comentário.