Julho 25, 2019

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Amiga da minha esposa

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Pois é. Minha esposa tem uma amiga que vai lá em casa toda semana para cuidar do cabelo dela. É a própria reencarnação da safadeza a tal da Mara. Baixinha, com no máximo 1, 60 de altura seios avantajados, bunda média e empinada, coxas grossas e uma cara de cachorra que só ela tem.

O problema todo começou, aliás, o meu tesão nela começou quando minha esposa me contou que apesar de casada, Mara vivia aprontando as escondidas. Uma dessas farras, a minha atual esposa participou quando estávamos separados. A Mara conseguiu convencer a minha esposa a dar pro amante dela na frente dela, e o pior, ela deu e disse que tinha sido muito bom. 

A partir dai eu resolvi que iria comer a Mara de qualquer jeito. Comecei a reparar na forma dela andar, falar e quando dei por mim estava no banheiro batendo uma punheta pra ela que estava na sala cuidando dos cabelos da minha esposa. Nesse dia eu gozei como um jegue, tinha porra nos quatro cantos do box do banheiro. 

Todo sábado era a mesma coisa. Mara chegava e passa cerca de três horas lá em casa, eu ia pro banho, gozava pensando naquele rabo e voltava pra sala todo cheiroso. 

Um dia o universo conspirou a meu favor e Mara apareceu lá em casa, usando um vestidinho do capeta. Minha esposa tinha saído e esquecido de avisá-la que só retornaria a noite. Eu tinha acabado de sair do banho e quando ela entrou e elogiou meu perfume eu perdi a noção de tempo e espaço e puxei aquela miniatura de safadeza pra cima de mim e colei meus lábios nos dela.

Ela nem se importou. Já deixou a bolsa cair no chão e fomos grudados que nem dois cachorros até o sofá. Ela caiu por cima de mim e com um golpe só desceu indo de boca na minha pica. Mamou minha rola com vontade, quase gozei, precisei de forçar do além pra não encher a boca daquela insana de porra. Quando ela subiu e sentou no meu colo já tinha se livrado da sua calcinha, chegou sentando na minha rola, sem camisinha, sem nada.

Sua buceta tava tão melada que eu sentia seu mel escorrer entre as minhas pernas. O pau lá dentro sendo mordido por ela parecia que explodiria em minutos. A transa era frenética, intensa, a gente não falava nada. Apenas se beijava e trepava. Quando ela gozou, ai sim, urrou. Pediu que eu acelerasse as estocadas porque ela ia gozar mais uma ou duas vezes sem parar. Quase enlouqueci de tanto tesão até que meu pau começou a esguichar porra dentro daquela xana gulosa. 

Depois que terminamos, o telefone dela vibrou, era minha esposa dizendo que estava quase em casa. Pediu desculpas e disse que em meia hora chegaria. Corri pro banheiro, tomei outro baho, tirei o cheiro de sexo de mim enquanto ela estava na sala arrumando as suas coisas para poder trabalhar.

Quando minha esposa chegou eu estava no quarto, com a porta fechada me trocando. Ai ela veio, me beijou e eu pedi que ela desse uma chupada no meu pau. Ela riu e topou, disse pra amiga aos berros que iria demorar um minuto e caiu de boca na minha pica. Quase gozei na sua boca, mas ela não deixou.

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Uma resposta

  1. anônimo

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