Janeiro 22, 2026

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Banho Íntimo com Minha Amiga

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A casa de praia estava silenciosa àquela hora da tarde, só o barulho distante das ondas e o vento batendo nas cortinas leves. Havíamos passado o dia inteiro na areia, rindo, jogando conversa fora como sempre fizemos desde a adolescência. Ela, a Lívia, minha amiga de tantos anos, ainda carregava aquela timidez que eu conhecia tão bem — o jeito de abaixar os olhos quando o assunto esquentava e sempre ficava perto de mim e encostado no meu corpo. Eu sabia que ela tava louca para dar pra mim mas ela era inexperiente, portanto fui com calma. Lívia é descendente de japonês de 19 anos, baixinha magra e usa óculos, peitos médios e bunda média e com cara de inocente mas queria fazer sacanagem.

Entramos em casa suados de protetor solar e sal. Eu disse que ia tomar banho primeiro. Ela hesitou na porta do banheiro, mordendo o lábio inferior.

— Posso… entrar com você? — perguntou quase num sussurro.

Meu coração deu um pulo forte. Eu a conhecia há tempo demais para não entender o que aquilo significava. Não era só praticidade. Era confiança. Era um passo que ela nunca tinha dado com ninguém.

— Claro Lívia, fica a vontade — respondi com calma.

Entrei primeiro, abri o chuveiro. A água morna começou a cair, embaçando o vidro do box. Tirei a sunga rápido, joguei no canto. Quando me virei, ela ainda estava de biquíni, parada na porta, os braços cruzados sobre o peito como se quisesse se proteger do próprio desejo.

— Vem — chamei, estendendo a mão.

Ela deu dois passos tímidos, entrou no box. A água começou a molhar o tecido colorido do biquíni, deixando-o quase transparente contra a pele clara. Seus mamilos endurecidos marcaram o top. Ela tremia um pouco, não sei se de frio ou de nervosismo.

— Você… pode tirar meu biquíni pra mim? — pediu, a voz tão baixa que quase se perdeu no barulho da água. — E me limpa direitinho. Por favor.

Engoli em seco. Coloquei as mãos nas laterais do top dela, devagar. Puxei as tiras pelos ombros. O tecido desceu, revelando os seios pequenos e firmes, os bicos rosados enrijecidos. Ela fechou os olhos, respirando rápido. Passei o sabonete líquido nas mãos, espalhei espuma devagar sobre os seios, sentindo o peso deles na palma, o mamilo escorregando entre meus dedos. Ela soltou um gemidinho baixo, quase inaudível.

Desci as mãos pela barriga lisa, pela curva da cintura. Cheguei na calcinha do biquíni. Olhei nos olhos dela pedindo permissão. Ela apenas concordou, os lábios entreabertos e a respiração nervosa.

Ajoelhei devagar, puxei a calcinha pelas coxas. O tecido grudou um pouco na pele molhada antes de descer. Quando caiu aos pés dela, vi tudo: os pelinhos castanhos ralos, os lábios inchados e rosados, brilhando com uma mistura de água e excitação. Ela abriu as pernas só um pouco, tremendo.

Passei sabonete nas mãos de novo. Comecei pelas virilhas, subindo devagar até tocar os lábios externos. Ela gemeu alto dessa vez, as mãos apertando meus ombros. Separei delicadamente com os dedos, sentindo o calor úmido que não era só da água. Esfreguei o clitóris com a ponta do dedo médio, em círculos lentos. Ela jogou a cabeça para trás, batendo na parede de azulejo.

— Ai que delícia, quero mais… — sussurrou.

Enfiei um dedo devagar na entrada apertada, só a primeira falange, sentindo a resistência do hímen dela . Ela apertou meus ombros com força, gemendo meu nome. Continuei lavando, esfregando, explorando cada dobra com cuidado, enquanto a outra mão subia de novo para apertar o seio. A água caía sobre nós dois, quente, incessante.

Ela começou a tremer mais forte, as coxas se fechando em volta da minha mão, meu dedo queria entrar mais na vagina dela, mas sabia que ela era virgem e não queria machucar ela ou forçar. O orgasmo veio em ondas curtas e intensas, o corpo dela se curvando contra o meu, os gemidos abafados contra meu pescoço. Quando terminou, ficou quieta, ofegante, abraçada em mim debaixo da água.

— Obrigada… — murmurou, ainda tímida, mas com um sorriso pequeno nos lábios.

Eu a abracei forte, sentindo meu próprio desejo latejando, mas sabendo que aquele momento era dela. Eu sabia que teria outras oportunidade para tirar o cabaço dela, mas queria curtir mais a xoxota virgem dela.

A água continuou caindo, lavando tudo — o sal, o protetor, a timidez antiga. Só ficou o calor entre nós, novo e verdadeiro. Ajudei ela a se secar com a toalha, e vestir ela com a roupa limpa e pus o óculos nela e no final dei um beijo de língua ficamos um tempo no banheiro. Lívia gostou muito do carinho que eu dei. Foi um excelente primeiro passo, ela curtiu muito e confiou em mim.

A historia continua no próximo post

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