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Ano Novo Comendo o Cu da Prof
Vamos lá…
Eu comecei a fazer um curso preparatório militar em 2025, e lá tinha uma professora muito gata. O nome dela é Carolina, ela é professora de literatura, é baixinha, tem o cabelo preto curto e uma bunda e peitos médios. É novinha, tem 26 anos. É magrinha, mas da pra ver que ela tem um corpo malhado de academia. Não chega a ter abdômen trincado, mas tem um par de coxas perfeito. Se veste normalmente com roupas apertadas que realçam o corpo gostoso dela, disfarçam um pouco da barriguinha.
Logo que eu comecei no curso, já virei amigo da rapaziada e na roda de conversas a gente sempre falava das minas mais gostosas do curso, e comentávamos sempre da Carol. Meu tesão por ela só aumentava, mas eu nunca tentaria algo com ela pra manter o respeito.
Por ser novo no curso, eu ainda tinha dificuldade em algumas matérias, então eu perguntava bastante e as vezes ficava sozinho na sala tirando dúvida com os professores. Isso me fez ir criando intimidade com a Carol, e a gente começou a brincar e caçoar um do outro. Mas nunca ficamos próximos de fato.
Até que um dia, assim que acabou a aula do curso, eu saí e fui direto pegar o metrô pra ir no shopping com um amigo meu. E no caminho, acabei trombando com a Carolina, que também estava indo até o metrô, já que ela morava um pouco longe do curso. A gente foi conversando o caminho inteiro sobre a matéria, e quando chegamos dentro do metrô, a gente começou a conversar sobre filmes, séries e jogos. Descobrimos que tínhamos bastante coisas em comum, e eu aproveitei e pedi o insta dela.
Ela passou, e depois disso a gente passou umas semanas conversando pelo Instagram. Eu mandava uns vídeos, ela mandava outros de volta. A gente respondia, conversava, se zoava, e nossa intimidade ia ficando cada vez mais forte. Até que um dia eu pedi o WhatsApp dela, e a gente passou a conversar muito mais por lá.
A gente nunca falou de putaria. E a nossa intimidade aumentou muito. Toda sexta, que era quando tinha aula dela, eu esperava ela ou ela me esperava pra ir embora. Daí a gente ia andando até a estação de metrô juntos e se despedia com um abraço. Aí do nada a gente começou a trocar foto sempre que ia pra academia. E a putaria começou aí…
Lá pra outubro, teve uma vez que ela mandou uma foto no espelho falando que ia pra academia e que era dia de perna, e eu respondi pedindo foto do pump. Um tempo depois, ela mandou uma foto dela de costas nesse mesmo espelho, com o rabo dela marcado na calça legging. Eu respondi falando que não dava pra ver o pump assim… e ela mandou outra foto. Nessa foto, ela tava pelada de costas, com a bunda de lado e a coxa grossa trincada. Fiquei de pau duro na hora. Tava vendo nude da professora mais gostosa que eu já tive. A gente conversou muita putaria nesse dia, mandei foto do meu pau pra ela e ela respondeu: “Que delícia!” mas nunca chegamos a marcar nada.
Numa dessas vezes que a gente ia embora juntos, eu flertei muito com ela, puxei ela e beijei no meio da rua. Ela ficou com medo de alguém ver e parou o beijo até que rápido, me abraçou e foi embora toda corada.
Acabou que entramos de férias do curso em novembro e eu parei de ver ela. Eu nunca chamei ela pra fazer nada, e ela também nunca me chamou. A gente reagia aos storys um do outro, conversava bastante e ela tinha até me chamado pra ir com ela fazer tatuagem quando ela tivesse uma grana.
E a gente foi conversando, sem muita putaria, até chegar o ano novo…
Agora que fica quente de verdade
No dia 31, eu fui com uns amigos pra casa de praia de um amigo nosso no Recreio pra ficar uns dias. Lá pros meio-dia, essa minha professora viu meus storys e perguntou onde eu ia passar a virada. Quando eu respondi que era no Recreio, ela falou que era perto da casa dela. Eu chamei ela pra colar com a gente e nisso, ela chamou uns amigos dela e todo mundo se juntou na praia pra ficar resenhando o dia todo. A gente bebeu, comeu, e bebeu de novo.
Ela de biquíni era um monumento. O coxão e a bunda dela com o biquíni cravadinho, com aquele corpo malhado e com marquinha de sol me deixou maluco. Ela bebeu tanto que ficou bêbada rapidinho, e virou uma safada do caralho. Começou a me elogiar, a passar a mão em mim. E eu nem perdi tempo, agarrei ela pra mim e fiquei beijando ela o dia todo. Como lá ninguém conhecia a gente, ela ficou soltinha. A piranha rebolava em mim e eu sarrava nela, ela apertava meu pau enquanto me beijava, tudo isso em público rodeado de gente na praia.
Perto da virada, lá pras 22h, ela me perguntou onde eu ia dormir. E eu respondi, já na maldade: “Se tudo der certo eu vou dormir na sua casa” a cachorra sorriu e falou: “Só depende de você…” Eu falei pra ela que tava marcado então. Fiquei mais ansioso pra ir pra casa dela logo do que pra própria virada. Já avisei meu amigo que não ia dormir na casa dele hoje, e ele ficou com um sorriso de orelha a orelha quando entendeu onde eu ia dormir.
Quando foi umas 2h e pouco da manhã, a gente já tava bem sóbrio. Eu chamei um Uber pra casa e eu fiquei o caminho todo com a mão na buceta dela por cima do biquíni e ela com a apertando meu pau. Os dois explodindo de tesão. Assim que a gente subiu o prédio dela e entrou dentro de casa, eu tirei a camisa de novo e já agarrei ela.
Comecei a beijar e pressionei ela contra a parede. Ela já começou a ficar ofegante, e entrelaçou os braços por cima do meu ombro. Enquanto beijava o pescoço dela, soltei o biquíni dela e comecei a chupar o peito dela. Veio o gostinho de sal do mar, tava uma delícia. E a piranha gemia baixinho no meu ouvido, se contorcendo toda contra a parede. Ela começou a falar: “Deixa eu tomar um banho primeiro…”
Eu respondi que banho era o caralho. Segurei ela no colo, carreguei ela até o quarto dela e joguei ela em cima da cama. Puxei a calcinha do biquíni pra cima e caí de boca na bucetona da minha professora. Tava salgada, mais ainda com aquele gostinho de buceta gostoso. Fiquei chupando a buceta dela por um tempo, e comecei a brincar com o cuzinho dela. Ela nem reclamou, só gemeu mais alto quando eu enfiei o dedo.
— Ai caralho, me fode… mete…
Ela começou a pedir pra levar pau logo, e eu tirei a piroca pra fora e soquei dentro no papai e mamãe de uma vez. Ela gritou alto, pouco se fudendo pros vizinhos, e eu comecei a socar com força. Segurei as pernas dela bem firme e fudi ela com vontade. A cama começou a ranger, e ela começou a gemer alto pra caralho enquanto tocava o clitóris dela.
Fiquei com um tesão do caralho imaginando os vizinhos escutando essa piranha gemer, o som das estocadas e a cama rangendo. Ela começou a se tremer toda, e começou a bater na buceta.
— Caralho, vou gozar! Não para!
Eu aumentei ainda mais a velocidade e a força, no ponto que fazia um barulho do caralho cada estala da minha coxa batendo na bunda dela. Ela gemia: “To gozandoooo!” com a voz entrecortada de tanto que eu metia nela.
Depois disso, não aguentei e senti que ia gozar também. Quando falei pra ela que ia gozar, ela falou:
— Goza dentro da minha buceta! Eu quero sua porra em mim!
Aí que eu não aguentei e gozei mesmo. Enfiei tudo até o talo dentro dela, e comecei a esporrar no útero da minha professora. Quando eu tirei o pau de dentro, ela começou a pegar a porra da buceta e chupar.
Depois disso a gente foi tomar banho juntos, e descontraímos o clima. Deitamos na cama pelados juntos, e ficamos conversando. Eu fiquei passando a mão nela, nos peitos, na coxa… e comecei a dedar ela bem devagar. Ela foi ficando bem molhada, e gemia baixinho gostoso pra mim. Fui inventar de brincar com o cuzinho dela de novo, e a puta falou: “Você quer comer meu cu, é, Lucas?” e ela virou de ladinho e empinou a bunda pra mim.
Respondi que sim, passei um pouco de cuspe no meu pau e no cu dela, e comecei a ir enfiando devagar. Diferente de todas as outras minas que eu comi, a Carol não reclamou de dor. Ela gemia de prazer. Deve tava acostumada a dar esse cuzinho. A cabecinha entrou e eu comecei a socar devagar, pra ir entrando aos poucos. Fiquei assim por um tempo, e ela falou: “Tá com pena? Pode fuder meu cu!” e como eu não gosto de ser desafiado, comecei a comer o cu dessa cachorra com força.
Aí sim ela começou a gemer alto. Começou a me xingar, começou a pedir pra mim fuder mais. E eu continuei socando com força. Até que eu tirei de dentro, segurei ela pelo quadril e coloquei ela de quatro na cama. Fiquei em pé, cuspi no cu dela e meti a piroca inteira dentro do cu dela de novo. Ela gritou: “Aih, caralho! Assim não…” e eu soquei a costela dela e mandei ela calar a boca. Agora sim, de quatro, eu conseguia comer ela de verdade. Comecei a fuder ela pra valer, espancando a bunda dela.
Pisei na cabeça dela e a puta gritava abafado: “Aih meu cu, seu filho da puta! Fode meu cuzinho, fode!” e eu fudendo como se estivesse comendo uma buceta. Ela gozou muito rápido, em menos de dois minutos ela já tava gozando com o pau no cu. Eu ainda fiquei um tempo comendo o cu dela, puxando o cabelo dela e deixando ela toda marcada. Até que eu gozei e enchi o cu dela de porra.
Deitamos lado a lado, ofegantes, e dormimos de conchinha. De manhã nós fomos pra praia e ela teve que amarrar uma canga pra esconder a bunda dela toda marcada. Encontramos nossos amigos e agimos como se nada tivesse acontecido, mas eles ficaram zoando a gente porque sabiam que a gente tinha transado.
Nesses últimos dias, a gente tem conversado muita putaria. E ela falou pra mim que quando as aulas do curso voltarem, ela quer dar aula com a minha porra no cu dela. Isso me deu um tesão do caralho.


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