Fevereiro 9, 2026

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Meu Banho Depois da Praia

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O sol já estava baixo quando chegamos à casa de praia. A areia ainda grudava na minha pele, misturada com protetor solar, suor e um pouco de sal. Meu corpo inteiro sentia o calor do dia, mas o que mais queria era que o Adalberto me olhasse com vontade de me comer.

Me chamo Jessica e o Adalberto é mais velho, um amigo do meu irmão. Sempre educado, sempre cuidadoso, sempre tentando manter aquela linha invisível que ele mesmo desenhou entre nós, e eu sou uma Japinha magrinha jovem de peitos pequenos e bunda média e uso óculos. Eu pareço inocente para quem olha para mim mas eu sei oque Adalberto sente. Eu vejo nos olhos dele quando acha que eu não estou olhando. E eu adoro isso, tanto é que eu paguei peitinho para ele “acidentalmente” umas 3 vezes nessa viagem e ele sempre me avisava para ajustar meu biquíni, e eu fazia uma cara de surpresa e depois de vergonha para parecer acidental. A gente estava sentado em uma barraca da praia, estava vazio e então eu expus meu mamilo esquerdo para provocar e ele notou e disse:

— Tá pagando peitinho de novo, eu arrumo para você — e ele pegou o triangulo do meu biquíni e cobriu meu peito devagar roçando os dedos no meu mamilo, eu não esperava por isso e fiquei maluca de tesão que dei um gemido baixinho, esse ato do Adalberto foi o gatilho para eu avançar mais na nossa relação, eu olhei para ele mordendo meu lábios e com cara de safada e falei — vem, vamos voltar pra casa.— e segurei a mão dele.

Chegando no quintal de trás da casa de praia, joguei a canga no varal e parei de frente para a torneira externa. A casa não tinha ducha, usávamos a mangueira do quintal para se limpar na volta da praia.

— Deixa eu te ajudar com a mangueira — ele disse, tentando soar casual, mas a voz saiu um pouco mais rouca do que o normal. Sorri de lado, olhando direto nos olhos dele.

— Sério que você vai me ajudar? — Respondi com um sorriso involuntário e com uma voz meiga. — Então me dá um banho de aqui? Por favor?

Ele pegou a mangueira, abriu a torneira e ajustou a pressão e segurou alto como se fosse um chuveiro, a agua estava fresquinha ideal para o dia quente de verão.

Fiquei de frente para ele, a poucos centímetros de distância, mas eu fazia questão de encostar no corpo dele para ele se acostumar com meu contato físico. Aproveitei a situação e dei um show, tirei toda a areia de forma mais sensual, passando a mão pelo meu corpo inteiro, pedindo para molhar meus peitinhos e minha bunda e sempre roçando meu corpo contra o dele.

— Assim tá bom? — ele perguntou, voz baixa.

— Quase… — respondi, e levei as mãos devagar até o laço do biquíni nas costas.

Puxei. O biquíni se soltou revelando meus peitinhos, fiquei nervosa mas Adalberto com calma mirou a mangueira mais perto e disse — Deixa eu tirar a areia — e começou a passar a mão nos meu peitinhos, fiquei gemendo baixinho e com uma voz delicada eu pedia — meu peitos estão sujos, limpa direitinho por favor.— e puxei o nó das costas e entreguei o biquíni para Adalberto pendurar no varal atrás dele.

— Continua — pedi, voz doce, quase infantil. — Não para.

Ele mirou a mangueira mais baixo. A água agora batia na minha barriga, escorria pelo umbigo, entrava pela borda do biquíni-calcinha. Eu gemi alto, de verdade dessa vez.

Levei as mãos até os lados da calcinha. Puxei as laterais devagar, deixando o tecido descer só um pouquinho, revelando a pele branquinha que o sol não pegou. Depois mais um pouco. Até que Adalberto desfez o nó de um dos lados da calcinha e a peça caiu inteira nos meus tornozelos.

Fiquei completamente nua naquele quintal aberto na frente dele, a água caindo em jatos grossos sobre meu corpo e a minha bucetinha estava encharcada de tesão. Abri um pouco as pernas, só o suficiente.

— Aqui também tá cheio de areia… — murmurei, levando a mão devagar entre as coxas e abrindo os lábios da vagina com dois dedos. Mostrando tudo. — Você pode limpar minha xoxotinha direitinho pra mim? …por favor.

Ele aproximou mais. A água agora batia direto na minha buceta, gelada, ritmada. Fechei os olhos e deixei escapar um gemido mais alto. A pressão era perfeita nem muito forte a ponto de doer, nem fraca demais. Era como se ele estivesse me chupando com água.

— Assim? — ele perguntou, voz quase engasgada.

— Mais perto… — pedi, abrindo mais as pernas. — Por favor.

Ele deu um passo à frente. O bico da mangueira agora estava centímetros de mim. A água acertava meu clitóris em cheio, pulsando. Foi então que Adalberto colocou a mão entre minhas pernas e tocou minha buceta, eu comecei a rebolar devagar contra a mão dele, como se estivesse cavalgando. Meus joelhos tremiam.

— Você gosta de dar banho em mim, né? — provoquei, olhando direto pra ele. — Gosta de ver sua menininha toda molhada né, me limpa vai… tô toda aberta pra você… vai me deixa limpinha!

Ele não respondeu com palavras, ajustou o ângulo da mangueira e com seu dedos abriu minha xoxota, fazendo a água entrar um pouco mais fundo, batendo dentro de mim. Eu soltei um gritinho surpreso que virou gemido longo.

— Isso… ai…assim… ai, não para… — implorei, levando uma mão ao peito e apertando o próprio mamilo com força.

Senti o orgasmo subindo rápido demais. A água gelada misturada com o calor que saía de dentro de mim era demais. Meu corpo inteiro se contraiu. As coxas tremeram. Eu me segurei no ombro dele com uma mão, cravando as unhas, enquanto gozava em espasmos, gemendo alto e falei — Que delícia, me limpa lá dentro por favor — a buceta pulsando contra o jato que não parava.

Quando as pernas quase cederam, ele largou a mangueira no chão. A água continuou correndo, formando uma poça aos nossos pés. Ele colocou o penis para fora e me puxou pela cintura com força, me colando no peito dele. Senti o pau duro da ereção dele contra minha barriga molhada.

Ele não falou nada. Só me beijou com uma urgência que não combinava com o homem calmo que eu conhecia. Mordendo minha boca, chupando minha língua, uma mão apertando minha bunda, a outra subindo até meu pescoço.

Eu sorri contra os lábios dele, ainda ofegante.

— Agora você vai ter que colocar pra dentro… — disse de forma dengosa. — Porque quero muito dar pra você… e eu quero sentir seu pau dentro de mim.

Ele riu baixo, o primeiro som de rendição que ouvi dele. O penis dele estava na altura da minha barriga por que sou baixinha, mas ele o empurrou para encaixar entre minhas pernas e foi ai que a cabeça do pau tocou a entrada da minha vagina pela primeira vez, nunca vou esquecer a sensação gostosa, o gemido alto que dei quando ele fez isso, me desestabilizou de uma forma que não podia disfarçar e disse — Me come por favor, to morrendo de tesão — quando terminei de falar Adalberto me segurou forte pela cintura e de frente um para o outro ele enfiou o pau em mim, entrou fácil por que estava toda aberta e lubrificada. Ele começou a se mover devagar. Saiu quase todo, só a cabeça ficou, depois entrou de novo, fundo, até o talo. Cada estocada era lenta, profunda, como se ele quisesse que eu sentisse cada detalhe. Eu gemia a cada entrada, as coxas tremendo, as mãos apertando os ombros dele com força.

— Mais forte… — pedi, a voz saindo entrecortada. — Ai que gostoso seu pau, goza dentro por favor.

Foi o gatilho.

Ele segurou minha bunda com as duas mãos, me levantou um pouco mais. E então começou a meter de verdade. Estocadas firmes, ritmadas, o som molhado da nossa pele se chocando misturado com o barulho da água quente caindo.

Eu joguei a cabeça para trás e fechei os olhos, gemendo alto o nome dele. Sentia ele batendo no fundo a cada vez, me abrindo, me preenchendo, me levando ao limite de novo. Meu clitóris roçava na base do pau dele a cada movimento. O prazer subia rápido, insuportável.

— Vou gozar… — avisei, quase chorando de tanto tesão. — Não para… por favor não para…

Ele acelerou. Mais fundo. Mais forte. Ele gozou e eu explodi. O orgasmo veio violento, me rasgando por dentro. Minha buceta se contraiu em espasmos fortes ao redor do pau dele, pulsando, apertando, sugando, senti o pênis inchar dentro de mim. O pau pulsou forte, uma, duas, três vezes.. Gritei, as unhas arranhando as costas dele, as pernas tremendo tanto que se ele não estivesse me segurando eu teria caído.

Adalberto estava ofegante e parado, depois da pausa ele de forma calma tirou o pau da minha buceta e viu o gozo escorrer para fora, ele limpou rápido e desligou a torneira e recolheu a mangueira e me mandou esperar pois iria trazer a toalha. Eu não conseguia falar nada estava sem ar, me recuperando do orgasmo, minhas pernas estavam tremendo e me apoiava na parede para não cair, fiquei um tempo ali esperando no quintal aberto e toda peladinha, molhadinha e gozada, exposta ao ar livre sentindo o vento bater por todo meu corpinho nu. Estava com vergonha de alguém me ver sozinha naquela situação mas muito excitada e satisfeita também. Dei uns pulinhos de alegria quando Adalberto chegou, me envolveu com a toalha e me beijou, ele sempre carinhoso secou cada cantinho do meu corpo com delicadeza, ele se agachou e com cara perto da minha virilha deu um selinho no meu clitóris, eu adorei aquele gesto e me tremi toda e falei — Se continuar você vai me deixar molhada de novo —

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