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Meu Pau Moreno de Cabeça Rosada
Meu nome é Lucas, 22 anos, olhos verdes que chamam atenção, 1,85 de altura, moreno, corpo forte de quem malha pesado – peito largo, braços marcados e abdômen definido. Meu pau tem 16 cm quando fica bem duro, mas o que realmente destaca é a grossura: não é daqueles monstros exagerados, é exatamente o que a foto mostra – um pau reto, firme, com veias discretas, pele morena escura na haste e uma cabeça rosada, bem inchada e contrastante, grossa o suficiente pra esticar bocas e bucetas sem ser impossível de aguentar. É o tipo que preenche gostoso, que faz a mulher sentir cada centímetro abrindo caminho.
A gente se conheceu numa balada ali em Serra, num sábado lotado. Eu tava no bar pedindo uma cerveja quando vi Paulina dançando perto da pista. Magrinha pra caralho, uns 1,60 no máximo, corpo esguio, peitinhos pequenos e empinados, cintura fina que dava pra abraçar com as duas mãos, bundinha redondinha e pernas finas que pareciam não acabar. Cabelo preto liso caindo nas costas, pele clara e um olhar safado que me fisgou na hora. Ela usava um cropped justo e uma saia curtinha que subia toda vez que rebolava.
Eu cheguei perto, sorri e disse: “Você dança como se quisesse que alguém te pegasse no meio da pista.” Ela virou, me mediu de cima a baixo e respondeu com um sorrisinho: “E se eu quiser mesmo?” O papo rolou rápido, flerte pesado, toques leves. Em menos de meia hora ela já tava com a mão na minha coxa, apertando de leve enquanto falava no meu ouvido: “Você parece forte… gosto disso.”
Saímos dali direto pro carro dela. No estacionamento, antes mesmo de ligar, ela já tava me beijando com fome, língua na minha boca, mão descendo pro volume da minha calça. “Caralho, já tá duro?”, ela murmurou, apertando por cima do jeans. Eu respondi mordendo o pescoço dela: “Culpa sua, magrinha.”
Chegamos no apê dela em tempo recorde. Mal trancou a porta e eu já tava tirando a roupa dela. O cropped voou, revelando os peitinhos pequenos com biquinhos rosados durinhos. A saia caiu junto com a calcinha minúscula – buceta lisinha, lábios fininhos e bem fechadinhos, clitóris grande e saliente, já inchado de tesão. Parecia uma bucetinha de virgem, apertada, rosada por dentro, contrastando com a pele clara dela. “Puta que pariu, que delícia de buceta”, eu disse, abrindo as pernas finas dela e passando o dedo devagar nos lábios. Ela gemeu alto: “Toca meu clitóris… ele tá pulsando.”
Ajoelhei e chupei devagar, língua rodeando aquele clitóris grande, sugando ele como se fosse um docinho. Ela tremia toda, quadris se mexendo contra minha boca, mãos puxando meu cabelo. “Ah, Lucas… chupa mais… vou gozar na sua boca!” Gozou rápido, corpo magro convulsionando, um melzinho escorrendo na minha língua.
Ela me puxou pra cima, olhos brilhando de tesão. “Agora mostra o que você tem aí.” Desabotoou minha calça, puxou a cueca pra baixo e arregalou os olhos. Meu pau pulou pra fora, duro, reto, 16 cm de comprimento mas bem grosso, pele morena na base subindo até a cabeça rosada e inchada, brilhando de pré-gozo. “Olha isso… moreno por fora, rosinha por dentro… e grosso na medida certa. Eu tô fissurada nisso.”
Ela se ajoelhou na hora, envolveu com a mãozinha fina – mal fechava o punho ao redor – e começou a chupar. Primeiro lambeu a cabeça rosada devagar, língua rodando na glande sensível, depois abriu a boca e engoliu o máximo que conseguiu. Gemeu com a boca cheia: “Tá grosso… estica minha boca toda… mas é tão gostoso.” Chupou com vontade, babando, mão punhetando a base morena enquanto sugava a rosinha. Eu segurei a cabeça dela e fodi a boca devagar, sentindo os lábios esticarem ao redor da grossura.
Levantei ela no colo – era leve pra caralho – e a levei pro quarto. Deitei ela na cama, abri as pernas magras e posicionei a cabeça do pau na entradinha apertada. “Vai devagar… minha buceta é bem apertadinha”, ela pediu, mordendo o lábio. Empurrei devagar. A glande rosada entrou primeiro, abrindo os lábios finos, esticando tudo. Ela gemeu alto: “Ahhh… tá me abrindo… sente como tá grosso dentro de mim?” Fui enfiando centímetro por centímetro, a buceta dela quente e molhada apertando como um punho ao redor do meu pau. Quando entrou tudo, ela rebolou devagar, clitóris grande roçando na base morena. “Porra… você me enche toda… essa rosinha tá batendo no fundo.”
Comecei a meter ritmado, segurando a cintura fina dela, erguendo o corpinho magro e baixando com força. Cada estocada fazia barulho molhado, a buceta apertada sugando meu pau grosso. Ela gemia alto, unhas arranhando meu peito moreno: “Fode mais forte… eu amo esse pau grosso me arrombando! Morena por fora, rosinha por dentro… me faz gozar de novo!” Acelerei, batendo fundo, o clitóris inchado roçando em mim a cada movimento. Ela gozou tremendo, buceta contraindo forte ao redor da grossura, me apertando tanto que quase gozei ali.
Virei ela de quatro, bundinha magra empinada, buceta aberta e vermelha de tanto meter. Enfiei de novo, metendo com força, bolas batendo no clitóris grande. “Toma, Paulina… sente esse pau te preenchendo todo.” Ela gritava: “Mais… me arromba com essa grossura… tô fissurada nisso!” Gozei forte, enchendo a bucetinha apertada de porra quente, puxando pra fora no final pra ver meu pau pulsando, a cabeça rosada brilhando de mel e sêmen, ainda grosso e latejando.
Deitamos exaustos, ela traçando o dedo na minha barriga e descendo até o pau mole. “Eu nunca senti um pau assim… grosso na medida, moreno e com essa cabecinha rosinha perfeita. Amanhã você vem aqui de novo?” Sorri, sabendo que sim. Paulina era magrinha, apertada, clitóris grande e completamente viciada no meu pau. E eu nela.


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