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O auge
Vocês já ficaram com alguém que foi, sem dúvida, o auge da sua vida sexual? Hoje eu sou casado com uma mulher linda, maravilhosa, que me completa em tudo. Mas, anos atrás, teve uma garota… Stella. Só de lembrar dela meu corpo ainda reage.
A gente se conheceu num curso que eu fazia na época. Eu com 20, ela com 19. Morena, cacheada, corpo de academia, daquele tipo que você sente no olhar que domina qualquer ambiente. Coxas grossas, bunda redonda e alta, seios médios com aquele equilíbrio perfeito entre firmeza e balanço. Ela era modelo, e sinceramente, até hoje não entendo o que ela viu em mim.
A gente trocava mensagens pelo Instagram, conversa vai, conversa vem, até que surgiu a oportunidade perfeita. A professora passou um trabalho: assistir um filme e fazer um relatório. E aí tive a ideia mais cara de pau possível.
Mandei pra Stella: — “Oi, preciso da sua ajuda. Tenho que assistir um filme pro curso e escrever um resumo… mas eu tenho um problema: não consigo ficar acordado assistindo sozinho. Me ajuda me mantendo acordado?”
Desculpa esfarrapada? Com certeza. Mas, pra minha surpresa… ela topou.
No dia marcado, ela apareceu lá em casa. Por conta do calor, veio com um short curtinho colado no corpo que deixava as pernas à mostra — grossas, definidas, cheias de tesão só de olhar. A blusinha também não ajudava a manter o foco no filme. Me deu um beijo no rosto de cumprimento, e senti os lábios dela — carnudos, quentes, macios — e me arrepiei na hora.
Coloquei o filme na TV, me deitei na cama e ela sentou do lado, tímida, cruzando as pernas. Fingiu prestar atenção. Depois de um tempo, simulei que tava dormindo, e ela, com um tapinha leve no meu ombro, me acordou.
Abri os olhos, olhei o decote dela e soltei, meio no reflexo: — “Nossa… queria eu ser acordado com essa visão todo dia.”
Ela riu, meio sem graça, e eu emendei: — “Deita aqui do meu lado, vai. Prometo não dormir de novo.”
Com um pouco de relutância, ela se deitou. Ficou me olhando. E aqueles olhos castanhos doces com um brilho tímido e curioso… não deu. Me aproximei e beijei ela.
E meu Deus, que beijo. Ela tinha gosto de fruta fresca, boca quente, e logo estávamos nos pegando com mais intensidade. Minhas mãos subiram por baixo da blusa dela, sentindo a pele quente, os seios apertando no sutiã, até que ela mesma parou, tirou a blusa devagar e revelou duas belezas naturais — seios médios, firmes, auréolas amarronzadas e mamilos duros, como se implorassem pra serem chupados.
Não pensei duas vezes. Abocanhei um mamilo e comecei a chupar, revezando entre língua e leve mordida. Ela gemeu baixinho, rebolando de leve, puxando meu cabelo.
E então, sem aviso, ela me empurrou pra trás, abaixou meu short e cueca, e caiu de boca no meu pau. Que boca! Ela babava, engolia, gemia com ele na garganta, me olhava com aqueles olhos de safada e parecia que ela tinha nascido pra mamar pau.
Eu tava no limite. Tive que pedir pra ela parar, senão ia gozar.
Tirei o resto da roupa dela e vi aquela bucetinha lisinha, macia, levemente inchada de tesão. — “Volta a mamar pra mim, gostosa,” pedi, e enquanto ela chupava com vontade, deslizei dois dedos pra dentro dela.
Ela gemia alto, molhadíssima, rebolando na minha mão, o ritmo da chupada quebrando de tanto prazer. De repente, ela parou, ofegante, e disse:
— “Não para… eu tô quase gozando…”
E gozar foi o que ela fez. Nos meus dedos. Tremendo, gemendo, mordendo os lábios. Uma cena que nunca mais saiu da minha memória.
Depois disso, ela me beijou de novo, e com a respiração entrecortada, sussurrou no meu ouvido: — “Coloca a camisinha. Quero ser fodida agora.”
Não precisei ouvir duas vezes.
Encapei o pau, virei ela de costas e meti de frango assado, com força, com vontade. E que buceta, meu irmão. Molhada, quente, apertada, me sugava como se tivesse vida própria. — “Isso, me fode! Me chama de putinha!”
Ela gemia, gritava, pedia mais.
Quando vi que tava perto de gozar, pedi pra ela sentar. — “Quero ver essa bunda no meu pau.”
Ela obedeceu, montou com firmeza e rebolava devagar, depois acelerava, fazendo aquela bunda saltar, bater, hipnotizar. Uma visão que parecia saída de um pornô premium — só que era real. Minha. Ali. Naquela cama.
Eu podia ter gozado ali mesmo, mas queria mais. Mandei ela ficar de quatro.
Posicionou-se na cama, empinou com gosto. Dei um tapa naquela raba redonda. Ela gemeu. Dei outro, mais forte. — “Mais, porra!” — “Fala que é minha putinha.” — “Sou sua putinha, me bate, me fode, me usa!”
Era impossível segurar. — “Tô gozando,” avisei, tirando a camisinha. Gozei nas costas dela, muito. Forte. Quente.
Ela caiu de lado, rindo, exausta. Ficamos alguns minutos recuperando o fôlego, até que ela falou:
— “Posso tomar um banho?” — “Claro… vamos juntos.”
Entramos no chuveiro. Tentei começar de novo, mas ela riu e disse: — “Sem camisinha, não rola.” Em vez disso, ajoelhou e me deu mais uma chupada no banho, como se dissesse “até logo” com a boca.
E então foi embora. Nunca mais nos vimos. Mas até hoje… ela ainda é o auge.


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