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A vizinha da janela de frente
A Carol era uma vizinha da casa ao lado, também de dois andares, e a janela do quarto dela ficava bem na frente da janela do meu — parecia até que tinham sido construídas de propósito assim. Nós nos conhecíamos desde a infância. Nossas mães eram bastante amigas e chegamos a brincar muito juntos na rua. Mas o tempo foi passando, paramos de sair tanto e ela começou a estudar em um colégio diferente do meu. Assim, passamos a só nos cumprimentar quando nos víamos pela rua.
O fato da janela dela ser de frente para a minha, no entanto, criava meio que uma relação silenciosa entre a gente. Já foram várias as vezes que eu a vi trocando de roupa, chegando do banho enrolada na toalha, ou até fiquei olhando enquanto ela fazia uns exercícios de alongamento no chão. Mas sempre com medo de ser notado, tentando disfarçar e fingindo fazer outra coisa.
Ela é muito gostosa e malha bastante. Tinha o corpo todo definido: ombros e costas bem marcados, pernas torneadas e, caralho, uma bunda perfeita e grande. Os peitos não eram tão grandes, mas tinham o tamanho certo, em harmonia com uma cintura fininha. Quando comecei a reparar nela, ficava de tesão com ela vestindo qualquer roupa.
Um dia, ela chegou em casa bem tarde e eu estava acordado, jogando com as luzes todas apagadas. Por ter chegado tarde, não sei se estava meio bêbada ou se apenas presumiu que o vizinho da janela não estaria acordado, mas ela foi trocar de roupa sem fechar a cortina, como normalmente fazia. Quando notei que ela ia ficar pelada, fui que nem o Solid Snake no stealth e me escondi atrás da minha cortina para poder assisti-la tirando a roupa. Foi muito rápido, mas, caralho, ela estava muito gostosa. Eu não aguentei, tirei meu pau do short e fiquei me masturbando enquanto via ela colocando a roupa.
Ela primeiro tirou o top, revelando os peitos. De costas, abaixou o short jeans apertado, que revelou lentamente a bunda perfeita dela, usando uma calcinha que ela também tirou. Ela vestiu um short folgado de pijama e foi deitar, dormindo sem lençol para cobrir o corpo. Gozei olhando para o decote dela, bem marcado pelo pijaminha solto que eu já a tinha visto usando várias vezes. Depois desse dia, fiquei ainda mais alerta para ver se conseguia flagrá-la pelada de novo. Umas semanas se passaram e minha mãe veio ao meu quarto me pedir um favor: ir até a casa da Carol.
A mãe da Carol tinha falado com a minha sobre um problema no notebook da filha. Minha mãe, por ter me visto pagar uma conta no celular, achou que eu era doutor em computação e me indicou para ir lá ver se eu dava um jeito. Fiquei com vergonha — sempre fui meio tímido e fazia muito tempo que eu não conversava com a Carol —, mas me animei com a oportunidade.
Fui no horário planejado, toquei a campainha e a própria Carol me atendeu, cumprimentando-me. Ela estava com uma roupa bem parecida com a que usou para sair naquele dia: um short jeans e um top. Ela disse que eu podia entrar e que o computador ficava lá em cima, no quarto dela. O clima estava meio estranho; eu estava bem tímido, pois apesar de nos vermos quase todos os dias, não nos falávamos direito.
Ela me guiou até o quarto, e eu não pude evitar olhar a bunda dela enquanto subíamos a escada. Entramos no quarto, e ela puxou a cadeira para que eu pudesse sentar na mesinha onde ficava o notebook.
Não nos falamos muito. Ela ficou sentada na cama enquanto eu abria as configurações do Windows para ver o que estava errado. Olhei para a janela dela e vi a janela do meu quarto. Para quebrar o gelo, falei: — Nossa, dá para ver meu quarto todo daqui. Ela sorriu e respondeu, como se estivesse esperando uma oportunidade para falar comigo: — É, dá mesmo. Consigo ver tudo o que você faz daqui. — Ela falou rindo, e eu, que já queria falar sobre isso, respondi: — Do meu também consigo ver tudo o que você faz. — Ah, é? E você me espiona muito, é? — ela provocou. — Eu? Claro que não, né! Você que vive olhando para o meu quarto, haha. — Ah, tá… Ninguém mandou você deixar a cortina aberta toda hora. Ela tinha razão, eu deixava minha cortina aberta direto quando estava sem camisa ou trocando de roupa. — Ah, então você anda reparando? — Difícil não reparar, né… Ficou um silêncio, mas ficamos rindo meio sem graça, olhando um para o outro. — Vou tomar mais cuidado da próxima vez, então. — Ah, relaxa, tô zoando. Você está no seu quarto, pode fazer o que quiser. — É, né? Você também… às vezes, para que fechar a cortina, né? Eu gelei ao falar isso, mas me senti aliviado logo que ela riu junto e levou na boa. Estava clara a nossa intenção de flerte.
Passado um tempo, terminei de ajustar o notebook dela. Ela me agradeceu e até quis me dar um dinheiro pelo serviço, mas eu disse que não precisava. Voltei para casa e subi direto para o meu quarto.
Quando olhei pela janela, ela estava lá, sentada na cama, usando o notebook que eu tinha acabado de consertar. Dessa vez, ela olhou para mim, viu que eu estava na janela e me deu um “oizinho”. Podia não ser muita coisa, mas para a gente, que não se falava havia muito tempo, foi um grande avanço.
Naquele mesmo dia, no início da noite, eu estava jogando. Levantei-me da cama porque tive que descer para beber água, mas antes me espreguicei e olhei por acaso pela minha janela. Não consegui tirar o olho. A janela de Carol estava toda aberta, e ela estava deitada na cama com a bunda para cima enquanto mexia no celular. Fiquei olhando sem me preocupar, afinal, ela estava de costas para a janela e vestindo um shortinho daqueles de pijama, bem solto, com a polpa da bunda toda aparecendo. Cheguei a babar, olhando, enquanto ficava de canto na janela. Meu pau já estava duro debaixo do meu short. Passei a mão sobre ele para aliviar, enquanto ela levantava as pernas, fazendo a bunda balançar e me deixando com ainda mais tesão. Estava tão imerso vendo a bunda dela e com tanto tesão, passando a mão no meu pau, que nem percebi quando ela fez um movimento com o pescoço e olhou de relance para a janela.
Congelei, dei um pulo para trás para que ela não me visse e saí do quarto. Eu tinha certeza de que ela tinha notado minha movimentação. Desci as escadas cheio de vergonha e com o coração disparado. Subi já imaginando que ela estaria com a cortina toda fechada e, provavelmente, falando para a mãe que eu era um tarado.
Quando voltei, olhei a janela e ela estava lá, com a cortina ainda aberta e na mesma posição. Só que dessa vez, sem a blusa. Não era possível ver os peitos dela porque ela estava deitada de barriga para baixo, mas só o fato de saber que os peitos dela estavam livres ali, na minha frente, fez meu pau quase furar meu short. Eu de novo não acreditei no que estava vendo… Tinha certeza de que ela tinha me visto olhando para ela. Ela só poderia estar fazendo isso de propósito, o que me deixou com ainda mais tesão.
Fiquei olhando para a bunda dela, e dessa vez peguei meu pau firme, com uma mão por debaixo do short, e comecei a me punhetar olhando para ela. Vi ela se inclinando e empinando a bunda com o short curtinho mal tapando a bunda grande. Nesse momento, ela olhou para trás e manteve o contato visual comigo, ainda na mesma posição, mas virando o rosto.
Parei na hora de me masturbar, mas a posição que o meu braço estava na hora que ela virou já me entregava. Ela me olhava rindo e voltou a olhar para frente, inclinando-se ainda mais, empinando a bunda toda, como quem deixasse eu continuar o que eu estava fazendo quando ela não estava olhando.
Eu estava com tanto tesão que quando ela virou o rosto de novo para olhar, eu não parei. Estava punhetando meu pau olhando para a bunda dela e queria que ela soubesse. Agora, olhando nos olhos dela, vi que ela mordia os lábios, fazendo uma cara de safada.
Ela pegou um travesseiro que estava do lado dela. Enquanto eu tentava a todo momento ver os peitos, mas não conseguia, ela enfiou o travesseiro no meio entre as pernas e começou a se esfregar nele, ainda com a bunda virada para mim. Fiquei com tanto tesão! Vi ela olhando de canto de olho, virando o rosto para ver que eu estava batendo uma punheta para ela. Eu conseguia ver a expressão de tesão na cara dela enquanto eu chegava a gemer do meu quarto, de tanto tesão.
A bunda dela se contraía e abria com ela se esfregando no travesseiro. Ela estava olhando para mim como se estivesse faminta. Eu não aguentei e puxei meu short para baixo, revelei o quanto meu pau estava duro para ela. Ela olhou e consegui escutar o gemido de tesão, vendo eu segurando meu pau e continuando a me punhetar para ela. Vi ela tirando os olhos dos meus e fixando no meu pau. Ela se esfregava no travesseiro como se estivesse se esfregando em mim e, finalmente, a vi se virando rapidamente. Vi os peitos dela perfeitos e quase gozei.
Nessa hora, meu pau já estava todo melado de pré-gozo, enquanto ela tirava também o short e o jogava para o canto da cama, desesperada para continuar se esfregando. Abriu as pernas totalmente para mim e revelou a buceta gostosa dela, toda encharcada de tesão.
Os dedos já estavam melados e a virilha também. Vi ela levando os dedos na boca, chupando-os, sentindo o próprio gosto e deixando-os bem molhados, para depois eu vê-la voltando a se esfregar compulsivamente. Ela se encostou na parede e chegou a inclinar a cabeça para trás, fechando os olhos enquanto esfregava a buceta. Eu já estava louco de tesão e doido para soltar meu leite. Cuspi no meu pau e continuei me punhetando, enquanto ela olhava e começava a se tremer de tesão.
Ela então olhou para mim, e eu consegui ler os lábios dela dizendo: “Goza para mim”, com uma expressão cheia de tesão. Nessa hora, não aguentei. Peguei uma cueca velha na cama, e ela me viu enchendo a cueca de porra. Gozei muito e me contraía a cada jato de leite que soltava para ela, gemendo alto de propósito para ela ouvir do quarto dela, enquanto eu a via segurando os próprios peitos e soltando também um gemido muito alto enquanto eu ainda estava gozando e falei, olhando para ela: “Goza, caralho!” E a vi olhando nos meus olhos, se tremendo toda, convulsionando de tesão e gozando na minha frente… Ela fechou os olhos e ficou parada naquela posição, como quem estivesse só pensando no quanto foi gostoso.
Abriu os olhos depois de uns segundos e olhou para mim, dando um sorriso. Ela se levantou da cama, foi até a janela, apoiou-se com as duas mãos e olhou para a cueca onde eu tinha acabado de gozar. Ela pediu: “Posso ver?”
Eu, com vergonha, não entendi muito bem o porquê, mas joguei a cueca até ela, que pegou e viu minha porra pegajosa encrostada nela. Isso me deixou com tanto tesão…
Tem mais história, mas vou parar aqui porque está ficando muito grande. Se gostarem, conto o resto… Me desculpem se ficou muito enrolado


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