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Comi a namorada na garagem e dezenas de pessoas escutaram
Isso aconteceu faz alguns anos, era algum feriado que emendou com o final de semana, meus pais foram viajar e só voltariam na segunda, eu e minha namorada decidimos ficar em casa mesmo, somos mais caseiros e gostamos de aproveitar as oportunidades de ter a casa só pra gente, andar pelados, transar em qualquer lugar, a qualquer momento, enfim
Nesse dia, meus pais já tinham ido, estávamos sozinhos, e eu decidi lavar o meu carro, estava sujinho
Enquanto eu começava a limpar o carro, minha namorada colocou música na caixa de som e ficou sentada na janela do meu quarto com os pés pra fora e vendo eu lavar o carro, conversando comigo, mexendo no twitter, etc
Em um determinado momento, peguei uma bacia de água e fui jogar por cima da tampa do porta malas, mas escorreu pelo aerofólio do carro e caiu muita água em cima da minha bermuda, pra quem lava carro sabe que isso já é esperado, mas a minha namorada adorou ver eu ficando encharcado
“Opa”, disse ela, dando uma risadinha
Eu apenas sorri e continuei, dessa vez tomando o mínimo de cuidado possível ao manusear a água e o shampoo automotivo (sabão pra carro, para os leigos) limpava as mãos ensaboadas no meu peito e nos braços, e ela já não tava mais interessada no celular
“Amor, tô com tesão, vai demorar muito aí?”
“Seria mais rápido se você me ajudasse aqui”, respondi
Eu falei em tom de brincadeira, como quem diz “se não vai entrar pra ajudar, não fica cobrando”
Mas pra minha surpresa, ela saiu da janela, e veio andando até a porta da sala, ficou na entrada da casa, abaixou o short jeans que estava usando e falou “posso ajudar, meu amor?”
Ela veio, desfilando, com uma calcinha rosa que eu adoro, usando uma camisa larga cinza minha e sem sutiã
Meu pau ficou duro na hora, eu agarrei ela, encostei na lateral do carro e dei um beijo bem molhado, roubando o máximo de ar possível, sujando ela de sabão enquanto passava a mão pelas pernas lindas que ela tem
“Opa opa, primeiro vamos terminar isso aqui, depois você me come, bora”
Ela disse, saindo da posição que coloquei ela, entre o carro e eu, o controle ali era dela
“Me ensina aqui, o que eu tenho que fazer mesmo?”
Ela não sabia lavar carro, então fui falando pra ela ir jogando água onde eu ainda não ensaboei, e depois que eu ensaboasse, jogar a água de novo pra enxaguar, e ela foi fazendo
“Ops”, escuto atrás de mim
Viro e vejo ela tomando uma parte da água nos peitos, por cima da camisa, de propósito
A camisa era larga e fina, e os peitos dela são grandes, entre os 2 seios, tem uma fenda que dá pra esconder uma piroca, e a camisa grudou alí, desenhando completamente os peitos dela
O tesão foi tomando conta, a hora que a gente acabasse eu ia comer ela sem dó nem piedade
Continuamos limpando o carro, acabamos em menos de 10 minutos, 2 pessoas fazendo agiliza muito, e ela também me ajudou a passar a cera com o pano, inclusive foi uma imagem linda, ver ela abaixando pra passar a cera no para-choque e empinando a bunda pra mim, dei um tapa que deixou a bunda dela vermelha e com o desenho da minha mão por muito tempo
Quando a gente terminou, eu queria comer ela alí mesmo, a gente começou a se pegar, tirei a camisa dela que já tava toda molhada, e não era só a camisa que estava molhada, a bucetinha também, ela virou de costas pra mim, se debruçando com os peitos no capô do carro, empinou aquela bunda linda, e disse “me come”
Eu abaixei a calcinha dela, tirei minha bermuda e comecei a comer ela alí, naquela posição, apoiada no carro, começamos bem devagarinho, mas aos poucos fui metendo mais forte, enquanto a buceta dela deixava meu pau bem cremoso
Agora tem um detalhe muito importante, a garagem da minha casa tem uma parte que é aberta ao ar livre, próximo ao portão, que é onde o carro estava, do outro lado da rua, em frente a minha casa, tem um restaurante que é ao ar livre também, então as pessoas ficam comendo nas mesas e conversando, e isso deixa a rua bem movimentada, é o dia todo vozes, risadas, criança chorando, carro buzinando, flanelinha andando pra lá e pra cá
Quando eu comecei a socar forte, ela começou a segurar o gemido e disse que as pessoas iam ouvir, e foi aí que eu tive a ideia, decidi que as pessoas iam ouvir a gente transando
Eu puxei o cabelo dela e comecei a meter o mais forte que podia, ela não aguentava segurar o gemido, gritava “não, não, ah, mais devagar, não” e gemia como uma piranha
Em pouco tempo tinha gente andando na frente do meu portão, eu conseguia ouvir os passos dos flanelinhas se juntando pra ouvir ela gemer, aquilo me deu um tesão absurdo, eu dava tapa na cara dela, na bunda, socava forte, puxava o cabelo e xingava ela, tratei como a piranha que ela é
E ela? Se soltou em pouquíssimo tempo, logo logo ela já tinha esquecido das outras pessoas, ela nem tinha tempo de raciocinar, ela gemia tanto que estava sem ar
Eu falei que ia gozar e saí de dentro, ela ajoelhou na minha frente e pediu pra eu gozar nos peitos dela, jorrei nos peitos e na cara, ela ficou brincando de espalhar a porra como sempre faz, enquanto dava um sorriso de quem teve o que queria
Quando ela levantou do chão, ia falar alguma coisa e eu interrompi ela, com um dedo na boca fazendo sinal de silêncio, ela olhou pra lado
“Tá ouvindo isso?” “O que?” “Nada, todo mundo que tava no restaurante parou pra nos escutar”
A rua, que normalmente era barulhenta e cheia de vozes, estava calada como se fosse de madrugada
Ela ficou vermelha como um tomate, me deu um beijo e começamos a rir
Desde aquele dia, vira e mexe quando eu chego com ela na minha casa, vejo os flanelinhas e funcionários do restaurante olhando pra gente, aposto que nunca esqueceram os gemidos


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