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O dia que comi minha namorada no meio da rua
Recentemente, tive uma experiência marcante durante o inverno aqui no Nordeste — uma época de chuva constante e poucos turistas. Após uma semana inteira de céu fechado, o sábado surpreendeu com um sol forte e inesperado. Sem pensar duas vezes, mandei uma mensagem para Mari, convidando-a para aproveitar o dia na praia.
Apesar de morarmos perto do litoral, optamos por uma praia mais isolada, localizada numa cidade pequena e tranquila. Aquele tipico centro de cidade pequena, com algumas lojinhas de artesanato e restaurantes que só ganhavam vida com a chegada dos turistas ao fim da tarde. Fora dali, as ruas de barro e casas de veraneio vazias compunham o cenário típico de baixa temporada.
Para evitar flanelinhas e o custo de estacionamento, seguimos até uma área mais residencial e paramos o carro numa rua de terra que dava acesso direto à praia.
Caminhamos pela areia até encontrar um ponto com cadeiras e guarda-sóis disponíveis. O lugar estava quase deserto — perfeito. Passamos o dia entre mergulhos, petiscos e algumas bebidas.
Eu e Mari estávamos juntos há três meses. Era aquele estágio ideal: intimidade na medida certa, desejo à flor da pele e tudo ainda muito novo.
Por várias vezes, entramos no mar e ficamos abraçados nos beijando. Beijo lento e apaixonado, temperado com a água salgada do mar. Sem pressa, apenas curtindo o momento. Ela passava a mão por dentro da minha sunga. Eu passava a mão pelo biquine dela. Apertava aqueles peitos maravilhosos. Com os corpos colados, moviamos junto com o balanço das ondas. E cada vez mais o tesão aumentava.
O sol já estava se pondo. A praia vazia. O vendedor já tinha recolhido todas as barracas e guarda-sóis, só restava o nosso. Então pagamos a conta e caminhamos de volta em direção ao carro estacionado.
Mari caminhava na minha frente. Mari parecia com a Bruna Marquezine. Corpo magro, cintura definida, bunda de tamanho médio, cabelos pretos longos, rosto com traços finos. A diferença entre ela e a Bruna eram os peitos. A Mari tinha os peitos bem maiores, pareciam silicones, mas eram 100% naturais.
Mari caminhava descalça na areia, segurando uma bolsa de palha de praia. Vestia apenas o biquini preto. A parte de baixo, um fio dental bem provocativo, escondendo apenas o necessário. A parte de cima, igualmente pequena, contrariava as leis da física segurando aqueles peitos.
Mari sabia como me provocar, além de gostar de chamar atenção e se exibir. Andava rebolando, quase como um desfile sensual.
Chegamos no carro, a rua estava deserta, as casas de temporada estavam vazias. O dia já estava escurecendo. Ninguém para nos atrapalhar. Depois de ter passado todo o dia só nas provocações, parece que finalmente tinha chegado a hora. Assim que entramos no carro, Mari jogou a bolsa no banco de trás e pulou no meu coloco no banco do motorista.
Se encaixou perfeitamente entre minhas pernas, juntou seu corpo com o meu e começou um beijo intenso. Respiração ofegante e gemidos enquanto rebolava sobre meu pau. Eu sabia que ela queria mais.
Puxei meu pau para fora da sunga, afastei o biquíni dela pro lado, fui passando minha cabecinha naquela boceta que já estava toda molhadinha. Fui só espalhando e lambuzando até enfiar com carinho. Mari soltou gemido mais forte e começou a rebolar em um ritmo que me faria gozar em poucos minutos.
Dentro do carro já estava quente. Apesar de estar só de sunga e Mari de biquíni, já estávamos suando. Foi quando decidi foder ao ar livre. Sabia que ela gostava de se exibir e provavelmente ficaria muito excitada.
Abri a porta e saímos do carro. Ela sem entender o que estava acontecendo, apenas acompanhando minhas ordens. Joguei ela em cima do capô do carro. Ela ficou com o corpo grudado no carro e aquele bundão empinado. Angulo perfeito. Comecei a fuder aquela buceta.
Mari estava toda arreganhada em cima do capô do carro. Gemia de tesão. Pouco tempo se passou, ela gritava para não parar. Mantive o ritmo, mesma cadência sem mudar nada. E em pouco tempo Mari estava gozando. Vários gemidos, seguido de vários esguichos e as pernas tremendo. Parecia um chafariz, molhou todo o capo do carro e minhas pernas.
Mari com a voz trêmula, pediu mais. “Me faz gozar de novo amor”. Mantive ela deitada sobre o capô do carro, abri ainda mais as pernas dela, e continuei metendo. Chamando de minha puta, dava umas tapas na bunda, apertava os peitos. E ela me provocava pedindo mais.
Repetimos isso umas 3 vezes, e todas as vezes ela parecia um chafariz gozando jatos e mais jatos. Na última vez a safada pediu para eu chupá-la enquanto ela estivesse gozando.
Ela ficou em pé, com as pernas abertas, posicionou um dos pés no meu ombro, deixando a buceta bem perto da minha boca. Eu dei umas chupadas, mas ela precisou finalizar esfregando com a própria mão. E logo vieram os vários jatos.
Cheio de tesão que estava, cai de cara. Enfiei meu rosto entre aquelas pernas. Tentei chupar o maximo que conseguir, com a boca aberta e lingua para fora esfregando e chupando tudo. Pareceu que foi a vez que ela mais gozou e sentiu prazer. Fiquei todo molhado com aquele liquido dos deuses.
Mari deu uma risadinha, de quem tinha gostado de me ver todo sujo. Então invertemos os papéis, fiquei em pé e ela se ajoelhou, chupando meu pau. Primeiro ela deixou todo babado, e manteve um ritmo que me fez gozar em pouco tempo. Varios jatos de porra jogarram, mirei na cara e no rosto.
Mari procurou lenço umedecido para se limpar. Falei que não. Que minha putinha ia ficar assim até a gente voltar pra casa. Arrumei minha sunga no lugar. Ela arrumou o biquíni. Entramos no carro e iniciamos a viagem de volta.
Passamos pelo centrinho da cidade. Vi aquelas típicas sorveterias de bairro. Resolvi parar pra tomar um sorvete. Disse pra Mari que a gente iria assim pra sorveteria. Mari hesitou, mas no fundo ela estava gostando. Ela estava só com o biquini preto fio dental. Com os peitos cobertos de porra. Mas não dava para os estranhos identificarem que estava gozada. Eu desci apenas de sunga.
Entramos na sorveteria. Era um pouco estranho nós dois assim. Mas não era a coisa mais absurda, pois ficava bem próximo a praia e alguns turistas passavam ali com roupa de banho.
Compramos sorvetes e sentamos na mesinha na beira da calçada. Enquanto observava os outros passarem, e olhares esquisitos para nós. Ainda trocamos alguns beijos molhados. Mari parecia estar excitada só de biquíni ali. Terminamos o sorvete e voltamos pra casa.
Chegamos em casa só a noite. Mari disse que tinha sido o melhor sexo da vida. Que nunca tinha gozado tanto assim. Antes de entrarmos no banho e dormi ainda rolou uma saideira.


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