A safada do tinder
Na época eu tinha uns 21 anos e dei match com a Mariana (nome fictício), que tinha a mesma idade que eu. Nos demos muitos bem e conversamos por umas duas semanas todos os dias, rapidamente a conversa evoluiu pra sexo e putaria, trocávamos nudes direto, e nossa sintonia na safadeza era incrível. Como morávamos longe, trabalhávamos de dia e fazíamos faculdade à noite, era difícil arranjar um dia pra nos conhecermos com calma num rolê mais de date, portanto sugeri de nos encontrarmos e irmos direto pra um motel, ela respondeu super empolgada e disse que estava querendo muito isso, mas estava com vergonha de sugerir. Por conta das circunstâncias tivemos que nos encontrar antes do trabalho dos dois, às 6h eu iria encontrar com ela em um determinado lugar e iríamos de carro até o motel, depois disso deixaria ela no trabalho e iria pro meu. Ela elaborou a maior parte do plano e ambos já estávamos animados.
No dia do rolê acordei já ansioso, mandei mensagem e ela responde com uma foto no banho “ficando cheirosa pra levar rola”. A foto era maravilhosa, o angulo meio de cima, um sorrisinho de safada, os peitos grandes e molhados, a barriga molhada e a partezinha de cima da buceta aparecendo de leve, deixando aquela curiosidade no ar. Respondi com uma foto pós banho, a toalha enrolada na cintura, o pau aparecendo pelo espaço que deixei, já meia bomba e com as veias visíveis. Falei que quando encontrasse com ela queria antes de tudo um beijo, como se já nos conhecêssemos, ela gostou e disse que já estava com tesão. Enfim, fui até o local marcado e fiquei esperando por ela fora do carro, ela chegou e de longe já abriu um sorriso, quando chegou perto de mim agarrou meu rosto de me deu O beijo, ficamos um tempo nos beijando romanticamente, ela interrompeu e disse “bom dia gatinho, tá preparado pra me fuder?”, respondi levando a mão dela até meu pau, que já estava duro, e falei no ouvido dela “vou te fuder muito hoje”. Abri a porta pra ela, entrei no carro e no caminho fomos jogando conversa fora, era uns 30 minutos de carro e em determinado momento ela manda “bota o pau pra fora”, abro a calça e ela se inclina abocanhando meu pau, enfia tudo na boca e tira respirando fundo “caralho, que rola gostosa”.
Chegamos no motel, saio do carro e ao abrir a porta pra ela mando ela me chupar mais, ela lambe meu pau todinho, bota tudo na boca e tira devagar me olhando com os olhos lacrimejando, chupa meu saco com vontade até dar aquela dorzinha gostosa. Tiro ela do carro e beijo ela de novo enquanto ela punheta devagar meu pau. Subimos pro quarto, nos deitamos e nos beijamos por um tempo, sentindo os corpos, o calor e o tesão no ar. Tiramos as roupas um do outro, ela fica por cima, se deita sobre mim e o tocar dos corpos nus nos dá um “choque”, ambos suspiram no primeiro contato das peles, ela agarrada em mim respira forte no meu pescoço me arrepiando todo, enquanto eu passo a mão pelas costas dela e desço até sua bunda, dando uma leve apertada e suspirando em seu pescoço, sentindo as costas dela arrepiar inteira. Ela me beija com um fogo que eu nunca tinha visto, se arruma em cima de mim e eu sinto sua buceta molhada roçando no meu pau, fico maluco e a pegação fica mais intensa. Jogo ela pro lado, abro as pernas dela e enfio a cara naquela buceta perfeita, ela geme alto enquanto eu chupo com vontade, agarra meu cabelo e pressiona meu rosto contra ela, coloco dois dedos que entram com facilidade nela e toco no ponto G dela enquanto chupo exatamente o clitóris dela. Ela se transforma, geme alto e falando pra eu não parar, obedeço e depois de um tempo assim ela solta um grito alto, se contorce na cama e aperta minha cabeça com as pernas, sinto a buceta dela jorrar de leve enquanto ela se contrai e relaxa na cama suspirando um “caralho, puta que pariu”.
Vou por cima dela e dou um beijo, ela passa as mãos pelas minhas costas e sussurra no meu ouvido “come sua putinha”, ela encaixa meu pau na entradinha da buceta dela e pergunta “vai querer colocar camisinha?”, com um sorrisinho safado no rosto, respondo apenas enfiando devagar meu pau nela. Seu gemido leve no meu ouvido me deixa maluco, desço a mão pelo seu corpo até sua perna e a puxo pra cima, fazendo meu pau entrar com mais facilidade ainda na sua buceta encharcada. Enfio fundo e ela solta mais um gemido “me fode forte, eu sou sua putinha”. Me levanto, abro as pernas dela e começo a socar forte, os gemidos, que antes eram sussurros no meu ouvido, ficam altos e intensos. A cada estocada mais profunda, um grito de prazer, “isso porra arromba sua putinha caralho”, ela falar isso me deixava alucinado. Dou um tapa na cara dela e ela não esboça reação negativa, dou outro forte e ela dá um sorriso que acaba comigo, “isso meu dono, me trata igual a vagabunda que eu sou”, bato diversas vezes na cara dela que se misturam com o barulho das metidas. Pego os pés dela e lambo do calcanhar até a ponta dos dedos, ela delira, coloco eles na minha cara enquanto continuo metendo forte. Abro as pernas dela novamente, coloco elas bem perto da cabeça dela e meto meu pau fundo, ela geme alto e eu abafo com um beijo, levanto e mando ela ficar de quatro, ela rapidamente se vira e empina aquela bunda maravilhosa dela. Enfio a cara e chupo a buceta e o cu dela, fazendo ela gemer alto, dou um tapa forte na bunda dela. Levanto, encaixo o pau e meto de uma vez, ela tenta abafar o grito com a cara no travesseiro mas eu puxo o cabelo dela e falo “geme pra mim sua piranha, geme pro seu homem”, e começo a meter forte na buceta dela. Encho aquela bunda gostosa de tapa, ela pede pra eu bater cada vez mais forte e as marcas ficavam cada vez mais vermelhas, puxo o corpo dela pra cima colando no meu enquanto continuo metendo, enfio o dedão na boca dela, empurro o tronco dela pra cama de novo, paro meu pau fundo nela e falo “pisca o cu pra mim, minha puta”, enquanto ela faz isso vou enfiando o dedo e ela gemendo baixinho. Coloco o dedão todo e volto a meter forte nela.
Depois de comer muito ela de quatro, e por incrível que pareça não gozar, eu estava cansado e mando ela sentar em mim. Me deito num daqueles divãs de motel, ela vem por cima de mim e senta no meu pau, se deita por cima e me beija, sentando devagar e fazendo um sexo mais romântico por um tempo. “Ta gostando do nosso primeiro encontro?”, respondo que “não poderia ser melhor”, ela sorri e me beija novamente. Começa a aumentar o ritmo da sentada e pergunta sussurrando no meu ouvido “Posso sentar com força no seu pau?”, antes que eu pudesse responder ela dá uma sentada forte no meu pau, geme no meu ouvido e começa a quicar sem parar, levanta o tronco e os peitos enormes dela cobertos em suor me deixam maluco, enfio a cara no meio deles e depois chupo forte. Ela não para de quicar no meu pau e estava num ângulo muito bom, aguento mais uns minutos mas falo “caralho, eu vou gozar”, ela pergunta “quer gozar onde na sua putinha?”, levanto o corpo dela, coloco ela sentada na cama e puxo a cabeça dela pro meu pau. Ela engole tudo e eu começo a meter na garganta dela, enquanto isso ela aperta meu saco com a força exata do prazer, a cada metida ela baba um pouco sobre os peitos e seu olho lacrimeja mais. Tiro o pau da boca dela e gozo na cara dela, gozo forte e muito, ela abre um sorriso e a cada jatada ela suspira um “isso”, “isso porra”, “goza na sua putinha”. Tem porra na testa, nas bochechas, nos olhos e na boca dela, ela coloca meu pau na boca e dá uma última chupada, tira e fala “não quero desperdiçar nem um pouco do leite do meu dono”, em seguida passa a mão no rosto e leva toda a porra pra boca, puxo o cabelo dela e mando abrir a boca, ela abre com a lingua pra fora e em seguida fala “tá duvidando da sua puta?”. Dou um beijo enquanto levanto ela, nos agarramos misturando os suores e nos beijando com intensidade.
Deito com ela na cama e ficamos uns minutos ali, trocando uns carinhos e beijos em silêncio. O alarme dela toca e ela fala “é, deu a hora de voltar pra realidade”, já era quase 9h e ela iria entrar no trabalho às 9:30h. Tomamos um banho juntos, mais alguns beijos, carinhos e provocações, mas tínhamos hora. No caminho pro trabalho dela paramos numa padaria próxima, tomamos um café da manhã e depois a deixo no trabalho, um beijo de despedida cheio de desejo e satisfação.
Infelizmente, ou felizmente, esse foi nosso único encontro, pois ela começou a namorar poucos dias depois. Mas foi o suficiente pra se tornar uma experiência memorável.
Uma resposta
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😈🤤😈🤤😈🤤


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