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Minha primeira vez com meu marido
Bom dia, como todos sabem, me chamo Julia, e tinha escritos 08 contos, narrando as minhas aventuras secretas, com a sobrinha- afilhada do meu marido.
No último dia 7 de maio, sexta- feira, por volta de 19: 30. Estava na cozinha finalizando uma lasanha, para o jantar, meu marido veio por trás de mim, dando uma tapa em minha bunda, “Emendando” em seguida:
“Hoje, você não me escapa”, abrindo uma garrafa de vinho tinto, deixando-me, bem animada.
Porém, resolvo perguntar o que houve, pois fazia tempos, que ele não agia assim?
Respondendo, ele fala:
“Depois que cheguei de viajem, noto você, mais viva, mais gostosa, mais mulher”.
Com tal afirmação dele, digo-lhe:
– Que bom que está me vendo assim, e me pegando por trás, começa a dançar colado em corpo, para minha surpresa, percebo que ele, está nu, ao sentir seu pênis colar em minhas coxas, por baixo de minha bunda, prontamente retribuo, empinando minha bundinha pra ele, que ao sentir meu desejo latente, vem com uma “voz diferente”, pedindo que eu imagine, ele sendo outro homem. Automaticamente, entro no jogo de sedução dele, perguntando:
– Quem é você? -Como você entrou aqui em casa?
Neste momento, com uma das facas da cozinha, ele põe a parte cega da faca, no meu pescoço, dando-me uma gravata e fala:
“Meu nome é Paulo, não faça nenhum movimento brusco, o importante é que entrei, pra te dar prazer”, e com a outra mão, vai puxando minha calcinha, para baixo, até o joelho, facilitado, por eu estar, com um vestido folgado.
Abre com uma de suas coxas, minhas coxas, e pôr estar com a bundinha empinada, cheia de tesão e toda meladinha, ele me penetra de uma vez, dando-me uma sensação de estupro.
Nesse instante, com a mão, que havia baixado minha calcinha, esfrega meus seios e desce sua mão, até minha bucetinha, onde passo a sentir, além, do seu pênis, os seus dedos longos, aquilo estava me deixando louca de prazer.
Safadamente, em seguida pergunta: “A quanto tempo que seu marido não te procura” e eu:
– Mais de 30 dias, nesta hora, lentamente, ele se afasta, um pouco de mim, dando a sensação, de estar retirando todo o pênis de dentro de mim, restando só a cabecinha.
E diz:
“Agora coloca essa tua buceta, pra sentir toda minha rôla, quero que se sinta vadia, empinando a bundinha pra trás e vai penetrando essa sua bucetinha em minha rôla, vai se rebolando pra mim, minha vadia.
Aquilo deixava-me completamente excitada, gozei intensamente duas vezes seguidas, ouvindo o “Paulo” dizer, que adora fazer uma mulher casada gozar, ainda mais e, por ser alta e bem sensual.
Literalmente delirei de intenso orgasmo e prazer…
Aquela transa ensandecida, me fez relembrar uma situação adormecida dentro de mim.
E, atomaticamente veio em minha mente. O Paulo Ernesto, profissional no segmento empresarial e de recursos humanos, com quem tive minha primeira entrevista de emprego em Fortaleza, indicando-me para uma empresa, porém, não soube aproveitar a oportunidade, terminei sendo preterida, por uma outra profissional.
Passados 15 dias, enviei ao Paulo Ernesto, um e-mail, agradecendo o apoio. Contando o meu erro na entrevista.
Ele, gentilmente falou, que essas coisas aconteciam. E que iria me indicar para outra seleção, realmente me indicou, até hoje estou nessa empresa, você deve estar perguntando, o que isso tem a ver, com eu ter pensando nele?
Quando meu marido me penetrou de uma vez, se dizendo ser o Paulo, teremos que voltar à setembro de 2019, estava no Restaurante “Côco Bambu”, esperando meu cunhado e a Paula, sua esposa já que meu marido, estava a trabalho em São Luiz do Maranhão.
Casualmente encontrei com o Paulo Ernesto, no Restaurante. Ao vê-lo, agradeci sua gentileza em ter me indicado, que estava adorando a empresa.
Ele olhou-me, com um olhar que me desnudou inteira, me senti completamente nua, não satisfeito fala:
“Uma mulher como você. Competente e sensual, não pode ficar em casa, Com este teu olhar profundo, lábios convidativos, estes seios lindos, num formato de um ponteiro do relógio, quando marca 11: 15” interrompendo-o Pergunto: – O que significa ponteiros, marcando 11: 15? E ele: “Significa seios rígidos, deliciosamente em pé, charmosos que todos os homens desejam”.
Chateada, falei; – Sou casada.
E ele emendou de primeira: “Não desejo a esposa, desejo isto sim, a mulher intensa, adormecida dentro desse casamento”.
Aquilo nunca saiu da minha cabeça. Passei a noite toda tanto na mesa com a Paula e meu cunhado no restaurante, sem em nenhum momento, me desligar daquelas frases, ditas pelo Paulo Ernesto.
Quando em casa, sozinha, comecei a me questionar, por que não dei um jeito, de marcar em outro barzinho, e continuar aquela conversa, Pois nunca dei cabimento pra ele falar, de uma forma direta, Logo pra mim que sou casada.
Dias depois, nos encontramos outras vezes. Em locais diferentes de Fortaleza, Tais como: “Boteco Praia”. “Restaurante Faustino Fortaleza”. E a última vez, antes da pandemia, na “Barraca de praia do “Hotel Vila Galé”.
Ao nos reencontrarmos e nos cumprimentar com dois beijinhos, que é uma saudação comum, aqui em Fortaleza, nossos lábios se encontram, gerando um selinho, estava com meu marido, tinha ido tomar banho de mar, enquanto meu marido, ficou na “Barraca”, do estabelecimento mencionado, degustando cerveja e caranguejos.
Discretamente o` Paulo Ernesto me perguntou: “Lembra, do dia que falei, como você no “Côco Bambu”? E eu disse: – sim lembro.
“Pois, te vendo hoje de biquíni, você é muito mais, do que eu imaginava, não vou tirar você da minha cabeça, se pude, naquela época, te ajudar profissionalmente. Hoje, posso te ajudar muito mais, te deixando intensamente mulher e ainda mais irresistível “.
Ouvir aquilo, me deixou completamente sem ação, sai do mar, não sabia o que responder, sem me despedir, voltei para mesa. Acredito sem pestanejar os olhos, como uma caça, foge do caçador.
Sento e resolvo acompanhar meu marido na cerveja.
Aquela conversa no mar com o “Paulo Ernesto” se eternizou no disco rígido de minha memória, se anexando a conversa anterior no “Côco Bambu Praia”, era tomar um gole de cerveja e vinha, como uma viagem, as palavras ditas por ele em minha mente, em pleno mar da Praia do futuro, com meus esposo a alguns metros de areia dali.
Ao chegarmos em casa, depois do banho, ainda trocando de roupa, meu marido me procura, começamos a transar deliciosamente. Nós dois na cama, numa transa alucinada, vem em minha imaginação, o Paulo Ernesto, desejei que meu marido, fosse ele. A frase dele parecia um mantra em minha cabeça, me enchendo de tesão e curiosidade, mesmo que depois, tenha ficado com remorso.
E do nada, meu marido, resolve rebobinar o arquivo “Paulo Ernesto” que devido pandemia ficou esquecido nas gavetas do meu inconsciente. Foi como se, o meu marido autorizasse, passada pandemia, ou nos atalhos do acaso, em um reencontro com o “Paulo Ernesto”, eu realize esse fetiche.
Pois ao se passar pelo “Paulo”, Eu gemia, pronunciando “Paulo” e silenciosamente completava, só pra mim com “Ernesto”. Falava:
-Ai Paulo, faz essa esposa se tornar intensamente mulher escondida do meu marido.
– Ai Paulo, faz essa esposa se tornar intensamente mulher escondida do meu marido.
– Ai Paulo, me faz gozar intensamente com você, escondida do meu marido.
Uma resposta
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