Janeiro 22, 2026

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Aula Particular com Fina

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Eu (19 anos) transei com a garota para quem dou aula particular (18 anos). A reação dela quando viu o meu pau foi impagável.

Nos últimos meses, tenho dado aulas de biologia para a Bia, uma garota que está no terceiro ano do ensino médio e precisava de uma ajuda para arrasar no ENEM. Como eu curso bioquímica na USP, achei que seria uma boa ideia ganhar uma grana extra ajudando ela. O pai dela é empresário e paga bem – trezentos conto por aula, duas vezes por semana. Não era um mau negócio, ainda mais considerando que a gente só resolvia questões da FUVEST e do ENEM sobre respiração celular e genética.

No começo, as aulas eram completamente normais. A gente se sentava na escrivaninha do quarto dela, eu explicava os ciclos de Krebs enquanto ela anotava tudo no caderno, fazíamos uns exercícios e, de vez em quando, dávamos uma pausa para ela me oferecer um suco de laranja ou a gente ficar conversando sobre besteira – série da Netflix, festas da faculdade, essas coisas. O quarto dela tinha aquele cheiro de perfume doce misturado com ar condicionado, e as paredes eram cheias de pôsteres de bandas indie e fotos dela na ginástica artística.

Embora eu tentasse manter o profissionalismo – afinal, era meu trabalho -, comecei a perceber uns sinais. Ela elogiava demais. “Nossa, Pedro, você fica muito bem de camisa social” ou “Caramba, seus braços são grandes, você malha muito?”. Vira e mexa ela deixava a mão descansando no meu antebraço quando ria de alguma piada besta que eu fazia, e só tirava quando eu me mexia. Pior ainda: ela começou a me mandar mensagem no WhatsApp fora do horário das aulas, sempre com alguma desculpa esfarrapada tipo “Oi, você pode me explicar de novo aquela parte sobre mitocôndrias?” às onze da noite, quando a gente sabia muito bem que aquilo podia esperar até a próxima aula.

Era muito difícil resistir. A Bia é gostosa pra caralho – daquele jeito que faz você olhar duas vezes na rua e fingir que estava olhando para outra coisa. Por isso, nas últimas semanas, parei de lutar contra e comecei a flertar de volta. Sutil no começo, mas cada vez mais direto.

Para você entender o nível da tentação: ela tem uns 1,50m de altura, toda miudinha, enquanto eu tenho 1,90m. Quando a gente estava em pé, ela precisava esticar o pescoço para me olhar nos olhos. Essa diferença de tamanho estava me deixando completamente maluco. Ela tem peitinhos pequenos e delicados, mas uma bunda absurdamente grande e empinada – daquelas que só quem faz ginástica artística desde criança consegue ter, toda durinha e redonda. As pernas dela são torneadas, cheias de músculos definidos mas femininos. É morena, com aquele bronzeado natural de quem passa o fim de semana na praia em Guarujá, cabelo castanho-escuro até os ombros e uns óculos de grau que davam um ar de “nerd gostosinha” que me deixava doido.

Semana passada, quando cheguei na casa dela para a aula das sete da noite, a Bia me recebeu na porta com o sorriso mais inocente do mundo e um beijo na bochecha que durou meio segundo a mais do que o normal. Ela estava usando uma legging preta que parecia pintada no corpo, tão justa que dava para ver cada curva da bunda dela balançando quando ela caminhava na minha frente escada acima. Por cima, uma regatinha branca fininha, sem sutiã – dava para ver os bicos dos peitos marcando quando ela se virava.

Subimos para o quarto e começamos a aula como sempre, mas a tensão estava palpável no ar. Eu mal conseguia me concentrar em explicar a diferença entre anáfase I e anáfase II quando ela estava ali, tão perto, com aquele perfume de morango e baunilha invadindo minhas narinas.

Depois de uns quarenta minutos fingindo que estávamos estudando, ela encostou o caderno e disse: “Pedro, vamos dar uma pausa? To cansada de meiose.”

“Claro”, respondi, encostando também minha caneta.

Foi quando ela me olhou por cima dos óculos e, com toda a inocência do mundo, perguntou: “Qual é o seu tipo de mulher?”

Eu podia ter desviado, podia ter dado uma resposta genérica, mas decidi arriscar. “Ah, sei lá… gosto de menina baixinha, morena, com um corpão de ginasta… que use óculos e tenha aquele sorriso safado disfarçado de inocente.” Fiz uma pausa. “Basicamente estou te descrevendo.”

Ela deu uma risadinha e mordeu o lábio inferior. “Sério?”

“Sério. E você? Qual seu tipo?”

Ela me olhou direto nos olhos, sem piscar. “Alto, cabelo escuro, inteligente… que me faça rir mas que também me olhe daquele jeito…” Ela fez uma pausa. “Do jeito que você está me olhando agora.”

Foi tudo o que eu precisei ouvir. Estendi a mão, toquei a coxa dela por cima da legging – estava quentinha – e me inclinei para frente. Ela não recuou. Ao invés disso, seus olhos brilharam por trás das lentes.

“Vem cá”, sussurrei.

Ela praticamente se jogou no meu colo, as pernas finas se enrolando na minha cintura enquanto nossos lábios se encontravam. O beijo começou suave, quase tímido, mas em segundos estava intenso, molhado, desesperado. Ela cheirava a morango e gosto de hortelã do chiclete que tinha cuspido antes da aula. Senti as mãos pequenas dela agarrarem meu cabelo enquanto ela começava a se esfregar contra mim, esfregando a virilha na minha.

Segurei ela firme pela bunda – porra, que bunda -, uma mão em cada lado, e comecei a guiar o movimento dela contra o volume que já crescia na minha calça jeans. Ela gemeu baixinho dentro da minha boca, aquele tipo de gemido abafado que é meio suspiro, meio súplica.

Desci dos lábios para o pescoço dela, plantando beijos molhados na pele quente e suada. Lambi desde a base do pescoço até a orelha, mordiscando de leve o lóbulo, e ela arrepiou inteira nos meus braços. “Caralho, Pedro…”, ela sussurrou com a voz trêmula.

Levantei a regatinha dela devagar, revelando os peitinhos pequenos e perfeitos, com os mamilos escuros e durinhos apontando para mim como se pedissem atenção. Abaixei a cabeça e peguei um deles na boca, circulando com a língua, chupando, mordendo de leve. Ela arqueou as costas e soltou um gemido mais alto, as mãos apertando meus ombros.

Foi quando senti ela começar a abrir o zíper da minha calça com dedos ansiosos e trêmulos.

“Eu preciso ver”, ela disse com a voz rouca, “preciso ver seu pau agora.”

Eu me afastei um pouco, respirando fundo, e disse: “Então desce e fica de joelhos.”

Ela obedeceu na hora, escorregando do meu colo e se ajoelhando entre minhas pernas com os olhos vidrados na minha virilha. Levantei o quadril e abaixei a calça jeans junto com a cueca de uma vez, deixando meu pau pular para fora – já estava duro feito pedra, latejando.

A reação dela foi tudo o que eu esperava e mais um pouco. Os olhos arregalaram, a boca se abriu num “O” perfeito de choque, e ela soltou um suspiro alto seguido de uma risada incrédula. “Puta que pariu!”

Ela estendeu as duas mãos e envolveu meu mastro, tentando fechar os dedos ao redor – não conseguiu. As pontas dos dedos nem se encontravam. Ela então encostou a bochecha nele, esfregando o rosto contra o comprimento, e eu vi: cobria o rosto dela inteiro, da testa até o queixo. Quando ela colocou o antebraço dele ao lado para comparar, ficou claro que meu pau era mais grosso que o pulso dela.

“Caralho, Pedro!”, ela exclamou com um misto de espanto e excitação. “Que porra é essa? Você vai me partir no meio! Vai me matar com essa coisa!”

Eu sorri, passando a mão no cabelo dela. “Você aguenta.”

“Aguento nada, olha o tamanho disso!”

Mas mesmo reclamando, ela já estava beijando a ponta, a língua pequena e quente circulando a glande enquanto as mãozinhas acariciavam o comprimento. Ela lambeu do saco até a ponta, cobrindo cada centímetro com saliva até ele ficar brilhando.

“Abre a boca”, ordenei com voz rouca.

Ela obedeceu, e eu segurei a cabeça dela com as duas mãos, guiando meu pau para dentro daquela boquinha apertada. Ela tentou relaxar a mandíbula o máximo que podia, mas mesmo assim mal conseguia engolir. Empurrei devagar, sentindo a língua dela embaixo do meu eixo, a bochecha se expandindo. Quando cheguei em uns dez centímetros – talvez um terço do total -, ela começou a ter ânsia, os olhos lacrimejando.

“Respira pelo nariz”, instruí, segurando firme mas sem forçar.

Ela tentou, engasgou, tentou de novo. Porra, para uma garota tão pequena estava se saindo bem demais. Deixei ela respirar, e quando ela puxou a cabeça para trás ficou aquela trilha de saliva grossa conectando meus lábios aos dela.

Estava tão concentrado nela tossindo e limpando as lágrimas que quase não ouvi os passos na escada. “Porra!”, sussurrei.

Ela ouviu também. Num movimento desesperado, puxei a calça para cima – meu pau ainda duro dificultando tudo – enquanto ela vestia a regatinha às pressas. Limpei o rosto dela com a palma da mão, tirando a saliva e as lágrimas, segundos antes da porta se abrir.

A mãe dela deu uma espiadinha. “Bia, querida, vou jantar com a Claudia e a Rita. Deve demorar. Pedro, o dinheiro está ali no balcão da cozinha, tá?”

“Valeu, dona Márcia”, respondi com a voz mais natural possível.

Assim que a porta fechou e ouvimos o carro saindo da garagem, a Bia praticamente se jogou em cim de mim de novo, rindo e me beijando com gosto de desespero e tesão acumulado. Ela apertou meu pau por cima da calça.

“Agora a gente tem a casa toda pra gente”, ela sussurrou no meu ouvido.

Levantei ela no colo – ela era leve que nem uma pluma – e a carreguei até a cama, arrancando a regatinha dela pelo caminho e jogando no chão. Deitei ela de barriga para baixo e puxei a legging junto com o fio-dental que estava por baixo. A calcinha estava encharcada, deixando um fio de líquido transparente quando eu a tirei.

E aquela bunda… puta merda, aquela bunda gigante e redonda aberta na minha frente, a bucetinha rosada e molhada praticamente implorando por atenção. Coloquei ela de quatro na cama e enfiei minha cara ali no meio, afundando o rosto entre as bochechas macias e firmes ao mesmo tempo.

Comecei lambendo por cima, passando a língua larga e quente desde o clitóris até o cuzinho, sentindo o gosto salgado e doce da excitação dela. Ela enterrou o rosto no travesseiro e gemeu alto, o quadril se mexendo involuntariamente contra minha boca. Lambi, chupei, mordi de leve, alternando entre a buceta e o cu dela, deixando tudo molhado e sensível.

“Caralho, Pedro… isso… continua…”, ela implorava com a voz abafada.

Afastei as bochechas dela com as mãos e mirei direto na buceta molhada, enfiando a língua fundo e fazendo movimentos circulares. O gosto dela invadiu minha boca – meio ácido, meio doce, completamente viciante. Ela estava pingando, o líquido escorrendo pela minha barba. Subi até o clitóris e o chupei com força, fazendo um movimento de vai-e-vem com a língua.

“Porra… porra… assim…”, ela gritava, a voz saindo em soluços entrecortados.

Quando ela já estava se contorcendo toda, enfiei um dedo dentro dela. Estava apertada pra caralho, quente e molhada. As paredes da buceta dela se contraíam ao redor do meu dedo. Esperei ela se acostumar e então enfiei o segundo. Ela deu um gritinho agudo e arqueou as costas ainda mais, a bunda empinando mais alto.

Comecei a movimentar os dedos para dentro e para fora, curvando eles para acertar aquele pontinho que faz as mulheres pirar. Encontrei. Ela começou a fazer aqueles suspiros curtos e desesperados, o corpo inteiro tremendo.

“Vai… vai gozar… eu vou…”, ela mal conseguia formar frases.

Mas eu não ia deixar ela gozar ainda. Tirei os dedos de uma vez e ela soltou um gemido de frustração, virando a cabeça para me olhar com raiva e desejo misturados.

“Filho da puta! Por que você parou?”

Rastejei por cima dela, prensando o corpo grande contra as costas pequenas dela, e segurei ela pelo pescoço – não com força, só o suficiente para ela sentir quem estava no controle. Virei o rosto dela para o lado e a beijei, enfiando minha língua na boca dela, fazendo ela provar o próprio gosto misturado com minha saliva.

Enquanto isso, puxei minha calça de vez e deixei meu pau latejante se apoiar entre as bochechas da bunda dela. Era tão grande que ia da entrada da buceta até passar da cintura dela.

“Você tá sentindo?”, sussurrei no ouvido dela. “Tá sentindo o tamanho da rola que vai entrar em você?”

“Ai meu Deus…”, ela sussurrou de volta, a voz trêmula. “Não vai caber…”

“Vai sim. Você vai abrir todinha pra mim.”

Ela virou de barriga para cima, os peitinhos subindo e descendo rápido com a respiração acelerada, os óculos tortos no rosto corado. Tirei os óculos dela com cuidado e coloquei na mesinha de cabeceira. Ela me olhou com os olhos escuros e dilatados de tesão.

“Eu quero”, ela disse, a voz firme apesar de estar tremendo. “Quero sentir você dentro de mim. Agora.”

Peguei uma camisinha da carteira – sempre tinha uma guardada – e rasguei o pacotinho com os dentes. Desenrolei no meu pau, o látex ficando esticado ao máximo. A Bia ficou me olhando com aquela expressão entre medo e excitação.

Me sentei na cama, recostado na cabeceira, e fiz sinal para ela. “Vem sentar.”

Ela se levantou, as perninhas ainda tremendo, e montou em cima de mim, as mãozinhas se apoiando nos meus ombros para se equilibrar. Segurei meu pau pela base, apontando para cima, e alinhei com a entradinha molhada dela.

“Devagar”, avisei. “Vai descendo no seu tempo.”

Ela mordeu o lábio e começou a descer. Quando a cabeça do meu pau começou a forçar entrada, ela deu um suspiro alto. Centímetro por centímetro, ela foi se abrindo, o rosto dela uma mistura de dor e prazer. Estava tão apertado que eu sentia cada contração, cada músculo dela tentando se ajustar ao tamanho.

Quando chegou na metade – uns quinze centímetros -, ela parou e gemeu alto, as unhas cravando nos meus ombros. “Porra… é muito grande… tá doendo…”

“Você aguenta”, eu disse, segurando ela pela cintura. “Relaxa e respira.”

Esperei ela se acostumar, sentindo a buceta dela pulsar ao redor de mim. Depois de uns segundos, comecei a erguer o quadril devagar, fazendo movimentos curtos para cima e para baixo, ajudando ela a se abrir mais.

“Isso… assim…”, ela sussurrou, começando a mexer junto comigo.

Quando ela finalmente conseguiu sentar quase por completo – acho que faltavam uns cinco centímetros, mas para o tamanho dela já era uma conquista -, eu segurei ela firme pela bunda e comecei a movimentar ela no meu pau. Subindo e descendo, cada vez mais rápido, cada vez mais fundo.

“Ai… caralho… porra…”, ela gritava, a cabecinha jogada para trás, o cabelo grudado de suor na testa.

O som molhado da buceta dela engolindo meu pau ecoava pelo quarto, misturado com nossos gemidos e respirações pesadas. Ela começou a cavalgar com mais confiança, subindo até quase sair e descendo com força, fazendo as bundas baterem nas minhas coxas.

“Tá gostoso?”, perguntei, dando um tapa na bunda dela.

“Muito… porra… nunca senti uma rola assim… tão grande… tão fundo…”

Ela encostou a testa no meu ombro, os gemidos saindo abafados contra minha pele. Senti a respiração dela ficar mais curta, mais desesperada.

“Vou gozar… Pedro… não para… por favor não para…”

Segurei ela com força e acelerei ainda mais, socando de baixo para cima enquanto ela rebolava em cima. E então ela explodiu. O corpo inteiro começou a tremer descontrolado, a buceta se contraindo em ondas ao redor do meu pau, os gritos abafados no meu pescoço. Ela gozou por pelo menos vinte segundos, espasmos elétricos percorrendo cada músculo.

Quando finalmente parou, ela desabou em cima de mim, completamente mole, a respiração ainda descompassada. Continuei dentro dela, ainda duro.

“Caralho…”, ela sussurrou. “Nunca… nunca gozei assim…”

Depois de uns cinco minutos de descanso, ela saiu de cima de mim e deitou de lado, ainda tentando recuperar o fôlego. Meu pau continuava apontando para cima, latejando, coberto pelos fluidos dela mesmo por cima da camisinha.

Ela olhou e sorriu maliciosa. “Você não gozou ainda?”

“Não.”

“Então deixa eu terminar o que comecei.” Ela tirou a camisinha de mim e jogou no lixinho do quarto. Pegou meu pau com as duas mãos e voltou a enfiar na boca, determinada a ir mais fundo dessa vez.

Pelos próximos trinta minutos, ela se dedicou completamente. Chupou, lambeu, engoliu o máximo que conseguiu – chegou a passar da metade, a gargantinha se esforçando para não engasgar. Eu guiava a cabeça dela para cima e para baixo, enfiando mais fundo a cada tentativa. Lágrimas escorriam pelo rosto dela, saliva pingava pelo queixo, mas ela não parava.

Quando senti que ia gozar, tirei da boca dela e me levantei, segurando meu pau e batendo punheta rápido enquanto apontava para o rosto dela. “Abre a boca.”

Ela abriu, a língua para fora, os olhos vidrados em mim. Com um gemido rouco, comecei a gozar. Jatos grossos e quentes de porra espirraram no rosto dela – na testa, nos olhos fechados, no nariz, na boca aberta. Foram pelo menos seis jatos, cobrindo ela toda de branco.

Quando esvaziei completamente, ela estava lambendo os lábios, limpando com os dedos e levando para a boca. “Porra, que leitada…”, ela disse rindo.

Ela se levantou cambaleando, ainda com as pernas bambas, e disse: “Vou tomar banho senão isso vai secar no meu rosto.”

Me vesti enquanto ela ia para o banheiro. Quando estava terminando de amarrar o tênis, meu celular vibrou. Era uma mensagem dela – uma foto tirada de frente para o espelho do banheiro, de costas, a bunda gigante empinada, a marca vermelha da minha mão ainda visível na bochecha esquerda.

A legenda dizia: “Minha buceta ainda tá doendo, seu filho da puta. Mesma hora semana que vem?”

Respondi com um emoji de fogo e saí daquela casa com trezentos reais no bolso e a certeza de que aquelas aulas de biologia tinham se tornado muito mais interessantes.

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