Março 10, 2026

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Comi minha amiga de faculdade

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Meu nome é Pedro, tenho 39 anos, 1,80m de altura. Jogo futebol duas vezes por semana, mas não curto treino pesado de academia; tenho corpo de pai, sabe como é? Barriguinha de leve, curto minha cerveja. Sou de Petrópolis e trabalho com eventos.

Em 2022, eu tinha acabado de me separar e me mudei de Niterói para serra, mas ainda tinha um evento pendente na minha antiga cidade. Então, uma amiga, Aline, me propôs dormir na casa dela, já que o evento terminaria tarde. Ela não estaria em casa, pois viajaria no final de semana com o namorado. Éramos amigos antigos da faculdade, tínhamos ficado uma vez nos primeiros períodos, quase 20 anos antes.

Ela havia acabado de terminar com o então namorado na época. Ficamos numa festa da faculdade, mas não durou muito, pois ela ainda gostava do cara e voltou com ele. Acho que ela só quis uns meses para ficar na putaria da faculdade e logo voltou para o conforto do namoradinho.

Continuamos amigos, mas mais distantes. Quando me casei e fui para Niterói (sou carioca), nos reaproximamos, mas agora já maduros, cada um em seu relacionamento, e redescobrimos algumas afinidades. Chegamos a sair em casal duas vezes, e eu a encontrei em alguns eventos, mas nada além disso.

Aline é loira, magra e toda definida. Colocou silicone ainda na faculdade. Quando ficamos dei uma mamada rapidinha neles no escuro da festa, ela alisou meu pau por cima da calça, mas era nova e toda certinha ainda, não quis ir além quando pedi uma punheta e barrou minha mão quando fui descer para a bocetinha dela. Não consegui nem sentir se era depilada ou não. Adoro uma faixinha de pelos, mas eu jurava que ela era raspada.

Voltando ao convite para ficar na casa dela numa sexta em que ela não estaria. Ela me avisou que deixaria a chave na portaria, que eu não precisaria me incomodar com nada, que a casa era minha, e que eu ainda poderia ajudá-la a cuidar do gato dela que ficaria em casa, assim ela não precisaria pedir para a irmã ir lá botar comida para ele.

Chegou na sexta de manhã, mandei mensagem para ela perguntando se estava tudo confirmado, ela disse que sim. Eu só chegaria na casa dela no final da noite, depois do evento. Fui trabalhar, tudo certo. Então, meu celular tocou, era a Aline. Avisei a ela que eu não poderia atender naquela hora, ela me mandou um áudio.

Fui ao banheiro ouvir, e ela chorava muito, falando com dificuldade. Disse que tinha acabado de sair da casa do namorado porque eles brigaram por ciúmes dele, já que eu dormiria na casa dela, mesmo sem ela estar lá. Disse que ele havia sido grosso com ela, chamou-a de puta, apertou o braço dela, praticamente um caso de polícia. Ela disse que terminou e estava indo para casa. Eu disse que tudo bem, arrumaria um lugar para ficar, sem problemas. Ela respondeu na hora, mantendo o combinado: para eu ir para a casa dela, porque queria companhia também, e foda-se o que aquele babaca achava, não devia mais satisfação a ele. Mesmo naquela situação de fragilidade emocional dela, admito que pensei numa boa abertura para tentar algo. Ia depender de como ela estaria quando eu chegasse lá, claro.

Terminou o evento e fui para o apartamento dela. Já chegando, mandei mensagem dizendo que estava a caminho, mas ela não respondeu. O porteiro me deixou entrar, disse que ela já havia avisado que eu chegaria e que eu poderia subir. Toquei a campainha 3x, e ela veio atender com cara de inchada, de sono e choro. Ela estava com um short largo e uma camisa larga, roupa de ficar em casa. Sem maquiagem, mas cheirosa de banho. Me deu um abraço. Eu estava um pouco suado, mas ela insistiu. Me abraçou forte e ficou um tempo, estava realmente abalada. Ela me deu uma toalha e disse para eu tomar banho enquanto ela arrumava o sofá-cama para mim.

Naquele momento, parecia que nada aconteceria, que eu sairia do banho e ela estaria já preparada para dormir. Fiquei uns 15 minutos no banho, e quando saí, reparei que algo havia mudado. Ela estava desperta, trocou por um vestido solto com um leve decote, mostrando todo o seu colo. E estava com o olhar mais animado. Disse que havia uma pizzaria ainda aberta e que pediu uma pizza para a gente, que eu devia estar com fome e que o sono tinha dado uma revigorada nela. Coloquei um short e uma camisa. Ela tinha umas cervejas em casa e abrimos uma enquanto esperávamos a pizza. Ficamos conversando, cada um sentado numa ponta do sofá. Ela sentou sobre as pernas, e o vestido subiu acima dos joelhos, revelando um pouco das suas coxas lisas. Eu olhava de vez em quando, ela fingia que não reparava, e continuamos a conversa. Ela dizia o quanto o agora ex-namorado era ciumento e cismava com qualquer coisa, que ela já estava de saco cheio dessas chateações de homem inseguro.

Terminamos a terceira cerveja quando desci para pegar a pizza com o entregador. Quando subi, ela estava super animada, disse que o ex-babaca havia deixado lá um vinho que ganhou de final de ano dos amigos do trabalho. “Foda-se esse escroto, vamos beber o vinho dele!” Pesquisamos o vinho e descobrimos que custava 800 pratas! Ela ficou ainda mais animada, também embalada pelas cervejinhas. Ela foi na cozinha buscar o abridor, o caminhar dela havia mudado. Andava devagar, os quadris balançando levemente. Me questionei se havia mudado mesmo, ou se eu que estava me deixando levar pelas cervejas e pelo tesão por aquela loira. Mas quando ela se virou para voltar, eu confirmei: realmente tinha algo diferente.

Ela manteve a passada devagar e agora veio me olhando nos olhos. Ela ainda se sentou na outra ponta do sofá, mas jogou os pés para cima e pediu uma massagem. Fui para o meio do sofá e ela botou os pés no meu colo. Eu não sei fazer massagem, mas sei deixar uma mulher com tesão. Então, apertei e alisei cada pedaço do pé dela. Eu ia sentindo os pontos que ela mais gostava, e ela ia me dizendo onde estava mais gostoso enquanto conversávamos sobre os tempos de faculdade, sobre o que sabíamos de cada um da nossa turma, para onde cada um foi, e tomando goles de vinho. Fui chegando no calcanhar dela, tornozelo, e quando decidi encerrar a massagem nos pés e subir de vez para a panturrilha, ela se calou. Ficou com a respiração mais pesada e fechou os olhos. Eu entendi e só continuei. Pressionava sua panturrilha e, sem falar nada, ela se levantou e foi para o quarto.

Quando voltou, tinha um creme nas mãos, botou nas minhas mãos e deitou de bunda para cima no sofá e só disse: “continua”. Me ajeitei ajoelhado no chão enquanto ela estava deitada no sofá. Nessa hora, nem preciso dizer que meu pau estava duro, mas como ela estava deitada, não dava para reparar. Continuei alisando sua panturrilha e subi para a parte de trás do joelho. Seu vestido estava cobrindo apenas sua bunda, coxas à mostra. Só fui subindo as mãos e alisando as coxas. Falei como a pele dela era gostosa, ela disse que estava muito gostoso sentir minhas mãos nas suas coxas e que ia querer uma massagem completa. Se levantou de novo e simplesmente tirou o vestido, como se não fosse nada. Fiquei de boca aberta admirando aquela marquinha de biquíni fio-dental, uma faixinha de pelos na buceta (como eu gosto) e bicos do peito durinhos. Quando ela se deitou, espalhei bastante creme nas suas costas e fui espalhando até chegar na bunda. Puxei papo de quando ficamos e não rolou quase nada, mas que eu fiquei imaginando como ela seria pelada, e que ao vivo era muito melhor do que qualquer imaginação.

— Ah, seu safado, quer dizer que você ficou esses anos imaginando sua amiga pelada? — Queria muito ver essa marquinha, via suas fotos do instagram na praia e batia punheta pensando. — Seu puto, sou sua amiga e você casado fazendo isso?

Eu ia passando a mão pelo corpo todo, da panturrilha até seus ombros, pressionando com a palma da mão e descia suavemente de volta com a ponta dos dedos. Ela começou a gemer baixinho, falando o quanto estava gostoso, que pedia massagem para o ex-babaca, que ficava dois minutos apertando de qualquer jeito e já estava botando o pau para fora. Até que me pediu para pegar o seu celular em cima da mesa, que ela queria colocar uma música.

Botou uma playlist leve, mas sensual, e agora minhas mãos iam passando por seu quadril, que rebolava lentamente no ritmo da música. Fiquei ali no quadril, apertando as laterais, apertava as coxas e subia para a bunda, cada vez chegando mais para o centro. Apertava a polpa da bunda, levantando levemente, já via sua bocetinha brilhando e o gemido ficando mais alto e a rebolada mais forte. Encostei o dedo em sua boceta e ela se tremeu toda, gemeu alto e pediu: “bota o dedinho, bota”. Fui abrindo aos poucos sua buceta e pincelando o dedo pelos lábios molhados. Fiquei massageando sua buceta até que enfiei o dedo, ao mesmo tempo em que toquei sua pele com minha boca. Botava e tirava o dedo devagar, enquanto beijava suas coxas, bunda e costas.

Ela me puxou pela camisa e nos beijamos, com ela ainda deitada de costas. Era um beijo lento e profundo, ainda no ritmo da massagem. Minha língua ia fundo na sua boca, com gosto de vinho. Me levantei para tirar a camisa, e ela imediatamente desceu meu short, já abocanhando meu pau. Tenho pau médio, 16cm, e grosso. Ela sugava a cabeça, que estava toda molhada de líquido pré-gozo. Ficou uns minutos chupando meu pau, acariciando meu saco, puxava a pele para cima e para baixo lentamente, enquanto passava a língua na cabeça do meu pau. Eu estava maluco, só conseguia gemer: “Aline, que boca gostosa, puta que pariu”. Ela parou e me olhou rindo: “Naquela época de faculdade você não ganharia uma chupada gostosa assim, aprendi com o tempo, tá?”. Eu ri de volta e falei que valeu a pena esperar.

Me deitei no sofá com ela e nos encaixamos num 69 de lado. Ela agora mamava vigorosamente enquanto rebolava a boceta na minha boca. Os dois com a boca ocupada, os barulhos de chupada se misturando com gemidos abafados dela, com o meu pau atolado na sua boca. Ela estava gemendo mais forte, tinha parado de chupar e estava apenas com meu pau na boca enquanto o gozo se aproximava. Comecei a enfiar o dedo enquanto chupava, ela tirou meu pau da boca e gemeu alto, quase gritando um longo “aahhhhhhhhhhh to gozaaaandooooo”. Se tremeu toda na minha boca e pedia para eu continuar. Ainda bem que ela havia parado de me chupar, porque eu estava quase gozando com aquela cena, mesmo sem ela me estimular. Ela deu uma pausa, pegou mais um gole de vinho, eu a puxei pelas ancas e botei ela de quatro. Ela se posicionou, arrebitando mais ainda a bunda e abrindo as pernas. Não me aguentei e comecei a linguar a boceta dela, subindo para o cuzinho e apertando forte. “Isso, seu puto, me chupa gostoso”. Fiquei um tempo, mas não aguentei, precisava enfiar o pau naquela xereca.

Fui atrás da minha mochila pegar camisinha, e ela gemia com voz manhosa sem sair daquela posição toda arreganhada: “vai logoooooo, vem me comer porraaaa”. Antes de vestir a camisinha, fiquei pincelando meu pau na boceta dela, esfregava a cabeça no clitóris e desci para entrar um pouco a cabeça, tirava e subia para esfregar no grelinho dela. Ficamos nessa brincadeira, estava gostoso demais. Até que, numa dessa de enfiar a cabeça e tirar, ela jogou o corpo para trás e meu pau entrou sem camisinha mesmo.

Aí, foda-se, né? Continuei bombando. Estava muito gostoso, a boceta dela muito apertada e molhada, ela rebolando e gemendo a cada enfiada forte: “ahhh ahhh ahhh ahhh”. “Isso, gostosa, rebola no meu pau, vai”. Ela virou para trás e me olhou, e pediu quase implorando: “me chama de puta, vai, aquele babaca me chama de puta, vou mostrar o quanto eu sou bem puta”. Parei de bombar, me ajeitei. Com uma das mãos, segurei o cabelo dela, enquanto com a outra apertava seu pescoço: “você quer ser fodida que nem puta é?”. “VAAAI, FODE SUA PUTA”. Ela falou alto e firme, comecei a socar forte enquanto ela arqueava cada vez mais as costas e empinava a bunda, rebolando. “isso, vagabunda, empina essa bunda gostosa no meu pau”. “ISSSOO, SOU SUA PUTINHA AHHH AHHH AHHH AHHH”. Ela estava possuída, acredito que pelo tesão, pelo álcool e pelo ódio ao babaca.

Eu socava forte e comecei a dar tapas enquanto tentava segurar o tesão para não gozar, estava um clima absurdo. Ela reparou e ainda me provocou: “tá quase gozando, né, seu puto? Não vai aguentar?”. E tenho que ser realista, estava difícil aguentar mesmo. Tinha parado de falar sacanagem e estava pensando em boletos e problemas do trabalho para aguentar mais um pouco. Soquei forte por mais um tempo e dei uma pausa estratégica para respirar. Pedi para ela vir por cima. Ela se levantou e cambaleou, estava tonta de ser fodida com força e de vinho, toda suada.

Vi aquele corpo maravilhoso, os peitos balançando e brilhando, com gotas de suor escorrendo. Me sentei no sofá, e ela veio de costas, sentando, apoiando os braços na mesa de centro da sala. Ela encaixou e ficou só rebolando. Comecei a alisar o cuzinho dela, e ela encaixou a rebolada com o movimento do meu dedo: “vou dedar esse cuzinho, você gosta, piranha?”. Ela gemeu e disse que gostava só de dedo, mas que não ia me dar o cu. Fiquei rindo e concordei. Alisava a bunda dela como se fosse sair dali um gênio da lâmpada, aquela bunda branquinha e macia. Não era grande, mas era redondinha.

Pedi para ela vir de frente, porque eu ainda não havia feito algo que queria muito, que era mamar naqueles peitos. Ela foi encaixando enquanto eu beijava seu colo, até que desceu e começou a subir e descer só na cabecinha. Eu estava pirando naquele movimento e tentava agora enfiar o máximo do peito dela na minha boca, mamava com tudo, alternava entre um e outro, lambia o biquinho, e ela naquele movimento curto só na cabecinha.

Ela pegava o peito e colocava mais ainda na minha boca: “chupa meu peito assim, gostoso, mama neles, vai”. Eu estava pirando, quando ela falava essas sacanagens eu ficava mais perto de gozar e tinha que me segurar. Ela sabia sentar curtinho, muito gostoso. Pedi para ela sentar de vez, senão eu ia gozar. “Senta, senão você acaba comigo”. Ela ria da minha cara de desespero e ficou sentando até o final, ainda devagar. “isso, gostosa, quero sentir sua boceta toda, abrindo no meu pau”. Ela foi aumentando o ritmo e ficamos fodendo assim e beijando. Eu abraçava seu corpo junto ao meu, estávamos colados no corpo todo, até a boca, beijando e falando sacanagem. Eu sussurrava entre beijos: “senta, putinha, senta no meu pau”.

Ela gemia e respondeu: “ah ah ah que pau gostoso, fode sua putinhaaa”. Anunciei que ia gozar. Pensei em gozar fora, já que estava sem camisinha, fiz que ia desengatar, e ela me abraçou ainda mais forte: “não vai sair daqui, quero seu leitinho lá dentro”. Ela mal terminou de falar e comecei a gozar forte. Apertei ela forte também e enfiei minha boca na dela, minha língua, gemia: “tô gozando na sua boceta gostosaaaaa”.

Caí exausto, ela também, me dando beijos no rosto e alisando meu cabelo. Ficamos mais um tempo assim, nos levantamos para beber água, vinho e acabar com a pizza. Estávamos famintos. Fomos para o banho, e logo fiquei duro de novo. Ficamos nos beijando, ela apoiou na parede e empinou a bunda. Comi ela assim “gostosa, fica assim, empinadinha para mim, empina essa bunda gostosa para o meu pau, vai”. Ela já tinha sacado o que me fazia gozar e logo emendou: “vai gozar de novo na sua putinha, seu puto?”. Cravei o pau até o fundo e gozei forte.

Fomos dormir e passamos o final de semana juntos como namorados. Fomos à praia, saímos para almoçar e ficamos entre transar, cochilar e papear até segunda. Final de semana incrível e inesquecível.

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